terça-feira, 22 de julho de 2014

Cardeal Cañizares: Summorum Pontificum estabelece igualdade de condições entre as formas do Rito Romano.

PREFÁCIO DO CARDEAL CAÑIZARES À TESE DE DOUTORADO DO PADRE ALBERTO SORIA JIMÉNEZ, O.S.B.
Estamos diante de um trabalho que aborda, em termos científicos, um tema que nos últimos anos tem sido objeto de controvérsias acirradas. Todavia, desde o início duas características de sua obra devem ser levadas em consideração: seu caráter acadêmico e a pertença do autor a uma comunidade fiel aos grandes princípios da liturgia, mas na qual a forma extraordinária do Rito Romano não é celebrada. Isso lhe permitiu observar a situação de fora”,tornando possível a grande objetividade refletida em sua pesquisa.
A concepção, claramente presente tanto no motu proprio como nos documentos relacionados, de que a liturgia herdada é uma riqueza a ser preservada deve ser entendida no espírito do movimento litúrgico na linha de Romano Guardini, a qual Bento XVI deve tanto de sua relação pessoal com a liturgia desde sua juventude. A história detalhada e documentada do processo, desde seu início nos anos 70 até os dias de hoje, que o autor dessa obra nos apresenta, mostra como essa legislação não foi um resultado momentâneo de pressão, nem uma reflexão da opinião pessoal e isolada do Papa, mas que outras pessoas haviam desejado por muito tempo uma solução semelhante. Esses critérios do jovem padre Joseph Ratzinger foram consolidados e purificados ao longo dos anos, e foram assumidos por João Paulo II, que havia considerado a possibilidade de oferecer uma legislação apropriada.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O AVESSO DA MISSA

O bispo, preocupado com as missas da diocese, convocara os principais cantores e ele mesmo na manhã de sábado deixara claro que esperava que no Ato Penitencial, no canto à Glória de Deus, no Santo e no Cordeiro de Deus fossem escolhidas canções que o povo cantasse junto.
Nada de solos. Que os cantos não fossem compridos demais. Que não se cantasse na hora do abraço da paz. Que houvesse respeito ao silêncio da ação de graças e que os músicos não tocassem naqueles três minutos de oração silenciosa. Sobretudo que não houvesse canções em tom que o povo não alcança
No dia seguinte, a cantora de voz maravilhosa que não fora ao encontro fez o avesso de tudo. Tocou e cantou tudo em tom operístico, cantou no abraço da paz e não respeitou o silêncio enfiando pelos ouvidos do povo a sua mais recente exibição, uma linda canção que nada tinha a ver com aquela parte da missa. Foi uma crise de queda de ministério quando o pároco pediu a ela que seguisse as normas dada pelo bispo. Ali mesmo e voz alta de generala, ela pediu demissão, desafiando o padre a encontrar alguém que soubesse música como ela e seus três acompanhantes… Por três semanas o padre presidiu as missas sem canção alguma, até que o pároco da cidade vizinha ofereceu um de seus grupos que cantava e tocava de acordo com liturgia.
Quem viaja há mais de 40 anos a serviço da catequese e assiste ou participa de missas no Brasil e no mundo não pode deixar de perceber a boa e a má qualidade das celebrações, por conta do presidente da assembléia, do pregador e dos músicos e cantores. Há os ótimos, os bons e os intragáveis. Não sejamos negativos. Os ótimos e os bons, felizmente são muitos. Dá gosto ouvir alguns sacerdotes a explicar a missa daquele dia. Dá gosto ouvir o coral e os músicos em algumas paróquias.
Mas o inverso da missa também existe. Percebe-se em alguns casos que nem o padre, nem cantores, nem músicos levam a sério as instruções da Igreja sobre o seu papel na celebração que não é deles e, sim, da Igreja. O povo fica por amor a Jesus Cristo. Se fosse um teatro pago esvaziaria o lugar, em protesto pelo que tem de ouvir á sua frente: pregador repetitivo que nunca se fundamenta e cantores que não ensaiam.
Os biógrafos de São Pio X registram o que ele já percebera nos inícios de 1900 a respeito da missa dos católicos. O papa autor do Motu Próprio, preocupado com a liturgia e sua dignidade via o que hoje ainda vemos: às vezes os cantores extrapolam, improvisam a missa cinco minutos antes do canto de entrada, e, seja por desconhecimento das normas, seja por desprezo das mesmas, inverte a missa: canta-se mais do que se fala e canta-se diante do povo, mas não com o povo. Somados os minutos, a missa cheia de canções compridas com refrões cansativamente repetidos, dá 40 minutos de música e 30 de fala… O templo vira anfiteatro, o altar vira palco, e a missa vira opereta. Escolhem-se canções que só o solista consegue executar. Assim, ele ou ela aparece com sua linda voz em mais uma brilhante exibição de talento para Jesus e para a assembléia. Falta penas a claque com a tabuleta escrita: “aplausos”…
Na biografia de São Pio X que governou a Igreja por 9 anos, se lê que dos pregadores ele esperava que não pregassem o enrolez, isto é, não fossem engroladores de oremus, mas preparassem os sermões e pregassem de verdade; não fossem peudo-Bossuet, imitadores de linguagens, com sermões calcados em frases óbvias, daqueles que se tira da estante sem nenhum cuidado de estudar o texto do dia. Dos cantores ele pedia mais dignidade ao cantar nas missas. Era melhor regressar ao canto gregoriano do que cantar árias de óperas na Igreja. Fugissem de cantos água com açúcar. As canções tivessem conteúdo teológico sólido e as melodias fossem adequadas a uma celebração.
Um século depois em algumas paróquias nada mudou. Não esquecendo os elogios a comunidades onde a missa é levada a sério e ninguém aparece demais, não há como silenciar diante das missas estruturadas para revelar padres e cantores televisivos. Fogem ao conceito de Celebração Eucarística. Em missas televisionadas a discrepância é ainda maior porque os câmeras, despreparados para a fé católica teimam em salientar detalhes que nada têm a ver com a celebração; gastam 70% do tempo mirando o padre, como se a missa fosse ele ou dele. Se o Cristo aparecesse em pessoa provavelmente continuariam mirando o padre, tal a força e o charme do mais novo celebrante televisivo da região. Exageros à parte reflitamos sobre a missa como ato da assembléia e não de uma ou duas pessoas.
As normas existem há séculos. Com o advento da Internet e da Televisão a missa tornou-se cada dia mais virtual. A figura do celebrante ganhou closes e relevância. Alguns não resistiram ao protagonismo e passaram a celebrar mais para as câmeras do que para os presentes, desfilando garbosos, para cá e para lá, suas vestes multicoloridas como o manto de José do Egito. Esqueceram o detalhe de que apenas presidem a assembléia e de que não estréiam mais um espetáculo de luz e de som.
A dignidade da função não permite ao presidente da assembléia que extrapole em funções que não são suas, tanto quanto não permite ao cantor que dê seu show de talento. O padre que pega do violão na ação de graças e canta sua mais nova canção procure uma boa explicação para aquele gesto, porque uma ou duas vezes em festas especiais passam, mas três vezes por mês é excesso… E aquele que insiste em improvisar a melodia do prefácio, pagando um enorme mico porque criar melodia não é dom para qualquer um, tome lições de canto. Os músicos presentes saem todos rindo do padre que começou cheio de si e acabou causando dó…

