segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Papa faz doação para auxiliar na reconstrução do Haiti
Postado por
Caio Vinícius
O Papa Bento XVI enviará uma mensagem e auxílio econômico de US$ 1.200.000 ao Haiti. O presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, Cardeal Robert Sarah, é o emissário do Pontífice.
A visita do Cardeal vai desta segunda-feira, 10, até quinta-feira, 13, segundo informou hoje o Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.
A população daquele país da América Central foi gravemente atingida por um forte terremoto há um ano, em 12 de janeiro de 2010, que resultou em cerca de 250 mil mortos e deixou um milhão de desabrigados.
A visita terá também o objetivo de agradecer a todos aqueles que trabalharam no imenso trabalho da fase de emergência e renovar o compromisso da Igreja na reconstrução, pedindo uma nova fase de empenho caritativo.
Em julho do ano passado, o Pontífice já havia doado US$ 250.000,00 para o início do projeto de reconstrução da escola São Francisco de Sales, que fica na cidade de Porto Príncipe, capital do país. Na ocasião, o valor foi doado pelo então presidente do Cor Unum, Cardeal Paul Josef Cordes, 76, que apresentou renúncia e foi substituído por Sarah, 65, em 7 de outubro de 2010.
Retirado: Canção Nova
sábado, 8 de janeiro de 2011
Falece Bispo emérito de Anápolis, Dom Manoel Pestana
Postado por
Caio Vinícius
O Bispo emérito de Anápolis (GO), Dom Manoel Pestana Filho, faleceu neste sábado, 8, em Santos.
O seu corpo será transladado para Anápolis no domingo, 9, e será velado na Catedral do Bom Jesus.
Saiba mais sobre Dom Manoel
Nascimento: 27 de abril de 1928, em Santos (SP).
Ordenação Sacerdotal: 05 de outubro de 1952, em Roma (Itália).
Nomeação Episcopal: 30 de novembro de 1978.
Sagração: 18 de fevereiro de 1979, em Santos - SP.
Tomada de Posse: 11 de março de 1979.
Bispo Emérito: 09 de junho de 2004.
Lema: "In Te Projectus"
O seu corpo será transladado para Anápolis no domingo, 9, e será velado na Catedral do Bom Jesus.
Saiba mais sobre Dom Manoel
Nascimento: 27 de abril de 1928, em Santos (SP).
Ordenação Sacerdotal: 05 de outubro de 1952, em Roma (Itália).
Nomeação Episcopal: 30 de novembro de 1978.
Sagração: 18 de fevereiro de 1979, em Santos - SP.
Tomada de Posse: 11 de março de 1979.
Bispo Emérito: 09 de junho de 2004.
Lema: "In Te Projectus"
Ex-bispo anglicano espera emocionado sua ordenação como sacerdote católico
Postado por
Caio Vinícius
Por: ACI Digital
O ex-bispo anglicano, John Broadhurst, assinalou que espera o dia de sua ordenação como sacerdote católico no próximo 15 de janeiro com "emoção e trepidação" dedicando-se ao estudo do direito canônico da Igreja em que foi recebido no primeiro dia de 2011.
Em entrevista telefônica concedida ao grupo ACI este 5 de janeiro, Broadhurst comentou que esta quarta-feira "virtualmente revisamos todo o código". Suas aulas começaram no ano passado e seguirão inclusive depois de sua ordenação como presbítero católico.
Junto com este novo membro da Igreja Católica, outros dois ex-bispos anglicanos, Andrew Burnham e Keith Newton, renunciaram a essa denominação em 31 de dezembro para ingressar na Igreja Católica no dia 1 de janeiro deste ano em uma Missa na Catedral de Westminster.
Em sua opinião, o gesto do Papa Bento XVI através da constituição apostólica Anglicanorum coetibus -que estabelece o processo para que os anglicanos possam voltar para a comunhão com a Igreja Católica- é algo "que não tem precedentes".
"É uma forma completamente nova de lutar com os problemas das pessoas que estão fora da Igreja Católica e que desejam a reconciliação".
Em referência ao ordinariato –estrutura católica para os anglicanos conversos estabelecida pelo Papa– na Inglaterra e Gales, Broadhurst assinalou que "temos que pô-lo em marcha porque é uma tarefa transcendental". Também estimou que esta instituição permitirá que haja muitos mais conversos já que "há muitos interessados".
Broadhurst disse além disso que os anglicanos que estão ingressando na Igreja conhecem bem a doutrina católica e acha muito pouco provável que algo possa fazer que eles "decidam voltar".
"Acredito que não se pode assumir que os anglicanos da maioria de tradições não estejam familiarizados com o ensino da Igreja Católica quanto aos temas fundamentais. Quer dizer, não acredito que haja problemas com a fé. Não vejo que isso ocorra".
Ele e seus companheiros agora ex-anglicanos se aproximam de suas novas vidas como católicos "com emoção e trepidação".
