quarta-feira, 7 de março de 2012

Querem calar o Padre Paulo Ricardo

Uma carta assinada por alguns padres, da Arquidiocese de Cuiabá, foi lançada com o intuito de difamar a figura deste grande sacerdote da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

"Na qual se opõem – por motivos obscuros - ao reconhecido e sério trabalho evangelizador do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, e o caluniam de forma assustadora, chamando-o de "um homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado" e que "não tem saúde mental" (sic), entre outras aberrações." (Petição em favor do Pe. Paulo Ricardo, assine já!)

A carta em questão é mais um indício da onda devastadora que assola a Igreja no Brasil, padres e leigos que se alimentam de uma doutrina inventada, a doutrina do Homem. O pecado cometido por Padre Paulo Ricardo, na visão dos modernistas e anti-católicos, se chama "verdade". Aquele que prega a reta doutrina e a verdade está tido como propagador de uma falsa fé.

"Se recusa ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano"(Mt.18,17). Diz ainda São Paulo: "marcar aqueles que causam divisões contrário à doutrina que vos tenho aprendido e evitá-las"(Rm. 16,17), São João é mais enérgico quando diz: "Por isso, quando eu for aí, hei de recordar as obras que ele pratica, espalhando contra nós coisas más." (Jo. 2,10).

Veja mais em:
http://fratresinunum.com/2012/03/06/padres-do-regional-oeste-ii-da-cnbb-se-levantam-contra-padre-paulo-ricardo/

http://www.tradicaoemfococomroma.com/2012/03/pe-paulo-ricardo-estoura-guerra-entre.html

http://tridentina.blog.com/2012/03/06/perseguicao-ao-padre-paulo-ricardo/

sábado, 30 de julho de 2011

Pio XII salvou 11.000 judeus romanos

Zenit

Conforme documentação descoberta recentemente por historiadores, a ação direta do papa Pio XII salvou a vida de mais de 11.000 judeus em Roma durante a II Guerra Mundial.

O representante da fundação Pave the Way na Alemanha, o historiador e pesquisador Michael Hesemann, descobriu muitos documentos originais de grande importância ao pesquisar os arquivos da igreja de Santa Maria dell'Anima, a igreja nacional da Alemanha em Roma.

A Pave the Way, com sede nos Estados Unidos, fundada pelo judeu Gary Krupp, anunciou o achado em declaração enviada a ZENIT.

“Muitos criticaram Pio XII por guardar silêncio durante as prisões e quando os trens partiram de Roma com 1.007 judeus, que foram enviados para o campo de concentração de Auschwitz”, declarou Krupp.

“Os críticos não reconhecem nem sequer a intervenção direta de Pio XII para dar fim às prisões, em 16 de outubro de 1943”.

“Novos achados provam que Pio XII agiu diretamente nos bastidores para impedir as prisões às 2 horas da tarde do mesmo dia em que elas começaram, mas não conseguiu deter o trem que tinha aquele destino tão cruel”, acrescentou.

Segundo um estudo recente do pesquisador Dominiek Oversteyns, havia em Roma 12.428 judeus no dia 16 de outubro de 1943.

“A ação direta do papa Pio XII salvou a vida de mais de 11.400 judeus”, explica Krupp. “Na manhã de 16 de outubro de 1943, quando o papa soube da prisão dos judeus, enviou imediatamente um protesto oficial vaticano ao embaixador alemão, que sabia que não teria resultado algum. O pontífice mandou então seu sobrinho, o príncipe Carlo Pacelli, até o bispo austríaco Alois Hudal, cabeça da igreja nacional alemã em Roma, que, conforme relatos, tinha boas relações com os nazistas. O príncipe Pacelli disse a Hudal que tinha sido enviado pelo papa e que Hudal devia escrever uma carta ao governador alemão de Roma, o general Stahel, pedindo que as prisões fossem canceladas”.

A carta do bispo Hudal ao Generale Stahel dizia: “Precisamente agora, uma fonte vaticana [...] me informou que nesta manhã começou a prisão dos judeus de nacionalidade italiana. No interesse de um diálogo pacífico entre o Vaticano e o comando militar alemão, peço-lhe urgentemente que dê ordem para parar imediatamente estas prisões em Roma e nas regiões circundantes. A reputação da Alemanha nos países estrangeiros exige esta medida, assim como o perigo de que o papa proteste abertamente”.

A carta foi entregue em mãos ao general Stahel por um emissário de confiança do papa Pio XII, o sacerdote alemão Pancratius Pfeiffer, superior geral da Sociedade do Divino Salvador, que conhecia Stahel pessoalmente.

Na manhã seguinte, o general respondeu ao telefone: “Transmiti imediatamente a questão à Gestapo local e a Himmler pessoalmente. E Himmler ordenou que, considerado o status especial de Roma, as prisões sejam interrompidas imediatamente”.

Estes fatos são confirmados também pelo testemunho obtido durante a pesquisa do relator da causa de beatificação de Pio XII, o padre jesuíta Peter Gumpel.

Gumpel declarou ter falado pessoalmente com o general Dietrich Beelitz, que era o oficial de ligação entre o escritório de Kesselring e o comando de Hitler. O general Beelitz ouviu a conversa telefônica entre Stahel e Himmler e confirmou que o general Stahel tinha usado com Himmler a ameaça de um fracasso militar se as prisões continuassem.

