domingo, 4 de agosto de 2013

Dia do Sacerdote



Salmo 109 (110), 1-5.7

Disse o Senhor ao meu Senhor: «Senta-te à minha direita, *
até que eu faça de teus inimigos escabelo de teus pés».

O Senhor estenderá de Sião o cetro do teu poder *
e tu dominarás no meio dos teus inimigos. 

«A ti pertence a realeza desde o dia em que nasceste 
nos esplendores da santidade: *
antes da aurora, como orvalho, Eu te gerei».

O Senhor jurou e não Se arrependerá: *
«Tu és sacerdote para sempre, 
segundo a ordem de Melquisedec». 

O Senhor, à tua direita, *
esmagará os reis no dia da sua ira.

A caminho, beberá da torrente, *
por isso, erguerá a sua fronte.

domingo, 23 de setembro de 2012

São Padre Pio de Pietrelcina, rogai por nós e pela Liturgia!

"Mantenha-se sempre do lado da Igreja Católica, porque só Ela pode lhe dar paz verdadeira, posto que só Ela possui Jesus no Santíssimo Sacramento, o verdadeiro Príncipe da Paz"
 
(Padre Pio)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Santo Antônio, Doutor Evangélico, rogai pela Igreja!




"Ó Senhor, dá-me viver e morrer no pequeno ninho da pobreza e na fé dos teus Apóstolos e da tua Santa Igreja Católica."
"Neste lugar tenebroso, os santos brilham como as estrelas do firmamento. E como os calçados nos defendem os pés, assim os exemplos dos santos defendem as nossas almas tornando-nos capazes de esmagar as sugestões do demônio e as seduções do mundo."

sábado, 12 de maio de 2012

Nossa Senhora de Fátima, ora pro nobis.


A treze de maio na Cova da ÍriaNo céu aparece a Virgem MariaAve, ave, ave MariaAve, ave, ave Maria

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Comemoração dos Fiéis Defuntos


A Morte do Justo e a Morte do Pecador

"[...] Mas se morrermos com Cristo, temos fé que também viveremos com Ele, sabendo que Cristo, uma vez ressuscitado dentre os mortos, já não morre, a morte não tem mais domínio sobre ele.Porque, morrendo, ele morreu para o pecado uma por todas; vivendo, ele vive para Deus.Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus em Cristo Jesus [...]"(Rm 6,8-11).

Sabemos que ao morrermos teremos um lugar reservado no Céu, cabe somente a nós irmos ou não.Se tivermos fé ressuscitaremos com Cristo, e viveremos para sempre com Ele e NEle, porque a morte não terá domínio nenhum sobre o nosso Deus. Ao sermos batizados nós morremos com Cristo, e ressuscitamos ao mesmo tempo, ou seja, morremos para o pecado e renascemos para a vida eterna. Após a Ressurreição de Nosso Senhor, as portas do Céu foram abertas para nós, em seu amor poderemos ser salvos.


"[...]Portanto, que o pecado não impere mais em vosso corpo mortal, sujeitando-vos às suas paixões; nem entregueis vossos membros, como armas de injustiça, ao pecado; pelo contrário, oferecei-vos a Deus como vivos provindos dos mortos e oferecei vossos membros como armas de justiça a serviço de Deus. E o pecado não vos dominará, porque não estais debaixo da Lei,mas sob a graça.E daí? Vamos pecar, porque não estamos mais debaixo da Lei mas sob a graça?De modo algum![...]Porque o salário do pecado é a morte, e a graça de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.[...]".(Rm 6,12-15;23)

A Libertação do cristão, que Paulo fala, significa a libertação pela morte, pois a morte liberta da vida anterior e de suas servidões.Unido pela fé e pelo batismo ao Cristo morto e ressuscitado, o cristão está morto ao pecado, para viver sob a graça do Espírito Santo.Da mesma forma que o liberto pertence a seu novo senhor, assim também o cristão ressuscitado em Cristo não vive mais para si mesmo, mas para Cristo e para Deus.O cristão está morto para a Lei, como para o pecado, pelo "corpo de Cristo", morto e ressuscitado.

A Palavra do Senhor confirma esta Tradição pois "santo e piedoso o seu pensamento; e foi essa a razão por que mandou que se celebrasse pelos mortos um sacrifício expiatório, para que fossem absolvidos de seu pecado" (2 Mc 2, 45). Assim é salutar lembrarmos neste dia, que "a Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que écompletamente distinta do castigo dos condenados" (Catecismo da Igreja Católica).