Que se reveja tudo isso! Falar, a Igreja fala, mas ouvir, nem todos ouvem! Com isso, sofre o povo que merecia sermões bem fundamentados e canções que sustentam o texto daquele dia. Quem sabe, um dia, as missas em todas as paróquias cheguem ao que os documentos da Igreja propõem que sejam…A Igreja muda devagar, mas muda!
Pe. Zezinho scj

Fonte: http://www.padrezezinhoscj.com/wallwp/artigos_padre_zezinho/pastoral/o-avesso-da-missa

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Padre oferece resgate à vítima de acidente e desaparece misteriosamente.


Um fato particularmente notável tomou as manchetes do mundo na última semana. Após um forte acidente envolvendo uma garota de 19 anos, em Missouri, nos Estados Unidos, a aparição de um sacerdote misterioso impressionou os serviços de emergência e as autoridades locais. O padre prestou ajuda à jovem Katie Lentz, que estava presa nas ferragens do carro acidentado, ministrou-lhe a unção dos enfermos e desapareceu sem deixar vestígios. Das mais de 80 fotos tiradas do acidente, nenhuma captou sequer uma imagem do padre – ainda que inúmeras testemunhas tenham confirmado a sua presença no local.
O acidente aconteceu no domingo, dia 4 de agosto, pela manhã, quando Katie Lentz saiu da casa de seus pais para ir à igreja com alguns amigos. A Mercedes que ela dirigia bateu com outro veículo e a jovem ficou presa às ferragens do carro. Depois de quase 45 minutos tentando tirá-la do carro, sem sucesso, o chefe do corpo de bombeiros, Raymond Reed, "estava preocupado porque se via sem opções", conta o policial Richard Adair, um dos primeiros a chegar ao local. "Suas ferramentas não estavam funcionando e, até aquele momento, já havia passado quase uma hora, e ele disse: eu não sei como vamos tirá-la".
Neste momento, Katie Lentz perguntou se alguém podia rezar com ela. E, então, uma voz disse: "Eu rezo". Era um homem de uns cinquenta anos, de cabelos brancos e vestido como sacerdote. O chefe do corpo de bombeiros afirma que ficou surpreso com a aparição, porque a estrada estava interditada em torno de 3 a 5 quilômetros e ninguém o havia visto chegar.
"Ele veio e pediu para dar a unção à garota no carro", conta Richard Adair. "Meu primeiro pensamento foi que isso possivelmente passaria uma mensagem errada a Katie, a de que talvez nós tivéssemos chamado um padre e pensado que ela não conseguiria sair dessa. Então, eu voltei, conversei com o padre e disse que estávamos preocupados que ela pensasse que tínhamos perdido as esperanças. Ele disse: 'Eu só quero dar-lhe a unção', e, então, nós deixamos que ele entrasse em cena."