Institutos religiosos isentos de inspeções nazistas

Outro documento, “As ações para salvar inumeráveis pessoas da nação judaica”, afirma que o bispo Hudal conseguiu, através dos contatos com Stahel e com o coronel von Veltheim, que “550 instituições e colégios religiosos ficassem isentos de inspeções e visitas da polícia militar alemã”.
Só numa destas estruturas, o Instituto San Giuseppe, 80 judeus estavam escondidos.

A nota menciona também a participação “em grande medida” do príncipe Carlo Pacelli, sobrinho de Pio XII. “Os soldados alemães eram muito disciplinados e respeitavam a assinatura de um alto oficial alemão... Milhares de judeus locais em Roma, Assis, Loreto, Pádua e outras cidades foram salvos graças a esta declaração”.

Michael Hesemann afirma que é óbvio que qualquer protesto público do papa quando o trem partiu teria provocado o recomeço das prisões.

Ele ainda explica que a fundação Pave the Way tem no seu site a ordem original das SS de prender 8.000 judeus romanos, que deveriam ser enviados para o campo de trabalho de Mauthausen e ser retidos como reféns, e não para o campo de concentração de Auschwitz. Pode-se pensar que o Vaticano acreditasse em negociar a libertação deles.

Soube-se também que o Vaticano reconheceu que o bispo Hudal ajudou alguns criminosos de guerra nazistas a fugir da prisão no fim do conflito.

Por causa de sua postura política, o bispo era persona non grata no Vaticano, e foi repreendido por escrito pelo secretário de Estado vaticano, o cardeal Giovanni Battista Montini (futuro papa Paulo VI), por sugerir que o Vaticano ajudasse os nazistas a fugir.

Gary Krupp, diretor geral da Pave the Way, comentou que a fundação “investiu grandes recursos para obter e difundir publicamente todas estas informações para historiadores e peritos. Curiosamente, nenhum dos maiores críticos do papa Pio XII se deu ao trabalho de vir até os Arquivos Vaticanos abertos (e abertos completamente, desde 2006, até o ano de 1939) para fazer estudos originais. Também não consultaram o nosso site gratuito”.

Krupp afirma ter a sincera esperança de que os representantes dos peritos da comunidade judaica romana pesquisem o material original, que se encontra a poucos passos de sua casa.

“Creio que descobriram que mesma existência hoje da que o papa Pio XII chamava ‘esta vibrante comunidade’ deve-se aos esforços secretos deste papa para salvar cada vida”, disse. “Pio XII fez o que pôde, quando estava sob a ameaça de invasão, de morte, cercado por forças hostis e com espiões infiltrados”.

Elliot Hershberg, presidente da Pave the Way Foundation, acrescenta: “No serviço de nossa missão, nos empenhamos em tentar oferecer uma solução para esta controvérsia, que atinge mais de 1 bilhão de pessoas”.

“Temos usado nossos links internacionais para obter e inserir em nosso site 46.000 páginas de documentos originais, artigos originais, testemunhos oculares e entrevistas com especialistas para oferecer esta documentação pronta a historiadores e especialistas.”

“A publicidade internacional deste projeto tem levado, a cada semana, nova documentação, que mostra como estamos nos movendo para eliminar o bloqueio acadêmico que existe desde 1963.”

sábado, 9 de abril de 2011

Asia Bibi corre perigo de vida

Asia Bibi, a cristã paquistanesa condenada à morte por blasfêmia e hoje em uma penitenciária, nos últimos dias contraiu uma doença exantemática, que provoca erupções cutâneas por todo o corpo (pensa-se em varicela), enquanto ainda não está claro quem foi capaz de infectá-la. Provavelmente porque a sujeira é predominante em sua cela, nas suas roupas. O fato é que a doença enfraquece ainda mais o seu corpo, já débil e provado por meses de prisão na solitária.


A Fundação Masihi, através da agência de notícias Fides, lançou um apelo: “Agora, mais do que nunca, é urgente uma intervenção médica. Estamos tentando organizar com as autoridades da prisão, a visita de um especialista de confiança. Realmente tememos por sua saúde, que possa ficar gravemente doente e morrer na prisão”. Asia, segundo os seus advogados, deveria neste momento interromper o jejum da Quaresma, que está realizando, enquanto seu corpo já está muito debilitado.

“Ela reza muito e faz jejum, oferecendo a Deus o seu sofrimento. Mas esperamos que a visita dos médicos possa convencê-la a retomar a alimentação. Deve fazê-lo para o seu bem e de sua saúde”, disse à agência Fides, Haroon Masih, diretor da Fundação Masihi, que se ocupa da sua assistência jurídica e material.

Entretanto, no mundo se multiplicam as comunidades que rezam por Asia Bibi e pela sua libertação. Um convento de religiosas de clausura de Toledo (Espanha), as Concepcionistas franciscanas (ordem fundada pela Santa Beatriz da Silva), começou uma campanha de oração. Irmã Maria Imaculada, abadessa do mosteiro, escreveu uma mensagem à Agência Fides: “Estamos acompanhando o caso de Ásia e estamos rezando por ela e sua família, mas também para todos aqueles que morreram para defendê-la. Estamos felizes que também o Santo Padre tenha se interessado à sua causa. Rezamos para que o Senhor conceda a graça para a Ásia de poder encontrá-lo. Rezamos a Deus com todo o coração para que um dia possa abraçar novamente a sua família”.

Fonte: Rádio Vaticano
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