Da: Rádio Vaticano
Novidades nas transmissões da Rádio Vaticano e Centro Televisivo. Neste Natal 2010, a Rádio Vaticano e o Centro Televisivo Vaticano, CTV transmitirão via internet as celebrações papais em áudio e vídeo, ao vivo, com a tecnologia smooth streaming. O smoothstreming permite, a quem quiser seguir a cerimônia ao vivo, ver o vídeo com a melhor qualidade obtida com recurso disponibilizado ao usuário (banda internet, velocidade do computador, etc).
Outra novidade será a possibilidade de seguir ao vivo, áudio-vídeo, as cerimônias: do dias 24, Missa do Galo; de 25 de dezembro, Benção Urbi et Orbi; e de 1º de janeiro, Santa Missa na Basílica de São Pedro, em uma das 7 transmissões radiotelevisivas nas línguas disponíveis, que a Rádio Vaticano e CTV efetuarão. A visualização chegará através da utilização do novo player multimedial desenvolvido pela Rádio Vaticano.
O player está desenvolvido em silverlight, com o qual é possível também escutar a RV em todas a redes disponíveis, e ver os vídeos notícias escolhidos dentro de um fuso horário, na modalidade vídeo por solicitação. Com o novo player da RV será possível ver o vídeo ao vivo e por solicitação na qualidade HD (alta definição).
Trata-se de um primeiro experimento que, entre outros, na modalidade de transmissão ao vivo, áudio-vídeo multilinguístico, jamais foi realizado na Europa. O objetivo é realizar sempre este serviço por ocasião das celebrações papais e durante as viagens apostólicas. http://www.radiovaticana.org/bra/index.asp (SP)
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Bento XVI cria uma nova diocese na Bahia
Postado por
Caio Vinícius
Da: Rádio Vaticano
Bento XVI criou, nesta quarta-feira, a Diocese de Camaçari, na Bahia, e nomeou como primeiro bispo dessa diocese Dom João Carlos Petrini, até agora bispo auxiliar de Salvador.
Dom Petrini nasceu em 18 de novembro de 1945, na Itália. Formou-se em Ciências Políticas na Universidade de Perugia. Pertencia ao movimento 'Comunhão e Libertação' e foi enviado, como missionário leigo, ao Brasil, para a Arquidiocese de São Paulo.
No Brasil, estudou na Pontifícia Faculdade de Teologia "Nossa Senhora da Assunção", da Arquidiocese de São Paulo. Depois da ordenação sacerdotal, em 28 de junho de 1975, na Arquidiocese de Fermo, na Itália, foi designado fidei donum para a Arquidiocese de São Paulo e formou-se em Ciências Sociais na PUC dessa cidade. Desde 1988, está na Arquidiocese de Salvador (BA).
O Papa também nomeou, hoje, Bispo de Barreiras, na Bahia, Dom Josafá Menezes da Silva, até agora bispo auxiliar de Salvador.
Dom Josafá nasceu em 2 de janeiro de 1959, em Salinas da Margarida, na Bahia. Depois dos estudos em sua cidade natal, como aluno do Seminário da Bahia, obteve o bacharelado em Filosofia na Universidade Católica de Salvador, em 1983, e o de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. Estudou também na Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, obtendo o mestrado em Teologia, em 1999.
Foi ordenado sacerdote em 14 de maio de 1989, incardinando-se no clero arquidiocesano de Salvador (BA). Em 12 de janeiro de 2005, foi nomeado bispo auxiliar de Salvador. (MJ)
Bento XVI criou, nesta quarta-feira, a Diocese de Camaçari, na Bahia, e nomeou como primeiro bispo dessa diocese Dom João Carlos Petrini, até agora bispo auxiliar de Salvador.
Dom Petrini nasceu em 18 de novembro de 1945, na Itália. Formou-se em Ciências Políticas na Universidade de Perugia. Pertencia ao movimento 'Comunhão e Libertação' e foi enviado, como missionário leigo, ao Brasil, para a Arquidiocese de São Paulo.
No Brasil, estudou na Pontifícia Faculdade de Teologia "Nossa Senhora da Assunção", da Arquidiocese de São Paulo. Depois da ordenação sacerdotal, em 28 de junho de 1975, na Arquidiocese de Fermo, na Itália, foi designado fidei donum para a Arquidiocese de São Paulo e formou-se em Ciências Sociais na PUC dessa cidade. Desde 1988, está na Arquidiocese de Salvador (BA).