 
Padre Patrick Dowling
 
Testemunhas contam que ele ungiu Katie e a equipe de resgate com óleo, rezou com elas e pediu que ficassem calmas. Imediatamente, como relatou um dos membros da equipe, uma sensação de paz tomou o local. Naquele momento, o corpo de bombeiros usou um novo equipamento e conseguiu libertar a jovem estudante. Depois disso, ninguém mais viu o sacerdote. "Nós todos voltamos para agradecer este sacerdote e ele se foi", contou o chefe do corpo de resgate, Raymond Reed. "Eu tenho 69 fotografias que foram tiradas minutos depois que o acidente aconteceu – transeuntes, a retirada do carro, a limpeza do local – e ele não está em nenhuma delas".
O chefe de polícia da localidade afirma que o acidente foi "o mais aterrorizante" dos que já viu com sobreviventes, em seus 27 anos de serviço. "Eu não saberia dizer se era um anjo enviado a nós na forma de um sacerdote ou um sacerdote que se tornou nosso anjo", disse o comandante do corpo de bombeiros. "Foi um milagre", garantiu.
A princípio, após os testemunhos e descrições das pessoas que estavam no local, alguns chegaram a conjecturar que aquela teria sido uma intervenção do padroeiro dos párocos, o sacerdote francês São João Maria Vianney, que viveu na França, no século XIX. Além dos traços semelhantes com o santo de Ars, o acidente aconteceu em 4 de agosto, dia em que é celebrada a sua memória.
Hoje, porém, a Diocese de Jefferson City emitiu uma nota, reconhecendo o sacerdote misterioso: tratava-se do padre Patrick Dowling. Ele disse que "ficou feliz por poder ajudar exercendo seu ministério" e que "era apenas um dos muitos que acudiram para assistir a vítima no acidente". Assistência providencial e emblemática: um auxílio do alto no dia dedicado aos sacerdotes, mostrando a importância dos sacramentos e do ministério sacerdotal na vida das pessoas. A jovem Katie Lentz continua se recuperando, ainda que com lesões no fígado, no baço, no pulmão e várias fraturas por todo o corpo.


Fonte: Site Christo Nihil Praeponere

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Ter o Papa Francisco como confessor "é experimentar o abraço de Deus"



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ROMA, 16 Mai. 13 / 11:13 am (ACI/EWTN Noticias).- O Padre Guillermo Ortiz é o responsável pelos programas em espanhol da Rádio Vaticano, nasceu em Córdoba, Argentina, e foi filho espiritual do Papa Francisco por muitos anos. Recebeu o Sacramento da Penitência das mãos do Pontífice em várias ocasiões, e assegura que confessar-se com ele "é experimentar a misericórdia de Deus".

Em uma entrevista concedida em Roma ao Grupo ACI, o Pe. Ortiz disse que confessar-se com o Papa "é experimentar a misericórdia de Deus, o abraço de Deus, o perdão que realmente nos ajuda a estar mais perto de Deus".

O Pe. Ortiz conhece o papa Francisco desde 1977. Nesse então, o sacerdote Jorge María Bergoglio, era o superior provincial da Companhia de Jesus na Argentina. Ele foi quem deu ao Pe. Ortiz a permissão para formar parte dos jesuítas.

Em 1978 o Padre Bergoglio passou a ser o Reitor do Colégio Máximo dos jesuítas, converteu-se em seu formador, e mais tarde se converteu no pároco da igreja onde o Pe. Ortiz se formou como sacerdote e viveu o noviciado.

"Essa foi outra graça de Deus muito grande… tê-lo, então, como formador e como diretor espiritual, como confessor várias vezes, como pároco foi uma experiência muito linda", assegurou.

O Pe. Ortiz conta que quando o Cardeal Bergoglio foi eleito como Pontífice no dia 13 de abril deste ano, quase não podia acreditar: "Eu tinha que fazer a crônica do momento, estava na Praça de São Pedro, vi a fumaça branca sair pela chaminé do Vaticano e corri ao estudio. Quando vi aparecer ao Cardeal Bergoglio me bloqueei, não podia mais pensar… e até o dia de hoje me emociona, porque é uma pessoa que faz me sentir Jesus, que transparece Jesus, e que necessitamos como Papa neste momento", assinalou.

"Tinha falado com ele no sábado anterior porque queria cumprimentá-lo e fiquei muito impressionado, com a sua palavra, com o seu humor, sua serenidade, sua perseverança no ânimo… Eu não pensava que ele fosse ser eleito porque se falava de alguém mais jovem, mas de qualquer maneira sempre foi o candidato do meu coração".

O sacerdote jesuíta explica que para a Rádio Vaticano, mais conhecida como "a rádio do Papa", "é muito curioso e especial ter um Papa jesuíta".

Desde ano 1931, a Companhia de Jesus dirigiu a rádio, e agora "o Papa é jesuíta", assim "é mais fácil compreender o que faz e o que diz, porque nós já sabemos que está impregnado da cristandade da Companhia de Jesus. É muito lindo, porque ao final, de algum jeito, o trabalho que fazemos fica emfamília", concluiu.

