sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mons. Georg Gänswein é nomeado Arcebispo e Prefeito da Casa Pontifícia

De Secretário Particular de Sua Santidade a Arcebispo Prefeito da Casa Pontifícia.*

O Santo Padre Bento XVI nomeou Prefeito da Casa Pontifícia o  Rev.do Mons. Georg Gänswein, elevando-o ao mesmo tempo à sede titular de  Urbisaglia, com dignidade de Arcebispo.
 
 
Rev.mo Mons. Georg Gänswein
 
O Rev.do Mons. Georg Gänswein nasceu em Waldshut (Baden-Württemberg, Germania) em 30 de julho de 1956.
 
Ordenado Sacerdote em 31 de Maio de 1984, foi incardinado na Arquidiocese de Freiburg im Breisgau.
 
Fez pós-graduação em Direito Canônico em 1993 na Katholisch-Theologische Fakultät della Ludwig-Maximilians-Universität de Munique.
 
Depois de ser juiz do Tribunal Diocesano e colaborador pessoal do Arcebispo de Freiburg im Breisgau, em 1995 foi para a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.
Foi transferido à Congregação para a Doutrina da Fé em 1996, onde em seguida desenvolveu o ofício de Secretário Particular do Prefeito, Card. Joseph Ratzinger.
 
Secretário particular de Sua Santidade Bento XVI da Sua eleição ao Pontificado.
 
Conhece as seguintes línguas: Alemão, Italiano, Latim, Francês, Inglês e Espanhol.
 

* Ainda continua sendo secretário pessoal do papa, uma vez que, nenhum nome foi apontado.
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O guardião da fé fala sobre “interpretações heréticas” do Concílio.

De acordo com o Arcebispo Gerhard Ludwig Müller, os tradicionalistas demonstram perda de ortodoxia quando apontam para o Concílio Vaticano II como o inverno da Igreja Católica.

Por Gianni Valente – Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com – Aqueles que consideram o Concílio Vaticano Segundo, ou Vaticano II, como uma ruptura da Tradição da Igreja, oferecem uma “interpretação herética” deste grande evento eclesiástico. E este erro doutrinal não é cometido somente por inovadores modernistas: ele é cometido por neo-tradicionalistas, que acreditam que o Vaticano II supostamente voltou suas costas para “Igreja tradicional”. A indicação de que a posição tradicionalista possa ter elementos “heréticos” foi feita ontem [28/11/2012] à noite pelo Arcebispo Gerhard Ludwig Müller, atual Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Suas observações vieram durante a apresentação do volume VII da edição alemã da “Opera Omnia” de Joseph Ratzinger, uma coleção sistemática de todas as obras que o teólogo que virou Papa dedicou ao Concílio e os documentos que surgiram dele. A apresentação ocorreu em um local muito evocativo: o Collegio Teutonico de Santa Maria dell’Anima, que foi a base logística do perito teólogo Joseph Ratzinger durante as sessões do Concílio.
 
Durante a sua apresentação, o chefe do dicastério doutrinal afirmou claramente que a única interpretação ortodoxa do Concílio Vaticano Segundo é aquela que o vê como uma ocasião de reforma e renovação, em continuidade com o único sujeito-Igreja, que o Senhor nos deu. Müller considera essa interpretação como a única hermenêutica que respeita “a unidade indissolúvel entre as Sagradas Escrituras, a Tradição completa e integral e o Magistério, que encontra a sua mais alta expressão no Concílio, presidido pelo Sucessor de Pedro, como chefe visível da Igreja.”
 
O Arcebispo Müller contrastou essa “interpretação singular e ortodoxa” com a interpretação “herética”, que ele identificou com “a hermenêutica da ruptura, tanto do lado progressista quanto do lado tradicionalista.” De acordo com Müller, o que ambos partilham em comum é a rejeição do Concílio: “os progressistas querem deixá-lo para trás, como se fosse apenas uma fase que deveria ser abandonada a fim de avançar em direção a uma Igreja diferente; os tradicionalistas não querem avançar em direção a tal Igreja, como se ela representasse o inverno da Catholica.”
 
