"Morrer de amor depois da comunhão é demasiada formosura para mim; as almas pequenas não poderão imitar isso".
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Santa Inês, Virgem e Mártir, rogai por nós!
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Caio Vinícius
Virgem e mártir, Santa Inês se deixou transformar pelo amor de Deus que é santo. Seu nome vem do grego, que significa pura. Ela pertenceu a uma família romana e, segundo os costumes do seu tempo, foi cuidada por uma aia (uma babá) que só a deixaria após o casamento. Santa Inês tiva cerca de 12 anos quando um pretendente se aproximou dela; segundo a tradição, era filho do prefeito de Roma e estava encantado pela beleza física de Inês. Mas sua beleza principal é aquela que não passa: a comunhão com Deus. De maneira secreta, ela tinha feito uma descoberta vocacional, era chamada a ser uma das virgens consagradas do Senhor; e fez este compromisso. O jovem não sabia e, diante de tantas propostas, ela sempre dizia 'não'. Até que ele denunciou Inês para as autoridades, porque sob o império de Diocleciano, era correr risco de vida. Quem renunciasse Jesus ficava com a própria vida; caso contrário, se tornava um mártir. Foi o que aconteceu com esta jovem de cerca de 12 ou 13 anos.
Tão conhecida e citada pelos santos padres, Santa Inês é modelo de uma pureza à prova de fogo, pois diante das autoridades e do imperador, ela se disse cristã. Eles começaram pelo diálogo, depois as diversas ameaças com fogo e tortura, mas em nada ela renunciava o seu Divino Esposo. Até que pegaram-na e a levaram para um lugar em Roma próprio da prostituição, mas ela deixou claro que Jesus Cristo, seu Divino Esposo, não abandona os seus. De fato, ela não foi manchada pelo pecado.
Auxiliada pelo Espírito Santo, com muita sabedoria, ela permaneceu fiel ao seu voto e ao seu compromisso; até que as autoridades, vendo que não podiam vencê-la pela ignorância, mandaram, então, degolar a jovem cristã. Ela perdeu a cabeça, mas não o coração, que ficou para sempre em Cristo.
Santa Inês tem uma basílica que foi consagrada a ela no lugar onde foi enterrada.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Santa Luzia, virgem e mártir, rogai por nós!
Postado por
Caio Vinícius
Padroeira de Siracusa e de toda a Sicília, Santa Luzia é uma das santas mais veneradas na Itália, contando em Roma não menos de vinte igrejas com o seu nome. É para Siracusa o que Santa Inês é para Roma.
Perguntando, então, Pascásio: "O Espírito Santo está em ti?", ela respondeu: "Os que vivem casta e piedosamente são templos do Espírito Santo". E ele: "Mandar-te-ei para o prostíbulo, para que o Espírito Santo saia de ti". Ela disse: "Se eu for violada contra a minha vontade, a minha castidade será duplicada para a coroa". Inflamado de cólera, Pascásio mandou levar Luzia para onde fosse violada a sua virgindade, mas, milagrosamente, a virgem ficou tão firme no lugar que foi impossível arredá-la. Por isso, o prefeito mandou acender ao redor dela fogo em cepilho, resina e óleo fervente, mas nenhuma chama lhe fez mal, e ele, após torturá-la de muitos modos, passou à espada seu pescoço. Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus - Luz do Mundo - até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade".
Virgem fiel e zelosa de pertencer inteiramente ao Senhor e que, para conservar impoluto o tesouro da virgindade, não hesitou perder todos os bens e sacrificar a própria vida. Tiradas das Atas do seu martírio.
"Com a vossa constância conservastes a vossa alma, ó Luzia, e com o vosso sangue vencestes o inimigo". Morreu em 303 ou 304, sendo sepultada em Siracusa, depois em Constantinopla, e por último trasladado a Veneza.Seu nome vem no Cânon Romano.