Os três ex-bispos anglicanos serão ordenados diáconos no próximo 13 de janeiro e sacerdotes nos dia 15, conforme assinala um comunicado da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales. Adicionalmente, outros dois ex-bispos anglicanos retirados, Edwin Barnes e David Silk, serão ordenados "em seu devido momento".
O ex-bispo anglicano, John Broadhurst, assinalou que espera o dia de sua ordenação como sacerdote católico no próximo 15 de janeiro com "emoção e trepidação" dedicando-se ao estudo do direito canônico da Igreja em que foi recebido no primeiro dia de 2011.
Em entrevista telefônica concedida ao grupo ACI este 5 de janeiro, Broadhurst comentou que esta quarta-feira "virtualmente revisamos todo o código". Suas aulas começaram no ano passado e seguirão inclusive depois de sua ordenação como presbítero católico.
Junto com este novo membro da Igreja Católica, outros dois ex-bispos anglicanos, Andrew Burnham e Keith Newton, renunciaram a essa denominação em 31 de dezembro para ingressar na Igreja Católica no dia 1 de janeiro deste ano em uma Missa na Catedral de Westminster.
Em sua opinião, o gesto do Papa Bento XVI através da constituição apostólica Anglicanorum coetibus -que estabelece o processo para que os anglicanos possam voltar para a comunhão com a Igreja Católica- é algo "que não tem precedentes".
"É uma forma completamente nova de lutar com os problemas das pessoas que estão fora da Igreja Católica e que desejam a reconciliação".
Em referência ao ordinariato –estrutura católica para os anglicanos conversos estabelecida pelo Papa– na Inglaterra e Gales, Broadhurst assinalou que "temos que pô-lo em marcha porque é uma tarefa transcendental". Também estimou que esta instituição permitirá que haja muitos mais conversos já que "há muitos interessados".
Broadhurst disse além disso que os anglicanos que estão ingressando na Igreja conhecem bem a doutrina católica e acha muito pouco provável que algo possa fazer que eles "decidam voltar".
"Acredito que não se pode assumir que os anglicanos da maioria de tradições não estejam familiarizados com o ensino da Igreja Católica quanto aos temas fundamentais. Quer dizer, não acredito que haja problemas com a fé. Não vejo que isso ocorra".
Ele e seus companheiros agora ex-anglicanos se aproximam de suas novas vidas como católicos "com emoção e trepidação".
Os três ex-bispos anglicanos serão ordenados diáconos no próximo 13 de janeiro e sacerdotes nos dia 15, conforme assinala um comunicado da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales. Adicionalmente, outros dois ex-bispos anglicanos retirados, Edwin Barnes e David Silk, serão ordenados "em seu devido momento".
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A Epifania de Nosso Senhor Jesus Cristo
Postado por
Caio Vinícius
“Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra”. (Cf. Mateus 2, 1-12)
A festa da Epifania que, antes de entrar em Roma, já existia no Oriente e em algumas Igrejas do Ocidente, parece ter tido por origem uma festa do Natal; o dia 6 de janeiro era para essas Igrejas, pouco mais ou menos o que o Natal, 25 de dezembro, era para a Igreja Romana.
Introduzida em Roma na segunda metade do século IV, a festa da Epifania tornou-se como que o complemento da festa do Natal. A Igreja celebra hoje a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo ao mundo inteiro e o grau de esplendor do mistério da Encarnação. S.Leão Magno e com ele toda a Santa Tradição viu nos Reis Magos, que pressurosos correm aos pés de Cristo, as primícias da gentilidade: eles trazem atrás de si todos os povos do universo e, por isso, a história do mundo; é um mistério de que os Magos indicaram o começo, mas que continua a sesnrolar-se à medida que a Igreja se expande.
Os presentes revelam a personalidade e a missão de Jesus, quem Ele é e o que veio fazer. O ouro aponta Jesus como Rei universal; o incenso, como Deus, “suba até vós Senhor, minha oração como incenso”. A mirra, planta que servia para fazer bálsamos para o corpo sofrido, pois ele é Rei e Deus pelo amor e pelo serviço sem reservas até a morte. A estrela é o sinal de que toda a criação o reconhecia como Deus e o aponta como o único caminho para a salvação.
