terça-feira, 25 de setembro de 2012

Três passos para escolher o candidato.

 
Uma orientação clara, concisa e objetiva. Sem rodeios e palavreados vagos, como as diretrizes das dioceses e dos regionais da CNBB.
Por Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz
 
I. O primeiro passo é examinar o Partido a que ele pertence.
Os partidos que se dizem comunistas ou socialistas são incompatíveis com a Doutrina Social da Igreja: “Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista” (Pio XI, Quadragesimo Anno, n.º 119).
 
“Entre comunismo e cristianismo, o Pontífice [Pio XI] declara novamente que a oposição é radical. E acrescenta não poder admitir-se de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado” (João XXIII, Mater et Magistra, n.º 31).
 
“O erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social” (João Paulo II, Centesimus Annus, n.º 13).
 
Eis a lista dos partidos brasileiros que se declaram comunistas ou socialistas:
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 13
  • Partido Comunista Brasileiro (PCB) – 21
  • Partido Popular Socialista (PPS), sucessor do PCB – 23
  • Partido Comunista do Brasil (PC do B) – 65
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 29
  • Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 12
  • Partido da Mobilização Nacional (PMN) – 33
  • Partido Pátria Livre (PPL) – 54
  • Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) – 50
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 40
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 16
  • Partido Verde (PV) – 43
Nota: O PV não se declara socialista, mas em seu Programa defende o homossexualismo e a legalização do aborto. O PT, além de se declarar socialista, exige de seus candidatos um compromisso com o aborto.
 
Exclua, portanto, de seus candidatos, os números 13, 21, 23, 65, 29, 12, 33, 54, 50, 40, 16 e 43.
 
II. O segundo passo é examinar a atuação passada de seu candidato.
Se o seu candidato já foi parlamentar, verifique como foi seu voto em questões relativas à vida e à família.
 
02/03/2005: Deputados que votaram contra ou a favor do artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos: http://www.providaanapolis.org.br/votobios.pdf
 
13/08/2008: Deputados que assinaram o Recurso 0201/08, de José Genoíno, solicitando que o projeto abortista PL 1135/91 não fosse arquivado, mas primeiro fosse apreciado pelo plenário da Câmara: http://www.providaanapolis.org.br/senaofoss.htm
 
28/05/2009: Deputados que assinaram a PEC 367/2009, pretendendo dar um terceiro mandato (pró-aborto) ao presidente Lula: http://www.providaanapolis.org.br/prolongab.htm
 
19/05/2010: Deputados que votaram contra o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade Social e Família: http://www.providaanapolis.org.br/meandros.htm
I
II. O terceiro passo é verificar o compromisso do candidato para o futuro.
Há uma lista de candidatos que se comprometeram a defender a vida em http://www.brasilsemaborto.com.br/?action=campanha&cache=0.1641827216371894
 
Mas atenção: só devemos dar o terceiro passo depois de ter dado os dois primeiros.
 
Não adianta, por exemplo, que um candidato pertencente a um partido comprometido com o aborto, venha depois assinar um compromisso pela vida.
 
Visto em: Fratres in Unum

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Dom Bergozini: Venham comigo lutar pela Vida!

Dom Bergonzini, um dos heróis da nossa época.
Em uma carta assinada hoje, (11) o Bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, reafirmou seu compromisso de defender a vida contra projetos de lei que visam descriminalizar a prática do aborto no Brasil. “A vida humana pertence a Deus”, assevera Dom Bergonzini, que também recordou que “nenhuma lei, nenhum plebiscito, nenhum partido, nenhum grupo de pessoas pode decidir quem vai morrer e quem vai nascer”. Por isso o bispo afirma manterá a “luta pela vida dos indefesos, contra a cultura da morte que querem implantar no Brasil e na América Latina” e chama os fiéis à luta pela vida também durante o governo de Dilma Rousseff que assume a presidência da República neste 1º de janeiro. Abaixo reproduzimos na íntegra a carta de Dom Bergonzini aos fiéis de Guarulhos.

“Muitas pessoas não entenderam o Movimento em Defesa da vida que fizemos e continuaremos fazendo. A época das eleições é propícia para debater os problemas nacionais. A preservação da vida é um problema nacional.


Existe um projeto de liberação do aborto no Brasil, que vem sendo defendido, há muito tempo, por partidos e políticos engajados nesse objetivo. Matar seres humanos indefesos, no útero de suas mães, antes deles chegarem à luz, é problema nacional e assassinato. Os leigos católicos, os religiosos, os padres, os evangélicos, todas as religiões têm o direito de defender sua Doutrina e sua Moral.

Muita gente confundiu a ação pastoral com política. Defender a vida, contra a cultura da morte, não é política. Tem reflexos na política, mas é uma ação pastoral. O Papa Bento XVI não confundiu. Tanto que aprovou a campanha contra o aborto. A Igreja Católica estava usando o seu direito de defender o Evangelho e a Moral Cristã, e continuará a fazê-lo.

O Papa Bento XVI vem alertando o Mundo sobre o relativismo. No caso das eleições, se uma pessoa é cristã e obedece os Mandamentos da Lei de Deus, ela não pode apoiar candidatos com projetos de liberação do aborto. O cristão não pode relativizar e aprovar atitudes e ações que são contra a sua fé e a Doutrina Cristã.

A candidata Dilma Rousseff e sua Coligação me acusaram, no Tribunal Superior Eleitoral, de Brasília, de ter falsificado o documento da CNBB-Regional SUL-1. Imagine um Bispo falsificando um documento assinado por outros três Bispos. Eu e a Igreja Católica fomos vítimas da mentira e da violação dos direitos constitucionais. A defesa apresentada pelos advogados da Diocese de Guarulhos mostra como os direitos da Igreja Católica foram violados. O Ministério Público Eleitoral Federal também entendeu que os direitos da Igreja Católica foram violados.

A vida é o maior bem que temos. Deus nos deu a vida e só Ele pode nos tirá-la. Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. A vida humana pertence a Deus. O ser humano e suas leis terrenas não podem mudar isso. Nenhuma lei, nenhum plebiscito, nenhum partido, nenhum grupo de pessoas pode decidir quem vai morrer e quem vai nascer. Os políticos cristãos deveriam formar uma frente parlamentar nacional para impedir os governos de adotarem medidas para facilitar ou incentivar o aborto.

A campanha em favor da vida, que se iniciou há muito tempo, vai continuar. O projeto de lei para liberação do aborto foi derrotado nas Comissões de Saúde e Seguridade Social e de Constituição e Justiça, da Câmara Federal. Os defensores da vida pensaram que o assunto estava encerrado. Mesmo com essas decisões, um deputado do PT solicitou que o projeto seja apreciado pelo Plenário da Câmara Federal. Depois disso, 21.12.2009, o Governo Federal editou o PNDH-3, e ressurgiu o projeto de liberação do aborto. E em 16.07.2010, numa reunião de países da América Latina, o Governo Federal assinou o "Consenso de Brasília", que pretende estender a liberação do aborto para toda a América Latina. E, no dia 04 de outubro, um dia após a eleição do primeiro turno, o Governo Federal publicou convênio, no Diário Oficial da União, para prosseguir no caminho da liberação do aborto. Os católicos que votaram nesse projeto serão responsáveis, com os eleitos por eles que apóiam o aborto, pelas mortes das crianças indefesas que forem retiradas dos úteros de suas mães e atiradas no esgoto, como se fossem dejetos.

De minha parte, por amor ao Evangelho, pela fidelidade a Jesus Cristo, à sua Igreja e ao sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI, manterei a luta pela vida dos indefesos, contra a cultura da morte que querem implantar no Brasil e na América Latina.

Exorto todos os cristãos a seguirem este mesmo caminho. Venham comigo lutar pela Vida!”

A carta foi publicada por diversos sites pró-vida, que recordam que neste dia 27 de novembro o Papa Bento XVI decretou o dia mundial da vigília pela vida do nascituro.

De: Aci digital

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Papa falou e os Bispos deixaram claro: NÃO À DILMA E AO PT

Dilma segue defendendo descriminalização do aborto no Brasil com falsas cifras

Números da candidata não coincidem com o DataSUS.Nem sequer existem prisões suficientes para tantas mulheres no país, defendeu.


Depois do discurso do Papa aos bispos brasileiros do Regional Nordeste , no qual o Santo Padre recordou que seria falsa qualquer defesa dos Direitos Humanos que não compreendesse a defesa do direito à vida, a candidata do PT, Dilma Rousseff ofereceu algumas declarações à imprensa nas quais defende que as “3 milhões e 500 mil mulheres” que abortam anualmente no Brasil não deveriam ir ao cárcere. “Não acredito que ninguém em sã consciência recomende que se prenda esses milhões de mulheres”, defendeu a presidenciável. Dilma alegou que “a cada dois dias morre uma mulher nessa circunstância”, ou seja, provocando o aborto. Segundo cifras oficiais, o sacerdote Berardo Graz, o “Padre pela Vida” desmente o dado da petista.

