segunda-feira, 13 de junho de 2011

Santo Antônio de Lisboa, Confessor e Doutor, rogai por nós!


Poucos são os Santos que com Santo Antônio poderão se comparar em popularidade, entre o povo católico. Com grande pompa e alegria lhe celebra a festa e todos, com confiança a este Santo se dirigem nas necessidades materiais e espirituais.
Santo Antônio pertence ao século treze. Antes da entrada para a Ordem Franciscana, tinha o nome de Fernando. Acredita-se que era descendente de família nobre, oriunda da França, que no tempo das cruzadas teria prestado grandes serviços a Afonso VI de Castilha contra os Mouros, ou tomado parte ativa na reconquista de Lisboa, do poder dos Maometanos. Nascido em Lisboa, em 1195, recebeu a primeira instrução na escola da Catedral. Na idade de apenas 15 anos, entrou para o convento dos Cônegos de Santo Agostinho. Como, porém, o fácil acesso dos parentes ao convento se lhe tornasse prejudicial, pediu e alcançou transferência para o mosteiro mais austero de Coimbra. Lá ficou dez anos, dedicando esse tempo todo à oração, às funções sacerdotais e ao estudo da teologia.

Um fato extraordinário causou uma transformação na vida de Santo Antônio. Os Franciscanos possuíam em Coimbra um pequeno convento, não muito distante do mosteiro dos cônegos regulares. Em certa ocasião, passaram por Coimbra cinco missionários Franciscanos, com destino à Marrocos, onde pretendiam pregar a fé cristã aos Maometanos.

Esses missionários acharam em Marrocos a morte de martírio. Em 1220 voltaram seus cadáveres e foram com grande solenidade expostos na igreja do Convento, onde se achava Antônio. Com licença do Prior, pediu o hábito de São Francisco, mudou-se para o Convento dos Franciscanos e tomou o nome de Antônio. No mesmo ano o vemos em companhia de um Irmão, em viagem para África. O homem põe, Deus dispõe. Acometido de uma febre violenta, viu-se obrigado a voltar para Portugal; uma grande tempestade no alto mar desorientou o rumo do navio, que foi aportar na Sicília. Era no ano em que uma circular de São Francisco convidara os religiosos, para se reunirem num capítulo geral em Assis.

Compareceram 3.000 frades e, entre tantos religiosos, Antônio desaparecia. Ninguém o conhecia, e parece que nem São Francisco não lhe dava atenção. Quando, no fim do capítulo, os frades receberam cada um seu destino, somente Antônio ficou, como estranho, à disposição do vigário geral da Ordem. Afinal achou um Superior na pessoa de Frei Graciano, Provincial da Romagna e com ele seguiu. O único ofício que tinha era celebrar Missa num pequeno convento da proximidade de Forli, onde diversos confrades, cujo estado de saúde reclamava descanso, viviam em comunidade. Os noves meses que Antônio lá ficou, passou-os na mais completa solidão, em uma pequena ermida, entregue as práticas de piedade e de penitência. Aconteceu que em Forli assistisse à ordenação de diversos religiosos. Na falta de um pregador, o Provincial ordenou a Antônio que dirigisse umas palavras de edificação aos neo-presbíteros. Obediente à ordem recebida, Antônio fez uma alocução, que a todos deixou cheios de admiração. Foi esta a hora da revelação de um grande talento, até então de todos ignorado. Uma vez conhecido, os Superiores o puseram à luz, e começou a obra grandiosa e benéfica de Santo Antônio, como missionário.

São Francisco, vendo a necessidade de proporcionar aos futuros missionários uma instrução, que os pusesse a altura do ministério sagrado, viu em Antônio o personagem idôneo, para desempenhar vantajosamente o papel de mestre, e nomeou-o “Lector” de teologia. Grande lhe era, ao mesmo tempo, a atividade, como pregador na Romagna, onde a seita dos cátharos se estendia com rapidez assustadora. Mandado por São Francisco ao Sul da França, com São Domingos, abriu campanha contra os Albigenses. Já naquele tempo, Deus distinguiu seu servo com o dom dos milagres. A palavra eloqüente e arrebatadora, a santidade de vida e o número cada vez mais crescente dos milagres, fizeram com que a heresia sofresse sérios revezes. Após a morte de São Francisco, Antônio continuou as pregações na Itália, e desde Florença até Udine, de Milão até Veneza, não havia cidade que não tivesse admirado a eloqüência e os milagres estupendos do Santo Missionário.

No ano de 1230, assistiu, como Provincial de Milão, ao capítulo geral da ordem de Assis, onde fez enérgica repulsa às idéias inconstitucionais de frei Elias. Mandado a Roma, para apresentar ao Papa Gregório IX uma nova redação das constituições sobre o voto de pobreza, nesta mesma ocasião pregou diante do colégio cardinalício. Tanto era o conhecimento da Sagrada Escritura, de que naquele discurso deu prova, que o Papa o distinguiu com o título honroso de “Arca do Testamento e Arsenal das Sagradas Escrituras”. Desde o ano de 1230, o campo exclusivo de sua ação era a cidade de Pádua, importante pela riqueza, poder e universalidade. Antônio tinha-lhe amor, por causa do espírito religioso do povo e pelo infortúnio que a entregara ao despotismo de Ezelino III. A palavra do Santo dirigiu-se contra a heresia, a corrupção dos costumes e a usura. Muitas inimizades foram exterminadas e muitos encarcerados alcançaram a liberdade, por seu intermédio. Apesar da saúde bastante debilitada, era incansável no púlpito e no confessionário. As igrejas eram pequenas para comportar o povo, que lhe afluía às prédicas.