Portanto, a alma que morreu na graça e na amizade de Deus, porém necessitando de purificação, assemelha-se a um aventureiro caminhando num deserto sob um sol escaldante, onde o calor é sufocante, com pouca água; porém enxerga para além do deserto, a montanha onde se encontra o tesouro, a montanha onde sopram brisas frescas e onde poderá descansar eternamente; ou seja, "o Céu não tem portas" (Santa Catarina de Gênova), mas sim uma providencial 'ante-sala'.


"As almas do Purgatório, diz o Concílio de Trento, podem ser socorridas com os sufrágios dos fiéis e de modo particularmente eficaz com a Santa Missa".A razão disto reside no fato que no Sacrifício, o sacerdote oferece ao Pai debaixo das espécies eucarísticas, a Deus oficialmente o resgate das almas, quer dizer, o Sangue de Jesus Cristo, e em que o mesmo Senhor Jesus Cristo se oferece ao Pai no ato da Missa, salva as almas que padecem no Purgatório, dando-lhes o refrigério da luz e da paz.


Não há pois dia, em que a Igreja não recorde dos fiéis defuntos.Visitemos os cemitérios neste dia, pedindo a Deus que se complete para os nossos mortos a vitória sobre o pecado e som a morte, e que no dia final sobre o tocar das trombetas, ressurjam revestidos de glória imortal para cantar os louvores de Deus para sempre.

"Ó meu Jesus perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno. Levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem! Amém!"

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

São Miguel Arcanjo, rogai por nós!



Quis ut Deus?

"Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu". (Apocalipse 12,7-8)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

São Pio de Pietrelcina, Confessor, rogai por nós!


"Se os homens conhecessem o valor da Santa Missa, a Polícia tería que estar sempre às portas das igrejas para manter a ordem por causa da grande quantidade de pessoas que a assitiriam." (São Pe.Pio)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Santa Maria Madalena, rogai por nós!

La sagrada Liturgia identifica a la pecadora convertida en el banquete del Fariseo (Evang.), con María hermana de Lázaro (Colect.) y con María Magdalena, que siguió a Jesús durante su predicación, se halló al pie de la Cruz y fue la primera a quien se apareció resucitado (Himno de Vísperas). En ella nos presenta un perfecto modelo de penitentes, de comtemplativos y, sobre todo, de corazones endiosados (Epíst.), que sirven a Cristo con sus tesoros y con su persona. Dícese Credo porque la Magdalena fue apóstol de los Apóstoles, a quienes anunció el misterio fundamental de la Resurrección de Cristo.

Fuente: CATHOLICVS

sábado, 16 de abril de 2011

AD MVLTOS ANNOS, SANCTE PATER!


Vida Londa à Sua Santidade, o Papa Bento XVI!