Em seu discurso, o ex-bispo de Regensburgo descreveu a contribuição de Joseph Ratzinger, primeiro como teólogo durante as reuniões reais do Concílio (também como consultor teológico do Cardeal Joseph Frings) e depois durante a longa e turbulenta fase de recepção dos ensinamentos conciliares. “Foi um tempo de grande expectativa. Algo grande tinha que acontecer,” Bento XVI escreveu no prefácio do volume alemão apresentado por Müller.
 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Reforma da Reforma: Sagração Episcopal na arquidiocese de Gênova

Na imponente Catedral de São Lorenzo de Gênova o Cardeal Angelo Bagnasco, Arcebispo Metropolitano do lugar, sagrou bispo S.E.R. Mons. Guido Gallese. Na presença do presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana), na qualidade de bispos co-sagrantes, estavam o cardeal Giuseppe Versaldi e o bispo Palletti, até agora auxiliar de Gênova. Entre os concelebrantes muitos bispos ligúrios e piemonteses e um grande número de sacerdotes da diocese de Gênova e de Alessandria.[incluindo Mons.Guido Marini ndr.](...)  O cardeal  Bagnasco lembrou ao novo prelado na homilia que o mesmo deverá ter «a ternura de uma mãe, a determinação de um pai, a paciência de um santo, também quando os outros não a tem, não o compreendem e o desdenham» porque o bispo «é uma lâmpada que brilha, colocada sobre um candelabro para dar luz à casa». (...)































Fonte: http://www.diocesialessandria.it/

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O Concílio Vaticano II, uma história nunca escrita (III): Os ‘vota’ os Padres conciliares.

Lançado em 2011 na Itália, a prestigiosa obra do Professor Roberto de Mattei, intitulada “O Concílio Vaticano II – Uma história nunca escrita”, chega agora ao público lusófono. A Editora Caminhos Romanos, detentora dos direitos sobre a versão portuguesa do laureado livro — Prêmio Acqui Storia 2011 e finalista do Pen Club Italia — , concedeu ao Fratres in Unum a exclusiva honra de divulgar alguns excertos deste trabalho que é um verdadeiro marco na historiografia do Concílio Vaticano II.
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Como os "cahiers de doléance" da Revolução Francesa.
 
Bispos no Vaticano II.No verão de 1959, chegaram a Roma, sob a forma de vota, as respostas dos bispos, dos superiores das ordens religiosas e das universidades católicas à solicitação de pareceres do Cardeal Tardini [então Secretário de Estado]. O apuramento do imenso material foi iniciado no mês de Setembro e ficou concluído em finais de Janeiro de 1960. As cerca de três mil cartas constituíram a matéria dos oito volumes de Acta et documenta concilio Vaticano II apparando" [1].
 
Uma análise atenta deste material permite hoje ao historiador -- como permitiu então ao Papa, à Cúria e à Comissão Preparatória -- obter um quadro dos desiderata do episcopado mundial nas vésperas do Concílio.
 
As solicitações dos futuros Padres conciliares, consideradas no seu conjunto, não exprimem o desejo de uma radical reviravolta, e ainda menos de uma "Revolução" no interior da Igreja [2]. Se é certo que as tendências anti-romanas de alguns episcopados afloram claramente em respostas como a do Cardeal Alfrink [3], arcebispo de Utrecht, de uma maneira geral os auspícios dos Padres são de uma "reforma" moderada, na linha da tradição. A maioria dos vota solicitava uma condenação dos males modernos, internos e externos à Igreja, sobretudo do comunismo, bem como novas definições doutrinais, nomeadamente a respeito da Bem-Aventurada Virgem Maria. Nos vota do episcopado britânico, por exemplo, está presente a denúncia dos males da sociedade contemporânea, mas não se encontram aí instâncias de uma reforma radical [4]; e mesmo entre bispos franceses, considerados dos mais progressistas, muitos pediam a condenação do marxismo ou do comunismo, e uma minoria consistente pedia a definição do dogma da mediação de Maria [5]. Quanto aos bispos belgas, Claude Soetens, que analisou os respectivos vota, sublinha ‹‹ o caráter assaz decepcionante ›› das propostas, ‹‹ que eram pouco susceptíveis de provocar uma verdadeira renovação eclesial ››, confirmando a impressão de quantos salientaram a diferença entre as respostas dos bispos à consulta de 1959 e as atitudes por eles posteriormente assumidas durante o Concílio [6].
 