Ao ser perguntada em Brasília sobre a mencionada alocução do Papa Dilma afirmou que não via relação entre este discurso e a sua campanha, na qual reiteradas vezes a candidata afirmou que no seu governo o aborto será tratado como tema de saúde pública.

“Eu acho que é a posição do Papa e tem de ser respeitada. Encaro que ele tem direito de se manifestar sobre o que ele pensa, é a crença dele, e ele está encomendando uma orientação”, afirmou.

O jornalista católico Reinaldo Azevedo criticou esta afirmação da candidata dizendo que a posição do Papa não é “a crença dele”, mas a posição da Igreja Católica.

“É a crença de mais de um bilhão de católicos no mundo inteiro, para os quais o papa é a máxima autoridade religiosa”, afirmou o blogger da Veja.


O discurso de Dilma é contraditório. A candidata se diz “pessoalmente contra” o aborto, mas defende sua despenalização, como o fez anteriormente em entrevista à Folha em 2007 e à Revista Marie Claire em 2009. A petista, em sua carta aos evangélicos, se comprometeu a manter a legislação que penaliza o aborto com reclusão de 1 a 3 anos para a mulher que realiza o aborto em si mesma ou consente que outra pessoa o faça e 3 a 10 anos de cadeia para a pessoa que faz o aborto em uma mulher sem seu consentimento, exceto no caso de estupro ou no caso de risco à vida da mãe.

No primeiro turno da campanha Dilma afirmou no debate da UOL que aborto deveria estar disponível, e portanto de forma legal, para as mulheres porque recorrem a ele “no desespero”.

Dilma alega que por ser ilegal as mulheres pobres morrem por terem que realizar o aborto de forma insegura “com agulhas de tricô” e “chás absurdos”. Na entrevista de ontem Rousseff afirmou ainda: "sei que morre a cada dois dias uma mulher nessa circunstância e não acredito que ninguém em sã consciência recomende que se prenda esses milhões de mulheres". A candidata afirmou que o número de mulheres que abortam no Brasil é de 3.5 milhões e que “outros dizem que são 5 milhões e 300 mil”. Dilma defendeu ainda que nem sequer existem prisões suficientes para tantas mulheres no país, criticando a atual legislação perante a qual o aborto é um crime.

Os números da candidata do governo não coincidem com os números do próprio governo, no DataSUS.

Se fizermos as contas com as cifras de Dilma, a candidata estaria afirmando que no Brasil a cada ano morreriam 182 mulheres (uma a cada dois dias) por aborto provocado. Em um recente vídeo o Padre pela vida, o sacerdote Berardo Graz, coordenador da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, denuncia a falsidade destes números. Segundo o “Padre Pela Vida” das 1.590 mortes maternas registradas pelo DataSUS no período 2007 “só 200” foram por causa de aborto”. O Pe. Graz faz uma ressalva explicando: “Aborto ainda não especificado, porque dentre destas 200, várias morrem por aborto espontâneo”, ou por alguma patologia da reprodução como por exemplo, a gravidez ectópica”. “Na realidade vítimas de morte por aborto clandestino ou aborto provocado não chegam a 100, ou até menos”, assevera o sacerdote, assegurando que “dentre todas as causas de morte de mulheres, o aborto é a última”.

Segundo o portal de notícias G1, “a curetagem após aborto foi a cirurgia mais realizada no Sistema Único de Saúde (SUS) entre 1995 e 2007, segundo levantamento do Instituto do Coração (InCor), da Universidade de São Paulo. Com base em dados do Ministério da Saúde, os pesquisadores analisaram mais de 32 milhões de procedimentos nesse período”. No entanto a própria autora do estudo adverte que "as informações disponíveis no DataSUS não permitem diferenciar a curetagem resultante do aborto espontâneo da do provocado". Mesmo supondo que estes 32 milhões de aborto realizados em um período de 12 anos, foram provocados teríamos uma média de 2.6 milhões abortos anuais, quase 1 milhão a menos do que a candidata afirmou. Portanto, as cifras superiores a 3 ou até 5 milhões de mulheres citadas por Dilma, não têm fundamento nos números oficiais.

Não seria a primeira vez que membros do governo Lula, como a ex-ministra da Casa Civil e agora candidata, Dilma Rousseff, oferecem dados aumentados sobre o número de mortalidade de mulheres culpando a atual legislação pela suposta morte de centenas ou até milhares de mulheres que devem realizar o aborto na clandestinidade. Em um recente envio o boletim Situação da Defesa da Vida (SDV) afirma que estas mortes, "não são milhares, como afirma (o Ministro da Saúde) Temporão à imprensa, nem 115, 152 ou 156, como foi afirmado pela Ministra Nilcéia em documento oficial entregue ao CEDAW. (...) As mortes por falhas de tentativa de aborto provocado (às quais se referia Dilma Rousseff), as únicas realmente registradas como tais nos dados do DataSUS, foram, respectivamente nestes anos de 2002, 2003 e 2004, em número de 6, 7 e 11 mortes”, afirma o boletim do SDV.

Para ver estes números de mortalidade materna segundo o DataSUS recomendamos o seguinte vídeo:


Vídeo do Padre Bernardo Graz, o "Padre pela Vida":


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A Igreja não tem partido, a decisão é do eleitor afirma Cardeal Scherer

Em uma matéria recém publicada pelo Jornal O São Paulo, da Arquidiocese da capital paulista, o Cardeal Odilo Scherer esclarece que sua posição é a posição da Igreja, que não tem partidos nem candidatos, e afirma que a decisão é do eleitor.


“Vocês decidem! É a vez dos eleitores, é a vez dos cidadãos, é a vez dos católicos(...).Todos vão fazer sua parte agora, decidindo, votando”, disse o arcebispo durante a missa comemorativa do aniversário da rádio 9 de Julho, sábado, 23, na Catedral da Sé.

De acordo com o arcebispo, sua análise se deve aos questionamentos de muitas pessoas, muitos fiéis, sobre a posição da Igreja e a dele, nestas eleições. Segundo o cardeal, «depois de debate aqui, debate ali, e vai pra cá e vai pra lá, e o povo se questionando: “E agora como é que fica?” “Pois é, como é que fica?”, ele próprio questionou, respondendo em seguida: “Vocês decidem!”».

O purpurado disse que sua posição, e o que tem transmitido, é a mesma posição da CNBB, que é a orientação da Igreja e do Direito Canônico, sobre padres e bispos não terem partido.

Recordando que o Código de Direito Canônica afirma: “Fique claro que a Igreja não tem opção oficial por Partidos ou Candidatos (as). Por isso, o Clero não deve envolver-se publicamente na campanha partidária”, Dom Odilo disse: “Vocês já pensaram se o bispo diz: ‘eu sou deste partido’, está dividida a diocese. A mesma coisa se o padre diz: ‘eu sou deste partido, votem neste partido’, está dividindo. Não pode”, enfatizou.

O mesmo foi afirmado por Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, da vizinha diocese de Guarulhos, ao ser criticado por partidarismo alguns meios. O bispo afirmou em entrevista à Veja: “Não tenho partido político”, “o papel do bispo é orientar os seus fiéis sobre a verdade, sobre a justiça e sobre a moral. Ele deve apresentar a verdade e denunciar o erro. Foi o que fiz”.

Prosseguindo, o cardeal explicou que também pelo fato de causar divisões, padres e bispos não devem indicar nem candidatos nem partidos, deixando a escolha livre aos eleitores. “Que escolham de acordo com sua consciência e responsavelmente. A nossa posição, a da Igreja, quanto aos princípios, vocês conhecem. A Igreja, de forma alguma, em nenhum momento, renuncia àquilo que são seus princípios, suas convicções, autonomamente.”

Dom Odilo disse, ainda, que todos têm o direito de fazer a sua campanha e, na hora de votar, cada um deve fazê-lo diante de sua consciência e diante de Deus, cumprindo a sua parte, para que o Brasil seja construído como um país democrático, respeitoso daquilo que são as coisas importantes, daquilo que é justiça, que constrói a paz, a solidariedade, a fraternidade, o respeito à vida, à pessoa, à dignidade humana.