Il Papa compie 84 anni
Gli auguri da tutto il mondo
Mimmo Muolo

«Sono nato il 16 aprile 1927, Sabato Santo, a Marktl sull’Inn. Fui bat­tezzato il mattino successivo alla mia nascita, con l’acqua benedetta della 'not­te pasquale', che allora veniva celebrata al mattino: l’essere il primo battezzato della nuo­va acqua era un importante segno premoni­tore».
Così, nelle prime pagine della sua au­tobiografia, scrive di se stesso Joseph Ratzin­ger. Quando il libro uscì, alla fine degli anni ’90, l’allora cardinale prefetto della Congregazio­ne della dottrina della Fede non avrebbe cer­tamente immaginato che un giorno non trop­po lontano a quel racconto si sarebbe aggiunto il capitolo dell’elezione a Pontefice avvenuta il 19 aprile 2005.
In pratica tre giorni dopo il suo 78° genetliaco, quasi un 'regalo' di com­pleanno, tanto prevedibile per gli osservatori esterni del Conclave (nel quale il porporato bavarese era già 'entrato Papa'), quanto i­natteso per lui stesso, che dopo gli anni tra­scorsi al fianco di Giovanni Paolo II già pre­gustava un futuro da tranquillo studioso del­l’amata teologia e si era preparato in Baviera una graziosa villetta in cui vivere e lavorare.
Oggi il Papa compie 84 anni, riceve messaggi di auguri da tutto il mondo (tra gli altri quelli della Regina Elisabetta e de L’Osservatore Ro­mano) e fra tre giorni si completerà il suo se­sto anno di pontificato. Così il «segno premo­nitore » appare ancora più significativo. Infat­ti, quel 19 aprile quando nella Cappella Sisti­na venne superato il quorum, Joseph Ratzinger rispose affermativamente al «seguimi» che attraverso il voto dei cardinali il Signore ora ri­volgeva a lui. Egli stesso, del resto, di quella parola aveva fatto pochi giorni prima il filo conduttore della bellissima omelia con cui al funerale di papa Wojtyla ne aveva ripercorso la vita. Come avrebbe potuto rifiutare? In pri­ma persona, del resto, aveva più volte ascol­tato quel «seguimi» nella sua vita e sempre a­veva risposto sì. Ad esempio a Pasqua del 1939 quando appena dodicenne era entrato in Se­minario (alla vigilia della seconda Guerra mondiale e in un contesto socialmente pe­sante, poiché i nazisti non perdevano occa­sione per manifestare la loro ostilità contro i cattolici: lui stesso vide come i nazisti una vol­ta colpirono il parroco prima della celebra­zione della Messa). O il 29 giugno 1951, quan­do fu ordinato sacerdote, dopo gli studi di fi­losofia e teologia nella Scuola superiore di fi­losofia e di teologia di Frisinga e nell’univer­sità di Monaco di Baviera. Proprio per seguire la sua vocazione teologi­ca, il giovane sacerdote continuò gli studi e nel 1953 divenne dottore in teologia con la te­si «Popolo e casa di Dio nella dottrina della Chiesa di sant’Agostino». Quattro anni dopo ottenne l’abilitazione all’insegnamento con una dissertazione su

«La teologia della storia di san Bonaventura».
Con questi titoli acca­demici il professor Ratzinger insegnò a Fri­singa, quindi a Bonn dal 1959 al 1963; a Mün­ster dal 1963 al 1966 e a Tubinga, dal 1966 al 1969. In quest’ultimo anno divenne cattedra­tico all’Università di Ratisbona, dove fu anche vicepresidente. Intanto, dal 1962 al 1965 ave­va dato un notevole contributo al Concilio Va­ticano II come «esperto» (assistette, infatti, il cardinale Joseph Frings, arcivescovo di Colo­nia). La nomina ad arcivescovo di Monaco e Fri­singa è del 1977 ad opera di Paolo VI, che lo creò anche cardinale, sempre nello stesso an­no. Sarà poi Giovanni Paolo II a chiamarlo al­la guida dell’ex

Sant’Uffizio il 25 novembre del 1981.
Da allora, come scrive lo stesso Papa nella sua autobiografia (il riferimento è al suo stemma e alla leggenda dell’orso di san Cor­biniano), «ho portato il mio bagaglio a Roma e ormai da diversi anni cammino con il mio carico per le strade della Città Eterna». Fino al 19 aprile 2005, infatti, non era raro vederlo at­traversare piazza San Pietro con la talare ne­ra, come un semplice prete. Da quel giorno gli itinerari lo portano spesso anche fuori Roma e in tutto il mondo. E il colore della veste è di­ventato bianco.

segunda-feira, 21 de março de 2011

São Bento, rogai por nós!

Abade vem de "Abbá", que significa pai, e isto o santo de hoje bem soube ser do monaquismo ocidental. São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna, no período de decadência do Império.


Diante da decadência – também moral e espiritual – o jovem Bento abandonou todos os projetos humanos para se retirar nas montanhas da Úmbria, onde dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade. Depois de três anos numa retirada gruta, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou nas Regras de São Pacômio e de São Basílio uma maneira ocidental e romana de vida monástica. Foi assim que nasceu o famoso mosteiro de Monte Cassino.

A Regra Beneditina, devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos, logo encantou e dominou a Europa, principalmente com a máxima "Ora et labora". Para São Bento a vida comunitária facilitaria a vivência da Regra, pois dela depende o total equilíbrio psicológico; desta maneira os inúmeros mosteiros, que enriqueceram o Cristianismo no Ocidente, tornaram-se faróis de evangelização, ciência, escolas de agricultura, entre outras, isso até mesmo depois de São Bento ter entrado no céu com 67 anos.

sábado, 19 de março de 2011

São José, rogai por nós!