Até o momento o Pe. Ortiz manteve vários encontros com o Papa depois de sua eleição, a primeira ocasião foi durante o encontro que o pontífice quis ter com milhares de jornalistas que foram a Roma para cobrir o Conclave.

sábado, 2 de março de 2013

Pe. Zuhlsdorf: O resgate da liturgia solene


Entrevista com o Padre John Zuhlsdorf
Por Marcio Antonio Campos
Fonte: Gazeta do Povo, Curitiba
Para restaurar a sacralidade da missa, desfigurada por invenções locais alheias ao senso litúrgico da Igreja, Bento XVI resolveu, em 2007, liberar a celebração da missa tridentina, que era a norma na Igreja até 1969. Essa é a avaliação de um dos principais blogueiros de liturgia do mundo, o padre americano John Zuhlsdorf. Ele discorda da avaliação de muitos especialistas, para os quais a liberação da missa tridentina seria meramente um gesto de boa vontade para buscar o fim do cisma dos tradicionalistas da Sociedade São Pio X. Zuhlsdorf, que mantém o blog What does the prayer really say? (www.wdtprs.com), concedeu entrevista por e-mail à Gazeta do Povo.
 
Qual o papel da liturgia para Bento XVI?
O culto a Deus pela liturgia sempre foi central em seu pensamento. Ele escreveu muito sobre o tema.
 
Ratzinger liga a crise da Igreja à crise da liturgia. Como elas se relacionam?
Deus está no topo da hierarquia dos nossos afetos. Se nossa relação com Deus está distorcida, defeituosa ou inadequada, todos os nossos relacionamentos serão distorcidos, defeituosos ou inadequados. Se nosso culto a Deus não é adequado ou agradável a Ele, enfraquecemos todos os outros aspectos de nossa vida. Nenhuma esfera da vida da Igreja pode estar bem se o culto litúrgico da Igreja não estiver saudável. Isso significa que precisamos rezar e adorar a Deus, como Igreja, da maneira como a própria Igreja determina que devemos fazê-lo. E precisamos manter uma continuidade com a forma como a Igreja sempre rezou. Essa continuidade é quebrada quando decidimos fazer as coisas de acordo com nossos próprios critérios, alterando incorretamente o modo de adorar e rezar. Assim fazemos mal a nós e a todos, porque estamos nisso juntos.

Quais as principais contribuições de Bento XVI para a liturgia?
Sua principal contribuição para o Novus Ordo (a missa celebrada atualmente) é, acima de tudo, a permissão para a celebração da missa tridentina na forma antiga, com o “motu proprio” Summorum pontificum. Parece paradoxal, mas não é. A celebração da forma mais tradicional lado a lado com o Novus Ordo cria uma atração gravitacional sobre como a forma nova é celebrada, no sentido de haver maior solenidade. O uso da missa tradicional, que está crescendo, ajudará a“curar” o culto e direcioná-lo para a continuidade com a herança católica e com o modo como a Igreja quer que celebremos.
 
A missa tridentina ganhou força com Bento XVI, mas ainda está disponível para uma minoria bem restrita. Ela permanecerá assim?
Pequenas minorias podem fazer coisas grandiosas. Além disso, o número de pessoas que frequentam a missa tradicional cresce lentamente, mas de forma consistente. Pelo menos nos Estados Uni­­dos, jovens padres e seminaristas vêm se interessando pela missa tridentina. À medida que eles vão assumindo paróquias, veremos um aumento no interesse por parte dos fiéis também.

Bento XVI também usou as missas papais para mandar mensagens sobre a maneira como ele quer ver a missa ser celebrada…
Sim, é importante a ação humilde, mas clara, do papa. Ele ensina pelo exemplo e pelo convite, em vez da imposição. Ele vem tentando trazer a Igreja de volta ao culto ad orientem (voltado para o oriente), e por isso pede que os altares tenham o crucifixo no centro, mesmo quando o padre está de frente para os fiéis. É um arranjo provisório na direção de colocar padre e fiéis juntos, voltados para a mesma direção, para o crucifixo, para o “oriente litúrgico”.Esta é a melhor forma de expressar nossa esperança e anseio pelo Senhor. O papa também vem promovendo a comunhão de joelhos e diretamente na boca, que é a forma adequada de nos aproximarmos do Senhor Eucarístico. Esses são os exemplos mais importantes.
 
Qual o papel do monsenhor Guido Marini, mestre de cerimônias pontifícias, nesse processo?
O monsenhor Marini entende muito bem a visão que o Santo Padre tem do culto litúrgico, e trabalhou para implementá-la. Ele tem feito um ótimo trabalho e espero que o próximo papa o mantenha no cargo.

Por que demora tanto para as mudanças e sugestões do papa serem aceitas nas dioceses e paróquias?
Porque é muito mais fácil demolir um prédio que construí-lo. Mas a geração dos que foram animados pelo chamado “espírito do Vaticano II”, oposto aos seus documentos, está passando. Uma nova geração está assumindo posições de liderança e não tem a bagagem desse entendimento torto do Concílio, o que Bento XVI chamou de “hermenêutica da ruptura”. A nova geração quer a continuidade e está bem aberta ao que o papa vem fazendo.
 