“Isso está agora na ponta de nossos dedos; não é mais na caneta, é na ponta dos dedos, porque nós votamos na urna eletrônica. Então, essa é a palavra que eu queria dizer. E façamos este processo com respeito e na serenidade. Nós não podemos aprovar violência, não podemos aprovar desrespeito ao próximo. Sabemos que a campanha política sempre mexe com as emoções e as paixões. Mas isso passa. Depois a vida continua e devemos conviver e devemos levar adiante aquilo que são as nossas convicções, depois das eleições também”, concluiu.

De: ACI Digital

sábado, 23 de outubro de 2010

A Igreja deve envolver-se na política.

A Igreja por ser uma instiuição de formação de opinião, não deve se pronunciar em questão de política.Mas isto não a impede de falar ante a política, pois a mesma tem um Rei, o próprio Cristo, e um embaixador o Papa.A Igreja é uma instiuição social e política porque cada humano é um "zoon politikon", um animal político.

Não cabe à Igreja apoiar candidatos políticos, mas, sim, apoiar ideias que valorizam o bem comum e os ensinamentos de Nosso Senhor.Não cabe à Igreja designar quais são os seus partidos, mas, sim, quais são àqueles que colocam no seus planos centrais os direitos do ser humano e a moral cristã.

Portanto, católicos, votem em candidatos que defendem os direitos católicos e que façam tudo para que o nosso país se torne verdadeiramente a Terra de SANTA CRUZ!

Dom Orani:"Esta voz profética exige de nós uma vigilância e participação contínua sobre a realidade em que vivemos, infelizmente manchada com muitos contra-valores e interesses que desencadeiam violência e injustiças".

Dom Orani, um dos heróis da nossa época, Arcebispo do Rio de Janeiro.

As eleições estão se aproximando! A Assembleia Geral de nossa Conferência Episcopal e o nosso Regional Leste 1 já distribuíram textos sobre as orientações para os católicos neste momento histórico de nosso país. Nesses documentos são explicitados para nós os critérios e as responsabilidades daqueles que irão votar no início do próximo mês.


Todos nós, batizados, participamos da missão profética de Cristo, pela qual deve ser instaurado o Reino de Deus, a Justiça, a Verdade, o Amor e a Paz. Esta voz profética exige de nós uma vigilância e participação contínua sobre a realidade em que vivemos, infelizmente manchada com muitos contra-valores e interesses que desencadeiam violência e injustiças.

Sabemos que o pecado penetrou todo o Universo e temos em nós e na cultura que criamos o germe do Mal, a tendência para a destruição e o ódio. É o mistério da iniquidade que, de qualquer forma, quer nos afastar da ordem e da harmonia que provém da adesão a Cristo, pelo qual nos reordenamos no caminho do Bem.

O Espírito Santo nos ilumine para que a preocupação com o bem comum e a fraternidade, com respeito aos verdadeiros direitos humanos na construção da civilização do amor, esteja presente neste instante de decisões importantes para o futuro da nação.

Há momentos, entretanto, em que esta missão se torna urgente e intensamente mais necessária, como agora: de profundas transformações sociais, religiosas, econômicas, de desenvolvimento técnico-científico que nos desafiam e exigem de nós novas posturas e comportamentos, julgamentos éticos fundamentados na Verdade para gozarmos da liberdade.

As eleições devem marcar o rumo que desejamos imprimir na sociedade. Ainda hoje se nota nas campanhas políticas muito do interesse exclusivamente pessoal do poder pelo poder, do enriquecimento próprio e daqueles que os apóiam com promessas de recompensas no futuro. Uma reforma política, tão desejada e almejada por tantos, ainda se faz esperar.

Com coragem, um esforço nacional tem procurado, sem êxito completo, através da lei comumente chamada de “Ficha Limpa”, eliminar candidatos que abusaram dos cargos públicos, desviando dinheiro para seus bolsos. A lei 9840, esta já mais antiga, trouxe muitos avanços para o processo político. Acredito que pouco a pouco novos costumes irão encontrando o espaço de um povo comprometido e desejoso de construir uma nação justa e solidária.

A par do desejo de uma economia saudável, devemos ter em mente políticas que atendam a necessidade de todos sem distinção, sobretudo uma pátria livre no respeito aos cidadãos e onde possamos nos sentir irmãos.

A pátria será aquela que desejamos com o nosso voto. O Senhor nos entregou o governo do mundo, o direito de fazê-lo progredir de modo que todos possam usufruir do progresso, da técnica, da terra e do pão. Isso só se obtém com o respeito à ordem natural. Se isso não é observado, vemos o que ocorre: assistimos à violência, aos assassinatos, rixas e fraudes de todo gênero, no mais completo relaxamento dos costumes, na ampla imoralidade. (Rom 1, 18).

O nosso Regional Leste 1 da CNBB recordou alguns critérios para valorizar o nosso voto: defesa da dignidade da Pessoa humana e da Vida em todas as fases e manifestações, defesa da família segundo o plano de Deus, liberdade de Educação e liberdade religiosa no ensino, a solidariedade com particular atenção aos pobres e excluídos, o respeito à subsidiariedade e o compromisso na construção de uma cultura da paz em todos os níveis.

Esse mesmo texto assim conclui: “o trabalho político, ao qual todos somos chamados, cada um segundo a sua maneira de ser, é uma forma de mostrar a incidência do Evangelho na vida concreta, visando à construção de uma sociedade justa, fraterna e equitativa. Em consequência haverá uma esperança real para tantas pessoas céticas, desnorteadas e confusas com a política atual. É uma grande oportunidade que os católicos e todas as pessoas de boa vontade não podem perder.”

Que a Virgem Aparecida interceda por todos os fiéis católicos, para que votem com responsabilidade e de acordo com as mais lídimas tradições cristãs que formam a consciência e a identidade do povo brasileiro.

Fonte: Site da Arquidiocese do Rio

"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus" (Mc 12,17)

Famoso texto de Dom Gonzaga Bergonzini, um dos heróis de nossa época, bispo de Guarulhos.

Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa.

Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus. Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa. Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.

Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida,dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico.

Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21). Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam. Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.


+ D. Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Questão de saúde pública?

Segundo a informação recentemente divulgada pelo Jornal O Estado de São Paulo, o Ministério da Saúde publicou no dia 4 de outubro a prorrogação de um convênio que estuda mudanças na legislação sobre o aborto. O “Estadão” informa que o projeto se chama “Estudo e Pesquisa - Despenalizar o Aborto no Brasil”. O convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.


Segundo o jornal da capital paulista “a postura da candidata Dilma Rousseff (PT) em prometer aos eleitores não mudar a lei do aborto contradiz a atuação do próprio governo que representa.

Dilma divulgou ontem uma carta em que diz ser contra o aborto e promete não tomar "iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação" sobre o assunto. O objetivo dela é diminuir a resistência de grupos religiosos que pregam voto contra a petista, por ter defendido no passado a descriminalização do aborto”. Dilma segue insistindo que no seu governo o aborto será um "tema de saúde pública".

A promessa de Rousseff vai na contramão da atuação do Ministério da Saúde, sob a direção do Ministro José Gomes Temporão. O mencionado convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. Segundo o jornal Estado de São Paulo: “O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão”.

O Coordenador desse grupo de estudos em todo o País, o médico Thomaz Gollop disse que lamenta a carta de Dilma: "O enfoque está errado, inadequado, seja para qual for o candidato. O Brasil precisa se informar. Nas alturas dos acontecimentos, isso virou uma discussão de posicionamento radical".

"Acho muito ruim que esse tema seja motivo de barganha. É completamente inadequado que o candidato diga que o vai ser feito", disse também o médico ao Estado de São Paulo.

O projeto apoiado pelo governo, segundo o próprio Diário Oficial, é chamado de estudo para "despenalizar" o aborto, ou seja, não aplicar pena às mulheres que adotam essa prática anti-vida, condenada por lei. Mas, segundo o Dr. Gollop, coordenador do grupo de estudos, a ideia é ir mais longe e não fazer mais do aborto um crime.

O Estadão recorda que “a lei brasileira permite a realização do aborto em duas situações: quando a gestação põe em risco a vida da mulher ou quando a gravidez é resultado de estupro.”

Fora destes casos, a prática pode levar à pena de um a três anos de prisão e a punição poderia dobrar. "O objetivo maior no futuro é descriminalizar o aborto, mas agora fica difícil avançar. Nosso grupo discute a magnitude do tema no País", diz Gollop ao jornal paulista.

"Na minha opinião, a penalização do aborto é ineficiente porque ninguém deixa de fazer em razão da pena. Ninguém é a favor do aborto, mas é um assunto que deve ser debatido no enfoque da saúde. Toda essa discussão está errada", afirmou.