O resultado grandioso dos trabalhos do santo pregador era motivado por três circunstâncias. A primeira era a grande santidade. Antônio era homem de Deus e o povo chamava-o simplesmente: “o Santo”. A segunda era o zelo e o modo particular de pregar. Como São Francisco, servia-se da linguagem popular, tomando a Sagrada Escritura, os Santos Padres, por base da argumentação. Os hereges refutava-os não tanto por argumentações filosófica e teológica, mas desmascarando-lhes as intenções e práticas. Santo Antônio talvez não fosse orador tão brilhante, mas o que lhe dava força às prédicas, era a simplicidade, clareza e naturalidade, com que falava. Finalmente, os milagres, que fazia, eram o terceiro fator, que poderosamente concorreu, para seus trabalhos na vinha do senhor terem tido tanto sucesso. É esta a nota característica na vida de Santo Antônio. “Se procurares milagres – diz São Boaventura, no hino que compôs em honra do Santo – “ide a Antônio”.

Santo Antônio é o taumaturgo do seu século. Quem é que não tenha lido ou ouvido falar da mula do judeu, que por ordem do Santo se prostrou de joelhos na presença do Santíssimo Sacramento; dos peixes, que vieram à tona d’água para ouvir as palavras de Antônio; das profecias e revelações de segredos íntimos, das curas maravilhosas e ressurreição de mortos? Admito que nem todos os milagres, atribuídos a Santo Antônio, suportem o bisturi de uma crítica imparcial e cuidadosa, certo é que poucos Santos, como Santo Antônio, têm possuído o dom de fazer milagres, dom de que com tanta amabilidade se serviu, para atrair os corações e dirigi-los à Deus.

Antônio morreu no ano de 1231, sendo-lhe o corpo sepultado em Pádua, na Igreja de Nossa Senhora. Os milagres que lá se deram, puseram em movimento a Itália toda. Centenas de procissões dirigiram-se ao túmulo do pobre Franciscano, e milhares de devotos chegaram descalços, para render homenagem ao grande amigo de Deus, cuja canonização teve lugar em 30 de maio de 1232, isto é, onze meses depois da sua preciosa morte. Inscreveu-o no Catálogo dos Santos o Papa Gregório IX. Quando em 1263 lhe foi exumado o corpo, descobriu-se-lhe que a língua estava intacta, enquanto tudo o mais tinha pago tributo à decomposição. Neste estado de conservação, é exposta até hoje à devoção dos fiéis.

Duas virtudes se encontram na vida de Santo Antônio: a simplicidade e humildade. Amigo de Jesus humilde, este se digna comunicar-se ao Amigo, e em figura de menino descer-lhe aos braços e permitir que o cobrisse de carícias. Santo Antônio procurou o martírio: Belo seria com a palma da vitória. Mais belo é tendo nos braços o Menino Jesus, a coroa dos Mártires.

A 10 de janeiro de 1946 o Santo Padre Pio XII com a plenitude do poder apostólico, constituiu e declarou a Santo Antônio de Pádua Confessor e Doutor da Igreja universal.

Fonte: Página Oriente

domingo, 12 de junho de 2011

CREIO NO ESPÍRITO SANTO


CAPÍTULO TERCEIRO

CREIO NO ESPÍRITO SANTO

683. «Ninguém pode dizer "Jesus é o Senhor" a não ser pela ação do Espírito Santo» (1Cor 12, 3). «Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: "Abbá! Pai!'» (Gl 4, 6). Este conhecimento da fé só é possível no Espírito Santo. Para estar em contato com Cristo, é preciso primeiro ter sido tocado pelo Espírito Santo. É Ele que nos precede e suscita em nós a fé. Em virtude do nosso Batismo, primeiro sacramento da fé, a Vida, que tem a sua fonte no Pai e nos é oferecida no Filho, é-nos comunicada, íntima e pessoalmente, pelo Espírito Santo na Igreja:

O Batismo «dá-nos a graça do novo nascimento em Deus Pai, por meio do Filho no Espírito Santo. Porque aqueles que têm o Espírito de Deus são conduzidos ao Verbo, isto é, ao Filho: mas o Filho apresenta-os ao Pai, e o Pai dá-lhes a incorruptibilidade. Portanto, sem o Espírito não é possível ver o Filho de Deus, e sem o Filho ninguém tem acesso ao Pai, porque o conhecimento do Pai é o Filho, e o conhecimento do Filho de Deus faz-se pelo Espírito Santo».