Homilia de Bento XVI na Solenidade da Epifania do Senhor
Postado por
Caio Vinícius
Queridos irmãos e irmãs,
na Solenidade da Epifania, a Igreja continua a contemplar e a celebrar o mistério do nascimento de Jesus Salvador. Em particular, a recorrência de hoje sublinha a destinação e o significado universais desse nascimento. Fazendo-se homem no ventre de Maria, o Filho de Deus veio não somente para o povo de Israel, representado pelos pastores de Belém, mas também para a humanidade inteira, representada pelos Magos. E é exatamente sobre os Magos e sobre seu caminho na busca do Messias (cf. Mt 2,1-12) que a Igreja nos convida hoje a meditar e rezar. No Evangelho, escutamos que esses, chegando a Jerusalém do Oriente, perguntaram: "Onde está aquele que nasceu, o rei dos Judeus? Vimos despontar a sua estrela e viemos para adorá-lo" (v. 2). Que tipo de pessoas eram, e que espécie de estrela era aquela? Eram, provavelmente, sábios que escrutavam o céu, mas não para buscar "ler" nos astros o futuro, eventualmente para ganhar algum dinheiro; eram, mais que tudo, homens "em busca" de algo mais, em busca da verdadeira luz, que seja capaz de indicar a estrada a percorrer na vida. Eram pessoas convictas de que, na criação, existe aquilo que poderíamos definir como a "marca" de Deus, uma marca que o homem pode e deve tentar descobrir e decifrar. Talvez o melhor modo para conhecer esses Magos e entender o seu desejo de deixar-se guiar pelos sinais de Deus seja determo-nos em considerar aquilo que encontraram, em seu caminho, na grande cidade de Jerusalém.
Antes de tudo, encontraram o rei Herodes. Certamente, ele era interessado no menino de que falavam os Magos; não, no entanto, com o objetivo de adorá-Lo, como desejou dar a entender, mentindo, mas para suprimi-Lo. Herodes é um homem de poder, que no outro consegue ver somente um rival a combater. No fundo, se refletirmos bem, também Deus parece-lhe um rival, antes, um rival particularmente perigoso, que desejaria privar os homens do seu espaço vital, da sua autonomia, do seu poder; um rival que indica a estrada a percorrer na vida e impede, assim, de fazer tudo aquilo que se quer. Herodes escuta de seus especialistas nas Sagradas Escrituras as palavras do profeta Miqueias (5,1), mas o seu único pensamento é o trono. Portanto, Deus mesmo deve ser ofuscado e as pessoas devem ser reduzidas a meras peças a serem movidas no grande tabuleiro do poder. Herodes é um personagem que não nos é simpático e que, instintivamente, julgamos de modo negativo pela sua brutalidade. Mas deveríamos perguntar-nos: talvez haja algo de Herodes também em nós? Talvez também nós, às vezes, vemos Deus como uma espécie de rival? Talvez também nós estejamos cegos diante de seus sinais, surdos às suas palavras, porque pensamos que Ele põe limites na nossa vida e não nos permite dispor da existência a nosso bel-prazer? Queridos irmãos e irmãs, quando vemos Deus desse modo, acabamos sentindo-nos insatisfeitos e descontentes, porque não nos deixamos guiar por Aquele que está no fundamento de todas as coisas. Devemos tolher da nossa mente e do nosso coração a ideia da rivalidade, a ideia de que dar espaço para Deus seja um limite para nós mesmos; devemos abrir-nos à certeza de que Deus é o amor onipotente que não tolhe nada, não ameaça, antes, é o Único capaz de oferecer-nos a possibilidade de viver em plenitude, de provar a verdadeira alegria.
Os Magos, depois, encontram os estudiosos, os teólogos, os especialistas que sabem tudo sobre as Sagradas Escrituras, que conhecem as possíveis interpretações, que são capazes de citar de memória cada trecho e que, portanto, são um precioso auxílio para quem deseja percorrer o caminho de Deus. No entanto, afirma Santo Agostinho, esses amam ser guias para os outros, indicam a estrada, mas não caminham , permanecem imóveis. Para eles, as Escrituras tornam-se uma espécie de atlas para ler com curiosidade, um conjunto de palavras e de conceitos a examinar e sobre o qual discutir doutamente. Mas, novamente, podemos perguntar-nos: não há também em nós a tentação de considerar as Sagradas Escrituras, este tesouro riquíssimo e vital para a fé da Igreja, mais como um objeto para o estudo e discussão dos especialistas que como o Livro que nos indica o caminho para chegar à vida? Penso que, como indiquei na Exortação apostólica Verbum Domini, deveria nascer sempre de novo em nós a disposição profunda de ver a palavra da Bíblia, lida na Tradição viva da Igreja (n. 18), como a verdade que nos diz o que é o homem e como ele pode realizar-se plenamente, a verdade que é a via a se percorrer cotidianamente, juntamente com os outros, se desejamos construir a nossa existência sobre a rocha e não sobre a areia.