"Em uma sociedade democrática é salutar e desejável que uma ampla gama de atores participe e contribuam para o debate. É nesse sentido que o grupo também se propõe a debater a legislação brasileira sobre o tema", afirma a médica Cláudia Bonan na nota do Estadão. Ela coordena no Rio de Janeiro a equipe da Fiocruz, parceria do governo federal no estudo. Segundo a Dra. Bonan "o aborto realizado em condições inseguras é um grave problema de saúde pública e afeta principalmente as mulheres em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica."

Considerar o aborto como tema de “saúde pública” não é uma novidade. O presidente Lula vem usando o termo há um bom tempo, e foi desta forma que a proposta foi incluída no PNDH-3, o plano de Direitos Humanos que entre outros pontos contrários à vida e à dignidade humana busca legalizar a prostituição, introduzir a ideologia de gênero e legalizar a prática do aborto. Recentemente em declarações reunidas pela Rádio CBN, a candidata do PT à presidência segue insistindo que se eleita tratará a questão como “tema de saúde pública e não de polícia”.

Segundo Dilma as 3.5 milhões mulheres que abortam no Brasil anual merecem ser cuidadas e não podem ser presas. Os números citados por Dilma contradizem os números do Ministério da Saúde citados pela notícia do Estadão onde se afirma que no Brasil se realizam “são cerca de um milhão de abortos clandestinos por ano”. Outro dado tomado da página de notícias “Último Segundo” em maio deste ano, afirma que o Ministério de Saúde registra que entre “729 mil e 1,25 milhão de mulheres se submetem ao procedimento anualmente no Brasil”.

Para ver a nota completa no Estadão, visite:

http://www.blogger.com/goog_1914030876

Para escutar as declarações de Dilma na rádio CBN, clique em:

http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/politica/2010/10/18/DILMA-SOBRE-ABORTO-NAO-E-POSSIVEL-PRENDER-MILHOES-DE-MULHERES.htm

Em um artigo recente o Prof. Joel Nunes explica que "“Aborto como questão de saúde pública” é dar ao estado o direito de tirar vidas", confira:

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20301

Fonte: Aci digital

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Brasil: “deve ser votado quem defendeu e defende o valor da vida”


Bispos do Estado do Rio de Janeiro divulgam nota sobre as eleições

Os bispos do Estado do Rio de Janeiro (Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB) reafirmaram hoje a importância de se votar em candidatos que defendem a vida.

Em nota divulgada no contexto do 2º turno das eleições para a Presidência da República, os prelados recordam que, “por sua universalidade, a Igreja Católica não tem partido ou candidato próprios, mas incentiva, agora mais do que nunca, a dar o voto a quem respeita os princípios éticos e os critérios da Moral Católica, indicados na Doutrina Social da Igreja”.

“Em particular – afirmam os bispos –, deve ser votado quem defendeu e defende o valor da vida desde a sua concepção até o seu término natural com a morte e, ao mesmo tempo, a família com a sua própria constituição natural.”

No texto – assinado pela presidência do Regional, Dom Rafael Llano Cifuentes,

Dom José Ubiratan Lopes, OFMCap e Dom Filippo Santoro –, os bispos também renovam sua crítica ao Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) do atual governo.

Os prelado reafirmam sua crítica “mesmo depois de ter sido retirada a proposta da legalização do aborto, porque foi falaciosamente indicada como ‘questão de saúde pública’”.

“Não é aceitável a visão da pessoa fechada ao transcendente, sem referência a critérios objetivos e determinada substancialmente pelo poder dominante e pelo Estado.”

“No PNDH-3, a maneira como são tratados vida, família, educação, liberdade de consciência, de religião e de culto, de propriedade em sua função social e de imprensa, revela uma antropologia reduzida”, afirma a nota do Regional da CNBB.

Os bispos do Rio de Janeiro dizem “compartilhar plenamente” a orientação da CNBB manifestada na nota do dia 8 de outubro, em que se afirma o “direito – e mesmo, dever – de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã”.

Os bispos fazem “votos que esta última fase do processo eleitoral se desenvolva em paz, no respeito da democracia e do soberano direito da consciência moral do nosso povo”.

Fonte: Zenit

domingo, 17 de outubro de 2010

D.Beni defende divulgação de panfleto contra Dilma

Divulgação continua agora no segundo turno, diz dom Benedito Beni.Bispo diz que distribuiu 10 mil panfletos em 31 paróquias de Lorena.
O vice-presidente do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Benedito Beni dos Santos, questionou neste domingo (17) a versão apresentada pelo presidente do regional, Dom Nelson Westrupp, segundo a qual o Regional Sul 1 não patrocina a impressão e a distribuição de folhetos a favor ou contra candidatos.


“O texto é legítimo e foi aprovado no dia 26 de agosto, em São Paulo. A comissão episcopal representativa do Regional Sul 1, que engloba diversos bispos, fez uma nota no dia 26 de agosto, pedindo que esse apelo aos brasileiros e brasileiras tivesse ampla divulgação e isso ficou a critério de cada bispo. A divulgação começou a ser feita antes do primeiro turno e continua agora, antes do segundo turno. De modo que é um documento legítimo assinado pela presidência do Regional Sul 1 em nome do conselho episcopal”, disse ao G1 dom Benedito Beni dos Santos, que é bispo diocesano de Lorena (SP).


Neste sábado, uma gráfica no bairro do Cambuci, em São Paulo, informou que imprimiu 2,1 milhões de folhetos com o texto intitulado "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras", assinado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB. A candidata Dilma Rousseff classificou a distribuição desses folhetos como "crime eleitoral".

Dom Benedito dos Santos confirmou que o panfleto foi distribuído pela comissão. “Recebemos diretamente da Comissão em Defesa da Vida”, disse. A área de abrangência do Regional Sul 1 da CNBB compreende todo o estado de São Paulo.

O texto relaciona o PT e a presidenciável Dilma Rousseff à defesa da legalização do aborto e recomenda "encarecidamente a todos os cidadãos brasileiros e brasileiras" que, "nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto".

No sábado (16), o PT registrou boletim de ocorrência na polícia e fez uma representação à Justiça Eleitoral. Neste domingo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou à Polícia Federal a apreensão dos panfletos na gráfica.

Na nota divulgada neste domingo, o presidente do Regional Sul 1, Dom Nelson Westrupp, e demais bispos afirmaram que "não indicam nem vetam candidatos ou partidos e respeitam a decisão livre e autônoma de cada eleitor".

'Ampla difusão do documento'

Para dom Benedito Beni dos Santos, um dos integrantes da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, que assina o documento "Apelo a todos os brasileiros e brasileiras", distribuídos em igrejas católicas, a nota deste domingo contraria a decisão de “dar ampla difusão do documento”.

“Em nota do dia 26 de agosto, a presidência e a comissão representativa dos bispos do Regional Sul 1 da CNBB, em sua reunião ordinária, acolheram e recomendaram a ampla difusão do ‘Apelo a todos os brasileiros e brasileiras’. Assina a nota o presidente do Conselho Episcopal dom Nelson Westrupp. Então, causou a mim estranheza que essa nota tão clara seja agora, de certo modo, considerada como não autêntica”, disse dom Benedito dos Santos.

O bispo diocesano de Lorena diz que ficou “a critério de cada bispo” do Regional Sul 1 a divulgação do documento em forma de panfleto.

Apenas em Lorena, segundo ele, foram distribuídos 10 mil panfletos nas 31 paróquias da diocese. “Distribuímos para 31 paróquias da diocese e continuamos distribuindo no segundo turno. Estamos sendo fiéis ao que o representativo do Regional 1 pediu”, justificou.

O bispo chama de “oportunismo eleitoral” a carta apresentada pela candidata do PT na qual afirma ser contra o aborto e explica a orientação repassada aos fiéis.

“O documento cita o nome dela [Dilma] como aquela que aprovou o 3º Programa de Direitos Humanos do Governo. A nota não aconselha a votar nela. É uma recomendação de não votar no Partido dos Trabalhadores e em todos os candidatos favoráveis ao aborto”, declarou.

Veja abaixo reprodução do folheto distribuído pelo Regional Sul 1 da CNBB:


Fonte: G1

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A Igreja Católica sempre defende a vida contra o aborto, recorda Dom Cristiano Krapf

Leia o artigo completo de Dom Cristiano clicando aqui.

O Bispo de Jaquié (BA), Dom Cristiano Krapf, assinala que a Igreja Católica sempre defende a vida ante o aborto, à margem das distintas posições que possam ter os governantes, e tem como missão essencial a formação das consciências dos cristãos. Assim indicou o prelado no contexto do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil. Em seu artigo “Pecadores precisam de Leis”, escrito no dia 12 de outubro, Dom Krapf comenta que atualmente “existem divergências maiores diante de pronunciamentos de padres e bispos, e também de leigos e pastores, sobre o PNDH 3 do PT que pretende deixar o aborto sem restrições na lei civil”.