684. O Espírito Santo, pela sua graça, é o primeiro no despertar da nossa fé e na vida nova que consiste em conhecer o Pai e Aquele que Ele enviou, Jesus Cristo . No entanto, Ele é o último na revelação das Pessoas da Santíssima Trindade. São Gregário de Nazianzo, «o Teólogo», explica esta progressão pela pedagogia da «condescendência» divina:

«O Antigo Testamento proclamava manifestamente o Pai e mais obscuramente o Filho. O Novo manifestou o Filho e fez entrever a divindade do Espírito. Agora, porém, o próprio Espírito vive conosco e manifesta-se a nós mais abertamente. Com efeito, quando ainda não se confessava a divindade do Pai, não era prudente proclamar abertamente o Filho: e quando a divindade do Filho ainda não era admitida, não era prudente acrescentar o Espírito Santo como um fardo suplementar, para empregar uma expressão um tanto ousada [...] É por avanços e progressões "de glória em glória " que a luz da Trindade brilhará em mais esplendorosas claridades».

685. Crer no Espírito é, portanto, professar que o Espírito Santo é uma das Pessoas da Santíssima Trindade, consubstancial ao Pai e ao Filho, «adorado e glorificado com o Pai e o Filho». É por isso que tratamos do mistério divino do Espírito Santo na «teologia» trinitária. Portanto, aqui só trataremos do Espírito Santo no âmbito da «economia» divina.

686. O Espírito Santo age juntamente com o Pai e o Filho, desde o princípio até à consumação do desígnio da nossa salvação. Mas é nestes «últimos tempos», inaugurados com a Encarnação redentora do Filho, que Ele é revelado e dado, reconhecido e acolhido como Pessoa. Então, esse desígnio divino, consumado em Cristo, «Primogênito» e Cabeça da nova criação, poderá tomar corpo na humanidade pelo Espírito derramado: a Igreja, a comunhão dos santos, a remissão dos pecados, a ressurreição da carne, a vida eterna.

Retirado de: Catecismo da Igreja Católica

Leia mais no Catecismo da Igreja Católica no Site do Vaticano

Santo Padre ao Regina Coeli: "A voz de Deus diviniza a linguagem humana dos Apóstolos, que se tornam capazes de proclamar de modo "polifônico" o único Verbo divino"


O Papa Bento XVI rezou ao meio-dia deste domingo, da janela dos seus aposentos no Palácio Apostólico a oração mariana do Regina Coeli com os milhares de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro. Numa manhã de céu azul e temperatura de verão europeu o Santo Padre recordou que a Solenidade de Pentecostes que hoje celebramos, conclui o tempo litúrgico da Páscoa. De fato, o Mistério pascal – a paixão, morte e ressurreição de Cristo e sua ascensão ao céu – encontra a sua realização na poderosa efusão do Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos com Maria, a Mãe de Deus, e os outros discípulos. “Foi o batismo da Igreja, o batismo no Espírito Santo, disse o Papa.

Conforme narram os Atos dos Apóstolos, - recordou Bento XVI - na manhã da festa de Pentecostes, um fragor como de vento atingiu o Cenáculo e sobre cada um dos discípulos desceram como línguas de fogo. São Gregório Magno comenta: “Hoje, o Espírito Santo desceu com um som repentino sobre os discípulos e mudou as suas mentes de seres carnais e enquanto fora apareciam línguas de fogo, dentro os corações tornaram-se flamejantes, pois, acolhendo Deus na visão do fogo, suavemente arderam por amor”.

“A voz de Deus diviniza a linguagem humana dos Apóstolos, que se tornam capazes de proclamar de modo "polifônico" o único Verbo divino. O sopro do Espírito Santo enche o universo, gera a fé, arrasta a verdade, estabelece a unidade entre os povos”.
O Bem-aventurado Antonio Rosmini, - continuou o Santo Padre - explica que “no dia de Pentecostes dos cristãos, Deus promulgou... a sua lei de caridade, escrevendo-a através do Espírito Santo não em tábuas de pedra mas no coração dos Apóstolos, e através dos Apóstolos, comunicando-a depois a toda a Igreja”.

“O Espírito Santo, “que é Senhor, e dá a vida” - como dizemos no Credo – procede do Pai e do Filho e completa a revelação da Santíssima Trindade. Provém de Deus como o sopro da sua boca e tem o poder de santificar, abolir as divisões, dissolver a confusão causada pelo pecado. Ele, imaterial e incorpóreo, concede os bens divinos, sustenta os seres vivos, para que atuem em conformidade ao bem. Como luz inteligível dá sentido à oração. Dá vigor à missão evangelizadora, faz arder os corações daqueles que ouvem a boa notícia, inspira a arte cristã e a melodia litúrgica”.
O Papa em seguida afirmou que o Espírito Santo, que gera a fé em nós no momento do nosso batismo, nos permite viver como filhos de Deus, conscientes e dispostos, segundo a imagem do Filho Unigênito. Também o poder de perdoar os pecados é um dom do Espírito; de fato, aparecendo aos Apóstolos na noite de Páscoa, Jesus soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo. Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados.

E concluiu confiando à Virgem Maria, templo do Espírito Santo, a Igreja, para que viva sempre de Jesus Cristo, da sua Palavra, dos Seus mandamentos, e sob a ação constante do Espírito Paráclito anuncie a todos que “Jesus é o Senhor “.