Os bispos italianos, que eram os mais numerosos, queriam que o Concílio proclamasse o dogma da ‹‹ mediação universal da Bem-Aventurada Viagem Maria ›› [7]; o segundo dogma cuja definição pediam era o da Realeza de Cristo, para ser contraposto ao laicismo dominante [8]. Muitos pediam ainda ao Concílio a condenação de erros doutrinais: 91 queriam ver reiteradas a condenação do comunismo, 57 exprimiam-se contra o existencialismo ateu, 47 contra o relativismo moral, 31 contra o materialismo, 24 contra o modernismo [9]. ‹‹ Nas milhares de cartas chegadas a Roma e enviadas de todo o mundo, o comunismo era referido como o erro mais grave que o Concílio deveria condenar. Eram 286 bispos que a ele se referiam. Para além das numerosas referências ao socialismo, ao materialismo e ao ateísmo ››, refere Giovanni Turbanti [10].
 
No Relatório sintético, que enuncia os vota dos bispos por nações e foi elaborado pela Secretaria-Geral das Comissões Preparatórias, o comunismo também figura como o primeiro erro que o Concílio deveria condenar [11].
 
É interessante fazer uma analogia entre os vota dos Padres conciliares e os Cahiers de doléance redigidos em França com vista aos Estados Gerais de 1789. Antes da Revolução Francesa, nenhum destes cahiers se propunha subverter as bases do Ancien Régime, nomeadamente a monarquia e a Igreja. ‹‹ Nenhum Cahier foi redigido como se os Estados Gerais devessem ter como objectivo anular todo o poder pré-existente e criá-lo ou recriá-lo ex-novo ››, sublinha o historiador Armando Saitta [12]. Aquilo que se pedia era uma moderada reforma das instituições e não a subversão das mesmas, como inesperadamente aconteceu quando os Estados Gerais se reuniram. Também no caso do Vaticano II, conclui o Padre O'Malley, ‹‹ em geral, as respostas vinham pedir um reforço do status quo, uma condenação dos males modernos, quer no interior, quer no exterior da Igreja, e outras definições doutrinais, em especial relacionadas à Virgem Maria›› [13].
 
O Concilio não atendeu às solicitações presentes nos vota dos Padres Conciliares, optando por secundar as reivindicações de uma minoria que conseguiu, desde o princípio, digirir a assembléia e orientar as suas decisões. Esta é a conclusão irrefutável da análise dos factos históricos.
* * *
[1] Os votos foram coligidos em Acta et documenta Concilio Oecumenico Vaticano II apparando -- Series I (Antepraeparatoria), cit.. Em 2594 futuros Padres Conciliares, responderam 1988, ou seja, 77% (cf. E. FOUILLOUX), ‹‹ La fase ante-preparatoria (1959-1960) ››, cit., pp. 112-113).
 
[2] Para uma análise global dos vota veja-se À la veille du Concile Vatican II, cit., bem como Le deuxième Concile du Vatican, pp. 101-177. Para os prelados italianos, cf. MAURO VELATI, ‹‹ I consila et vota dei vescovi italiani ››, in À la veille du Concile Vatican II, cit., pp. 83-97; ROBERTO MOROZZO DELLA ROCCA, ‹‹ I "voti" dei vescovi italiani per il Concilio ›› , in Le deuxième Concile du Vatican, pp. 119-137.
 
[3] AD, I-II, pp. 509-516. Bernard Jan Alfrink (1900-1987), holandês, ordenado em 1924, arcebispo de Utrecht a partir de 1955, feito cardeal em 1960, membro da Comissão Preparatória e do Conselho dos Presidentes, Cf. FABRIZIO DE SANTIS, Alfrink, il cardinale d'Olanda, Longanesi, Milão, 1969; TON H. M. VAN SCHAIK, Alfrink, Een biografie, Authos, Amesterdão, 1997. Sobre o papel de Alfrink no Concílio, cf. Actes et Acteurs, pp. 522-553.
 
[4] Cf. SOLANGE DAYRAS, ‹‹ Les voeux de l'episcopat britannique. Reflets d'une église minoritaire ›› , in Le deuxième Concile du Vatican, pp. 139-153.
 
[5] CFf. YVES-MARIE HILAIRE, ‹‹ Les voeux des évêques français après l'annonce du Concile ››, in Le deuxième Concile du Vatican, p. 102 (pp. 101-117).
 
