quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O Rito Moçárabe e o Ano da Fé

 
Dom Bráulio Rodríguez Plaza, arcebispo de Toledo, publicou um magnífico artigo no jornal L'Osservatore Romano em 18 de dezembro, no qual relaciona o Rito Hispano-Moçárabe com o Ano da Fé. Colocamos um parágrafo do artigo do Primado da Espanha:

Este ano de graça considero que é muito importante dar a conhecer os conteúdos da fé da Igreja; isso, sem dúvida, nos pode ajudar a aprofundar na lex credendi que nos mostra nossa própria tradição, a bonita tradição litúrgica do Rito Hispano-Moçárabe. Uma fé que forjou uma cultura, nossa cultura; e para uma contínua e verdadeira renovação deve ter-se em conta a volta às fontes e o conhecimento de si mesmo: «Esta antiga Liturgia hispano-moçárabe representa, portanto, uma realidade eclesial, e também cultural, que não pode ser relegada ao esquecimento se se querem compreender em profundidade as raízes do espírito cristão do povo espanhol»
O site Lex Orandi  traduziu o artigo para a língua espanhola.

Fonte: Lex Orandi
 


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

sábado, 6 de outubro de 2012

Para o Ano da Fé o Pontífice concede Indulgência Plenária

 
Por ocasião do Ano da Fé, o Papa Bento XVI concede o dom da Indulgência Plenária. A Santa Sé divulgou nesta sexta-feira, 5, o decreto da Penitenciaria Apostólica com o qual se concede a indulgência.

As disposições estabelecidas pela Penitenciaria Apostólica indicam que podem obter a indulgência os fiéis verdadeiramente arrependidos, que tenham reparado os próprios pecados com a penitência sacramental e elevado orações segundo as intenções do Sumo Pontífice. Isso de acordo com as seguintes situações:

- toda vez que participarem de pelo menos três momentos de pregações durante as Santas Missões, ou de pelo menos três lições sobre as Atas do Concílio Vaticano II e sobre os Artigos do Catecismo da Igreja Católica, em qualquer igreja ou local idôneo;

- toda vez que visitarem em forma de peregrinação uma Basílica Papal, um catacumba cristã, uma Igreja Catedral, um local sagrado designado pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé, e ali participarem de alguma função sagrada ou se detiverem para um tempo de recolhimento, concluindo com a oração do Pai-Nosso, o Credo, as invocações a Nossa Senhora e, de acordo com o caso, aos Santos Apóstolos ou Padroeiros;

- toda vez, nos dias determinados pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé, em algum local sagrado participarem de uma solene celebração eucarística ou da Liturgia das Horas, acrescentando a Profissão de Fé em qualquer forma legítima;

- um dia livremente escolhido, durante o Ano da Fé, para a visita do batistério ou de outro lugar no qual receberam o sacramento do Batismo, se renovarem as promessas batismais em qualquer fórmula legítima.

Aos idosos, doentes e a todos os que por motivos legítimos não puderem sair de casa, concede-se de igual modo a Indulgência plenária nas condições de costume. Isso se unidos com o espírito e com o pensamento aos fiéis presentes, especialmente nos momentos em que as palavras do Pontífice ou dos Bispos Diocesanos forem transmitidas pela televisão ou pelo rádio, recitarem na própria casa ou onde estiverem o Pai-Nosso, o Credo e outras orações conformes as finalidades do Ano da Fé, oferecendo seus sofrimentos ou as dificuldades da própria vida.

Fonte: Rádio Vaticano e Canção Nova


terça-feira, 31 de julho de 2012

Calendário para o Ano da Fé

Falta pouco mais de 70 dias para o início do Ano da Fé, que será aberto com uma solene celebração presidida pelo Papa na manhã de quinta-feira, 11 de outubro, na Praça São Pedro.

O calendário do Ano, que se concluirá em 24 de novembro de 2013, informa alguns eventos que vão ter a presença de Bento XVI, junto a uma série de encontros, conferências e iniciativas que aprofundarão os diversos temas religiosos e culturais relacionados com a celebração.


2012

6 de outubro, Assis

Na cidade de São Francisco, o Pátio dos Gentios está organizando um encontro para o diálogo entre crentes e não crentes sobre o tema da fé.

7 a 28 de outubro, Cidade do Vaticano

13º Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre o tema: Nova evangelização para a transmissão da fé cristã

11 de outubro, Cidade do Vaticano

Na Praça São Pedro, às 10h, Bento XVI preside a abertura solene do Ano da Fé com os padres sinodais e os presidentes das Conferências Episcopais.

A Ação Católica Italiana organiza, das 18h30 às 21h30, uma procissão de velas de Castelo de Santo Angelo à Praça São Pedro em memória do 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II.