Visto em: Da Mihi Animas

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Trechos do discurso de Bento XVI aos párocos de Roma - 14/02/13

 
 
É para mim uma graça particular da Providência que, antes de deixar o ministério petrino, possa ver ainda o meu clero, o clero de Roma. É sempre uma grande alegria ver como a Igreja vive, como em Roma a Igreja está viva: são pastores que no espírito do Pastor supremo, guiam o Rebanho do Senhor. É um clero realmente católico, universal e isto responde à essência da Igreja de Roma em si, levar à universalidade, a catolicidade de todos os povos, de todas as raças, de todas as culturas. Ao mesmo tempo estou muito grato ao cardeal vigário que ajuda a despertar, a encontrar as vocações na própria Roma, porque se Roma por um lado deve ser a cidade da universalidade, deve ser também uma cidade com uma própria força, fé robusta, a partir da qual nascem vocações. E estou convicto de que com a ajuda do Senhor podemos encontrar as vocações que Ele próprio nos dá, guiá-las, ajudá-las a amadurecer e assim servir para o trabalho na vinha do Senhor.

Hoje, vós confessastes diante do Túmulo de São Pedro, o Credo: no Ano da Fé, parece-me um ato muito oportuno, necessário, talvez, que o clero de Roma se reúna no Túmulo do Apóstolo ao qual o Senhor disse: "A ti confio a minha Igreja. Sobre ti edificarei a minha Igreja". Diante do Senhor, junto com Pedro, vós confesseis: “Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo”. Assim cresce a Igreja: junto com Pedro, confessar Cristo, seguir Cristo. E façamos isso, sempre. Eu sou muito grato pela vossa oração que senti – como disse na quarta-feira – quase fisicamente. Mesmo se me retiro agora, em oração estou sempre próximo a todos vós e tenho certeza de que também todos vós sois próximos a mim, mesmo que para o mundo eu permaneça escondido.

Por hoje, segundo as minhas condições e idade, não pude preparar um grande e verdadeiro discurso, como se poderia esperar; mas antes de tudo penso em uma pequena conversa sobre o Concílio Vaticano II, como eu o vi.

Eu tinha sido nomeado em 1959 como professor da Universidade de Bonn, onde estudam os estudantes, os seminaristas da diocese de Colônia e de outras dioceses vizinhas. Assim, estive em contato com o Cardeal de Colônia, o Cardeal Frings. O Cardeal Siri, de Gênova, - parece-me que em 1961 – tinha organizado uma série de conferências, com diversos cardeais europeus, sobre o Concílio e tinha convidado também o arcebispo de Colônia para realizar uma conferência, com o título: “O Concílio e o mundo do pensamento moderno”. O cardeal convidou-me – o mais jovem dos professores – a escrever-lhe um projeto; o projeto lhe agradou e propôs ao povo, a Gênova, este texto, como eu o tinha escrito.
 
Pouco depois, Papa João o convida a vir e ele estava cheio de temor de ter dito talvez qualquer coisa de errado, de falso e teria uma reprovação, talvez também para tirar-lhe o título... (os párocos riem). Sim ...quando o seu secretário o vestiu para a audiência, disse: "Talvez agora abrigue pela última vez este material"... (os párocos riem). Depois, entrou. Papa João vai ao seu encontro, abraça-o e diz: "Obrigado, eminência, dissestes o que eu queria dizer, mas não tinha encontrado as palavras"... (os párocos riem, aplaudem). Assim, o cardeal sabia que estava no caminho certo, e convidou-me a ir com ele ao Concílio, antes como seu assessor pessoal, depois – ao longo do primeiro período, talvez em novembro de 1962 – fui nomeado também perito oficial do Concílio.

Então, nós fomos ao Concílio não só com alegria, mas com entusiasmo. Era uma expectativa incrível. Esperávamos que tudo se renovasse, verdadeiramente que viesse um novo Pentecostes, uma nova era da Igreja, porque a Igreja estava ainda bastante robusta, naquele tempo: a práxi dominical ainda boa, também as vocações ao sacerdócio e à vida religiosa estavam já um pouco reduzidas, mas ainda suficientes. Todavia, se sentia que a Igreja não estava seguindo em frente, mas estava reduzindo, parecia uma realidade do passado e não a condutora do futuro. E agora, esperávamos que esta relação se renovasse, fosse mudada, que a Igreja fosse de novo a força do amanhã e a força do hoje.
 
O Papa recordou ainda como a visão que se tinha era de "que a relação entre a Igreja e o período moderno do início era um pouco contrastante", começando com o erro no caso de Galileu, "e se pensava em corrigir este início errado" e em encontrar uma nova relação entre a Igreja e as forças melhores do mundo, "para abrir o futuro da humanidade, para abrir o verdadeiro progresso".