Pouco conhecemos sobre a vida de S. José; unicamente as rápidas referências transmitidas pelos evangelhos. Este pouco, contudo, é o suficiente para destacar seu papel primordial na história da salvação.


José é o elo de ligação entre o Antigo e o Novo Testamento. É o último dos patriarcas. Para destacar este caráter especial de José, o evangelho de S. Mateus se apraz em atribuir-lhe "sonhos", à exemplo dos grandes patriarcas, fundadores do povo judeu (Mt 1,20-24; 2,13-19). A fuga de José com sua família para o Egito repete, de certa forma, a viagem do patriarca José, para que nele e em seu filho Jesus se cumprisse o novo Êxodo (Mt 2,13-23; Os 11,1; Gn 37; 50,22-26).

A missão de José na história da salvação consistiu em dar a Jesus um nome, fazê-lo descendente da linhagem de Davi, como era necessário para cumprir as promessas.

Sua pessoa fica na penumbra, mas o Evangelho nos indica concisamente as fontes de sua grandeza interior: era um "justo" (Abraão tinha buscado seis justos na cidade e não os tinha achado);de uma fé profunda, inteiramente disponível à vontade de Deus, alguém que "esperou contra toda esperança".

Sua figura quase desapareceu nos primeiros séculos do cristianismo, para que se firmasse melhor a origem divina de Jesus. Mas já na Idade Média, S. Bernardo, Sto. Alberto Magno e S. Tomás de Aquino lhe dedicaram tratados cheios de devoção e entusiasmo. Desde então, seu culto não tem feito senão crescer continuamente. Pio IX declarou-o padroeiro da Igreja universal com o decreto Quemadmodum Deus; Leão XIII, na encíclica Quamquam pluries, propunha-o como advogado dos lares cristão. Em nossos dias foi declarado modelo dos operários.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Guarda Suíça celebra 505 anos

A Guarda Suíça celebrou seu 505° aniversário com uma Missa, celebrada no sábado, em Santa Maria da Piedade, no Vaticano.


O arcebispo Dom Fernando Filoni, substituto do secretário de Estado, presidiu à Missa, transmitindo durante a homilia a saudação de Bento XVI.

O prelado disse que “o Senhor convida cada um a segui-lo, mas chama alguns a compartilhar e colaborar em sua missão, confiando uma tarefa especial para cada pessoa”.

Assim – disse –, “servir ao Santo Padre é a maneira concreta de vocês participarem na missão universal da Igreja. Que Maria lhes dê um renovado espírito de fidelidade e serviço”.

Depois da Missa, realizou-se um desfile com bandeiras e uma banda, na praça de São Pedro, para comemorar a fundação deste corpo militar.

A Guarda Suíça, comandada pelo coronel Daniel Rudolf Anrig, está composta por 110 soldados e um capelão, monsenhor Alain Guy Raemy. Sua fundação se deve ao Papa Julio II della Rovere (1503-1513), que há 500 anos pediu aos Estados pertencentes à Confederatis Superioris Allemanniae que lhe permitissem recrutar jovens suíços para formar uma guarda papal.

No dia 22 de janeiro de 1506, este pontífice deu boas-vindas e abençoou, na praça de São Pedro, o primeiro contingente de 150 guardas suíços, liderados pelo capitão Kaspar von Silenen.

Os recrutas devem ser homens católicos suíços, solteiros, com idades entre 19 e 30 anos e ter treinamento militar.

Ainda que a tradição diga que foi Michelangelo quem desenhou seus uniformes, na realidade o atual desenho data de 1915.

A tradicional cerimônia de juramento dos novos recrutas celebra-se a 6 de maio de cada ano, dia em que se comemora o sacrifício de 147 guardas suíços, que durante o saque de Roma, em 1527, pelas tropas de Carlos V, defenderam o Papa Clemente VII com suas vidas.

De: Zenit

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo


Segundo a tradição, o martírio de São Pedro teve lugar nos jardins de Nerón no Vaticano, onde se construiu o Circo de Calígula e se afirma que foi sepultado perto daí. Alguns autores sustentam que, no ano 258, transladaram temporalmente as relíquias de São Pedro e São Pablo a uma catacumba pouco conhecida chamada São Sebastião a fim de evitar uma profanação, mas anos depois, as relíquias foram transladadas ao lugar em que se achavam antes.