Antes de concluir a oração mariana do Regina Coeli o Papa saudou os peregrinos presentes na Praça São Pedro em várias línguas. Falando em italiano recordou que amanhã em Dresda, na Alemanha, será proclamado Beato Alois Andritzki, sacerdote e mártir, assassinado pelos nazistas em 1943, quando tinha 28 anos.

Louvemos o Senhor – disse o Papa - por essa testemunha de fé que se soma ao elenco daqueles que deram a vida em nome de Cristo nos campos de concentração. E Bento XVI confiou à intercessão deles, hoje que è Pentecostes, a causa da paz no mundo.

“Possa o Espírito Santo inspirar corajosos propósitos de paz e apoiar o compromisso de levá-los avante, para que o diálogo prevaleça sobre as armas e o respeito da dignidade do homem supere os interesses de parte. O Espírito, que è vínculo de comunhão, endireite os corações desviados pelo egoísmo e ajude a família humana a redescobrir e preservar com vigilância a sua fundamental unidade”.
Bento XVI recordou ainda que no próximo dia 14 celebra-se o Dia Mundial dos Doadores de Sangue, milhões de pessoas que contribuem, de modo silencioso, a ajudar os irmãos em dificuldade. A todos os doadores o Papa dirigiu uma cordial saudação e convidou os jovens a seguir o seu exemplo. (SP)

Rádio Vaticana

sábado, 11 de junho de 2011

Veni Sancte Spiritus


Veni, Sancte Spiritus, reple tuorum corda fidelium, et tui amoris in eis ignem accende.

V. Emitte Spiritum tuum et creabuntur;
R. Et renovabis faciem terrae.

Oremus:DEUS, qui corda fidelium Sancti Spiritus illustratione docuisti: da nobis in eodem Spiritu recta sapere, et de eius semper consolatione gaudere. Per Christum Dominum nostrum. Amen.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Jovens teriam sido os autores de um ato satânico contra a Eucaristia em uma igreja na Colômbia

O Pe. Rodrigo Hurtado Gil, pároco de São Isidro Labrador em Dosquebradas (Colômbia), denunciou que o sacrilégio realizado na capela Cristo Salvador na noite de 5 de junho, onde se encontraram as hóstias derramadas, molhadas com cerveja e pisoteadas, teria sido protagonizado por jovens.

Em diálogo telefônico com a agência do grupo ACI em espanhol, a ACI Prensa, no dia 9 de junho, o Pe. Hurtado Gil indicou que uma investigadora do Corpo Técnico de Investigação da Procuradoria da Colômbia, que recolheu as impressões digitais, mostrou-lhe que uma das pessoas envolvidas seria "uma garota de 15 ou 16 anos ou pode ser a mão de um menino de 13 anos ou 14 anos".

"Os que fizeram isso pela agilidade, a forma pela que entraram, tudo, é gente muito jovem", indicou o sacerdote.

O ato sacrílego teria sido realizado entre a noite do dia 5 e a madrugada de 6 de junho. "Nesse lapso ingressaram pelo teto do templo, quebrando uma telha e a clarabóia", relatou o P. Hurtado à ACI Prensa.

O presbítero se mostrou surpreso porque "não sabemos como violaram o sistema de segurança, porque a capela tem alarme, tem sensores de movimento".

Assim, sem ser descobertos, "entraram, violaram o Sacrário, tiraram as hóstias, jogaram-nas no chão, inclusive pisotearam algumas, a sobre outras jogaram cerveja", denunciou o padre, afirmando que inclusive "beberam cerveja na âmbula".

O pároco de São Isidro indicou à nossa agência de língua espanhola que na manhã encontraram "latas de cerveja por todos os lados, e peças de roupas. Ou seja que eles tiraram a roupa, fizeram um festim aí, um bacanal, uma coisa horrível".

Apesar de outros roubos materiais que também denunciou, o sacerdote assinalou que "o ponto muito delicado, muito grave, foi a profanação à Eucaristia".

O Pe. Hurtado disse à ACI Prensa que obtiveram notícia no dia seguinte, quando o diácono permanente que colabora na paróquia se dispunha a abrir a capela e "escutou pessoas, ruídos dentro como de quem estava com pressa".

O diácono "alcançou a ver os pés de um (dos profanadores) que estava agachado na porta da sacristia. Do susto voltou a fechar, trancou a porta da capela e pediu auxílio à polícia, mas quando retornaram já tinham ido embora".

"Deixaram o cálice sagrado pelo chão, a tampa do cálice sagrado em uma esquina do presbitério, as hóstias jogadas. Se iam levar a âmbula não alcançaram a levá-la porque nesse momento despertaram e se assustaram e aí sim se ativaram os alarmes".

O P. Hurtado disse à ACI Prensa que "neste momento o fato como tal nos dá a concluir que foi um ato evidentemente satânico", embora reconhecesse que não há provas contundentes de que existam grupos deste tipo nos arredores.

"Há muitas versões que se entretecem e tanto a polícia como a procuradoria estão por trás de todas as investigações", assinalou.

O sacerdote afirmou que outro problema que deixou desconcertado tanto os investigadores como os membros da Igreja "é que as pessoas ao redor da capela disseram que não sabem e que não viram ninguém".