12 de outubro, Roma

Sobre o tema “A fé de Dante”, noite cultural e artística na Igreja de Jesus, em Roma, às 21h, organizada pelo Pontifício Conselho para a Cultura. Será proposto o canto XXIV do Paraíso, que contém a profissão de fé do poeta.

20 de outubro, Roma

Peregrinação ao monte Gianicolo e vigília missionária, organizada pela Congregação para a Evangelização dos Povos.

21 de outubro, Cidade do Vaticano

Bento XVI preside a canonização dos seis mártires e confessores da fé: Jacques Barthieu, sacerdote jesuíta, mártir missionário em Madagascar (1896); Pietro Calungsod, leigo catequista, mártir nas Filipinas (1672); Giovani Battista Piamarta, sacerdote testemunha da fé na colônia de leprosos de Molokai (1918); Maria del Monte Carmelo, religiosa na Espanha (1911); Caterina Tekakwitha, leiga indiana convertida à fé católica (1680); Anna Schäffer, leiga Baviera, testemunha do amor de Cristo a partir do leito de sofrimento (1925).

26 a 30 de outubro, Roma

Congresso da União Mundial dos professores católicos sobre o papel do professor e da família na formação integral dos estudantes, com a participação da Congregação para a Educação Católica, e celebração pelo Ano da Fé.

15 a 17 de novembro, Cidade do Vaticano

27ª Conferência Internacional do Pontifício Conselho para Pastoral da Saúde sobre o tema: “Hospital, lugar de evangelização: missão humana e espiritualidade”

1° de dezembro

Celebração com o Santo Padre das Vésperas do primeiro Advento para as universidades pontifícias em Roma, os seminários eclesiásticos e faculdades e universidades, organizado pela Congregação para a Educação Católica.

20 de dezembro, Roma

Inauguração da mostra sobre o Ano da Fé em Castelo de Santo Angelo. A exposição será até 1º de maio de 2013.

28 de dezembro, Roma

Abertura do encontro europeu de jovens, organizado pela comunidade de Taizé em colaboração com o Vicariato de Roma. O encontro será concluído em 2 de janeiro de 2013.


2013

25 de janeiro, Roma


Celebração ecumênica com a presença de Bento XVI na Basílica de São Paulo fora dos Muros.

A galeria de arte da basílica também será visitada, até 24 de novembro de 2013, a partir da exposição Sanctus Paolus extra moenia et Concilium Oecumenicum Vaticanum II.

2 de fevereiro, Cidade do Vaticano

Celebração presidida por Bento XVI na Basílica de São Pedro em ocasião da Jornada Mundial dos Religiosos e Religiosas

25 a 26 de fevereiro, Roma

Congresso internacional sobre o tema “Santos Cirilo e Metódio entre os povos eslavos: 1150 anos do início da Missão”. Os trabalhos terão lugar no dia 25 no Pontifício Instituto Oriental e no dia 26 na Pontifícia Universidade Gregoriana.

24 de março

Bento XVI celebra o Domingo de Ramos, dia tradicionalmente dedicado aos jovens em preparação à Jornada Mundial da Juventude

4 a 6 de abril, Roma

Reunião internacional da Associação Católica Internacional de Ciências da Educação, com a participação da Congregação para a Educação Católica, e celebração pelo Ano da Fé.

13 de abril, Cidade do Vaticano

Concerto “Oh Meu Filho”, na sala Paolo VI.

15 a 17 de abril

Jornada dos seminários em ocasião do 450º aniversário de sua instituição.

Jornada de estudo, organizada pela Congregação para a Educação Católica, sobre a relevância dos documentos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica na formação dos candidatos ao sacerdócio e no âmbito da revisão em curso da relação fundamentalis institutionis sacerdotalis.

28 de abril, Cidade do Vaticano

Dia dedicado a todos os rapazes e moças que receberam o sacramento da Confirmação. O Santo Padre vai conferir a Crisma a um pequeno grupo de jovens.

5 de maio, Cidade do Vaticano

Celebração com o Papa em ocasião do dia das irmandades e da piedade popular.

18 de maio, Cidade do Vaticano

Vigília de Pentecostes celebrada por Bento XVI e dedicada a todos os movimentos, com a peregrinação ao túmulo de São Pedro e invocação ao Espírito Santo.

2 de junho

Solene adoração eucarística presidida pelo Papa. A adoração será realizada simultaneamente em todo o mundo em ocasião da festa de Corpus Christi.

16 de junho

Dia da Evangelium vitae com a presença do Papa. O dia será dedicado ao testemunho do Evangelho da vida, em defesa da dignidade da pessoa humana desde o primeiro instante até seu último momento natural.

22 de junho, Cidade do Vaticano

Grande concerto pelo Ano da Fé na Praça São Pedro.

7 de julho, Cidade do Vaticano

Com a presença do Papa, conclusão na Praça São Pedro da peregrinação dos seminaristas, noviças e noviços.