O Papa também nomeou, hoje, Bispo de Barreiras, na Bahia, Dom Josafá Menezes da Silva, até agora bispo auxiliar de Salvador.
Dom Josafá nasceu em 2 de janeiro de 1959, em Salinas da Margarida, na Bahia. Depois dos estudos em sua cidade natal, como aluno do Seminário da Bahia, obteve o bacharelado em Filosofia na Universidade Católica de Salvador, em 1983, e o de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. Estudou também na Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, obtendo o mestrado em Teologia, em 1999.
Foi ordenado sacerdote em 14 de maio de 1989, incardinando-se no clero arquidiocesano de Salvador (BA). Em 12 de janeiro de 2005, foi nomeado bispo auxiliar de Salvador. (MJ)
Catecismo Resumido da Doutrina Católica
Postado por
Caio Vinícius
LIÇÃO XI
DO PECADO
1. Que é o pecado?
É uma desobediência voluntária à lei de Deus. Começado com Adão e Eva, quando desobedeceram a Deus.
2. Quantas espécies há de pecado?
Duas; mortal e venial.
3. Que é pecado mortal?
É uma desobediência à lei de Deus em matéria grave, com plena advertência e pleno consentimento.
4. Por que se chama pecado mortal?
Porque mata a alma, tirando-lhe a vida da graça e merecendo-lhe o inferno.
5. Que é pecado venial?
É uma desobediência à lei de Deus em matéria" leve", ou em matéria grave, mas sem plena advertência ou sem pleno consentimento.
6. Por que se chama venial esse pecado?
Porque, sendo pecado leve, facilmente consegue-se perdão de Deus, através do Sacramento da Penitência.
7. De quantos modos se pode pecar?
Por pensamentos, palavras, obras e omissões.
8. Que é pecar por pensamentos, palavras e obras?
É pensar, desejar, dizer, escutar, olhar, praticar coisas proibidas pela lei de Deus.
9. Como se peca por omissão?
Faltando voluntariamente às obrigações da religião ou do próprio estado.
10. Quando se perdem a graça e a amizade de Deus pelo pecado, como consegui-las de novo?
Pelo sacramento da confissão ou um ato de contrição perfeita com o desejo de se confessar.
LIÇÃO XII
DOS SACRAMENTOS
1. Que é um sacramento?
É um sinal sensível, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para nos dar sua graça.
2. Quantos são os sacramentos?
São sete: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimônio.
3. Que é o Batismo?
É um sacramento que apaga o pecado original e nos torna filhos de Deus e da Santa Madre Igreja.
4. Que é a Confirmação ou Crisma?
É um sacramento que nos dá o Espírito Santo com a abundância de suas graças e seus dons, para nos fortalecer na fé e nos tornar perfeitos cristãos.
5. Que é a Eucaristia?
É um sacramento que, debaixo das espécies de pão e vinho, contém o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, tão real e perfeitamente como está no céu.
6. Que é o sacrifício da Missa?
É o sacrifício do corpo e do sangue de Jesus Cristo, oferecido a Deus debaixo das espécies do pão e do vinho.
7. Que é o sacramento da Penitência?
É um sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do Batismo.
8. Que é a Extrema-Unção?
É um sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para alívio espiritual e corporal dos enfermos e agonizantes.
9. Que é o sacramento da Ordem?
É um sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual dá o poder de exercer as funções eclesiásticas e a graça de o fazer santamente.
10. Que é o Matrimônio?
É um sacramento instituído por Jesus Cristo para santificar a união do homem e da mulher, exclusivamente.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Catecismo Resumido da Doutrina Católica
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Caio Vinícius
LIÇÃO VIII
DO CREDO
1. Que é crer?
É aceitar firmemente todas as verdades que Deus revelou e que a Santa Igreja nos ensina.
2. Onde achamos as principais verdades que devemos crer?
No Credo ou Símbolo dos Apóstolos.
3. Rezai o Credo.
Creio em Deus Pai, todo-poderoso.Criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.LIÇÃO IX
DOS MANDAMENTOS DA LEI DE DEUS
1. Onde achamos os principais deveres que devemos praticar?
Nos mandamentos da lei de Deus e nos da Santa Igreja.
2. Quantos são os mandamentos da lei de Deus?
Os mandamentos da lei de Deus são dez; os três primeiros pertencem à honra de Deus, e os outros sete ao proveito do próximo.
01° Amar a Deus sobre todas as coisas.
02° Não jurar o seu Santo Nome em vão.
03° Guardar os domingos e festas.
04° Honrar pai e mãe.
05° Não matar.