Para o Pe. Hurtado parece claro que os profanadores "entraram pela parte de trás da capela que dá a umas propriedades, a umas casas, não sabemos se eles se foram pelos tetos de algumas propriedades até chegar ao teto da capela. Estamos à expectativa que nos digam os exames (policiais) e que conclusões tiraram e se puderam encontrar os responsáveis".

Enquanto isso, indica o sacerdote, o Bispo do Pereira "emitiu obviamente o decreto de excomunhão" para quem cometeu o ato sacrílego, além de indicar que "em 15 ou 20 dias programamos a Eucaristia de desagravo e reparação e já começará a celebrar-se de acordo a algumas condições e alguns convênios que precisarão ser feitos com a comunidade do setor".

O Pe. Hurtado também indicou à ACI Prensa que o Bispo "fez uma circular especial para todos os sacerdotes da diocese de Pereira porque coincidentemente nestes dias, depois do que aconteceu na capela, outro sacerdote de Dosquebradas, disse que tinham tentado entrar no templo paroquial".

"Não sabemos se é uma onda de situações de tipo satânico, isso nunca havia acontecido", afirmou.

O pároco recordou que "a capela foi objeto de um roubo quatro anos atrás, mas não houve um ato sacrílego, satânico", entretanto chamou-lhe a atenção que "tenham levado sete velas e um crucifixo, foi o único que se roubaram, não tocaram nos microfones, nem no aparelho de som nem nada disso".

O P. Hurtado pediu oração "pela situação do país, pela situação social, a conjuntura que se está vivendo, eu não falo de que haja uma crise de valores, mas uma ausência de valores, para que os jovens cheguem a uma situação como esta".

"Isso está ocorrendo entre crianças, onde já entrou a desordem, a ausência dos valores, é porque estão dirigindo um estado psicológico de ressentimentos ante os traumas muito precisos e o primeiro deles que é perante Deus e perante tudo o que Ele represente", finalizou.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Íntegra da entrevista de Mons. Pozzo à Nouvelles de France

 
Apresentamos a íntegra da entrevista concedida por Mons. Guido Pozzo, secretário da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, à Nouvelles de France.
Tradução de Christiano Oliveira
Fonte: Foco Católico
Visto em: Missa Gregoriana em Portugal
 
Monsenhor, qual é a finalidade do Motu Próprio Summorum Pontificum?
 
O Motu próprio Summorum Pontificum pretende oferecer a todos os fiéis católicos a liturgia romana no usus antiquior, considerando-a como um tesouro precioso a ser conservado. Com este objetivo, ele pretende garantir e assegurar a todos aqueles que pedem o uso da forma extraordinária assim, favorecer a unidade e a reconciliação dentro da Igreja.
 
Por que este sucesso da missa de São Pio V entre os jovens católicos?
 
Penso que o recolhimento interior, o sentido da missa como sacrifício é particularmente valorizado pela forma extraordinária. É o que explica, em parte o aumento do número de fiéis que a requerem.
 
A carta do Papa que acompanhou o Motu proprio indica que havia um aumento do número de fiéis requerendo o uso da forma extraordinária. Qual é a razão segundo o senhor?
 
A carta que acompanhou o MP apresenta as razões e as explicações que esclarecem as finalidades e o sentido do MP. É fundamental sublinhar que as duas formas do único rito romano se enriquessem mutuamente e devem, então, serem consideradas como complementares. O reestabelecimento do usus antiquior do missal romano com seu quadro normativo próprio é devido ao aumento dos requerimentos vindos dos fiéis que desejavam poder participar da celebração da Santa Missa na forma extraordinária. Trata-se, em essência, de respeitar e valorizar um interesse particular de certo número de fiéis pela Tradição e pela riqueza do patrimônio litúrgico colocado em evidência pelo rito romano antigo. È interessante que esta sensibilidade esteja presente também nas gerações mais jovens, quer dizer, entre pessoas que não foram formadas previamente à este gênero de liturgia.
 
Dizemos que os movimentos tradicionais suscitam mais vocações que fora deles. É verdade? Se sim, por que?
 
Nos Institutos que dependem da Comissão Pontificial Ecclesia Dei e que seguem as formas litúrgicas e disciplinares da Tradição, existe um aumento de vocações sacerdotais e de vocações à vida religiosa. Creio que, portanto, que uma retomada das vocações sacerdotais também pode ser constatada nos Seminários. Sobretudo onde oferecemos uma formação e uma educação ao ministério sacerdotal e à uma vida espiritual séria e rigorosa, sem as reduzir pela secularização, que, infelizmente, penetrou na mentalidade e nas formas de vida de certos cléricos e mesmo nos seminários. Isto constitui, penso eu, a causa principal da crise das vocações ao sacerdócio, crise mais qualitativa do que quantitativa. Apresentar a figura do padre em sua profunda identidade, como ministro do sagrado, quer dizer, como alter Christus, como guia espiritual do povo de Deus, como aquele que celebra o sacrifício da Santa Missa e perdoa os pecados no sacramento da confissão, agindo in persona Christi capitis, esta é a condição essencial para a implementação de uma pastoral vocacional que seja frutuosa e permita a retomada das vocações ao sacerdócio ministerial.
 