Dom Cristiano assinala em seu texto que “a polêmica sobre a proposta de descriminalizar o aborto levou para o segundo turno a votação para presidente, e levou candidatos a declarar que são contra o aborto e a favor da proteção da vida pelo Estado”. No entanto, destaca o prelado da Bahía “a proposta está no programa das Nações Unidas e continua no ar, apesar das advertências pesadas de bispos e pastores famosos por suas pregações. A Igreja precisa continuar com a pregação a favor da vida e a favor da sua proteção pela lei civil, mas com todo cuidado para não se meter nas brigas políticas de luta pelo poder”.

Dom Cristiano Jakob defende que “um país precisa de leis para proteger os direitos dos mais fracos”. “Entre os direitos humanos, o primeiro é o direito à vida. O mais fraco de todos os seres humanos é aquele que ainda não nasceu. Como é que alguém pretende ter o direito de eliminar uma vida inocente?

São Paulo diz que a lei não é feito para o justo, mas para o pecador. A missão fundamental da Igreja é formar o cristão consciente que sabe o que deve fazer ou deixar de fazer, sem precisar ser enquadrado na força de leis e de castigos. Um cristão bem formado e bem intencionado consegue ver em cada situação o que significa amar o próximo como a si mesmo, e procura agir de acordo com sua consciência”, asseverou.

Após denunciar também que “a mediocridade do consumismo egoísta não é coisa para cristão”, o bispo recorda que “na realidade, em quase 20 séculos de cristianismo, a humanidade ainda não conseguiu alcançar esse nível de fraternidade, nem mesmo dentro do convívio familiar. É por isso que a sociedade precisa de leis e trata certos pecados como crimes contra os quais precisa proteger os mais fracos. Também é por isso que revolucionários apresentam o atalho da luta de classes como caminho mais eficiente para um mundo de oportunidades iguais para todos. Acontece que nunca teremos um mundo melhor sem homens e mulheres melhores”.

Dom Cristiano também lembra os fiéis que “Deus confiou o domínio da terra à boa vontade de cada um de nós, e nos deu a capacidade de organizar o convívio em sociedade” e afirma que “independente do resultado do segundo turno, a polêmica já teve resultados positivos”.

Entre os resultados positivos o prelado do nordeste brasileiro destaca:

1) Deu possibilidade ao eleitor de conhecer melhor as propostas dos dois candidatos que continuam no páreo.

2) Permitiu que todos possam ver que o povo brasileiro quer um governo que cuide da proteção do direito à vida de toda pessoa humana desde o seu início.

3) Levou os candidatos a dizer claramente que vão defender a vida dos mais fracos e não permitir a liberação geral de práticas abortivas.

4) Incentivou um aprofundamento da reflexão que possa ajudar a perceber que existe uma lei anterior a mandamentos religiosos e leis civis positivas, a lei inscrita no coração do ser humano, a lei natural acessível à consciência de cada pessoa.

5) Deixou claro que a Igreja não pode desistir da luta pela proteção da vida, qualquer que seja a posição dos governantes.

O bispo explica que para “a vida pessoal de um cristão de fé, a descriminalização do aborto não muda nada” e ensina que “um cristão autêntico não foge do pecado apenas por medo de cair nas malhas e armadilhas de leis que punem práticas abortivas e outros crimes. Um cidadão honesto não deixa de roubar e matar apenas por medo de ser apanhado e condenado, mas por questão de consciência”.

“A missão especial da Igreja é formar pessoas que não precisem de leis para fugir do pecado e fazer o bem, mas façam tudo por amor”, destacou Dom Cristiano.

Referindo-se à liberação do divórcio, que ao cancelar leis que ajudavam a proteger a estabilidade da família, contribuiu para abalar ainda mais os alicerces da família o prelado opina que “a supressão de leis contra o aborto faz crescer as práticas abortivas. Já surgem os “profetas” do apocalipse que perguntam: “Até quando será que Deus vai ter paciência com esta humanidade pecadora?” O Brasil é um dos poucos países que ainda resistem à liberação total ou parcial do aborto”.

Finalmente o Dom Krapf denuncia que “a liberação do aborto na lei civil faz aumentar a procura do aborto como solução para livrar-se dos problemas da gravidez indesejada”.

“A Igreja não pode deixar de tentar impedir que isso aconteça, mas a sua missão essencial é formar cristãos conscientes e coerentes que não precisem das amarras de leis e das ameaças de castigos para evitar o mal e construir sua vida sobre o fundamento maior do amor”, concluiu.

Fonte: ACI

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A vida é preciosa e deve ser defendida

Dom Odilo Cardeal Scherer em visita Ad limina ao Papa Bento XVI.
No seu artigo “Um estatuto para os nascituros” o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, defende a vida do não-nascidos alerta para o fato de que alguns defendam o aborto como um direito humano e afirma que tirar a vida de seres humanos inocentes e indefesos jamais pode ser considerado um direito. «Para camuflar a realidade, fala-se em “despenalização” ou “descriminalização” do aborto, “interrupção da gravidez” ou “parto antecipado”... O objetivo é sempre o mesmo: Legalizar a supressão da vida de seres humanos inocentes e indefesos», denuncia o purpurado que também afirma que não podemos «ficar indiferentes diante do desprezo à vida».

Recordando que , no começo de outubro, a Igreja Católica realiza no Brasil a semana pela vida e celebra no dia 08 deste mês o dia do nascituro, o cardeal Scherer destaca que «a vida é preciosa e deve ser defendida e protegida sempre: “escolhe, pois, a vida”, é a recomendação bíblica (Dt 30,19). Os cristãos crêem no Deus da vida, que ordenou – “não matarás”; e são discípulos de Jesus Cristo, vencedor da morte e restaurador da vida: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo14,6)».

Em seguida, Dom Odilo destaca que o «objetivo da semana pela vida é alimentar uma cultura favorável à vida. Mas também é uma manifestação de alerta diante de todo desprezo, desrespeito e agressão contra a vida humana, ameaçada pela miséria que mata cedo, ou impede de viver dignamente; pelas drogas e outros vícios, que estragam a saúde e corrompem a vida; pela violência, exercida de mil maneiras, causa de tragédia e dor; pelo aborto provocado, silenciosa e assombrosa ceifa de vidas inocentes e indefesas».

«Não dá para ficar indiferentes diante do desprezo à vida!», enfatizou o arcebispo.

O purpurado também denuncia em seu artigo que «há projetos de lei no Congresso Nacional para legalizar a prática do aborto!».

«Há mesmo quem pretenda que isso é um direito humano. Tirar a vida de seres humanos inocentes e indefesos seria um direito humano?! Para camuflar a realidade, fala-se em “despenalização” ou “descriminalização” do aborto, “interrupção da gravidez” ou “parto antecipado”... O objetivo é sempre o mesmo: Legalizar a supressão da vida de seres humanos inocentes e indefesos», alertou.

Dom Scherer também adverte para o fato que «espalhou-se o uso da pílula do dia seguinte (“método contraceptivo de emergência”), que também pode ser abortiva, se já houve fecundação após uma relação sexual. Inócua, a discussão sobre o início da vida humana; alguém tem dúvida séria?»

«Há também quem argumente que a mulher teria o direito de decidir sobre seu próprio corpo; tratando-se da gravidez, há nisso um equívoco primário, pois o feto ou bebê, que ela traz no útero, não é parte do seu corpo, mas um outro corpo, diverso do dela; melhor dito, é um outro ser humano, diverso dela», frisou também o prelado da capital paulista.

O purpurado também esclarece em seu recente texto que «evidentemente, desaprovando o aborto, não queremos a todo custo o castigo das mulheres que, por alguma razão, o praticam. A proibição legal da prática do aborto não visa o castigo, mas a proteção do direito à vida. Porém, como proteger a vida nascente e assegurar o primeiro de todos os direitos humanos, se o aborto fosse legalizado?»

« O Estado não pode ser relapso em fazer cumprir a lei existente, sobretudo contra clínicas clandestinas (nem tão clandestinas), que exploram o mercado do aborto», assinalou Dom Odilo.

«Verdadeira política pública de amparo à maternidade e à infância seria ajudar toda mulher a ter seu filho com dignidade e segurança. A mulher grávida merece todo o respeito e homenagem; ela presta um serviço inestimável à humanidade!», exclamou o arcebispo, que também recordou que o Congresso também tramita o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) «na linha dos principais tratados e convenções internacionais de direitos humanos assinados pelo Brasil, nos quais é reconhecida cada vez mais claramente a personalidade e o direito do ser humano à vida, mesmo antes do nascimento, esse Estatuto visa dar proteção à vida por nascer».