E vemos, assim, a estrela. Que tipo de estrela era aquela que os Magos viram e seguiram? Ao longo dos séculos, essa pergunta foi objeto de discussão entre os astrônomos. Keplero, por exemplo, acreditava que se tratasse de uma "nova" ou uma "supernova", isto é, de uma daquelas estrelas que normalmente emanam uma luz fraca, mas que podem ter improvisadamente uma violenta explosão interna que produz uma luz excepcional. Sim, coisas interessantes, mas que não nos levam ao que é essencial para compreender aquela estrela. Devemos voltar-nos para o fato de que aqueles homens buscavam os traços de Deus; buscavam ler a sua "marca" na criação; sabiam que "os céus narram a glória de Deus" (Sal 19,2); eram convictos, isto é, de que Deus pode ser entrevisto na criação. Mas, por serem sábios, sabiam também que não é com um telescópio qualquer, mas com os olhos profundos da razão em busca do sentido último da realidade e com o desejo motivado pela fé que é possível encontrá-Lo, que se torna possível que Deus se aproxime de nós. O universo não é resultado do acaso, como alguns desejam fazer-nos crer. Contemplando-o, somos convidados a ler algo de profundo: a sabedoria do Criador, a inexaurível criatividade de Deus, o seu infinito amor por nós. Não devemos deixar-nos limitar a mente por teorias que chegam sempre somente até certo ponto e que – se olharmos bem – não estão em concorrência com a fé, mas não chegam a explicar o sentido último da realidade. Na beleza do mundo, no seu mistério, na sua grandeza e na sua racionalidade não podemos deixar de ler a racionalidade eterna, e não podem deixar de guiar-nos ao único Deus, criador do céu e da terra. Se tivermos esse olhar, veremos que Aquele que criou o mundo e Aquele que nasceu em uma gruta em Belém e continua a habitar em meio a nós na Eucaristia é o próprio Deus vivo, que nos interpela, ama-nos, deseja conduzir-nos à vida eterna.Herodes, os especialistas nas Escrituras, a estrela. No entanto, sigamos o caminho dos magos que chegam a Jerusalém. Sobre a grande cidade, a estrela desaparece, não se vê mais. O que isso significa? Também nesse caso devemos ler o sinal em profundidade. Para aqueles homens, era lógico buscar o novo rei no palácio real, onde encontram-se os sábios conselheiros de corte. Mas, provavelmente com espanto, tiveram que constatar que aquele recém-nascido não se encontrava nos lugares do poder e da cultura, mesmo que lá tenham sido oferecidas preciosas informações sobre Ele. Se deram conta, pelo contrário, que, muitas vezes, o poder, também aquele da consciência, fica no caminho de encontro com aquele Menino. A estrela guiou-lhes então a Belém, uma pequena cidade; guiou-lhes entre os pobres, entre os humildes, para encontrar o Rei do mundo. Os critérios de Deus são diferentes daqueles dos homens; Deus não se manifesta no poder deste mundo, mas na humildade do seu amor, aquele amor que requer a nossa liberdade de ser acolhido para transformar-nos e tornar-nos capazes de chegar Àquele que é o Amor. Mas também para nós as coisas não são assim tão diferentes de como eram para os Magos. Se fosse pedido o nosso parecer sobre como Deus deveria salvar o mundo, talvez responderíamos que devesse manifestar todo o seu poder para dar ao mundo um sistema econômico mais justo, em que todos pudessem ter tudo aquilo que desejassem. Na realidade, isso seria uma espécie de violência contra o homem, porque o privaria de elementos fundamentais que o caracterizam. Com efeito, não seriam chamados em causa a nossa liberdade, nem o nosso amor. O poder de Deus manifesta-se de modo completamente diferente: em Belém, onde encontramos a aparente impotência do seu amor. E é para lá que nós devemos andar, e é lá que re-encontraremos a estrela de Deus.
Assim aparece-nos bem claro um último elemento importante do acontecimento dos Magos: a linguagem do criado permite-nos percorrer um bom trecho da estrada rumo a Deus, mas não nos dá a luz definitiva. No final, para os Magos, foi indispensável escutar a voz das Sagradas Escrituras: somente essas podiam indicar o seu caminho. É a Palavra de Deus a verdadeira estrela que, na incerteza dos discursos humanos, oferece-nos o imenso esplendor da verdade divina. Queridos irmãos e irmãs, deixemo-nos guiar pela estrela, que é a Palavra de Deus, sigamo-la na nossa vida, caminhando com a Igreja, onde a palavra montou sua tenda. A nossa estrada será sempre iluminada por uma luz que nenhum outro sinal pode nos dar. E poderemos, também nós, tornar-nos estrelas para os outros, reflexo daquela luz que Cristo fez resplandecer sobre nós. Amém!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
"Santo Subito". João Paulo II será beatificado.
Postado por
Caio Vinícius
Por: Andrea Tornieli, em Il Giornale
João Paulo II será beatificado em 2011, talvez antes mesmo do verão. Nas últimas semanas, a consulta médica da Congregação para as Causas dos Santos se diz favorável sobre o milagre atribuído à intercessão do Papa Wojtyla - a cura de uma freira francesa do mal de Parkinson - e da documentação nos últimos dias, passou também a discussão dos teólogos. Antes de chegar à mesa de Bento XVI, agora só precisava de uma mão livre no Cardeais e Bispos membros da Congregação, que recebeu o dossiê sobre o milagre. Colegiadamente os mesmos se reunirão para analisar e expressar o seu voto, em meados de janeiro.
