terça-feira, 25 de setembro de 2012

Três passos para escolher o candidato.

 
Uma orientação clara, concisa e objetiva. Sem rodeios e palavreados vagos, como as diretrizes das dioceses e dos regionais da CNBB.
Por Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz
 
I. O primeiro passo é examinar o Partido a que ele pertence.
Os partidos que se dizem comunistas ou socialistas são incompatíveis com a Doutrina Social da Igreja: “Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista” (Pio XI, Quadragesimo Anno, n.º 119).
 
“Entre comunismo e cristianismo, o Pontífice [Pio XI] declara novamente que a oposição é radical. E acrescenta não poder admitir-se de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado” (João XXIII, Mater et Magistra, n.º 31).
 
“O erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social” (João Paulo II, Centesimus Annus, n.º 13).
 
Eis a lista dos partidos brasileiros que se declaram comunistas ou socialistas:
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 13
  • Partido Comunista Brasileiro (PCB) – 21
  • Partido Popular Socialista (PPS), sucessor do PCB – 23
  • Partido Comunista do Brasil (PC do B) – 65
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 29
  • Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 12
  • Partido da Mobilização Nacional (PMN) – 33
  • Partido Pátria Livre (PPL) – 54
  • Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) – 50
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 40
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 16
  • Partido Verde (PV) – 43
Nota: O PV não se declara socialista, mas em seu Programa defende o homossexualismo e a legalização do aborto. O PT, além de se declarar socialista, exige de seus candidatos um compromisso com o aborto.
 
Exclua, portanto, de seus candidatos, os números 13, 21, 23, 65, 29, 12, 33, 54, 50, 40, 16 e 43.
 
II. O segundo passo é examinar a atuação passada de seu candidato.
Se o seu candidato já foi parlamentar, verifique como foi seu voto em questões relativas à vida e à família.
 
02/03/2005: Deputados que votaram contra ou a favor do artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos: http://www.providaanapolis.org.br/votobios.pdf
 
13/08/2008: Deputados que assinaram o Recurso 0201/08, de José Genoíno, solicitando que o projeto abortista PL 1135/91 não fosse arquivado, mas primeiro fosse apreciado pelo plenário da Câmara: http://www.providaanapolis.org.br/senaofoss.htm
 
28/05/2009: Deputados que assinaram a PEC 367/2009, pretendendo dar um terceiro mandato (pró-aborto) ao presidente Lula: http://www.providaanapolis.org.br/prolongab.htm
 
19/05/2010: Deputados que votaram contra o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade Social e Família: http://www.providaanapolis.org.br/meandros.htm
I
II. O terceiro passo é verificar o compromisso do candidato para o futuro.
Há uma lista de candidatos que se comprometeram a defender a vida em http://www.brasilsemaborto.com.br/?action=campanha&cache=0.1641827216371894
 
Mas atenção: só devemos dar o terceiro passo depois de ter dado os dois primeiros.
 
Não adianta, por exemplo, que um candidato pertencente a um partido comprometido com o aborto, venha depois assinar um compromisso pela vida.
 
Visto em: Fratres in Unum

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dom Damasceno se diz surpreso com sua eleição como presidente

Com 196 votos, o Arcebispo de Aparecida (SP), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, foi eleito na noite desta segunda-feira, 9, como presidente da CNBB.


Dom Damasceno declarou que recebeu a eleição com supresa e naturalidade, porque acredita que Deus manifesta a Sua vontade por intermédio das pessoas e dos acontecimentos.

"Eu agradeço, em primeiro lugar, aos bispos que depositaram essa confiança em mim e agradeço a Deus porque tudo o que acontece na minha vida não é por acaso, mas é sempre obra da Providência Divina", comemorou Dom Damasceno, que já foi secretário-geral da CNBB por dois mandatos consecutivos (De 1995 a 1998 e de 1999 a 2003).

Ao final da apuração de ontem, o Cardeal de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, ficou em segundo lugar, com 75 votos.