O Cardeal Scherer também recordou que a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU de 1948 já afirmava que “todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança de sua pessoa. Todo ser humano tem direito, em toda parte, ao reconhecimento de sua personalidade jurídica".

«Dez anos depois, em 1958, a Convenção sobre os Direitos da Criança, da ONU, da qual o Brasil é signatário, foi além e afirmou que "a criança (...) necessita de proteção e cuidados especiais, inclusive a devida proteção legal, tanto antes, quanto após seu nascimento". Passados mais dez anos, em 1969, o Pacto de São José, da Costa Rica, que o Brasil também endossou, afirmou: "Para efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano. Toda pessoa tem direito ao reconhecimento de sua personalidade jurídica. Toda pessoa tem o direito a que se respeite sua vida».

«Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção”», sublinhou também o bispo.

Falando sobre o Código Penal brasileiro de 1940 que reconhecia o nascituro como pessoa, e enquadrava o aborto entre os "crimes contra a pessoa", Dom Odilo referiu-se ao novo Código Civil, de 2002, que ao tratar do direito de herança, menciona como pessoas tanto aquelas nascidas como as já concebidas: "Legitimam-se a suceder as pessoas nascidas ou já concebidas no momento da abertura da sucessão". «Ora, se a lei reconhece o direito de herança “às pessoas já concebidas”, quanto mais deve ser reconhecido o direito à vida, o primeiro e mais fundamental!», enfatizou o cardeal.

Finalmente, o arcebispo de São Paulo destacou que «aos Parlamentares, apenas eleitos, cabe a missão de retomar o Estatuto do Nascituro para a sua discussão e aprovação final. Os nascituros são bem-vindos a este mundo; suas mães sejam abençoadas! Eles ainda nada podem fazer por si, nem lutar pelo seu direito de viver e de serem considerados seres humanos, e não “coisas” descartáveis. É tarefa que cabe aos adultos: Aos genitores, a cada pessoa, à sociedade como um todo e ao Estado».

Outros textos do purpurado explicando porque a Igreja defende a vida desde a concepção, visite:
http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/artigos/2010/artigos_100917_artigo_00.htm

De: Aci
Por: Subsídios Litúrgicos Summorum Pontificum-Novo Movimento Litúrgico Beneditiano

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Nota da CNBB exorta fiéis católicos a terem presentes critérios éticos no segundo turno das eleições

BRASILIA, 13 Out. 10 / 01:31 pm (ACI).- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil emitiu no último 8 de outubro uma nota sobre o momento eleitoral que vive o país onde “congratula-se com o Povo Brasileiro pelo exercício da cidadania na realização do primeiro turno das eleições” e na qual os prelados exortam os fiéis católicos “a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana” neste segundo turno das eleições. A nota está assinada por Dom Geraldo Lyrio Rocha, Dom Luiz Soares Vieira e Dom Dimas Lara Barbosa, respectivamente presidente, vice-presidente e secretário geral do organismo.


“A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por meio de sua Presidência, congratula-se com o Povo Brasileiro pelo exercício da cidadania na realização do primeiro turno das eleições gerais, quando foram eleitos os representantes para o Poder Legislativo e definidos os Governadores de diversas unidades da Federação, bem como o nome daqueles que serão submetidos a novo escrutínio em 2º turno, para a Presidência da República e alguns governos estaduais e distrital”, afirmam os bispos brasileiros.

Congratulando-se também pelos frutos benéficos decorrentes da aprovação da Lei da Ficha Limpa, os prelados também expressam que “lamentamos profundamente que o nome da CNBB - e da própria Igreja Católica – tenha sido usado indevidamente ao longo da campanha, sendo objeto de manipulação. Certamente, é direito – e, mesmo, dever – de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã”.

Na nota a CNBB recorda que “é um organismo a serviço da comunhão e do diálogo entre os Bispos, de planejamento orgânico da pastoral da Igreja no Brasil, e busca colaborar na edificação de uma sociedade justa, fraterna e solidária”.

Assim os prelados desta entidade também esclarecem “falam em nome da CNBB somente a Assembléia Geral, o Conselho Permanente e a Presidência”.

“Recordamos novamente que, da parte da CNBB, permanece como orientação, neste momento de expressão do exercício da cidadania em nosso País, a Declaração sobre o Momento Político Nacional, aprovada este ano em sua 48ª Assembléia Geral”, afirma o comunicado da Conferência Episcopal.

“Reafirmamos, ainda, que a CNBB não indica nenhum candidato, e recordamos que a escolha é um ato livre e consciente de cada cidadão. Diante de tão grande responsabilidade, “exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana”, destacaram os prelados que concluem seu documento “confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida” invocando “as bênçãos de Deus para todo o Povo Brasileiro”.

Retirado: Aci digital

Arcebispo de Brasília critica candidatos e partidos que afirmam 'o contrário do que há pouco afirmavam'


Dom João Aviz, arcebispo de Brasília.
 Na sua homilia de ontem pela solenidade de Nossa Senhora Aparecida, o arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz criticou os candidatos e partidos que, após caírem nas pesquisas, afirmam "o contrário do que há pouco afirmavam" em torno de questões religiosas e "valores decorrentes", como o aborto.


Segundo o diário O Estado de São Paulo (o Estadão), o prelado dirigiu-se indiretamente à candidata Dilma Rousseff do PT, quem em 2007, se disse “a favor da descriminalização do aborto, mas adotou um discurso menos controverso depois que começou a enfrentar a contestação de lideres religiosos e manifestação de eleitores”.

Na nota de hoje do jornal paulista, ao referir-se à “incoerência política”, o prelado afirmou que "agora, com o perigo de ver seus índices de pesquisa caírem, de repente o assunto religião e seus valores decorrentes, como a defesa da vida, moveu candidatos e partidos a afirmarem o contrário do que há pouco afirmavam”.

O arcebispo de Brasília expressou sua confiança em que os políticos vencedores das eleições continuarão lembrando que "mais de 90% dos brasileiros são identificados com os valores da fé cristã".

"É muito bom que os eleitos não esqueçam outro dado que emergiu no debate político: 71% dos brasileiros são contra o aborto", continuou Dom Braz .

Finalmente o arcebispo elogiou o Projeto Ficha Limpa afirmando que este “ajudou a impedir que políticos corruptos nos governem”.

"Já podemos dizer que o povo começou a realizar a tão esperada reforma política, que poderá tomar uma força bem maior", asseverou o arcebispo da capital brasileira.

Dom Braz terminou sua homilia rogando a Deus para que os brasileiros sejam um povo “para quem a religião seja o valor fundamental” e assim possa caminhar “para a direção que o Pai nos criou e para a qual entregou seu Filho Jesus”.

Fonte: Aci digital

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

PT está institucionalmente comprometido com o aborto, denuncia Dom Aldo Pagotto

Atos do PT desmentem as palavras do presidente e Dilma Rousseff que agora se dizem contrários ao aborto, denunciou.


Em um recente vídeo, Dom Aldo Pagotto, arcebispo metropolitano da Paraíba, apresenta novas denúncias contra o Partido dos Trabalhadores, criticando a recente campanha de “desinformação e de manipulação das consciências” que o PT vem realizando no segundo turno das eleições, utilizando calculadamente da mentira para enganar os eleitores sobre seus verdadeiros projetos para a nação. Dom Aldo Pagotto assevera que “quando a democracia se converte neste tipo de demagogia, para ganhar voto, já é a ditadura que está no horizonte”e que o posição do PT favorável ao aborto não se trata de boataria como afirma o Presidente Lula e tem difundido o deputado eleito Gabriel Chalita.


Aplaudindo a atitude dos bispos de São Paulo que no seu “Apelo aos brasileiros e brasileiras” denunciam as manobras do PT para promover o aborto como aliado de outros organismos internacionais, Dom Aldo Pagotto afirma que os outros bispos no Brasil também já "não podem ficar calados".

"Estamos diante de um partido que está institucionalmente comprometido com a instalação da cultura da morte em nosso país(...) que proíbe seus membros de seguirem suas próprias consciências, que se utiliza calculadamente da mentira para enganar os eleitores sobre seus verdadeiros projetos para a nação".

Dom Aldo afirma que desde a década de 90, a cultura de morte no Brasil vem sendo sistematicamente introduzida no nosso país graças ao financiamento maciço de grandes fundações internacionais que encontraram no PT seu principal aliado. Dom Pagotto afirma no seu vídeo que "desde que chegou ao poder, o Partido dos Trabalhadores assumiu como projeto de governo a completa legalização do aborto no Brasil. O Partido não escondeu a sua agenda, antes, paradoxalmente, passou a negar com insistência o que ele fazia publicamente, mesmo diante de todas as evidencias ao contrário”.