O Papa recorda: "estávamos cheios de esperança, de entusiasmo e também de vontade. Recordo-me – disse – que como modelo negativo era considerado o Sìnodo romano" - onde – se diz – que teria lido textos já preparados, e os membros do Sínodo teriam simplesmente aprovado e assim se teria realizado o Sínodo. Os bispos concordaram que não fariam assim enquanto eles próprios fossem sujeitos do Concílio. Assim – prosseguiu – até o cardeal Frings, que era famoso pela fidelidade absoluta, quase escrupulosa, ao Santo Padre, disse que o Papa convocou os bispos no Concílio ecumênico como um sujeito que renova a Igreja.

Bento XVI recordou que "o primeiro momento no qual se mostrou esta atitude, foi logo no primeiro dia". Estavam previstas, para este primeiro dia, as eleições das Comissões e estavam preparadas “de maneira imparcial as listas, os nominativos”. E estas listas eram para votar. Mas logo os padres disseram: “Não, não queremos simplesmente votar listas já feitas. Somos nós o sujeito”. Foi preciso transferir as eleições – acrescentou – porque os padres mesmos queriam conhecer-se um pouco, queriam eles mesmos preparar as listas. Assim foi feito. Não era um ato revolucionário – mas um ato de consciência, de responsabilidade por parte dos Padres conciliares.

Assim – observou o Papa – começava uma forte atividade de conhecimento recíproco. E isso se tornou usual para todo o período do Concílio: "pequenos encontros transversais". Neste novo modo pode conhecer grandes figuras como padre de Lubac, Danielou, Congar, etc.. E esta – revelou "era já uma experiência da universalidade da Igreja e da realidade concreta da Igreja, que não simplesmente recebe imperativos do alto, mas unida cresce e vai avante, sempre sob a guia – naturalmente – do Sucessor de Pedro.

Ressaltou, portanto, que tudos “vinham com grandes expectativas” porque “jamais havia sido realizado um Concílio destas dimensões”, mas não todos sabiam como operar. Aqueles que tinham intenções mais definidas eram o episcopado francês, alemão, belga, holandês, a assim chamada "Aliança Renana" (ou europeia). E na primeira parte do Concílio – disse – era eles que indicavam a estrada, em seguida alargada velozmente a atividade e todos sempre mais participaram da “criatividade do Concílio”.

Os franceses e os alemães – observou – tinham diversos interesses em comum, também com tons bastante diferentes. A primeira intenção inicial, aparentemente simples, “era a reforma da liturgia, que já havia começado com Pio XII”, que já tinha reformado a Semana Santa; a segunda intenção era a eclesiologia; a terceira a Palavra de Deus, a Revelação, e depois também o ecumenismo. Os franceses, muito mais que os alemães – notou – tinham ainda o problema de enfrentar a situação da relação entre a Igreja e o mundo.

Em relação à primeira questão, o Papa recordou que “depois da primeira guerra mundial, havia crescido na Europa central-ocidental, o movimento litúrgico” como “redescoberta da riqueza e profundidade da liturgia”, que estava até aquele momento quase fechado no Missal Romano do sacerdote, enquanto o povo reza com os próprios livros de oração “que eram feitos de acordo com o coração do povo”, assim se “buscava traduzir os conteúdos altos, a linguagem alta da liturgia clássica, em palavras mais emocionais, mais próximas ao coração do povo. Mas eram quase duas liturgias paralelas: o sacerdote com o coroinha, que celebrava a Missa segundo o Missal, e os leigos que rezavam a Missa com seus livros de oração”. Agora – prosseguiu – foi redescoberta “a beleza, a profundidade, a riqueza histórica, humana, espiritual do Missal” e a necessidade que não só um representante do povo, um pequeno coroinha, pudesse dizer “Et cum spiritu tuo” etc., mas que pudesse ser realmente “um diálogo entre sacerdote e povo”, de maneira que realmente a liturgia do altar e a liturgia do povo fossem “uma única liturgia, uma participação ativa”, de maneira que as riquezas chegassem ao povo: “e assim foi redescoberta, renovada a liturgia”.
 
O Papa destacou considerar de maneira muito positiva o fato de ter começado com a liturgia, porque desta maneira “aparece o primado de Deus”. Alguém – relevou – criticou o Concílio porque falava de tantas coisas, mas não de Deus: ao invés, falou de Deus e seu primeiro ato foi o de falar de Deus e de abrir a todo o povo santo a possibilidade da adoração de Deus, na comum celebração da liturgia do Corpo e Sangue de Cristo. Neste sentido – observou – além dos fatores práticos que desaconselhavam começar logo com temas controversos, foi realmente “um ato de Providência” que no início do Concílio tivesse liturgia, tivesse Deus, tivesse adoração.
 
O Santo Padre recordou, portanto, ideias essenciais do Concílio: principalmente o mistério pascal como centro do ser cristão, e portanto da vida cristã, expressada no tempo pascal e no domingo que é sempre o dia da Ressurreição: “sempre de novo começamos o nosso tempo com a Ressurreição, com o encontro com o Ressuscitado”. Neste sentido – observou – é uma pena que hoje o domingo tenha se transformado em um fim de semana, enquanto é o primeiro dia, é o início: “interiormente devemos considerar assim, é o início, o início da Criação, é o início da re-criação da Igreja, o encontro com o Criador e com Cristo Ressuscitado”. O Papa sublinhou a importância deste duplo conteúdo do domingo: é o primeiro dia, isto é, a festa da Criação, enquanto cremos em Deus Criador, e o encontro com o Ressuscitado que renova a Criação: “seu verdadeiro objetivo é criar um mundo que é resposta ao amor de Deus”.
 