No primeira apuração, Dom Damasceno havia obtido 161 votos contra 91 de Dom Odilo. Por não ter alcançado 2/3 dos votos (182), houve a necessidade do segundo escrutínio.

Na primeira votação, também receberam votos o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta (14); o Arcebispo de São Luís (MA), Dom José Belisário Walmor Oliveira de Azevedo; o Bispo de Jundiaí (SP), Dom Vicente Costa; o Bispo da prelazia de São Felix (MT), Dom Leonardo Steiner e o Bispo de Cruz Alta (RS), Dom Friederich Heimler, com um voto cada.

E no segundo escrutínio, receberam votos o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta (4) e o Bispo de Santo André, Dom Nelson Westrupp (1).

Nesta terça, as eleições continuam para vice-presidente e secretário-geral. Após a eleição dos membros da presidência, a Assembleia escolherá os 12 presidentes das Comissões Pastorais e o delegado da CNBB junto ao Conselho Episcopal da América Latina e Caribe (Celam).

Fonte: CN Notícias

Cardeal Raymundo Damasceno é o novo presidente da CNBB

O arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis foi eleito o novo presidente da CNBB. Com 196 votos, dom Damasceno foi eleito no segundo escrutínio. O cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer ficou em segundo lugar, com 75 votos.


No primeiro escrutínio, dom Damasceno havia obtido 161 votos contra 91 de dom Odilo. Por não ter alcançado 2/3 dos votos (182), houve a necessidade do segundo escrutínio. Dom Damasceno foi secretário da CNBB por dois mandatos consecutivos (1995-1998; 1999-2003).

Na primeira votação, também receberam votos o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta (14); o arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário da Silva; o arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo; o bispo de Jundiaí (SP), dom Vicente Costa; o bispo da prelazia de São Felix (MT), dom Leonardo Steiner e o bispo de Cruz Alta (RS), dom Friederich Heimler, com um voto cada.

No segundo escrutínio, receberam votos o arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta (4) e o bispo de Santo André, dom Nelson Westrupp (1).Amanhã as eleições continuam para vice-presidente e secretário. Eleitos os membros da Presidência, a Assembleia escolherá os 12 presidentes das Comissões Pastorais e o delegado da CNBB junto ao Conselho Episcopal da América Latina e Caribe (Celam).

Currículo de Dom Raymundo Damasceno Assis

Cardeal dom Raymundo Damasceno Assis é arcebispo de Aparecida (SP). Nasceu em 1937 na cidade mineira de Capela Nova (MG). Teve sua ordenação presbiteral em 1968, em Conselheiro Lafaiete (MG) e ordenação episcopal em 1986, em Brasília (DF).

Dom Raymundo estudou Filosofia no Seminário Maior de Mariana (MG) e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália). Dom Raymundo Damasceno foi, antes do episcopado, professor no Seminário Maior e na Universidade de Brasília (UnB) de 1976 a 1986.

Foi bispo auxiliar de Brasília, vigário geral e vigário episcopal na arquidiocese de Brasília, professor do departamento de Filosofia da UnB, Secretário Geral do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), secretário geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Santo Domingo, Secretário Geral da CNBB por dois mandatos, Delegado ao Sínodo Especial para a África, Sínodo sobre a vida religiosa, como convidado, Delegado à Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembleia da CNBB e confirmado pelo papa João Paulo II, membro do Pontifício Conselho para as Comunicações, membro do Departamento de Comunicação do CELAM, membro da Comissão para a Comunicação, Educação e Cultura da CNBB, Delegado do CELAM, Presidente do CELAM, membro da Pontifícia Comissão para a América Latina – CAL e sínodo para a África (2009).

Seu lema episcopal é: “In Gaudium domini” (Na Alegria do Senhor).

Retirado de: CNBB
Visto em: Subsídios Litúrgicos

sábado, 23 de outubro de 2010

Veio a calhar

Ontem, 20, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, um pouco antes do término da última reunião do ano de seu Conselho Permanente, o secretário-geral da entidade, Dom Dimas Lara Barbosa, apresentou, em coletiva de imprensa, o material da Campanha da Fraternidade (CF) 2011, que terá como tema "Fraternidade e a vida no planeta" e como lema "A criação geme como em dores de parto".