“Ao longo destes anos isto se repetiu várias e várias vezes. Pode-se concluir que para este partido esta atitude pró-aborto não é um mal entendido, não é um equívoco, nem uma fraqueza, nem um vício, nem um erro de percurso mas constitui a própria estratégia para implantar a cultura de morte no Brasil", afirmou o prelado do nordeste brasileiro, ressaltando também que “desde o início do seu mandato, o atual governo considerou a completa legalização do aborto como seu programa de governo”.

Assim a posição do Partido dos Trabalhadores favorável à legalização do aborto no país não se trata de boataria, como afirma a presidência da República e tem difundido o deputado eleito Gabriel Chalita.

Dom Aldo afirma que o governo Lula reconheceu diante da ONU o aborto como “um direito humano”, ao mesmo tempo em que o presidente jurava "pela fé que havia recebido de sua mãe", em carta assinada de próprio punho aos bispos da CNBB reunidos em Itaici no ano de 2005, que ele tivesse “qualquer intenção de legalizar o aborto no país”, encaminhando, em seguida à Câmara dos Deputados um “projeto de Lei que pretendia legalizar o aborto durante todos os nove meses de gravidez, tornando-o completamente livre, por qualquer motivo, desde a concepção até o momento do parto ".

Dom Aldo denunciou que “os fatos desmentiram as palavras do presidente” quando o governo encaminhou à Câmara este projeto.

Fazendo referência às declarações de Dilma Rousseff ao início de sua campanha, nas quais ela afirma que os bispos que a acusam de promover o aborto partem de um pressuposto errado pois nem ela nem o atual governo “jamais teriam sido a favor do aborto”, Dom Aldo recordou que a candidata ignorou que em junho deste ano “o governo brasileiro havia elaborado e promovido em parceria com a ONU a assinatura do chamado Consenso de Brasília, um documento que recomenda a legalização do aborto não somente no Brasil como em toda a América Latina”.

"Não ficamos apenas nisso”, continuou o arcebispo, “nesta primeira semana de outubro, a candidata (que nas últimas semanas tem afirmado ser a favor da vida) acrescentou pertencer a uma família católica e que não apenas é, mas que sempre foi a favor da vida, sem aparentemente importar-se com o fato de que circula livremente na Internet um vídeo no qual, em uma gravação realizada no dia 4 de outubro de 2007, ela mesma declara: "O aborto deve ser descriminalizado. Hoje, no Brasil, constitui um absurdo que o aborto ainda não tenha sido descriminalizado".

“Não posso, como pastor, compactuar com este trabalho de desinformação e de manipulação das consciências", declarou o bispo.

"Nós não estamos entrando em política partidária. Não cabe à Igreja, absolutamente, imiscuir-se nas políticas partidárias, ou indicar ou não indicar partidos ou candidatos. Mas é dever da Igreja e dos pastores alertar sobre o voto que tem as suas conseqüências, formar a consciência cidadã, formar a consciência ética com os princípios e fundamentos humanitários e cristãos", asseverou.

"Quando os representantes do governo se expressam, de caso pensado, desta maneira, não existe mais credibilidade para suas afirmações. A experiência política e a história advertem amplamente que, quando a democracia se converte neste tipo de demagogia, para ganhar voto, já é a ditadura que está no horizonte”, denunciou Dom Aldo. O Arcebispo da capital da Paraíba, em uma das regiões onde o PT mais encontra apoio popular, conclui seu depoimento afirmando que o Evangelho ensina que o nosso falar deve ser "o sim, seja sim; o não, seja não(...). Ficar em cima do muro é péssimo”.



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PT busca afirmar que apoio de Dilma ao aborto é “boataria”

Carnificina é não descriminalizar o aborto, afirmam membros do PT em artigo

Depois de que o próprio Edinho Silva, presidente do PT em São Paulo e um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff, admitiu à Folha de São Paulo que as denúncias contra Erenice Guerra, substituta de Dilma na Casa Civil, e a posição da petista sobre aborto causaram perda de votos especificamente entre o público católico, a candidatura de Dilma ganhou o apoio do deputado “católico” Gabriel Chalita (PSB) quem afirmou recentemente que a posição dela favorável ao aborto é “boataria”. Segundo a Folha o deputado “será uma das armas do PT para avançar entre os religiosos”.

Chalita, conhecido pelo público católico como escritor e apresentador de televisão, foi eleito deputado federal com a segunda maior votação do Estado de São Paulo. Em uma recente entrevista à Folha de São Paulo, Chalita afirmou que “Dilma nunca disse ser a favor do aborto. Ela se posicionou, abordando o tema como uma questão de saúde pública. Eu particularmente sou contra. Mas a questão central nesse caso é a boataria”.

“Essa tentativa de desconstruir pessoas com boatos é muito ruim”, destacou Chalita.

Em entrevista à Rede Record, cadeia pertencente à Igreja Universal do Reino de Deus, meio que apóia o aborto como tema de “responsabilidade social”, Chalita insistiu que “o presidente Lula está há oito anos no poder. A ministra Dilma, ela foi chefe da Casa Civil pela maior parte deste tempo. Se ele quisesse colocar o aborto ele teria já lutado para que isso acontecesse”. Falando ainda do Presidente Lula, Chalita afirmou: “Ele é católico e contra o aborto”.

O que Chalita não disse em sua entrevista é que o Presidente Lula assinou o PNDH-3, o Plano Nacional de Direitos Humanos, entre cujas diretrizes figura a “descriminalização do aborto” e sua categorização como “tema de saúde pública” tornando-o disponível através dos serviços públicos.

Chalita tampouco mencionou o Consenso de Brasília, que foi outra tentativa do governo Lula de mudar a legislação que penaliza o aborto no Brasil e inclusive em outros países da América Latina.

Chalita disse que Dilma afirmou em seu encontro com as lideranças religiosas: “Não vou mandar nenhum projeto pro Congresso mudando a legislação com relação ao aborto no Brasil. Eu não vou implantar o aborto no Brasil”.

Outros meios de imprensa disseram que a petista afirmou que ia deixar o assunto com o Congresso.

A movida do Deputado Chalita está alinhada com a tática do PT, que ao perceber a queda de popularidade de Dilma entre o público religioso, especialmente o público católico, devido ao seu apoio à legalização do aborto no Brasil, busca “avançar entre os religiosos” neste segundo turno.

Sobre o impacto do apoio ao aborto na candidatura de Dilma, Edinho Silva, um dos arquitetos do PT para a campanha presidencial de Rousseff afirmou: “Acho que fez um estrago significativo. Os dois fatores influenciaram a mudança de voto. O Brasil é um país de tradição católica, onde os setores evangélicos crescem muito”. “E chegou, principalmente por meio do catolicismo, nos setores médios”.

“Então, a boataria pegou duas pontas: o eleitor que estava se aproximando de nós e o eleitor que já era nosso”, afirmou Edinho.

O apoio de Rousseff ao aborto, como vem sendo amplamente denunciado por grupos pró-vida, não é nenhum boato.

Em duas ocasiões, em 2007 à Folha e em 2009 à Revista Marie Claire (meio notavelmente pró-aborto), a candidata apoiou abertamente a despenalização do aborto dizendo que achava “um absurdo” que o aborto fosse um crime perante a legislação brasileira. Dilma, que se diz católica e pessoalmente contrária a esta prática anti-vida, afirmou no debate da UOL:

“Eu, pessoalmente, não sou a favor do aborto, agora, acho que o Brasil tem de ter uma política de saúde pública que permita à mulher ser protegida e ao seu filho, no caso dela recorrer ao aborto”.

Criticando a postura contrária à legalização do aborto do candidato José Serra que afirmou que legalizar o aborto liberaria a “carnificina” no Brasil, membros do PT publicaram recentemente um artigo intitulado “Carnificina é não descriminalizar o aborto: um direito da mulher, um dever do estado”, onde deixam claro o parecer do partido favorável ao assassinato de crianças no ventre supostamente para prevenir a mortalidade “milhares de mulheres, que a cada dia, colocam suas vidas e sua saúde em risco, especialmente as pobres”.

Em um recente vídeo o “Padre Pela Vida”, o sacerdote Berardo Graz, coordenador da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, desmente estes números inflados que o PT cita em seu artigo afirmando que o aborto é o último dos fatores da lista de causas de mortalidade feminina no Brasil, e assegura que o número de mulheres que morrem por aborto provocado no país “não chega a cem”.