23 a 28 de julho, Rio de Janeiro

Jornada Mundial da Juventude com Bento XVI.

18 a 19 de setembro

Seminário de estudo, organizado pela Congregação para a Educação Católica, das universidades católicas sobre o valor do Catecismo da Igreja Católica no ensino da teologia nas universidades católicas.

29 de setembro, Cidade do Vaticano

Dia dos catequistas com a presença de Bento XVI. O dia será também a ocasião para recordar o 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

13 de outubro, Cidade do Vaticano

Celebração de um dia mariano com a presença de Bento XVI e de todas as associações marianas.

24 de novembro, Cidade do Vaticano

O Papa preside a celebração conclusiva do Ano da Fé.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=286955

sábado, 7 de janeiro de 2012

INDICAÇÕES PASTORAIS PARA O ANO DA FÉ (2012 -2013)


CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ
Introdução
Com a Carta apostólica Porta fidei de 11 de outubro de 2011, o Santo Padre Bento XVI convocou um Ano da Fé. Ele começará no dia 11 de outubro 2012, por ocasião do qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II, e terminará aos 24 de novembro de 2013, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.
Este ano será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam mais profundamente que o fundamento da fé cristã é "o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo".1 Fundamentada no encontro com Jesus Cristo ressuscitado, a fé poderá ser redescoberta na sua integridade e em todo o seu esplendor. "Também nos nossos dias a fé é um dom que se deve redescobrir, cultivar e testemunhar" para que o Senhor "conceda a cada um de nós viver a beleza e a alegria de sermos cristãos"2.
O início do Ano da Fé coincide com a grata recordação de dois grandes eventos que marcaram a face da Igreja nos nossos dias: o qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, desejado pelo beato João XXIII (11 de outubro de 1962), e o vigésimo aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo beato João Paulo II (11 de outubro de 1992).
O Concílio, segundo o Papa João XXIII, quis "transmitir pura e íntegra a doutrina, sem atenuações nem subterfúgios", empenhando-se para que "esta doutrina certa e imutável, que deve ser fielmente respeitada, seja aprofundada e exposta de forma a responder às exigências do nosso tempo"3. A este propósito, continua sendo de importância decisiva o início da Constituição dogmática Lumen gentium: "A luz dos povos é Cristo: por isso, este sagrado Concílio, reunido no Espírito Santo, deseja ardentemente iluminar com a Sua luz, que resplandece no rosto da Igreja, todos os homens, anunciando o Evangelho a toda a criatura (cfr. Mc. 16,15)"4. A partir da luz de Cristo, que purifica, ilumina e santifica na celebração da sagrada liturgia (cf. Constituição Sacrosanctum Concilium) e com a sua palavra divina (cf. Constituição dogmática Dei Verbum), o Concílio quis aprofundar a natureza íntima da Igreja (cf. Constituição dogmática Lumen gentium) e a sua relação com o mundo contemporâneo (cf. Constituição pastoral Gaudium et spes). Ao redor das suas quatro Constituições, verdadeiras pilastras do Concílio, se agrupam as Declarações e os Decretos, que enfrentam alguns dos maiores desafios do tempo.
Depois do Concílio, a Igreja se empenhou na assimilação (receptio) e na aplicação do seu rico ensinamento, em continuidade com toda a Tradição, sob a guia segura do Magistério. A fim de favorecer a correta assimilação do Concílio, os Sumos Pontífices convocaram amiúde o Sínodo dos Bispos5, instituído pelo Servo de Deus Paulo VI em 1965, propondo à Igreja orientações claras por meio das diversas Exortações apostólicas pós-sinodais. A próxima Assembléia Geral do Sínodo dos Bispos, no mês de outubro de 2012, terá como tema: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã.
Desde o começo do seu pontificado, o Papa Bento XVI se empenhou de maneira decisiva por uma correta compreensão do Concílio, rechaçando como errônea a assim chamada "hermenêutica da descontinuidade e da ruptura" e promovendo aquele que ele mesmo chamou de "’hermenêutica da reforma’", da renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos concedeu; é um sujeito que cresce no tempo e se desenvolve, permanecendo porém sempre o mesmo, único sujeito do Povo de Deus a caminho"6.
 