Como você pode recordar, o decreto sobre as virtudes heróicas de Karol Wojtyla, que marca o fim do processo, foi promulgado pelo Papa Ratzinger, em 19 de dezembro de 2009, depois de votar por unanimidade a favor dos cardeais e bispos. O defensor da causa de beatificação, monsenhor Slawomir Oder, tinha apresentado um suposto milagre à congregação, um dos muitos relatórios recebidos através da intercessão de João Paulo II, compilado após a sua morte.
É, como todos sabem, a cura da irmã Marie Simon-Pierre, freira francesa de 44 anos, afetada por uma forma agressiva da doença de Parkinson. A doença que a obrigou a deixar o seu serviço na maternidade de um hospital em Arles, desapareceu instantaneamente e inexplicável após as outras freiras, em junho de 2005 com a morte Wojtyla recentemente, pedindo um milagre de cura. Durante meses, no entanto, a consulta médica, presidida pelo Professor Patrizio Poliscar, médico pessoal do Papa Bento XVI - chamada para discutir o caso e se pronunciar sobre a cura eficaz é impossível explicar a partir do ponto de vista científico. Um dos especialistas envolvidos manifestou perplexidade com o diagnóstico inicial dos colegas franceses e quis verificar se a religiosa realmente havia se curado, tiendo sido afetada pela doença. Caso contrário, ele teria tido em consideração outros alegados milagres. Agora, após as investigações tomaram todo o tempo, o parecer da consulta médica tenha sido favorável.
Alguns tinham lido o atraso dos últimos meses como um "político" para retardar o processo de beatificação, obviamente, isso não era verdade. Em qualquer caso, nem nunca disse que, nas discussões e votações que acompanharam o processo, perguntas sobre a santidade pessoal de João Paulo II.
A reunião de médicos e de teólogos que deu rédea solta ocorreu antes do final de 2010, com a maior confidencialidade. Após a votação sobre as virtudes heróicas de Wojtyla foi-lhe atribuído o título de "venerável", e agora a consulta médica sobre o milagre (Positio super olhar), prevê-se que também à última reunião de cardeais e bispos aprovará a decisão nos próximos dias. Se isso acontecer, significa que o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, dirija-se ao Papa, para aprovação, e apresentar-lhe-á o milagre.
Durante o funeral do papa polonês, realizado pelo então cardeal Joseph Ratzinger, tinha sido implantado em bandeiras Praça São Pedro com as palavras "Santo Subito". Um pedido de abertura do processo foi assinado pelos cardeais no conclave do período, e que era também a hipótese de se proceder imediatamente com a canonização, proclamando realmente Wojtyla "Santo Subito "em vez de abençoado. Bento XVI, após avaliação de cada proposta, decidiu em junho de 2005 iniciar o processo de imediato - sem esperar os cinco anos, desde que deve transcorrer desde a morte do candidato para o altar - mas sem atalhos.Fonte: La Buhardilla de Jerónimo
Mons.Negri: "Ecco gli obiettivi del terrorismo islamico"
Postado por
Caio Vinícius
Tratto da La Bussola, di Franca Giansoldati
03-01-2011
«In barba a tutti gli irenismi e a tutte le ricerche delle moderazioni, il terrorismo islamico ha un obiettivo esplicito: la conquista islamica del mondo e, all’interno di questo obiettivo (che certamente sarà a più lunga scadenza), un altro obiettivo più immediato e cioè la distruzione del cristianesimo in Terra Santa, nel Medio Oriente e poi, più o meno, in tutti i Paesi anche di antica tradizione cristiana». Monsignor Luigi Negri, vescovo di San Marino, davanti ai fatti di sangue che in questi giorni di festa si sono accavallati accomunando la Nigeria all’Egitto, le Filippine al Pakistan, preferisce avere un approccio diretto e senza fronzoli.
I cristiani sono divenuti facile bersaglio...
«Altroché. L’Islam si è fatto carico di condurre sino in fondo la lotta contro il cristianesimo. E’ un fatto indiscutibile e mi auguro che anche i più aperturisti e irenici tra i cattolici se ne siano accorti. Chi non vede questo pericolo non fa buon uso della ragione. Vi è il tentativo violento, in molte nazioni africane e asiatiche, di imporre l’egemonia islamica».
Perché?
«Una volta eliminata la minoranza cristiana, che è decisamente portatrice di una cultura di pace, hanno davanti una autostrada. Spero che gli esperti in islamologia non vogliano negare questa evidenza. L’Islam è all’assalto per diventare egemone e l’eliminazione delle minoranze cristiane è un tassello fondamentale». Arriviamo all’antidoto: servono le crociate? «Ma smettiamola con queste baggianate. Il dialogo con l’Islam è possibile solo se c’è una identità cattolica positiva e forte. Bisogna che i cristiani recuperino la fede, perché da questo dipende la capacità di farne la matrice della nostra cultura e, dunque, il nostro dialogo col mondo».