06° Guardar a castidade.
07° Não furtar.
08° Não levantar falso testemunho.
09° Não desejar a mulher do próximo.
10° Não cobiçar as coisas alheias.
Estes dez mandamentos se encerram em dois, a saber: amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos.
LIÇÃO X
DOS MANDAMENTOS DA SANTA MADRE IGREJA
1. Quantos são os mandamentos da Santa Igreja?
São cinco: 1° Ouvir a Missa inteira aos domingos e festas de guarda. 2° Confessar-se ao menos uma vez cada ano. 3° Comungar pela Páscoa da Ressurreição. 4° Jejuar e abster-se de carne, quando manda a Santa Madre Igreja. 5° Ajudar a Igreja em suas necessidades.
2. Temos obrigação de observar os mandamentos da Santa Madre Igreja?
Sim; Deus manda obedecer-lhe debaixo de pecado.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Santa Luzia, virgem e mártir, rogai por nós!
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Caio Vinícius
Padroeira de Siracusa e de toda a Sicília, Santa Luzia é uma das santas mais veneradas na Itália, contando em Roma não menos de vinte igrejas com o seu nome. É para Siracusa o que Santa Inês é para Roma.
Perguntando, então, Pascásio: "O Espírito Santo está em ti?", ela respondeu: "Os que vivem casta e piedosamente são templos do Espírito Santo". E ele: "Mandar-te-ei para o prostíbulo, para que o Espírito Santo saia de ti". Ela disse: "Se eu for violada contra a minha vontade, a minha castidade será duplicada para a coroa". Inflamado de cólera, Pascásio mandou levar Luzia para onde fosse violada a sua virgindade, mas, milagrosamente, a virgem ficou tão firme no lugar que foi impossível arredá-la. Por isso, o prefeito mandou acender ao redor dela fogo em cepilho, resina e óleo fervente, mas nenhuma chama lhe fez mal, e ele, após torturá-la de muitos modos, passou à espada seu pescoço. Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus - Luz do Mundo - até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade".
Virgem fiel e zelosa de pertencer inteiramente ao Senhor e que, para conservar impoluto o tesouro da virgindade, não hesitou perder todos os bens e sacrificar a própria vida. Tiradas das Atas do seu martírio.
"Com a vossa constância conservastes a vossa alma, ó Luzia, e com o vosso sangue vencestes o inimigo". Morreu em 303 ou 304, sendo sepultada em Siracusa, depois em Constantinopla, e por último trasladado a Veneza.Seu nome vem no Cânon Romano.
Quando a notícia de que Luzia e sua mãe haviam vendido tudo o que tinham e dividido aos pobres, chegou aos ouvidos de um homem a quem o seu pai a havia prometido em casamento, contra a vontade dela, aquele a acusou a Pascásio, o prefeito, de ser cristã. O prefeito não conseguiu levá-la ao culto dos ídolos, nem com pedidos, nem com ameaças, mas pelo contrário, ela se tornava cada vez mais ardente em celebrar os louvores da fé cristã, quanto mais ele tentava persuadi-la. Disse, então, ele: "Acabarão as palavras e passaremos às pancadas", ao que a virgem respondeu: "Não podem faltar palavras aos servos de Deus, aos quais Cristo disse: Quando estiverdes diante dos reis e governantes, não penseis o que nem como haveis de falar, porque naquela hora vos será dado o que falar, porque não sereis vós que falareis, mas o Espírito Santo que falará em vós".
Perguntando, então, Pascásio: "O Espírito Santo está em ti?", ela respondeu: "Os que vivem casta e piedosamente são templos do Espírito Santo". E ele: "Mandar-te-ei para o prostíbulo, para que o Espírito Santo saia de ti". Ela disse: "Se eu for violada contra a minha vontade, a minha castidade será duplicada para a coroa". Inflamado de cólera, Pascásio mandou levar Luzia para onde fosse violada a sua virgindade, mas, milagrosamente, a virgem ficou tão firme no lugar que foi impossível arredá-la. Por isso, o prefeito mandou acender ao redor dela fogo em cepilho, resina e óleo fervente, mas nenhuma chama lhe fez mal, e ele, após torturá-la de muitos modos, passou à espada seu pescoço. Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus - Luz do Mundo - até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade".
Virgem fiel e zelosa de pertencer inteiramente ao Senhor e que, para conservar impoluto o tesouro da virgindade, não hesitou perder todos os bens e sacrificar a própria vida. Tiradas das Atas do seu martírio.