Outras ideias do Concílio eram princípios de inteligibilidade da Liturgia – ao invés de ficar fechado em uma língua não conhecida, não falada – e também a participação ativa. “Infelizmente – disse – estes princípios foram também mal entendidos”. De fato, a inteligibilidade não significa “banalidade”, porque os grandes textos da liturgia – também nas línguas faladas – não são facilmente inteligíveis, “precisam de uma formação permanente do cristão, para que cresça e entre sempre mais na profundidade do mistério e assim possa compreender”. E também em relação à Palavra de Deus – perguntou – quem poderia dizer que entende os textos da Escritura rapidamente, somente porque está na própria língua? “Só uma formação permanente do coração e da mente pode realmente criar inteligibilidade e uma participação que é mais de uma atividade exterior, que é um entrar na pessoa, do meu ser na comunhão da Igreja e assim na comunhão com Cristo”.
 
O Papa abordou o segundo tema: a Igreja. Recordou que o Concílio Vaticano I foi interrompido por causa da guerra franco-germânica e assim sublinhou só a doutrina sobre o primado, que foi definida “graças a Deus naquele momento histórico”, e “para a Igreja era muito necessária para o tempo seguinte”. Mas – sublinhou - “era somente um elemento em uma eclesiologia mais vasta”, já em preparação. Assim do Concílio restou um fragmento. E, portanto, já desde o início – disse – havia esta intenção de realizar em uma data a ser fixada uma eclesiologia completa. Também aqui – sublinhou – as condições pareciam muito boas porque, depois da primeira guerra mundial, renasceu o sentido da Igreja em novo modo. Nas almas começa a despertar a Igreja e o bispo protestante falava do “século da Igreja”. Foi reencontrado principalmente o conceito que estava previsto pelo Vaticano I, do corpo místico de Cristo, queria dizer e entender que a Igreja não é uma organização, algo de estrutural, jurídico, institucional, é também isso, mas é um organismo, uma realidade vital, que entra na minha alma, tanto que eu mesmo, com minha alma que crê, sou elemento construtivo da Igreja como tal. Neste sentido, Pio XII havia escrito a Encíclica Mistici Corporis Christi, como um passo rumo a uma complementação da eclesiologia do Vaticano I.
 
Diria que a discussão teológica dos anos 30 e 40, também 20, estava completamente sob este sinal do palavra “Mistici Corporis”. Foi uma descoberta que criou tanto alegria naquele tempo e também neste contexto cresceu a fórmula “Nós somos a Igreja, a Igreja não é uma estrutura, alguma coisa... nós cristãos, juntos, somos todos o corpo vivo da Igreja”. E naturalmente isso vale no sentido que nós, o verdadeiro nós dos crentes, junto com o Eu de Cristo, é a Igreja. Cada um de nós, não um nós, um grupo que se declara Igreja. Não: este “nós somos Igreja” exige minha inserção no grande “nós” dos crentes de todos os tempos e lugares.
 
Portanto, primeira ideia: completar a eclesiologia de modo teológico, mas prosseguindo também de modo estrutural, isto é, ao lado da sucessão de Pedro, a sua função única, definir também melhor a função dos bispos, do corpo episcopal. E para fazer isso, foi encontrada a palavra “colegialidade”, muito discutida com intensas discussões, diria, até um pouco exageradas. Mas era a palavra, talvez poderia ser também uma outra, mas servia esta para expressar que os bispos, juntos, são a continuação dos doze, do corpo dos Apóstolos. Dissemos: só um bispo, o de Roma, é sucessor de um determinado apóstolo, de Pedro. Todos os outros se tornam sucessor dos apóstolos entrando no corpo dos apóstolos. E assim o corpo dos bispos, o colégio, é a continuação do corpo dos doze, tem assim sua necessidade, a sua função, os seus direitos e deveres.
 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Papa promulga dois novos Motus Proprios

O Boletim da Santa Sé divulgou nesta sexta-feira, 25, duas novas Cartas Apostólicas em forma de Motu Proprio do Papa Bento XVI. Trata-se do Motu Próprio “Fides per doctrinam” e “Ministrorum institutio”.

Com a primeira delas, a “Fides per doctrinam”, modifica-se a Constituição apostólica Pastor bonus e se transfere a competência sobre a Catequese da Congregação para o Clero ao Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

Já o Motu Proprio “Ministrorum institutio” refere-se a uma mudança com relação aos seminários. Antes de competência da Congregação para a Educação Católica, a partir de agora os seminários ficarão a cargo da Congregação para o Clero.
Fontes: Canção Nova e Boletim da Santa Sé

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mons. Georg Gänswein é nomeado Arcebispo e Prefeito da Casa Pontifícia

De Secretário Particular de Sua Santidade a Arcebispo Prefeito da Casa Pontifícia.*

O Santo Padre Bento XVI nomeou Prefeito da Casa Pontifícia o  Rev.do Mons. Georg Gänswein, elevando-o ao mesmo tempo à sede titular de  Urbisaglia, com dignidade de Arcebispo.
 