Colpisce il numero dei cristiani ammazzati a motivo della fede...
«Io prego perché questi martiri sostengano la Chiesa diventando semi di nuovi cristiani. Purtroppo quello che abbiamo davanti è un olocausto che nessuno vuol guardare perchè scompiglia, mette in discussione gli schemi».
Lei sostiene un movimento per il sostegno dei cristiani in Paesi difficili.
«Invito tutti ad una maggiore solidarietà, maggiore attenzione, garantendo loro appoggi concreti non solo parole».
(Tratto da Il Messaggero del 2 gennaio 2011)
Dal: Messa in Latino
03-01-2011
«In barba a tutti gli irenismi e a tutte le ricerche delle moderazioni, il terrorismo islamico ha un obiettivo esplicito: la conquista islamica del mondo e, all’interno di questo obiettivo (che certamente sarà a più lunga scadenza), un altro obiettivo più immediato e cioè la distruzione del cristianesimo in Terra Santa, nel Medio Oriente e poi, più o meno, in tutti i Paesi anche di antica tradizione cristiana». Monsignor Luigi Negri, vescovo di San Marino, davanti ai fatti di sangue che in questi giorni di festa si sono accavallati accomunando la Nigeria all’Egitto, le Filippine al Pakistan, preferisce avere un approccio diretto e senza fronzoli.
I cristiani sono divenuti facile bersaglio...
«Altroché. L’Islam si è fatto carico di condurre sino in fondo la lotta contro il cristianesimo. E’ un fatto indiscutibile e mi auguro che anche i più aperturisti e irenici tra i cattolici se ne siano accorti. Chi non vede questo pericolo non fa buon uso della ragione. Vi è il tentativo violento, in molte nazioni africane e asiatiche, di imporre l’egemonia islamica».
Perché?
«Una volta eliminata la minoranza cristiana, che è decisamente portatrice di una cultura di pace, hanno davanti una autostrada. Spero che gli esperti in islamologia non vogliano negare questa evidenza. L’Islam è all’assalto per diventare egemone e l’eliminazione delle minoranze cristiane è un tassello fondamentale». Arriviamo all’antidoto: servono le crociate? «Ma smettiamola con queste baggianate. Il dialogo con l’Islam è possibile solo se c’è una identità cattolica positiva e forte. Bisogna che i cristiani recuperino la fede, perché da questo dipende la capacità di farne la matrice della nostra cultura e, dunque, il nostro dialogo col mondo».
Colpisce il numero dei cristiani ammazzati a motivo della fede...
«Io prego perché questi martiri sostengano la Chiesa diventando semi di nuovi cristiani. Purtroppo quello che abbiamo davanti è un olocausto che nessuno vuol guardare perchè scompiglia, mette in discussione gli schemi».
Lei sostiene un movimento per il sostegno dei cristiani in Paesi difficili.
«Invito tutti ad una maggiore solidarietà, maggiore attenzione, garantendo loro appoggi concreti non solo parole».
(Tratto da Il Messaggero del 2 gennaio 2011)
Dal: Messa in Latino
Os Cristãos no Egito estão desprotegidos contra o terrorismo, denuncia Núncio
Postado por
Caio Vinícius
Retirado: Aci digital
O Núncio Apostólico no Egito, Dom Michael Louis Fitzgerald, assinalou que nestes momentos os cristãos não se sentem protegidos contra o terrorismo neste país majoritariamente muçulmano.
Assim o indicou o Prelado à agência vaticana Fides depois do atentado terrorista de 31 de dezembro contra a igreja dos Santos de Alexandria do Egito que cobrou a vida de 22 pessoas e deixou outras 79 feridas, a maioria delas coptos ortodoxos.
O Núncio comentou que expressou as suas condolências ao líder copto Shenouda III e acrescentou que "este momento exige a todos a oração pela paz, e não colocar-nos uns contra os outros, mas trabalhar pela unidade nacional".
Fides assinala ademais que houveram tensões e incidentes entre a polícia e os manifestantes coptos, que acusam as autoridades de não proteger adequadamente as comunidades cristãs locais.
"Os cristãos não se sentem suficientemente protegidos, mas compreendem as dificuldades para prevenir os atos de terrorismo", assinala o Arcebispo Fitzgerald. "Dentro de sete dias, os coptos ortodoxos celebram o Natal. Espero que esta comunidade cristã possa celebrar esta festividade na tranqüilidade, na paz e na alegria", concluiu.
O Núncio Apostólico no Egito, Dom Michael Louis Fitzgerald, assinalou que nestes momentos os cristãos não se sentem protegidos contra o terrorismo neste país majoritariamente muçulmano.
Assim o indicou o Prelado à agência vaticana Fides depois do atentado terrorista de 31 de dezembro contra a igreja dos Santos de Alexandria do Egito que cobrou a vida de 22 pessoas e deixou outras 79 feridas, a maioria delas coptos ortodoxos.
