sexta-feira, 5 de julho de 2013

Carta Encíclica LUMEN FIDEI do Sumo Pontífice Francisco sobre a FÉ



CARTA ENCÍCLICA

LUMEN FIDEI

DO SUMO PONTÍFICE

FRANCISCO

AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS

SOBRE A FÉ

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Bento XVI prepara nova encíclica sobre a Fé

O Secretário de estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, afirmou no dia 02 de agosto que o Papa Bento XVI prepara uma nova encíclica sobre a Fé, como "um grande presente pelo Ano da Fé".

Ao celebrar a Missa na Igreja Paroquial de Introd, no Vale d’Aosta (Itália), onde passa uns dias de repouso, o Cardeal Bertone comunicou aos assistentes que "o Santo Padre já concluiu o terceiro volume de sua trilogia sobre a vida de Jesus, que consistirá em um manuscrito dedicado a Jesus de Nazaret", e "depois, possivelmente também tenha lugar uma encíclica".

A encíclica do Papa apareceria no contexto do Ano da Fé, estabelecido pelo Pontífice para ser celebrado de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013, comemorando os 50 anos do início do Concílio Vaticano II e os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

Depois de escrever sobre a caridade e a esperança, uma encíclica dedicada à fé completaria as cartas que o Santo Padre dedicou às outras duas virtudes teologais: Deus caritas est (Deus é amor), de 25 de dezembro de 2005; Spe salvi (Salvos na esperança), de 2007, e Caritas in veritate (Caridade na verdade) de 2009.

Em sua homilia, o Cardeal Tarcisio Bertone assinalou, que o ministério do Papa significa "cuidar de outros, defender os mais fracos, os necessitado, e à imagem e semelhança do bom pastor, fazer resplandecer a realeza de Cristo".

ACI Digital

terça-feira, 19 de junho de 2012

Mons. Bux – Espero que o Papa escreva uma encíclica sobre a liturgia

Cidade do Vaticano (TMNews) – “Minha esperança é que o Papa escreva uma encíclica sobre a liturgia, a partir da fé, e que os cardeais, bispos e sacerdotes, desenvolvamos mais esse tema”. Assim declarou aos microfones da Rádio Vaticano o Mons. Nicola Bux, professor da Faculdade de Teologia de Puglia e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé e para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.

“O que aconteceu, e que o Papa denúncia de algum modo – afirma Bux – é exatamente o que os Padres Conciliares não queriam. Muitos entenderam a reforma como uma revolução e colocaram o homem no centro, com sua vontade inquebrantável de protagonismo, no lugar de Deus. Eliminamos do centro [do altar] o Santíssimo Sacramento para abrir espaço para nossos clérigos, num momento em que – como se vê na crônica – faríamos bem em estar de um lado, como ministros. Não lamentemos depois a decadência da ética, inclusive na Igreja. Como nos recordou Bento XVI, com uma forte expressão, “a crise da Igreja nasce justamente de uma crise da liturgia”.

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Visto em: Secretum Meum Mihi / Juventutem Argentinae
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