Quando a notícia de que Luzia e sua mãe haviam vendido tudo o que tinham e dividido aos pobres, chegou aos ouvidos de um homem a quem o seu pai a havia prometido em casamento, contra a vontade dela, aquele a acusou a Pascásio, o prefeito, de ser cristã. O prefeito não conseguiu levá-la ao culto dos ídolos, nem com pedidos, nem com ameaças, mas pelo contrário, ela se tornava cada vez mais ardente em celebrar os louvores da fé cristã, quanto mais ele tentava persuadi-la. Disse, então, ele: "Acabarão as palavras e passaremos às pancadas", ao que a virgem respondeu: "Não podem faltar palavras aos servos de Deus, aos quais Cristo disse: Quando estiverdes diante dos reis e governantes, não penseis o que nem como haveis de falar, porque naquela hora vos será dado o que falar, porque não sereis vós que falareis, mas o Espírito Santo que falará em vós".
Perguntando, então, Pascásio: "O Espírito Santo está em ti?", ela respondeu: "Os que vivem casta e piedosamente são templos do Espírito Santo". E ele: "Mandar-te-ei para o prostíbulo, para que o Espírito Santo saia de ti". Ela disse: "Se eu for violada contra a minha vontade, a minha castidade será duplicada para a coroa". Inflamado de cólera, Pascásio mandou levar Luzia para onde fosse violada a sua virgindade, mas, milagrosamente, a virgem ficou tão firme no lugar que foi impossível arredá-la. Por isso, o prefeito mandou acender ao redor dela fogo em cepilho, resina e óleo fervente, mas nenhuma chama lhe fez mal, e ele, após torturá-la de muitos modos, passou à espada seu pescoço. Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus - Luz do Mundo - até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade".
Virgem fiel e zelosa de pertencer inteiramente ao Senhor e que, para conservar impoluto o tesouro da virgindade, não hesitou perder todos os bens e sacrificar a própria vida. Tiradas das Atas do seu martírio.
"Com a vossa constância conservastes a vossa alma, ó Luzia, e com o vosso sangue vencestes o inimigo". Morreu em 303 ou 304, sendo sepultada em Siracusa, depois em Constantinopla, e por último trasladado a Veneza.Seu nome vem no Cânon Romano.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Santa Catarina de Alexandria, rogai por nós!
Postado por
Caio Vinícius
Neste dia lembramos a vida desta santa que é inspiradora e protetora de um Estado brasileiro: Santa Catarina. Nascida em Alexandria, recebeu uma ótima formação cristã. É uma das mais célebres mártires dos primeiros séculos, um dos Santos Auxiliares. O pai, diz a lenda, era Costes, rei de Alexandria. Ela própria era, aos 17 anos, a mais bonita e a mais sábia das jovens de todo o império; esta sabedoria levou-a a ser muitas vezes invocada pelos estudantes. Anunciou que desejava casar-se, contanto que fosse com um príncipe tão belo e tão sábio como ela. Esta segunda condição embargou que se apresentasse qualquer pretendente.
"Será a Virgem Maria que te procurará o noivo sonhado", disse-lhe o ermitão Ananias, que tinha revelações. Maria aparece, de fato, a Catarina na noite seguinte, trazendo o Menino Jesus pela mão. "Gostas tu d'Ele?", perguntou Maria. -"Oh, sim". -"E tu, Jesus, gostas dela?" -"Não gosto, é muito feia". Catarina foi logo ter com Ananias: "Ele acha que sou feia", disse chorando. -"Não é o teu corpo, é a tua alma orgulhosa que Lhe desagrada", respondeu o eremita. Este instruiu-a sobre as verdades da fé, batizou-a e tornou-a humilde; depois disto, tendo-a Jesus encontrado bela, a Virgem Santíssima meteu aos dois o anel no dedo; foi isto que se ficou chamando desde então o "casamento místico de Santa Catarina".