[6] Cf. C. SOETENS, ‹‹ Les vota des évêques belges en vue du Concile ››, in À la veille du Concile Vatican II, cit., p. 49 (pp. 38-52).
 
[7] Cf. R. MOROZZO DELLA ROCCA, ‹‹ I vota dei vescovi italiani ›› , cit., p. 127.
[8] Cf. ibid.
 
[9] Cf. ibid., pp. 119-137.
 
[10] G. TURBANTI, ‹‹ Il problema do comunismo al Concilio Vaticano II ›› , in Vatican II in Moscow, p. 149 (pp. 147-187).´
 
[11] Ibid., p. 150. Especialmente notórios são os votos das universidades católicas, como por exemplo a do Ateneu De Propaganda Fide de Roma, que apresenta um longo e aprofundado estudo do padre estigmatino Cornelio Fabro sobre as origens e a natureza do ateísmo contemporâneo. (Cf. De atheismo positivo seu constructivo ut irreligiositatis nostri temporis fundamenta, AD, I-I/1, pp. 452-463).
 
[12] ARMANDO SAITTA, Constituenti e Costituizioni della Francia rivoluzionaria e liberale (1789-1875), Giuffrè, Milão, 1975, p. 3.
 
[13] J. W. O'MALLEY, s.j., Introdução a Vatican II. Did anything happen?, cit., p. 4
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Roberto de Mattei nasceu em Roma, em 1948. Formou-se em Ciências Políticas na Universidade La Sapienza. Atualmente, leciona História da Igreja e do Cristianismo na Universidade Europeia de Roma, no seu departamento de Ciências Históricas, de que é o director. Até 2011, foi vice-presidente do Conselho Nacional de Investigação de Itália, e entre 2002 e 2006, foi conselheiro do Governo italiano para questões internacionais. É membro dos Conselhos Diretivos do Instituto Histórico Italiana para a Idade Moderna e Contemporânea e da Sociedade Geográfica Italiana. É presidente da Fundação Lepanto, com sede em Roma, e dirige as revistas Radici Cristiane e Nova Historica e colabora com o Pontifício Comitê de Ciências Históricas. Em 2008, foi agraciado pelo Papa com a comenda da Ordem de São Gregório Magno, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à Igreja.

Onde encontrar:

Em Portugal – Nas maiores livrarias do país. Em Lisboa, nas livrarias Fnac e Férin (próxima ao Chiado, centro histórico). Em Porto, pelos telefones 936364150 e 911984862.

No Brasil -- Nas livrarias Loyola, da rua Barão de Itapetininga, no centro de São Paulo, e Lumen Christi, do Mosteiro de São Bento, Rio de Janeiro. Pela internet, na Livraria Petrus e Editora Ecclesiae.

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Artigos da série:
Fonte: Fratres in Unum

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

"SUMMORUM PONTIFICUM"



Dom Fernando Arêas Rifan*

Acolhidos pela Arquidiocese de São Salvador, nossa Administração Apostólica São João Maria Vianney promoveu, de 10 a 14 deste mês, no Centro de Treinamento de Líderes, em Salvador, Bahia, o III Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum, congresso de formação litúrgico-teológico permanente para sacerdotes e diáconos. O nome vem da Carta Apostólica Motu Proprio Summorum Pontificum, na qual o Santo Padre Bento XVI libera para toda a Igreja o uso da forma litúrgica antiga do Rito Romano, chamada de Missa tradicional.O encontro deste ano foi realmente um sucesso, com a presença de sete Bispos, dezenas de sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos. Muitos desses sacerdotes já celebram a Missa na forma antiga, em muitas paróquias espalhadas pelo Brasil. São cerca de 100 lugares onde isso acontece. Exigimos que, para o encontro, cada sacerdote e religioso trouxesse a apresentação do Bispo ou Superior eclesiástico, porque o Encontro é sempre realizado dentro do mais autêntico espírito de comunhão eclesial. Esses encontros visam esclarecer os participantes, dentro de uma correta visão teológica e litúrgica, na fidelidade ao Magistério da Igreja, procurando, como quer Bento XVI, a paz litúrgica, “a reconciliação interna no seio da Igreja”, através do mútuo entendimento e respeito pelos ritos por ela aprovados. Na Summorum Pontificum e na Carta aos Bispos que a acompanha, Bento XVI explica: “As duas formas do uso do Rito Romano podem enriquecer-se mutuamente: no Missal antigo poderão e deverão ser inseridos nossos santos e alguns dos novos prefácios... E na celebração da Missa segundo o Missal de Paulo VI, poder-se-á manifestar, de maneira mais intensa do que frequentemente tem acontecido até agora, aquela sacralidade que atrai muitos para o uso antigo...”.