O Catecismo da Igreja Católica, pondo-se nesta linha, é, de um lado, "verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II"7, e de outro pretende favorecer a sua assimilação. O Sínodo Extraordinário dos Bispos de 1985, convocado por ocasião do vigésimo aniversário da conclusão do Concílio Vaticano II e para efetuar um balanço da sua assimilação, sugeriu que fosse preparado este Catecismo a fim de oferecer ao Povo de Deus um compêndio de toda a doutrina católica e um texto de referência segura para os catecismos locais. O Papa João Paulo II acolheu a proposta como desejo "de responder plenamente a uma necessidade verdadeira da Igreja Universal e das Igrejas particulares"8. Redigido em colaboração com todo o Episcopado da Igreja Católica, este Catecismo "exprime verdadeiramente aquela a que se pode chamar a ‘sinfonia da fé’"9.
O Catecismo compreende "coisas novas e velhas (cf. Mt 13,52), porque a fé é sempre a mesma e simultaneamente é fonte de luzes sempre novas. Para responder a esta dupla exigência, o ‘Catecismo da Igreja Católica’ por um lado retoma a ‘antiga’ ordem, a tradicional, já seguida pelo Catecismo de São Pio V, articulando o conteúdo em quatro partes: o Credo; a sagrada Liturgia, com os sacramentos em primeiro plano; o agir cristão, exposto a partir dos mandamentos; e por fim a oração cristã. Mas, ao mesmo tempo, o conteúdo é com freqüência expresso de um modo ‘novo’, para responder às interrogações da nossa época"10. Este Catecismo é "um instrumento válido e legítimo a serviço da comunhão eclesial e como uma norma segura para o ensino da fé."11. Nele os conteúdos da fé encontram "a sua síntese sistemática e orgânica. Nele, de facto, sobressai a riqueza de doutrina que a Igreja acolheu, guardou e ofereceu durante os seus dois mil anos de história. Desde a Sagrada Escritura aos Padres da Igreja, desde os Mestres de teologia aos Santos que atravessaram os séculos, o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé."12.
O Ano da Fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé, para que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor ressuscitado no mundo de hoje, capazes de indicar a "porta da fé" a tantas pessoas que estão em busca. Esta "porta" escancara o olhar do homem para Jesus Cristo, presente no nosso meio "todos os dias, até o fim do mundo" (Mt 28, 20). Ele nos mostra como "a arte de viver" se aprende "numa relação profunda com Ele"13. "Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé"14.

Por ordem do Papa Bento XVI15, a Congregação para a Doutrina da Fé redigiu a presente Nota, em acordo com os Dicastérios competentes da Santa Sé e com a contribuição do Comitê para a preparação do Ano da Fé16, com algumas indicações para viver este tempo de graça, sem excluir outras propostas que o Espírito Santo quiser suscitar entre os Pastores e os fiéis nas diversas partes do mundo.
Indicações
"Eu sei em quem pus a minha fé" (2 Tm 1, 12): esta palavra de São Paulo nos ajuda a compreender que "antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus. Ao mesmo tempo, e inseparavelmente, é o assentimento livre a toda a verdade revelada por Deus"17. A fé como confiança pessoal no Senhor e a fé que professamos no Credo são inseparáveis, se atraem e se exigem reciprocamente. Existe uma ligação profunda entre a fé vivida e os seus conteúdos: a fé das testemunhas e dos confessores é também a fé dos apóstolos e dos doutores da Igreja.
Neste sentido, as seguintes indicações para o Ano da Fé desejam favorecer tanto o encontro com Cristo por meio de autênticas testemunhas da fé, quanto o conhecimento sempre maior dos seus conteúdos. Trata-se de propostas que visam solicitar, de maneira exemplificativa, a pronta responsabilidade eclesial diante do convite do Santo Padre a viver em plenitude este Ano como um especial "tempo de graça"18. A redescoberta alegre da fé poderá contribuir também a consolidar a unidade e a comunhão entre as diversas realidades que compõem a grande família da Igreja.
 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Carta Apostólica "Porta Fidei"

Carta Apostólica Porta Fidei de Bento XVI em forma de “Motu Proprio” com a qual se convoca o Ano da fé, (11 de outubro de 2011)


BENEDICTI PP. XVI
SUMMI PONTIFICIS

CARTA APOSTÓLICA EM FORMA DE “MOTU PROPRIO”
PORTA FIDEI
COM A QUAL SE CONVOCA O ANO DA FÉ

domingo, 16 de outubro de 2011

Bento XVI anuncia "Ano da fé" e prepara Carta apostólica


Durante a homilia pronunciada durante a Missa do XIX Domingo "per annum", por ocasião do primeiro encontro internacional dos novos evangelizadores, promovido pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o Santo Padre Bento XVI anunciou 2012 como o Ano da Fé, com início em 11 de outubro, 50º aniversário da abertura do Segundo Concílio do Vaticano, e conclusão a 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo.


"Será um momento de graça e compromisso para uma plena conversão a Deus, para fortalecer a nossa fé n'Ele e a anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo. Queridos irmãos e irmãs, vocês estão entre os protagonistas da nova evangelização que a Igreja iniciou e leva avante, não sem dificuldade, mas com o mesmo entusiasmo dos primeiros cristãos" - concluiu o Papa.
 
Retirado de: Direto da Sacristia
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