Para ver um vídeo que deixa claro a posição da candidata do PT em relação ao aborto, recomendamos o seguinte vídeo:


Para ver o anúncio da Rede Record tratando o aborto como “responsabilidade social”, assista:


Fonte: Aci digital

Desespero total


Nosso presidente caiu num desespero tão grande, ao ponto de ameaçar rever acordos diplomáticos. Nem mesmo Getúlio Vargas fez tal despautério.O governo Lula entrou em desespero, uma coisa realmente impressionante.Com medo de perder votos para a candidata à presidência, Lula afirma que Dilma, do PT, agora se diz contrária ao aborto. Digo que isto é um plano para ganha de votos muito baixo, que chega a me dar nojo.

Vejo padres, amigos, conhecidos e quem sabe até parentes, que votaram no PT e irão votar de novo.Segundo o Padre José Augusto as pessoas que votaram no PT, e principalmente na Dilma Rousseff, estão automaticamente excomungadas.Como será se até padres votaram no PT, se agora estão excomungados?Poderão os mesmos celebrar a Santa Missa?

É bom ressaltar que até bispos se pronunciaram perante o Governo Lula e contra a sua candidata, a senhora Dilma Rousseff.

Não consigo entender, como um governo pode visar a matança de crianças, o casamento de pessoas do mesmo sexo, um projeto de direitos humanos que não é humano, é um projeto para animais, feito por uma pessoa que não sabe o que é a dignidade da pessoa humana, um governo que quer aprovar a falta de liberdade religiosa e de imprensa.Sem Deus não podemos existir, sem a imprensa não podemos falar.O Brasil poderá se tornar uma Venezuela ou até uma Cuba, os atrasos socialistas arruinarão o Brasil.

Os rumos da Nação Brasileira dependem do seu voto, lembre-se disso.

Um fato que também deve ser combatido é o antropocentrismo proposto por partidos socialistas, lembro a gora das palavras do Pe.José Augusto:"Querem tirar Deus da nossa Vida".Você deixará que tirem Deus de sua vida?Você deixará que o governo lhe deixe mudo?Então, vote pelos seus direitos e os direitos de Deus.

Segue agora a notícia sobre a revisão do Governo Lula, para com o Acordo Brasil-Santa Sé.

A agência italiana ANSA informou que o secretário pessoal do Presidente Luiz Lula Da Silva, Gilberto Carvalho, disse à cúpula da Igreja que se continuarem os questionamentos contra a candidata Dilma Rousseff –devido à sua postura favorável ao aborto– poderia ser revisado o acordo assinado com o Vaticano.


ANSA, que recolhe uma notícia do jornal Valor Econômico, assinalou que Carvalho se reuniu com membros da Conferência Nacional de Bispos do Brasil e comunicou que o governo pode voltar a discutir o acordo que contempla o apoio a escolas católicas e outros benefícios.


Lula revisaria o acordo assinado por Lula e o Papa Bento XVI em 2007 no Brasil, e ratificado em 2009 no Vaticano, depois do qual foi aprovado pelo Congresso, onde foi questionado por congressistas evangélicos.(Aci digital)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dilma e sua coligação pedem direito de resposta contra TV Canção Nova.

Por meio de representação direcionada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a coligação “Para o Brasil seguir mudando” e sua candidata à Presidência da República, Dilma Roussef, solicitaram direito de resposta contra a TV Canção Nova, no tempo de 15 minutos, em horário matutino. Isso porque na manhã da terça-feira, dia 5, a emissora teria exibido, ao vivo, a realização de uma homilia na qual um padre pediu aos fiéis que não votem na candidata Dilma no segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo a representação, em toda a homilia transmitida pela TV Canção Nova, o religioso emitiu opiniões ofensivas à candidata e ao Partido dos Trabalhadores, com afirmações falsas de caráter difamatório e injurioso. “Dentre outras afirmações falsas e ofensivas, de cunho difamatório e calunioso, o referido padre afirma que o PT é a favor da interrupção de gestações indesejadas”, esclarece.

Sustenta que a emissora não se limitou a emitir opinião contrária à coligação e à candidata, mas fez graves ofensas à honra e à reputação, “a ensejar a concessão de direito de resposta”. Entre as supostas acusações estão a de que: o país piorará se o PT e sua candidata ganharem as eleições; o partido defende a prática de aborto; a candidata e o PT pretendem aprovar leis que cerceiem as liberdades de imprensa e religiosa; ambos pretendem aprovar a celebração de casamento entre homossexuais; eles têm a intenção de transformar a nação brasileira em nação comunista com terrorista.

Em todas elas, conforme a representação, o religioso afirma que poderia ser morto ou preso em virtude de suas afirmações, “em clara sugestão caluniosa de que o PT poderia praticar algum crime contra a sua integridade física”.

Fundamentação

A coligação e sua candidata destacam que o artigo 45, da Lei 9504/97, em seus incisos III e IV, estabelece que, a partir de 1º de julho do ano da eleição, é expressamente vedado às emissoras de televisão veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação, a seus órgãos ou representantes, bem como dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação.

“É cediço que as emissoras de rádio e televisão devem conferir tratamento equânime às candidaturas, com vistas a respeitar o equilíbrio do pleito eleitoral e o princípio da paridade de armas”, dizem, ressaltando que a veiculação da referida homilia privilegiou a candidatura adversária. “Por esta razão, a Lei das Eleições, em seu artigo 45, incisos III e IV, proíbe que as emissoras de televisão, por concessão pública, confiram tratamento desfavorável a determinado candidato, partido ou coligação”, completaram.

Ao sustentarem que a TV Canção Nova difundiu afirmações difamatórias e caluniosas em relação aos representantes “conferindo-lhe tratamento desfavorável em relação a outra candidatura, em evidente desequilíbrio do pleito eleitoral”, solicitam a concessão do direito de resposta, assegurado aos ofendidos pela da Lei das Eleições (artigo 58, caput, parágrafo 1º, inciso II).

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Fonte: Fratres in Unum

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O PT deixou claro que é a favor da legalização do aborto e não concordo, afirma deputado punido por defender a vida

“Eu me sinto honrado por ter sido suspenso pelo PT por ter defendido a vida”, afirma

Em uma recente entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo, o deputado federal Luiz Bassuma que teve suspensos seus direitos partidários dentro do PT pelo prazo de um ano por decisão unânime da direção nacional do partido por ser contrário à legalização do aborto. Na sua entrevista, falando sobre a perda de votos que teve Dilma devido ao seu apoio à legalização do aborto, Luiz Bassuma critica o que considera suposta “mudança de opinião” da petista em relação ao assunto.


Na entrevista, o Estadão pergunta a avaliação do Deputado sobre os recentes esforços do PT para dizer que o partido, e sua candidata Dilma Rousseff, não defendem a legalização desta prática anti-natal, à qual o político punido por suas posições pró-vida respondeu: “Ninguém pode apagar a história. Fui punido com um ano de suspensão pelo PT apenas por querer continuar a favor de uma ideia que sempre defendi. Não queria que ninguém pensasse igual a mim. Só queria que o partido respeitasse meu direito de ter opinião diferente”.

“Cumpri quatro mandatos pelo PT e um dos motivos que me fizeram ser filiado ao partido era justamente o artigo interno que permitia aos integrantes terem direito à liberdade de opinião, de religião, de pensamento. Comigo não valeu”, asseverou o político ao Estado de São Paulo.

Ao ser perguntado se há setores do partido que realmente são contra o aborto, Bassuma afirmou:

“É possível. Mas fui punido quase por unanimidade pela direção do partido por ser contra a proposta. Dilma era a ministra chefe da Casa Civil na ocasião. Durante a análise do meu caso, o PT deixou claro que é a favor da legalização e não concordo”.

Falando sobre a suposta mudança de opinião da candidata Dilma Rousseff, que tem negado publicamente ser a favor do aborto o deputado declarou:

“Acho que eles têm de assumir a verdade e dizer o que pensam sobre o assunto. Vai piorar a situação dela se mentir sobre o aborto por questões eleitoreiras. Vai ser um tiro no próprio pé. Na minha opinião, ela é materialista. O presidente Lula não. Todo mundo sabe que ele realmente tem uma posição diferente. Ele sempre disse que era contra o aborto”.

“Eu me sinto honrado por ter sido suspenso pelo PT por ter defendido a vida. Essa é a bandeira da minha vida. Minha principal causa política. E o PT não respeitou esse meu direito. Envergonhado eu estaria se tivesse defendido o mensalão. Eu acho que o aborto significa matar uma vida”, concluiu Luiz Bassuma.

O Deputado punido pelo Partido dos Trabalhadores preferiu pedir sua desfiliação do PT, entrando no PV de Marina Silva, e agora disputa o governo da Bahia por este partido.

Fonte: Aci digital
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