"Com a vossa constância conservastes a vossa alma, ó Luzia, e com o vosso sangue vencestes o inimigo". Morreu em 303 ou 304, sendo sepultada em Siracusa, depois em Constantinopla, e por último trasladado a Veneza.Seu nome vem no Cânon Romano.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Festa de Nossa Senhora de Guadalupe
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Caio Vinícius
Num sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo, caminhava para a cidade do México a fim de participar da catequese e da Santa Missa enquanto estava na colina de Tepeyac, perto da capital. Este índio convertido chamava-se Juan Diego (canonizado pelo Papa João Paulo II em 2002).
Nossa Senhora disse então a Juan Diego para que fosse até o Bispo, pedindo que naquele lugar fosse construído um santuário para a honra e glória de Deus.
O Bispo local, usando de prudência, pediu um sinal da Virgem ao indígena que, somente na terceira aparição, foi concedido. Foi quando Juan Diego estava indo buscar um sacerdote para o tio doente: "Escute, meu filho, não há nada que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua "tilma" (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita..."
O Bispo viu não somente as rosas, mas o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, pintada prodigiosamente no manto do humilde indígena. Ele levou o manto com a imagem da Virgem para a capela, e ali, em meio às lágrimas, pediu perdão a Nossa Senhora. Era o dia 12 de dezembro de 1531.
Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou: "Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de 'Santa Maria de Guadalupe', embora não tenha explicado o porquê". Diante de tudo isso muitos se converteram e o Santuário foi construído.
O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto, não dura mais de 20 anos e este já dura há mais de quatro séculos e meio. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, sendo que a imagem nunca foi retocada e até hoje os peritos em pintura e química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção. No ano de 1971, alguns peritos inadvertidamente deixaram cair ácido nítrico sobre toda a pintura. Pois nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem. Com a invenção e ampliação da fotografia descobriu-se que, assim como a figura das pessoas com as quais falamos se reflete em nossos olhos, da mesma forma a figura de Juan Diego, do Bispo e do intérprete se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Cientistas americanos chegaram à conclusão de que estas três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva.
Disse o Papa Bento XIV, em 1754: "Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros... uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja... Deus não agiu assim com nenhuma outra nação".
Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada "Padroeira de toda a América" pelo Papa Pio XII a 12 de outubro de 1945.
Bento XVI celebra a missa do Domingo Gaudete
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Caio Vinícius
O Papa acrescentou: "Cristo não fez revoluções cruentas. Não é a violência, a verdadeira revolução que muda o mundo. Mas a luz silenciosa da verdade, da bondade de Deus, que é o sinal de Sua presença e nos dá a certeza de que somos amados até o fim e que não fomos esquecidos. Não somos o produto do acaso, mas de uma vontade de amor".
Bento XVI disse ainda que, "assim podemos viver, podemos sentir a proximidade de Deus. 'Deus está próximo', diz primeira leitura de hoje, está perto, mas muitas vezes nós estamos longe. Chegai, andemos na presença de Sua luz, nós oramos ao Senhor e em contato com a oração nos tornamos luz para os outros".
Dirigindo-se aos fiéis presentes nesta Celebração Eucarística, Bento XVI os exortou a dar o seu contributo à caridade - pilar da vida cristã -, sendo constantes e pacientes na espera do Senhor que vem, evitando lamentações e juízos . E a não fazer desta paróquia uma célula isolada do contexto diocesano, "deve antes ser uma expressão viva da beleza da Igreja".
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=279347
Não é a violência, a verdadeira revolução que muda o mundo, mas a luz silenciosa da verdade". Foi o que afirmou o Papa Bento XVI, neste domingo, 12, na Missa na paróquia de São Maximiliano Kolbe, em Roma.
Refletindo sobre o exemplo de São Maximiliano, que se ofereceu para morrer no lugar de um pai de família, no campo de concentração nazista, o Papa destacou: "Que grande luz tornou-se ele! Quantidade de luz que está vindo deste valor e encorajou outros a dar sua vida, para ajudar os sofredores, os oprimidos!".
Com este exemplo e comentando o Evangelho deste domingo, que apresenta a passagem na qual João Batista, preso, ouve falar das obras de Cristo e pede aos seus discípulos que lhe perguntem: 'És tu Aquele que está para vir, ou devemos esperar outro?', o Papa afirmou que "não é a violência que muda o mundo".
"Nos últimos três séculos vieram tantos profetas, ideólogos, ditadores que disseram não é Ele [Jesus], somos nós que mudamos o mundo. E fizeram as suas ditaduras. Mas de todas estas promessas ficou apenas um grande vazio e destruição: Hoje, sabemos que não eram eles", destacou Bento XVI.