Ansiosa de ir ter com o seu Esposo celestial, Catarina ficou pensando unicamente no martírio. Conta-se que ela apresentou-se em nome de Deus, diante do perseguidor, imperador Maxêncio, a fim de repreendê-lo por perseguir aos cristãos e demonstrar a irracionalidade e inutilidade da religião pagã. Santa Catarina, conduzida pelo Espírito Santo e com sabedoria, conseguiu demonstrar a beleza do seguimento de Jesus na sua Igreja. Incapaz de lhe responder, Maxêncio reuniu para a confundir os 50 melhores filósofos da província que, além de se contradizerem, curvaram-se para a Verdade e converteram-se ao Cristianismo, isto tudo para a infelicidade do terrível imperador.
Maxêncio mandou os filósofos serem queimados vivos, assim como à sua mulher Augusta, ao ajudante de campo Porfírio e a duzendos oficiais que, depois de ouvirem Catarina, tinham-se proclamado cristãos. Após a morte destes, Santa Catarina foi provada na dor e aprovada por Deus no martírio, tendo sido sacrificada numa máquina com quatro rodas, armadas de pontas e de serras. Isto aconteceu por volta do ano 305. O seu culto parece ter irradiado do Monte Sinai; a festa foi incluída no calendário pelo Papa João XXII (1316-1334).
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Santa Cecília, Virgem e Mártir, rogai por nós!
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Caio Vinícius
Segundo uma antiga tradição, a Santa pertencia a uma das principais famílias de Roma, que acostumava vestir uma túnica de um tecido muito áspero e que tinha consagrado a Deus sua virgindade. Seus pais a comprometeram em matrimônio com um jovem chamado Valeriano, mas Cecília disse a este que ela tinha feito voto de virgindade e que se ele queria ver o anjo de Deus devia fazer-se cristão. Valeriano foi ensinado pelo Papa Urbano e foi batizado. As histórias antigas dizem que Cecília via seu anjo da guarda.
O prefeito de Roma, Almaquio, tinha proibido sepultar os cadáveres dos cristãos. Mas Valeriano e Tiburcio se dedicaram a sepultar todos os cadáveres de cristãos que encontravam. Por isso foram presos. Levados ante o prefeito, este lhes pediu que declarassem que adoravam Júpiter. Eles defenderam sua fé e morreram mártires. Em seguida a polícia prendeu Cecília e lhe exigiu que renunciasse à religião de Cristo. Ela declarou que preferia a morte que renegar a verdadeira religião. Então foi levada junto a um forno quente para sufocar com os terríveis gases que saíam dali, mas em vez de asfixiar-se ela cantava gozosa (possivelmente por isso a nomearam padroeira dos músicos). Visto que com este martírio não podiam acabar com ela, o cruel Almaquio mandou que lhe cortasse a cabeça. Em 1599 permitiram ao escultor Maderna ver o corpo incorrupto da Santa e ele fabricou uma estátua em mármore dela, que se conserva na igreja da Santa Cecília em Roma.
O prefeito de Roma, Almaquio, tinha proibido sepultar os cadáveres dos cristãos. Mas Valeriano e Tiburcio se dedicaram a sepultar todos os cadáveres de cristãos que encontravam. Por isso foram presos. Levados ante o prefeito, este lhes pediu que declarassem que adoravam Júpiter. Eles defenderam sua fé e morreram mártires. Em seguida a polícia prendeu Cecília e lhe exigiu que renunciasse à religião de Cristo. Ela declarou que preferia a morte que renegar a verdadeira religião. Então foi levada junto a um forno quente para sufocar com os terríveis gases que saíam dali, mas em vez de asfixiar-se ela cantava gozosa (possivelmente por isso a nomearam padroeira dos músicos). Visto que com este martírio não podiam acabar com ela, o cruel Almaquio mandou que lhe cortasse a cabeça. Em 1599 permitiram ao escultor Maderna ver o corpo incorrupto da Santa e ele fabricou uma estátua em mármore dela, que se conserva na igreja da Santa Cecília em Roma.
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