Por isso, o Encontro serviu não só para a difusão da Missa na forma antiga, mas para enriquecimento e aperfeiçoamento litúrgico dos sacerdotes que celebram na forma ordinária. O que desejamos é a sagrada Liturgia celebrada conforme as regras litúrgicas, com toda a sacralidade e sentido do sagrado, como deseja o Papa, difundida por toda a Igreja.

Além da palestra de abertura de Dom Murillo Grieger, Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, tivemos uma manhã de espiritualidade, com palestra minha sobre os conselhos da Igreja no Rito da Ordenação Presbiteral e de Dom Fernando Guimarães, Bispo de Garanhuns, sobre “A Vida Litúrgica do Sacerdote como antídoto à secularização”. Dom Gilson Andrade da Silva, Bispo auxiliar de Salvador nos brindou com uma excelente reflexão teológico-pastoral sobre “O Ano da Fé, uma ocasião para descobrir os conteúdos da Fé celebrados e comunicados nos atos litúrgicos – relação entre Lex Orandi e Lex Credendi”. Mons. Nicola Bux, teólogo e liturgista, professor de Liturgia e consultor das Congregações para a Doutrina da Fé e do Culto Divino, discorreu sobre a aplicação do Motu Proprio em seus cinco anos, seus frutos e perspectivas. Dom Henrique Soares da Costa, Bispo auxiliar de Aracajú, falou sobre “A Santa Missa como Sacrifício, a dimensão mais contestada do Mistério Eucarístico”, e Dom Gregório Paixão nos ofereceu ótima palestra sobre “O canto gregoriano na Liturgia da Igreja”.

Além de ensaios litúrgicos, de explicações das rubricas, de Missas celebradas nas duas formas, o Encontro organizou uma Missa Solene, na forma extraordinária, na Igreja do Senhor do Bonfim, celebrada por Mons. Nicola Bux, e uma Missa Solene Pontifical, também na forma antiga, por mim celebrada na belíssima Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia.
 
*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

domingo, 9 de setembro de 2012

Reforma da Reforma: Sagração Episcopal na Itália

Duas fotos da sagração episcopal de Dom Edoardo Aldo Cerrato, bispo eleito de Ivrea, sagrado pelo Cardeal Bertone, assistido por Mons. Francesco Camaldo.




Fotos de: Cattolici Romani

domingo, 12 de agosto de 2012

Posse do Novo Pároco da Paróquia Pessoal Senhor Bom Jesus Crucificado e Imaculado Coração de Maria

Fotos do Pontifical Solene da Festa do Sr. Bom Jesus Crucificado e Posse Canônica do novo Pároco da Paróquia Pessoal Senhor Bom Jesus Crucificado e Imaculado Coração de Maria, o Revmo. Pe. Ivoli Latrônico, celebrada por S.E.R. Dom Fernando Arêas Rifan no dia 06 de agosto 2012 em Bom Jesus do Itabapoana RJ. A Santa Missa foi precedida pela solene procissão com o andor do Padroeiro e no início da Santa Missa o sr. Bispo deu a posse canônica ao novo Pároco.

Em seguida o Chanceler da Administração Apostólica, o revmo Mons. José de Matos, conduziu o novo Pároco aos lugares devidos ( Confessionário, Batistério, o local onde se guarda os vasos sagrados, a capela e ao púlpito). Na celebração além dos sacerdotes e os seminaristas da Administração Apostólica também estiveram presentes as autoridades civis e militares. Rezemos para que o novo Pároco, Pe. Ivoli, junto com seus vigários, revmos. Pe. Renan Damaso e Pe. Rafael Lugão, com zelo e alegria conduzam suas ovelhas, da Paróquia e mais 19 capelas rumo à santidade.

Créditos das fotos Hernan Gouveia










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