O Papa acrescentou: "Cristo não fez revoluções cruentas. Não é a violência, a verdadeira revolução que muda o mundo. Mas a luz silenciosa da verdade, da bondade de Deus, que é o sinal de Sua presença e nos dá a certeza de que somos amados até o fim e que não fomos esquecidos. Não somos o produto do acaso, mas de uma vontade de amor".Bento XVI disse ainda que, "assim podemos viver, podemos sentir a proximidade de Deus. 'Deus está próximo', diz primeira leitura de hoje, está perto, mas muitas vezes nós estamos longe. Chegai, andemos na presença de Sua luz, nós oramos ao Senhor e em contato com a oração nos tornamos luz para os outros".
Dirigindo-se aos fiéis presentes nesta Celebração Eucarística, Bento XVI os exortou a dar o seu contributo à caridade - pilar da vida cristã -, sendo constantes e pacientes na espera do Senhor que vem, evitando lamentações e juízos . E a não fazer desta paróquia uma célula isolada do contexto diocesano, "deve antes ser uma expressão viva da beleza da Igreja".
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=279347
sábado, 11 de dezembro de 2010
Domingo Gaudete
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Caio Vinícius
Gaudete in Dómino semper: ítero dico, gaudéte. Modéstia vestra nota sit ómnibus homínibus: Dóminus enim prope est.
Nihil sollíciti sitis: sed in omni oratióne petitiónes vestrae innotéscant apud Deum. Ps. 84, 2. Benedixísti, Dómine, terram tuam: avertísti captivitátem Jacob. Glória Patri...
Róseo, cor litúrgica para este III Domingo do Advento.
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Caio Vinícius
Retirado de: Salvem a Liturgia
O próximo Domingo é o III do Advento. Junto do IV da Quaresma, são os dois dias litúrgicos em que a penitência assume um caráter mais atenuado, com refreada alegria. E, por isso, a Igreja autoriza que o roxo dê lugar ao rosa, que é um misto do roxo penitencial com o branco do júbilo. O rosa, vê-se, é facultativo, mas é uma piedosa tradição que poderia bem ser mantida.
Abaixo, casulas góticas e romanas, e pluviais, nessa belíssima, embora tão em desuso no Brasil, cor litúrgica. Quem sabe não fazemos uma grande campanha para revitalizar essa cor de paramentos?
O próximo Domingo é o III do Advento. Junto do IV da Quaresma, são os dois dias litúrgicos em que a penitência assume um caráter mais atenuado, com refreada alegria. E, por isso, a Igreja autoriza que o roxo dê lugar ao rosa, que é um misto do roxo penitencial com o branco do júbilo. O rosa, vê-se, é facultativo, mas é uma piedosa tradição que poderia bem ser mantida.
Abaixo, casulas góticas e romanas, e pluviais, nessa belíssima, embora tão em desuso no Brasil, cor litúrgica. Quem sabe não fazemos uma grande campanha para revitalizar essa cor de paramentos?
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| Bento XVI usando uma casula simples em sua visita à África em março de 2009 |
| Um belo conjunto |
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| Casula romana rósea, em estilo italiano |
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| Uma casula gótica |
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| Diáconos também usam róseo |
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| Usando róseo nos tempos de Piero Marini |
São Dâmaso, rogai por nós!
Postado por
Caio Vinícius
Ocupou a Sé de Roma de 366 a 384. Foi natural, ou pelo menos originário, da antiga Hispânia. O Livro Pontifical, não muito posterior, dá-o como hispanus. Seu pai e uma irmã ao menos, Santa Irene, viveram também em Roma. Lá, S. Dâmaso erigiu uma Basílica a S. Lourenço, que recebeu o cognome de in Damaso.