Conforme o secretário-geral, a campanha focará na questão ecológica, sobretudo nos problemas que se referem às mudanças climáticas. A campanha se colocará "em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais em todo o mundo, de respeito ao meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos", declarou.

Indagado por um jornalista, o prelado salientou que o lema e o tema da CF 2011 não estão estritamente ligados à questão do aborto, que vem ganhando notoriedade ultimamente. Conforme o prelado eles incluem a questão, mas não se esgotam nela. Isto porque, explica Dom Dimas, a escolha do tema e do lema não foi feita agora, no contexto das discussões atuais. Normalmente, segundo o prelado, o processo de escolha acontece com dois anos de antecedência. A escolha do tema de 2012, por exemplo, já foi definida.

Presente na coletiva de imprensa, o secretário executivo da Campanha da Fraternidade, Padre Luiz Carlos Dias, entregou aos jornalistas o texto-base da Campanha, documento que aprofunda o tema proposta e explicou que o objetivo da CF 2011 é contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climática, a fim de motivá-las a participarem de debates e ações que visem a preservação do planeta.

A CF 2011 terá início do dia 09 de março, Quarta-feira de Cinzas, e se estenderá, como de costume, por todo o período da Quaresma.

Com informações da CNBB.

De: Gaudium Press

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Nota da CNBB exorta fiéis católicos a terem presentes critérios éticos no segundo turno das eleições

BRASILIA, 13 Out. 10 / 01:31 pm (ACI).- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil emitiu no último 8 de outubro uma nota sobre o momento eleitoral que vive o país onde “congratula-se com o Povo Brasileiro pelo exercício da cidadania na realização do primeiro turno das eleições” e na qual os prelados exortam os fiéis católicos “a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana” neste segundo turno das eleições. A nota está assinada por Dom Geraldo Lyrio Rocha, Dom Luiz Soares Vieira e Dom Dimas Lara Barbosa, respectivamente presidente, vice-presidente e secretário geral do organismo.


“A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por meio de sua Presidência, congratula-se com o Povo Brasileiro pelo exercício da cidadania na realização do primeiro turno das eleições gerais, quando foram eleitos os representantes para o Poder Legislativo e definidos os Governadores de diversas unidades da Federação, bem como o nome daqueles que serão submetidos a novo escrutínio em 2º turno, para a Presidência da República e alguns governos estaduais e distrital”, afirmam os bispos brasileiros.

Congratulando-se também pelos frutos benéficos decorrentes da aprovação da Lei da Ficha Limpa, os prelados também expressam que “lamentamos profundamente que o nome da CNBB - e da própria Igreja Católica – tenha sido usado indevidamente ao longo da campanha, sendo objeto de manipulação. Certamente, é direito – e, mesmo, dever – de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã”.

Na nota a CNBB recorda que “é um organismo a serviço da comunhão e do diálogo entre os Bispos, de planejamento orgânico da pastoral da Igreja no Brasil, e busca colaborar na edificação de uma sociedade justa, fraterna e solidária”.

Assim os prelados desta entidade também esclarecem “falam em nome da CNBB somente a Assembléia Geral, o Conselho Permanente e a Presidência”.

“Recordamos novamente que, da parte da CNBB, permanece como orientação, neste momento de expressão do exercício da cidadania em nosso País, a Declaração sobre o Momento Político Nacional, aprovada este ano em sua 48ª Assembléia Geral”, afirma o comunicado da Conferência Episcopal.

“Reafirmamos, ainda, que a CNBB não indica nenhum candidato, e recordamos que a escolha é um ato livre e consciente de cada cidadão. Diante de tão grande responsabilidade, “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana”, destacaram os prelados que concluem seu documento “confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida” invocando “as bênçãos de Deus para todo o Povo Brasileiro”.

Retirado: Aci digital
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