O senhor sabe se o Papa está satisfeito com a aplicação do MP?
 
A comissão pontifícia Ecclesia Dei mantém o Santo Padre informado sobre a evolução da aplicação do MP e sobre o crescimento da sua recepção, apesar das dificuldades de aplicação que constatamos aqui ou lá.
 
Quais são concretamente as dificuldades de aplicação que os senhores encontram?
 
Existe resistência por parte de certos bispos e membros do clero que não se deixam tão acessível a missa tridentina.
 
A instrução Universæ Ecclesiæ parece favorecer ainda mais a celebração da forma extraordinária. É o caso?
 
A instrução tem por objetivo ajudar a aplicação de maneira cada vez mais eficaz e correta as diretivas do MP. Ela oferece certas precisões normativas e certas clarificações de aspectos importantes para a implementação na prática.
 
Temos a impressão que é principalmente na França que as reações são mais epidérmicas sobre este assunto. Qual é a razão segundo o senhor?
 
Pode ser muito cedo para fazer uma avaliação suficientemente completa das reações à Instrução, e isto vale não só para a França. Mas me parece que pensando na situação da Igreja na França, tem que se levar em conta o fato de que existe uma tendência a polarizar e radicalizar os julgamentos e as convicções na matéria. Isto não favorece uma boa compreensão e uma recepção autêntica do documento. É preciso ultrapassar uma visão principalmente emotiva e sentimental. Trata-se – e é um dever – de recuperar o princípio da unidade da liturgia, que justifica precisamente a existência de duas formas, todas as duas legitimas, que não devem nunca ser vistas em oposição ou em alternativa. A forma extraordinária não é um retorno ao passado, e não deve ser compreendida como um questionamento da reforma litúrgica querida pelo Vaticano II. Assim também, a forma ordinária não é uma ruptura com o passado, mas seu desenvolvimento ao menos em certos aspectos.
 
Solicitude dos Soberanos Pontífices e Igreja universal são os respectivos títulos do MP e de sua instrução. Isto quer dizer que o objetivo é uma reconciliação com os “tradicionalistas”?
 
A instrução, como eu disse no início, pretende favorecer a unidade e a reconciliação dentro da Igreja. O termo “tradicionalista” é com freqüência uma formula genérica utilizada para definir coisas muito diferentes. Se, por “tradicionalistas”, entendemos os católicos que repropõem com força a integridade do patrimônio doutrinal, litúrgico e cultural da fé e da tradição católica, é claro que eles acharão conforto e apoio na instrução. O termo “tradicionalista” pode também ser entendido diferentemente e designar aquele que faz um uso ideológico da Tradição, para opor a Igreja antes do CVII e a Igreja do Vaticano II, que teria se distanciado da Tradição. Esta opinião é uma maneira deformada de compreender a fidelidade à Tradição, porque o CVII faz, ele também, parte da Tradição. Os desvios doutrinais e as deformações litúrgicas que foram produzidas depois do fim do CVII não tem nenhum fundamento objetivo nos documentos conciliares entendidos no conjunto da doutrina católica. As frases ou expressões dos textos conciliares não podem e não devem ser isoladas ou arrancadas, por assim dizer, do contexto global da doutrina católica. Infelizmente, esses desvios doutrinais e esses abusos na aplicação concreta da reforma litúrgica constituem o pretexto desse “tradicionalismo ideológico” que faz recusar o Concílio. Um tal pretexto se apóia sobre um preconceito sem fundamento. É claro que hoje não é suficiente repetir o dado conciliar, mas é necessário ao mesmo tempo refutar e recusar os desvios e as interpretações errôneas que pretendem ter fundamento no ensino conciliar. Isto vale também para a liturgia. Esta é a dificuldade com a qual nos deparamos hoje.
 
“Os fiéis que requerem a celebração da forma extraordinária não devem nunca ajudar ou pertencer à grupos que neguem a validade ou a legitimidade da Santa missa ou dos sacramentos celebrados segundo a forma ordinária, ou que se opõem ao Pontífice romano como pastor supremo da Igreja universal” (instrução Universæ Ecclesiæ, §19). Esta observação visa a Fraternidade São Pio X?
 
O artigo da instrução à que você se refere concerne certos grupos de fiéis que consideram ou postulam uma antítese entre o missal de 1962 e aquele de Paulo VI, e que pensam que o rito promulgado por Paulo VI para a celebração do Sacrifício da Santa Missa é prejudicial aos fiéis. Quero precisar que é preciso distinguir o rito e a missa como tal, celebrado conforme as normas, e uma certa compreensão e aplicação da reforma litúrgica caracterizada pela ambigüidade, deformações doutrinais, abusos e banalizações, fenômenos infelizmente bastante difundidos que levaram o cardeal J. Ratzinger a falar sem hesitar em uma das suas publicações do “colapso da liturgia”. Seria injusto e falso atribuir ao missal reformado a causa de um tal colapso. Ao mesmo tempo, é preciso acolher o ensinamento e a disciplina que o papa Bento XVI nos deu na carta apostólica “Summorum Pontificum” para restaurar a forma extraordinária do rito romano antigo e seguir a maneiraexemplar com a qual o Santo Padre celebra a Santa Missa na forma ordinária na São Pedro, em suas visitas pastorais e em suas viagens apostólicas.
 