Viveu num período de grande agitação para a Igreja. No tempo de seu Pontificado, era Bispo de Milão o grande Santo Ambrósio e São Jerônimo punha sua formidável inteligência ao serviço da Igreja. São Dâmaso teve que enfrentar um cisma causado por um antipapa, isto no início do seu Pontificado. Infelizmente este não consistiu no único problema para Dâmaso, já que teve de combater o Arianismo, que negava a consubstancialidade de Cristo com o Pai. Sendo ele Papa, chegou quase a extinguir-se a heresia ariana. O Imperador Teodósio, se não encontrou nele um indomável mestre de moral como Santo Ambrósio, encontrou um Papa que afirmou sempre, com serena firmeza, a "autoridade da Sé Apostólica". Dâmaso fez de tudo pela unidade da Igreja, e para deixar claro o Primado do Papa, pois foi o próprio Cristo quem quis: "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18)
O Papa Dâmaso esteve no II Concílio Ecumênico onde aconteceu a definição dogmática sobre a Divindade do Espírito Santo. Foi ele quem encarregou São Jerônimo na tradução da Bíblia da língua original para o latim, língua oficial da Igreja. Conhecido como o "Papa das Catacumbas", São Dâmaso foi responsável pela zelosa restauração das catacumbas dos mártires. Em Roma, conseguiu separar Estado e Paganismo. A sua obra foi paciente e oculta, mas não medíocre nem definhante. Soube ligar à Sé apostólica todas as Igrejas e obteve do poder civil o maior respeito.
São Dâmaso, o Papa mais notável do século IV, veio a falecer em 384. Na chamada Cripta dos Papas, por ele explorada nas Catacumbas de S. Calisto, no fim de uma longa inscrição, escreveu: "Aqui eu, Dâmaso, desejaria mandar sepultar os meus restos, mas tenho medo de perturbar as piedosas cinzas dos santos". Humildade e discrição de um Papa verdadeiramente santo, que de fato preparou para si a sepultura longe, num local solitário, à margem da Via Ardeatina.
Viveu num período de grande agitação para a Igreja. No tempo de seu Pontificado, era Bispo de Milão o grande Santo Ambrósio e São Jerônimo punha sua formidável inteligência ao serviço da Igreja. São Dâmaso teve que enfrentar um cisma causado por um antipapa, isto no início do seu Pontificado. Infelizmente este não consistiu no único problema para Dâmaso, já que teve de combater o Arianismo, que negava a consubstancialidade de Cristo com o Pai. Sendo ele Papa, chegou quase a extinguir-se a heresia ariana. O Imperador Teodósio, se não encontrou nele um indomável mestre de moral como Santo Ambrósio, encontrou um Papa que afirmou sempre, com serena firmeza, a "autoridade da Sé Apostólica". Dâmaso fez de tudo pela unidade da Igreja, e para deixar claro o Primado do Papa, pois foi o próprio Cristo quem quis: "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18)
O Papa Dâmaso esteve no II Concílio Ecumênico onde aconteceu a definição dogmática sobre a Divindade do Espírito Santo. Foi ele quem encarregou São Jerônimo na tradução da Bíblia da língua original para o latim, língua oficial da Igreja. Conhecido como o "Papa das Catacumbas", São Dâmaso foi responsável pela zelosa restauração das catacumbas dos mártires. Em Roma, conseguiu separar Estado e Paganismo. A sua obra foi paciente e oculta, mas não medíocre nem definhante. Soube ligar à Sé apostólica todas as Igrejas e obteve do poder civil o maior respeito.
São Dâmaso, o Papa mais notável do século IV, veio a falecer em 384. Na chamada Cripta dos Papas, por ele explorada nas Catacumbas de S. Calisto, no fim de uma longa inscrição, escreveu: "Aqui eu, Dâmaso, desejaria mandar sepultar os meus restos, mas tenho medo de perturbar as piedosas cinzas dos santos". Humildade e discrição de um Papa verdadeiramente santo, que de fato preparou para si a sepultura longe, num local solitário, à margem da Via Ardeatina.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Stille Nacht
Postado por
Caio Vinícius
Em 24 de dezembro de 1818, a canção “Stille Nacht” (“Noite Feliz”) foi ouvida pela primeira vez na aldeia de Oberndorf (Áustria). Foi na Missa de Galo na minúscula capelinha de São Nicolau.
Estavam presentes o pároco Pe José Mohr, o músico e compositor Franz Xaver Gruber com seu violão, e o pequeno coro da esquecida aldeia. No fim de cada estrofe, o coro repetia os dois últimos versos.
Naquela véspera de Natal nasceu a música que passou a ser como um hino oficial do Natal no mundo todo. Hoje se canta nas capelas dos Andes e no Tibete, ou nas grandes catedrais da Europa.
O Pe. Joseph Mohr, jovem sacerdote, compôs a letra em 1816. Ele estava encarregado da igreja rural de Mariapfarr, Áustria. Seu avô morava perto e é fácil imaginar que ele criou o texto enquanto caminhava para visitar seu ancião parente.
Nenhum evento particular inspirou o Pe. José para escrever a poética canção do nascimento de Jesus.