No ano 323, Constantino começou a construir a basílica de São Pedro sobre o sepulcro do Apóstolo. Permaneceu idêntica por dois séculos, e pouco a pouco os Papas foram estabelecendo junto a ela, ao pé da colina Vaticano, sua residência, depois do desterro de Aviñón. Em 1506, o Papa Julho II inaugurou a nova Basílica projetada por Bramante. A construção durou 120 anos. A nova basílica de São Pedro, tal como se vê hoje, foi consagrada por Urbano VIII em 18 de novembro de 1626, e o altar maior foi construído sobre o sepulcro de Pedro.

O martírio de São Paulo aconteceu a 11 quilômetros do de São Pedro, em Aquae Salviae (atualmente Tre Fontane), na Via Ostiense. O cadáver foi sepultado a três quilômetros daí, na propriedade de uma dama chamada Lucina.

A grande Igreja de São Paulo Extramuros foi construída principalmente pelo imperador Teodosio I e o Papa São Leão Magno. Em 1823 foi consumida por um incêndio. Reconstruiu-se, fazendo uma imitação da anterior e foi consagrada pelo Papa Pio IX em 10 de dezembro de 1854, mas a data de sua comemoração se celebra neste dia, como o faz notar o Martirologio.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Parabéns Dom Eugênio!

Uma história marcada pelo Amor em servir a Deus


Ao longo dos estudos no Colégio Marista, o aprofundamento dos conhecimentos da Igreja fez com que o menino Eugenio deixasse de lado o desejo de ser agrônomo, para entrar no seminário.

Na juventude, em 1932, começou a escrever para o jornal católico “A Ordem” divulgando a doutrina da Igreja, o que contribuiu para fortalecer o desejo pela vocação.

Contou sempre com o apoio da família, mas pessoalmente, Dom Eugenio conta que seguir o chamado ao sacerdócio foi uma dificuldade, pois foi uma grande mudança de vida. A comunhão, e especialmente a reflexão, o ajudou a fortalecer seu chamado.

Ação católica na ditadura militar

Durante o período da ditadura, Dom Eugenio mantinha o diálogo com as autoridades e acolhia muitos refugiados políticos, inclusive de outros países. O arcebispo conta que a ação católica teve um papel de destaque no fortalecimento da oposição, e suas ações eram mal vistas pelos militares. “Eu nunca entrei em choque, mas nunca cedi em razão daquilo que eu deveria fazer. Sempre agi como pastor, não como político”, enfatiza.

Contribuições para a Igreja e a sociedade

Dom Eugenio conta que foi uma surpresa receber a notícia para ser cardeal. “Nunca aspirei ser cardeal. Esperava um sacerdócio ligado à vida do interior, no meio rural. Mas Deus tem seus caminhos”, salienta o hoje arcebispo emérito que, mesmo surpreso, recebeu sua nomeação com gratidão. “Desde então, eu tenho me mantido num ritmo de trabalho para divulgar o Reino de Deus e o Evangelho, e da melhor maneira procuro aperfeiçoar os métodos para isso”, ressalta.

Sua história foi marcada com contribuições importantes para a Igreja e para a sociedade, como a criação das comunidades de base, a reforma agrária em Barra de Punaú, sindicatos rurais e a Campanha da Fraternidade. Dom Eugenio confessa que não esperava que a Campanha da Fraternidade chegasse a ter uma abrangência nacional tratando temas sempre atuais. “Sempre tivemos muita confiança em Deus, mas não esperava tanto sucesso como teve”, conta.

Ao olhar a Campanha da Fraternidade, o arcebispo, sente que é mais uma missão cumprida. “Sempre tivemos uma preocupação com a assistência aos necessitados e a desigualdade, procurando pelos caminhos do Evangelho tomar as medidas”, conta.

Para Dom Eugenio, os problemas sociais são a demostração de que algo está errado. Seu trabalho buscou sempre diminuir o sofrimento dos mais pobres e necessitados. “O homem é o ponto central da Campanha da Fraternidade, e creio que isso é fundamental na Igreja, e é um dever nosso”, explica.

O Arcebispo salienta que a criação de cursos profissionalizantes e a assistência material, tentando minorar o sofrimento dos pobres, foi sem dúvida um contributo para o país. “Nunca procurei aparecer, busquei sempre fazer meu trabalho no silêncio, aproveitando todas as oportunidades, e tendo em vista o Evangelho. As atividade que realizei foi um bem que eu pude fazer e isso contribuiu para minha satisfação também”, confessa.