 
Rev.mo Mons. Georg Gänswein
 
O Rev.do Mons. Georg Gänswein nasceu em Waldshut (Baden-Württemberg, Germania) em 30 de julho de 1956.
 
Ordenado Sacerdote em 31 de Maio de 1984, foi incardinado na Arquidiocese de Freiburg im Breisgau.
 
Fez pós-graduação em Direito Canônico em 1993 na Katholisch-Theologische Fakultät della Ludwig-Maximilians-Universität de Munique.
 
Depois de ser juiz do Tribunal Diocesano e colaborador pessoal do Arcebispo de Freiburg im Breisgau, em 1995 foi para a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.
Foi transferido à Congregação para a Doutrina da Fé em 1996, onde em seguida desenvolveu o ofício de Secretário Particular do Prefeito, Card. Joseph Ratzinger.
 
Secretário particular de Sua Santidade Bento XVI da Sua eleição ao Pontificado.
 
Conhece as seguintes línguas: Alemão, Italiano, Latim, Francês, Inglês e Espanhol.
 

* Ainda continua sendo secretário pessoal do papa, uma vez que, nenhum nome foi apontado.
 

domingo, 23 de setembro de 2012

São Padre Pio de Pietrelcina, rogai por nós e pela Liturgia!

"Mantenha-se sempre do lado da Igreja Católica, porque só Ela pode lhe dar paz verdadeira, posto que só Ela possui Jesus no Santíssimo Sacramento, o verdadeiro Príncipe da Paz"
 
(Padre Pio)

sábado, 15 de setembro de 2012

Morre Don Angelo Amodeo, baluarte do Antigo Rito Ambrosiano e Romano



Ontem, 14 de setembro de 2012, festa da Exaltação da Santa Cruz, e 5° Aniversário da entrada em vigor do Motu Proprio Summorum Pontificum de S.S. Bento XVI, faleceu aos 80 anos de idade Mons. Angelo Amodeo, Cônego do Cabido do Duomo de Milão (Itália) e grande defensor da liturgia tradicional; tanto no Rito Ambrosiano antigo, como do Rito Romano. Seu funeral, para seu eterno descanso, será no Duomo de Milão, na segunda 17 de setembro, às 8:45.


REQUIEM æternam dona ei, Domine, et lux perpetua luceat ei. Requiescat in pace. Amen.

DAI-LHE Senhor, o descanso eterno, e que a luz perpétua o ilumine. Descanse em paz. Amém.





EGO IOANNES AVDIVI VOCEM DE CAELO DICENTEM MIHI BEATI MORTVI QVI IN DOMINO MORIVNTVR AMODO IAM DICIT SPIRITVS VN REQVIESCANT A LABORIBVS SVIS OPERA ENIM ILLORVM SEQVVNTVR ILLOS.

EX MISSALI AMBROSIANO PRO DEFUNCTO SACERDOTE
(Del Misal Ambrosiano, por un sacerdote difunto)

Fonte: CATHOLICVS









domingo, 12 de agosto de 2012

Posse do Novo Pároco da Paróquia Pessoal Senhor Bom Jesus Crucificado e Imaculado Coração de Maria

Fotos do Pontifical Solene da Festa do Sr. Bom Jesus Crucificado e Posse Canônica do novo Pároco da Paróquia Pessoal Senhor Bom Jesus Crucificado e Imaculado Coração de Maria, o Revmo. Pe. Ivoli Latrônico, celebrada por S.E.R. Dom Fernando Arêas Rifan no dia 06 de agosto 2012 em Bom Jesus do Itabapoana RJ. A Santa Missa foi precedida pela solene procissão com o andor do Padroeiro e no início da Santa Missa o sr. Bispo deu a posse canônica ao novo Pároco.

Em seguida o Chanceler da Administração Apostólica, o revmo Mons. José de Matos, conduziu o novo Pároco aos lugares devidos ( Confessionário, Batistério, o local onde se guarda os vasos sagrados, a capela e ao púlpito). Na celebração além dos sacerdotes e os seminaristas da Administração Apostólica também estiveram presentes as autoridades civis e militares. Rezemos para que o novo Pároco, Pe. Ivoli, junto com seus vigários, revmos. Pe. Renan Damaso e Pe. Rafael Lugão, com zelo e alegria conduzam suas ovelhas, da Paróquia e mais 19 capelas rumo à santidade.

Créditos das fotos Hernan Gouveia










terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ordenação Sacerdotal na Administração Apostólica São João Maria Vianney

No dia 18 de Dezembro,na Igreja Principal(Catedral) da Adm.Apostólica São João Maria Vianney-Campos/RJ.Receberam o Presbiterato o Revmo.Pe.Renan Menezes e Revmo.Pe.Bruce Júdice.

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