O Núncio comentou que expressou as suas condolências ao líder copto Shenouda III e acrescentou que "este momento exige a todos a oração pela paz, e não colocar-nos uns contra os outros, mas trabalhar pela unidade nacional".
Fides assinala ademais que houveram tensões e incidentes entre a polícia e os manifestantes coptos, que acusam as autoridades de não proteger adequadamente as comunidades cristãs locais.
"Os cristãos não se sentem suficientemente protegidos, mas compreendem as dificuldades para prevenir os atos de terrorismo", assinala o Arcebispo Fitzgerald. "Dentro de sete dias, os coptos ortodoxos celebram o Natal. Espero que esta comunidade cristã possa celebrar esta festividade na tranqüilidade, na paz e na alegria", concluiu.
Dom João Braz de Aviz, é nomeado Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.
Postado por
Caio Vinícius
O Arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz, foi nomeado pelo Papa Bento XVI como novo prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.O anúncio foi realizado na manhã desta terça-feira, 4, pelo Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Dom Aviz sucede o cardeal esloveno Franc Rodé, 76 anos, que pediu renúncia da função por limite de idade (75 anos), conforme prevê o Código de Direito Canônico.
Leia na íntegra (em italiano) a nomeação de Dom Aviz:
L'Osservatore Romano
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Vigorizar raízes cristãs da Europa, pediu o Papa Bento XVI
Postado por
Caio Vinícius
De: Aci digital
Em uma carta enviada ao Arcebispo de Santiago de Compostela em ocasião da conclusão do Ano Santo Compostelano, o Papa Bento XVI alentou a Europa a vigorizar suas raízes cristãs.
"Este serviço a uma compreensão profunda e a uma defesa valorosa do homem é uma exigência do Evangelho e uma contribuição essencial à sociedade de nossa condição cristã".
Dirigindo-se aos jovens, "com quem terei a sorte de me reunir no próximo ano em Madrid, para a celebração da Jornada Mundial da Juventude" em agosto de 2011, o Papa os convidou "a deixar-se interpelar por Cristo, realizando com Ele um diálogo franco e pausado e perguntando-se também: Contará o Senhor comigo para ser seu apóstolo no mundo, para ser mensageiro de seu amor? Que não falte a generosidade na resposta, nem tampouco aquele arrojo que levou Tiago a seguir o Mestre sem economizar sacrifícios".
Bento XVI anima aos seminaristas "a que se identifiquem cada vez mais com Jesus, que os chama a trabalhar em sua vinha".
"A vocação ao sacerdócio é um admirável dom do qual se deve estar orgulhoso, porque o mundo necessita de pessoas dedicadas por completo a fazer a Jesus Cristo presente, configurando toda sua vida e seu afazer com Ele, repetindo diariamente com humildade suas palavras e seus gestos, para ser sua transparência em meio da grei que lhes foi encomendada".
Finalmente o Papa expressou que "conservando em minha alma a lembrança de minha grata estadia em Compostela, peço ao Senhor que o perdão e a aspiração à santidade que germinaram neste Ano Santo Compostelano ajudem a fazer mais presente, sob a guia de São Tiago, a Palavra redentora de Jesus Cristo nessa Igreja particular e em todos os povos da Espanha"
"Que sua luz seja percebida igualmente na Europa, como um convite incessante a vigorizar suas raízes cristãs e assim potencializar seu compromisso pela solidariedade e a firme defesa da dignidade do homem".
Em uma carta enviada ao Arcebispo de Santiago de Compostela em ocasião da conclusão do Ano Santo Compostelano, o Papa Bento XVI alentou a Europa a vigorizar suas raízes cristãs.
No texto enviado em 31 de dezembro a Dom Julián Barrio Barrio, o Papa assinala que os que peregrinaram em 2010 a Santiago "têm que voltar para suas casas como retornaram a Jerusalém os discípulos do Emaús. Não seremos testemunhas acreditáveis de Deus se não formos fiéis colaboradores e servidores dos homens".
"Este serviço a uma compreensão profunda e a uma defesa valorosa do homem é uma exigência do Evangelho e uma contribuição essencial à sociedade de nossa condição cristã".
Dirigindo-se aos jovens, "com quem terei a sorte de me reunir no próximo ano em Madrid, para a celebração da Jornada Mundial da Juventude" em agosto de 2011, o Papa os convidou "a deixar-se interpelar por Cristo, realizando com Ele um diálogo franco e pausado e perguntando-se também: Contará o Senhor comigo para ser seu apóstolo no mundo, para ser mensageiro de seu amor? Que não falte a generosidade na resposta, nem tampouco aquele arrojo que levou Tiago a seguir o Mestre sem economizar sacrifícios".
Bento XVI anima aos seminaristas "a que se identifiquem cada vez mais com Jesus, que os chama a trabalhar em sua vinha".