Em 1817 ele foi transferido para Oberndorf.
Na véspera do Natal de 1818 o Pe. José visitou seu amigo, o professor de música Franz Gruber, que morava num apartamentinho acima da escolinha da vizinha aldeia de Arnsdorf. Mostrou-lhe o poema e pediu-lhe uma melodia para a Missa de Galo daquela noite.
Quando aqueles dois homens acompanhados pelo coro cantavam por vez primeira em pé diante do altarzinho da capela de São Nicolau, o Stille Nacht! Heiligen Nacht! não faziam idéia da repercussão que o fato teria no mundo.
Karl Mauracher, mestre construtor e reparador de órgãos viajou várias vezes a Oberndorf para consertar o órgão. Numa das viagens obteve a partitura e a levou para sua terra. Foi assim, também despretensiosamente, que começou a difusão.
De início, nem tinha nome e era chamada de “canção folclórica tirolesa”.
Duas famílias que viajavam cantando canções populares do vale de Ziller incorporaram a peça a seu repertório e a entoaram em dezembro de 1832 em Leipzig num concerto de música folclórica. A partir de então a difusão progrediu como mancha de azeite.
Por fim, a família Rainer cantou o Stille Nach na presença do imperador da Áustria Francisco I e do czar da Rússia Alexandre I. A canção natalina passou a ser a preferida do rei Frederico Guilherme IV da Prússia.
O Pe. José morreu pobremente na cidadinha de Wagrain, nos Alpes, como pároco. Ele doou todos os seus bens para a educação das crianças.

O inspetor escolar de São Johann, num relatório ao bispo, descreve o Pe. José como um amigo dos fiéis, sempre perto dos pobres e um pai protetor. Seu nome foi esquecido por todos até ser recuperado posteriormente.A família de Franz Xaver Gruber conservou alguns dos humildes móveis do músico e o violão daquela noite abençoada, hoje peça histórica. O túmulo de Franz é decorado com uma árvore de Natal todos os meses de dezembro.
A imagem dos dois co-autores está nos vitralzinhos da capelinha de São Nicolau.
Assim é a riqueza insondável da Igreja: faz nascer no coração dos humildes e despretensiosos frutos de graça, perfeição e beleza que os gênios naturalmente mais dotados do mundo jamais conseguem superar.
Essa é a causa sobrenatural do insondável mistério que faz da Civilização Cristã a obra prima por excelência sobre a face da Terra e o bem supremo dos homens logo abaixo, e só abaixo, da Igreja Católica, Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, única Igreja verdadeira.
De: Catedrais Medievais
Papa aprova uma canonização e quinze beatificações
Postado por
Caio Vinícius
Bento XVI aprovou hoje os decretos de reconhecimento dos milagres, martírio e virtudes heroicas de um beato e 15 servos de Deus, após uma audiência concedida ao prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato.
Entre eles, estão a portuguesa Maria Clara do Menino Jesus (1843-1899) e a brasileira Irmã Dulce (1914-1992). Também foi aprovado o martírio de um sacerdote alemão que morreu em Dachau, assim como as virtudes heroicas de um religioso melquita libanês.
Milagres:
- Servo de Deus Francesco Paleari, italiano, nascido em Pogliano Milanese (1863) e falecido em Turim (1939), sacerdote do Instituto Cottolengo.
- Serva de Deus Ana María Janer Anglarill, espanhola, nascida em Cervera (1800) e falecida em Talarn (1885), fundadora do Instituto das Irmãs da Sagrada Família de Urgell.
- Serva de Deus Maria Clara do Menino Jesus (Libânia do Carmo Galvão Meixa De Moura Telles e Albuquerque), portuguesa, nascida em Amadora (1843) e falecida em Lisboa (1899), fundadora da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição.
- Serva de Deus Dulce (Maria Rita Lopes Pontes), brasileira, nascida e falecida em São Salvador da Bahia (1914-1992), irmã professa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.
Martírio:
- Servo de Deus Alois Andritzki, alemão, nascido em Radibor (1914) e falecido no campo de concentração de Dachau (1943), sacerdote diocesano.
- Servos de Deus José Nadal y Guiu, espanhol, nascido em Bell-lloc (1911), e José Jordão y Blecua, espanhol, nascido em Azlor (1906), falecidos em Monzon, durante a perseguição religiosa (1936), sacerdotes diocesanos.