Hoje ainda, o senhor pensa que o ensino do Concílio não é corretamente aplicado?
 
No conjunto, infelizmente sim. Existem situações complexas nas quais constatamos que o ensino do Concílio ainda não é compreendido. Praticamos ainda uma hermenêutica da descontinuidade com a Tradição.
 
Bento XVI parece muito atento à liturgia durante o seu pontificado. Isto procede?
 
Está absolutamente correto, mas a precisão que eu dei dizia respeito sobretudo aos grupos que pensam que existe uma oposição entre os dois missais.
 
A Fraternidade São Pio X reconhece esse missal como válido e lícito?
 
É preciso perguntar à própria Fraternidade São Pio X.
 
O Santo Padre deseja que a FSSPX se reconcilie com Roma?
 
Certamente. A carta de elevação das excomunhões dos quatro bispos consagrados ilegitimamente por Mons. Lefebvre é a expressão do desejo do Santo Padre de favorecer a reconciliação da FSSPX com a Santa Sé.
 
O conteúdo das discussões que têm lugar entre Roma e a FSSPX é secreto, mas sobre quais questões e de que maneira estão se desenrolando?
 
O nó essencial é de caráter doutrinal. Para chegar à uma verdadeira reconciliação, é preciso ultrapassar certos problemas doutrinais que estão na base da cisão atual. Nos colóquios em curso, temos a confrontação dos argumentos entre os experts escolhidos pela FSSPX e os experts escolhidos pela Congregação para a Doutrina da Fé. No fim, redigimos sínteses conclusivas que resumem as posições expressas pelas duas partes. Os temas discutidos são conhecidos: o primado e a colegialidade episcopal; a relação entre a Igreja Católica e as confissões cristãs não católicas; a liberdade religiosa; o missal de Paulo VI. Ao termo dos colóquios, submeteremos os resultados das discussões às respectivas instâncias autorizadas para uma avaliação do conjunto.
 
Não parece concebível que possa haver um questionamento do CVII. Então sobre o que podem ser essas discussões? Sobre uma melhor compreensão dele?
 
Trata-se da clarificação de pontos para precisar o significado exato do ensinamento do Concílio. É o que o Santo Padre começou a fazer em 22 de dezembro de 2005 compreendendo o Concílio em uma hermenêutica de renovação na continuidade. Entretanto, existem certas objeções da FSSPX que fazem sentido, pois tem havido uma interpretação de ruptura. O objetivo é mostrar que é preciso interpretar o Concílio na continuidade da Tradição da Igreja.
 
O Cardeal Ratzinger era responsável por estas discussões há 20 anos. Ele ainda segue a evolução delas agora que ele é Papa?
 
Tem-se primeiro o papel do secretário que é o de organizar e velar pelo bom desenrolar das discussões. A avaliação destas cabe ao Santo Padre que segue as discussões, junto com o cardeal Levada, é informado, e dá a sua opinião. Ele faz o mesmo, aliás, sobre todos os pontos que pode tratar a Congregação.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Diocese de Campos ganha novo bispo


O Santo Padre Bento XVI aceitou a renúncia ao governo pastoral da Diocese de Campos, apresentada por S. Exa. Revma. Dom Roberto Gomes Guimarães, em conformidade ao cânon 401 § 1 do Código de Direito Canônico. O Papa nomeou Bispo Diocesano de Campos S. Exa. Revma. Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, até então Bispo Auxiliar de Niterói.


Retiado de: OBLATVS

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Extinta a Capelania para Celebração da Santa Missa no Rito Extraordinário em Brasília

O Pe. Givanildo Ferreira, pároco da Igreja São Pedro de Alcântara, onde foi criada a capelania para celebração da Santa Missa no Rito Extraordinário, solicitou ao administrador apostólico da Arquidiocese de Brasilia, Dom Waldemar Passini Dalbello, a extinção da referida capelania.

Extinta a capelania, Brasilia passa a contar apenas com a celebração da Missa Tridentina, em caráter privado, na capela do Instituto Bíblico de Brasilia que pertence a Dom João Terra, sj. Salvo juízo em contrário, parece-nos que a capital do país retorna, assim, à situação anterior ao Motu Proprio Summorum Pontificum.

A seguir, reportagem sobre a matéria acima publicada no Folheto da Comunidade Paróquia São Pedro de Alcântara, no. 178 – Junho/2011.


(Clique sobre a figura para ampliar e ler)

Mons. Aillet ordena diáconos para a FSSP

No dia 29 do mês de maio, em Wigratzbad, Sua Excelência Dom Marc Aillet -bispo de Bayonne- ordenou quatro novos diáconos para a Fraternidade Sacerdotal de São Pedro.







Fotos de: FSSP

Depois de 50 anos é realizada na Polônia uma ordenação sacerdotal conforme o Rito Romano Antigo

Pela primeira desde a Reforma Litúrgica, teve lugar na Polônia, o conferimento da ordenação sacerdotal em rito romano tradicional, por Mons. Tadeusz a Marek Grabowski da FSSP. A cerimônia deu-se ontem, 5 de junho na Cracóvia.