"A vocação ao sacerdócio é um admirável dom do qual se deve estar orgulhoso, porque o mundo necessita de pessoas dedicadas por completo a fazer a Jesus Cristo presente, configurando toda sua vida e seu afazer com Ele, repetindo diariamente com humildade suas palavras e seus gestos, para ser sua transparência em meio da grei que lhes foi encomendada".
Finalmente o Papa expressou que "conservando em minha alma a lembrança de minha grata estadia em Compostela, peço ao Senhor que o perdão e a aspiração à santidade que germinaram neste Ano Santo Compostelano ajudem a fazer mais presente, sob a guia de São Tiago, a Palavra redentora de Jesus Cristo nessa Igreja particular e em todos os povos da Espanha"
"Que sua luz seja percebida igualmente na Europa, como um convite incessante a vigorizar suas raízes cristãs e assim potencializar seu compromisso pela solidariedade e a firme defesa da dignidade do homem".
Papa critica atentado contra cristãos no Egito
Postado por
Caio Vinícius
O Papa Bento XVI criticou o atentado que matou 21 fiéis e feriu dezenas, em Alexandria, no Egito, na noite do Ano Novo. Após o Ângelus deste domingo, 2, o Santo Padre afirmou que, tanto "esse gesto de morte", como colocar bombas junto das casas dos cristãos no Iraque, para obrigá-los a partir, "ofende a Deus e a toda humanidade", que precisamente neste sábado, "rezou pela paz e iniciou com esperança um novo ano".
"Diante dessa estratégia de violência que toma como alvo os cristãos, e tem consequências sobre toda a população, rezo pelas vítimas e seus familiares e encorajo as comunidades eclesiais a perseverarem na fé e no testemunho de não-violência que vem do Evangelho”, disse Bento XVI.
Nesse contexto, o Papa recordou ainda os “numerosos agentes pastorais assassinados em 2010 em várias partes do mundo", e disse: “a eles vai igualmente a nossa afetuosa recordação diante do Senhor. Permaneçamos unidos em Cristo, nossa esperança e nossa paz!"
Cerca de mil cristãos participavam da Missa de Ano Novo na Igreja, em Alexandria, e ao saírem do templo, por volta das 00h30 (local), foram surpreendidos pela explosão de uma bomba, em frente à Igreja. O atentado, que ainda não foi reivindicado, aconteceu depois das ameaças expressas em novembro passado pela ala iraquiana de Al Qaeda que, depois de reivindicar o ataque ocorrido em Bagdá, contra a igreja sírio-católica, ameaçou a comunidade copta egípcia.
"Diante dessa estratégia de violência que toma como alvo os cristãos, e tem consequências sobre toda a população, rezo pelas vítimas e seus familiares e encorajo as comunidades eclesiais a perseverarem na fé e no testemunho de não-violência que vem do Evangelho”, disse Bento XVI.
Nesse contexto, o Papa recordou ainda os “numerosos agentes pastorais assassinados em 2010 em várias partes do mundo", e disse: “a eles vai igualmente a nossa afetuosa recordação diante do Senhor. Permaneçamos unidos em Cristo, nossa esperança e nossa paz!"
Cerca de mil cristãos participavam da Missa de Ano Novo na Igreja, em Alexandria, e ao saírem do templo, por volta das 00h30 (local), foram surpreendidos pela explosão de uma bomba, em frente à Igreja. O atentado, que ainda não foi reivindicado, aconteceu depois das ameaças expressas em novembro passado pela ala iraquiana de Al Qaeda que, depois de reivindicar o ataque ocorrido em Bagdá, contra a igreja sírio-católica, ameaçou a comunidade copta egípcia.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Fotos da Solenidade da Virgem Maria, Mãe de Deus, no Vaticano.
Postado por
Caio Vinícius
Hoje 1° de janeiro de 2011, a Igreja celebra a Festa da Santa Mãe de Deus, e também o primeiro dia do ano civil de 2011.
Sendo hoje uma Festa de preceito, o Santo Padre celebrou esta manhã na basílica de São Pedro a Santa Missa em honra da Mãe de Deus, que foi concelebrada por dois cardeais e três bispos e teve a assistência de dois cardeais, na qualidade de diáconos, criados recentemente. O Santo Padre usou a tradicional casula romana de Paulo VI e os demais concelebrantes outras casulas romanas.
Veja as fotos:
Sendo hoje uma Festa de preceito, o Santo Padre celebrou esta manhã na basílica de São Pedro a Santa Missa em honra da Mãe de Deus, que foi concelebrada por dois cardeais e três bispos e teve a assistência de dois cardeais, na qualidade de diáconos, criados recentemente. O Santo Padre usou a tradicional casula romana de Paulo VI e os demais concelebrantes outras casulas romanas.
Veja as fotos:
Assinar:
Postagens (Atom)






