Amizade com o Papa João Paulo II

Sobre sua amizade com o Papa João Paulo II, Dom Eugenio conta que buscava sempre realizar seus pedidos trabalhando no contato com os jovens e na assistência social. “Trabalhei com muita convicção e segurança, mas sempre obediente à Igreja”, ressalta.

Uma lição para todos

Diante do individualismo pós-moderno, que deixa de lado as necessidades do próximo, Dom Eugenio enfatiza que é preciso ter como diretriz a luz do Evangelho. “É preciso perseverar nesta diretriz. O desenvolvimento dos acontecimentos dará as indicações nas práticas”, aconselha.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

E espero a Ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir.Amém.


Creio na Ressurreição dos Mortos, na vida eterna.Amém.


Onde estão os mortos na Liturgia?

Como já disse em postagens anteriores, a cada Santa Missa relembramos dos nossos mortos. Seja nas intenções lidas antes da Missa, quer seja na oração eucarística, ou então até pela Missa de Réquiem ou de Finados.

Na Liturgia da Igreja nós relembramos dos fiéis falecidos em três momentos:

Credo - "(...) De novo há de vir em sua glória, para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim (...) Espero a ressurreição dos mortos e a vida do século futuro".

Ofertório - "(...) por todos os que estão aqui presentes e por todos os fiéis, vivos e defuntos, para que tanto a mim como a eles seja aproveitado para a salvação e a vida eterna".

Cânon - Memento dos Mortos: Lembrai-vos, também, Senhor, de vossos servos e servas (NN. e NN.), que nos precederam, marcados com o sinal da fé, e agora descansam no sono da paz.

A estes, Senhor, e a todos os mais que repousam em Jesus Cristo, nós vos pedimos, concedei o lugar do descanso, da luz e da paz. Pelo mesmo Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém

Comemoração da Igreja Padecente


Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos

A todos os que morreram "no sinal da fé" a Igreja reserva um lugar importante na liturgia: há uma lembrança diária na missa, com o Memento (= lembrança) dos mortos, e no Ofício divino com a breve oração (as almas dos fiéis pela misericórdia de Deus, descansem em paz), e existe sobretudo a celebração hodierna na qual cada sacerdote pode celebrar três missas em sufrágio das almas dos falecidos. A comemoração dos falecidos, devida ao abade de Cluny, santo Odilon, em 998, não de todo nova na Igreja, pois em toda parte se celebrava a festa de todos os santos e o dia seguinte era dedicado a memória dos fiéis falecidos. Mas o fato de que milhares de mosteiros beneditinos dependessem de Cluny favoreceu a ampla difusão da comemoração e muitas partes da Europa setentrional. Depois também em Roma, em 1311, foi sancionada oficialmente a memória dos falecidos.


O privilégio das três missas no dia 2 de novembro, concedido a Espanha em 1748, foi estendido a Igreja universal por Bento XV em 1915. Desejava-se assim sublinhar uma grande verdade, que tem o seu fundamento na Revelação: a existência da Igreja triunfante e a militante. Estado intermediário, mas temporário "onde o espírito humano se purifica e se torna apto ao céu", segundo a imagem de Dante. Na primeira epístola aos coríntios, são Paulo usa a imagem de um edifício em construção.

Os pregadores são os operários que edificam sobre o fundamento colocado pelos primeiros enviados de Cristo, os Apóstolos. Existem os que cumprem um trabalho, caprichado e sua obra fica sem defeitos, outros ao contrário misturam com o bom material um material de segunda, madeira e palha, isto é vanglória e indiferença. Depois vem a vistoria, que são Paulo chama de dia do Senhor, a prova de fogo: a provação apreciará a obra de cada um. Alguns assistirão a resistência do seu edifício, outros verão desabar o seu. "Ora - acrescenta o apóstolo são Paulo - se a obra que alguém edificou permanecer em pé, ele receberá a recompensa, se se queimar, sofrerá prejuízo, mas ele será salvo por meio de fogo."
A essas almas, que a prova de fogo obriga a purificação, em vista da plena alegria do paraíso, a Igreja dedica hoje, uma memória particular, para ressaltar mediante a caridade do sufrágio aquele vínculo de amor que une perenemente aqueles que morreram no sinal da fé e foram destinados a eterna comunhão com Deus.



Fonte: Cléofas
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