- Servo de Deus Antonio (Miguel Faúndez López), espanhol, nascido em La Hiniesta (1907), e Buenaventura (Baltasar Mariano Martínez Muñoz), espanhol, nascido em Santa Cruz (1912), sacerdote e clérigo, respectivamente, da Ordem dos Frades Menores, além de Pedro Sanchez Barba, espanhol, nascido em Llano de Brujas (1895) e Fulgencio Martínez García, espanhol, nascido em Ribera de Molina (1911), ambos párocos, sacerdotes da Ordem Terceira Secular de São Francisco de Assis, falecidos todos em Múrcia durante a perseguição religiosa de 1936;
Virtudes heroicas:
- Servo de Deus Antonio Palladino, italiano, nascido e falecido em Cerignola (1881-1926), sacerdote diocesano e fundador da Congregação das Irmãs Dominicanas do Santíssimo Sacramento.
- Servo de Deus Béchara ( Selim Abou-Mourad), libanês, nascido em Zahlé (1853) e falecido em Saïda (1930), sacerdote da Ordem Basiliana do Santíssimo Salvador dos Melquitas.
- Serva de Deus Maria Elisa Andreoli, italiana, nascida em Agugliaro (1861) e falecida em Rovigo (1935), fundadora da Congregação das Servas de Maria Reparadoras.
- Serva de Deus María Pilar del Sagrado Corazón (María Pilar Solsona Lambán), espanhola, nascida em Zaragoza (1881) e falecida em Logroño (1966), religiosa professa do Instituto das Filhas de Maria Religiosas das Escolas Pias.
Entre eles, estão a portuguesa Maria Clara do Menino Jesus (1843-1899) e a brasileira Irmã Dulce (1914-1992). Também foi aprovado o martírio de um sacerdote alemão que morreu em Dachau, assim como as virtudes heroicas de um religioso melquita libanês.
Milagres:
- Beato Guido Maria Conforti, italiano, nascido em Ravadese (1865) e falecido em Parma (1931), arcebispo de Parma e fundador da Pia Sociedade de São Francisco Xavier para as Missões Estrangeiras.
- Servo de Deus Francesco Paleari, italiano, nascido em Pogliano Milanese (1863) e falecido em Turim (1939), sacerdote do Instituto Cottolengo.
- Serva de Deus Ana María Janer Anglarill, espanhola, nascida em Cervera (1800) e falecida em Talarn (1885), fundadora do Instituto das Irmãs da Sagrada Família de Urgell.
- Serva de Deus Dulce (Maria Rita Lopes Pontes), brasileira, nascida e falecida em São Salvador da Bahia (1914-1992), irmã professa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.
Martírio:
- Servo de Deus Alois Andritzki, alemão, nascido em Radibor (1914) e falecido no campo de concentração de Dachau (1943), sacerdote diocesano.
- Servos de Deus José Nadal y Guiu, espanhol, nascido em Bell-lloc (1911), e José Jordão y Blecua, espanhol, nascido em Azlor (1906), falecidos em Monzon, durante a perseguição religiosa (1936), sacerdotes diocesanos.
- Servo de Deus Antonio (Miguel Faúndez López), espanhol, nascido em La Hiniesta (1907), e Buenaventura (Baltasar Mariano Martínez Muñoz), espanhol, nascido em Santa Cruz (1912), sacerdote e clérigo, respectivamente, da Ordem dos Frades Menores, além de Pedro Sanchez Barba, espanhol, nascido em Llano de Brujas (1895) e Fulgencio Martínez García, espanhol, nascido em Ribera de Molina (1911), ambos párocos, sacerdotes da Ordem Terceira Secular de São Francisco de Assis, falecidos todos em Múrcia durante a perseguição religiosa de 1936;
Virtudes heroicas:
- Servo de Deus Antonio Palladino, italiano, nascido e falecido em Cerignola (1881-1926), sacerdote diocesano e fundador da Congregação das Irmãs Dominicanas do Santíssimo Sacramento.
- Servo de Deus Béchara ( Selim Abou-Mourad), libanês, nascido em Zahlé (1853) e falecido em Saïda (1930), sacerdote da Ordem Basiliana do Santíssimo Salvador dos Melquitas.
- Serva de Deus Maria Elisa Andreoli, italiana, nascida em Agugliaro (1861) e falecida em Rovigo (1935), fundadora da Congregação das Servas de Maria Reparadoras.
- Serva de Deus María Pilar del Sagrado Corazón (María Pilar Solsona Lambán), espanhola, nascida em Zaragoza (1881) e falecida em Logroño (1966), religiosa professa do Instituto das Filhas de Maria Religiosas das Escolas Pias.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
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