Retirado de: Te igitur

domingo, 5 de junho de 2011

Quase um décimo dos croatas vão ver o Papa


Pontífice convida a mostrar que é possível amar sem reservas

ZAGREB, domingo, 5 de junho de 2011 (ZENIT.org) - Quase uma décima parte da população croata reuniu-se neste domingo na missa que Bento XVI presidiu ao culminar sua visita apostólica a este país europeu.

O Papa convidou, no dia em que se celebrava a festa das famílias na Croácia, a que os católicos não tenham medo de se comprometer com a vida no matrimônio. 400 mil pessoas reuniram-se para este evento, no hipódromo de Zagreb.

“Sede corajosas! – disse o Papa às famílias –. Não cedais à mentalidade secularizada que propõe a convivência como preparação ou mesmo substituição do matrimónio.”

“Mostrai com o vosso testemunho de vida que é possível amar, como Cristo, sem reservas, que não é preciso ter medo de assumir um compromisso com outra pessoa.”

O Papa acrescentou ainda: “alegrai-vos com a paternidade e a maternidade! A abertura à vida é sinal de abertura ao futuro, de confiança no futuro, tal como o respeito da moral natural, antes que mortificar a pessoa, liberta-a”.

Tesouro da Igreja

Bento XVI explicou que “o bem da família é igualmente o bem da Igreja”, pois “a família cristã foi sempre a primeira via de transmissão da fé e ainda hoje conserva grandes possibilidades para a evangelização em muitos âmbitos”.

De fato, chegou a afirmar que “a família cristã é um sinal especial da presença e do amor de Cristo e como está chamada a dar uma contribuição específica e insubstituível para a evangelização”.

Ao final da missa, ao rezar a oração mariana do Regina Coeli, o Papa convidou as famílias do mundo a participarem do VII Encontro Mundial das Famílias, que se celebrará em Milão, de 29 de maio a 3 de junho de 2012.

Pontifical do Cardeal Burke em peregrinação do ICRSS a Lourdes


 













 



 







 

Marcha pela Vida na Polônia triplica em número de participantes


Sob o slogan “a Polônia apela às consciências dos seus habitantes” , realizou-se no dia 29 de maio em Varsóvia a 6ª. Marcha em defesa da vida e da família, iniciativa da Associação pela Cultura Cristã Padre Piotr Skarga e da Fundação Dia Nacional da Vida.

A grande multidão de cerca de 20 mil pessoas gritava slogans em defesa da família, portando muitos cartazes como “stop aborto” e “direito de nascimento para cada criança.” Famílias inteiras, inclusive avós, acompanharam a marcha com grande entusiasmo.

Deram tom a grande manifestação delegações da TFP e associações co-irmãs de vários países como Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, Áustria, Bélgica, Lituânia e Estônia.

Dezenas de padres e freiras se fizeram destacar entre a multidão, assim como vários deputados e pessoas de destaque no mundo político polonês.

Cabe ressaltar que a marcha deste ano foi precedida por um abaixo-assinado relâmpago que em duas semanas reuniu mais de 500 mil assinaturas pedindo a proibição total do aborto na Polônia, encaminhado à Assembleia Legislativa no mês de abril.

Nossa Pátria se defronta hoje com muitos problemas difíceis, sociais, econômicos e políticos. Entretanto, o problema básico é a ordem moral, fundamento da vida de cada pessoa e de cada sociedade. Por isso a Polônia apela hoje sobretudo à consciência de seus habitantes” – lemos no apelo dirigido aos deputados.


sábado, 4 de junho de 2011

Missa Pontifical por ocasião da Solenidade da Ascensão de Nosso Senhor

Na festa da Ascensão de Nosso Senhor, Sua Excelência Reverendíssima Dom Juan Rodolfo Laise, bispo emérito de São Luís na Argentina, celebrou Missa Pontifical- ao faldistório- em ocasião de seus quarenta anos de episcopado.





Fotos de: ICRSS

Ondata di ordinazioni sacerdotali nell'Ordinariato

Le prime sette questo sabato a Southwark
L'Ordinariato Personale di Nostra Signora di Walsingham celebrerà la prima serie di ordinazioni sacerdotali questo sabato, con sette sacerdoti anglicani che verranno ordinati al sacerdozio cattolico.

L'Ordinariato – per ex anglicani che vogliono unirsi alla Chiesa cattolica in gruppi – è stato stabilito insieme all'ordinazione di tre ex Vescovi anglicani a metà gennaio. Altri due Vescovi emeriti anglicani sono stati ordinati sacerdoti poco dopo.

La cerimonia di questo sabato sarà la prima ordinazione di sacerdoti ex anglicani e darà inizio a un'ondata che proseguirà per tutto il mese, con oltre 50 ordinazioni previste. Sarà celebrata dall'Arcivescovo Peter Smith nella Cattedrale di Southwark.

Per ulteriori informazioni sull'Ordinariato Personale di Nostra Signora di Walsingham, www.ordinariate.org.uk/index.htm

Dal: Zenit.it
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...