domingo, 24 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O papa Pio XII e o milagre do sol


Recordemos, para começar, que o Papa Pacelli está misteriosamente vinculado a Fátima. Foi sagrado bispo pelo Papa Bento XV, na capela Sistina, exactamente na mesma manhã - às 12h00 - de 13 de Maio de 1917, quando a Santíssima Virgem aparecia aos três pastorinhos.
 
Ademais, durante o seu pontificado fez-se eco à petição de Nossa Senhora por intermédio da Irmã Lúcia em Tuy (aparição de 1929) para que o Papa consagrasse a Rússia ao Seu Imaculado Coração, efectuada em 1952 mediante a carta apostólicaSacro vergente anno”, embora não tenha sido em conjunto com todos os bispos do mundo como o havia pedido a Virgem Maria.
 
Sabia-se que Pio XII teria visto o mesmo milagre do sol de Fátima nos jardins do Vaticano através de uma homilia que o Cardeal Federico Todeschini, enviado ao lugar das aparições como legado pontifício para encerrar o ano de 1950, pronunciou a 13 de Outubro de 1951 e na qual afirmou que o Papa havia visto o mesmo que presenciaram os testemunhos que estavam presentes em Fátima no dia da última aparição (13 de Outubro de 1917). Esta revelação foi amplamente difundida pela imprensa da época, chegando-se a imprimir milhares de estampas representando a cena de Pio XII a olhar para o sol dançante sobre os jardins vaticanos, mas não se tinha uma versão directa do episódio.
 
Em Novembro de 2008, um dos biógrafos mais conhecidos do venerável Papa, Andrea Tornielli, revelou o descobrimento, entre os papéis privados da família Pacelli, de um autógrafo do Papa em que se lê o relato do que viu por mais de uma vez naquele outono jubilar de 1950. O documento é de um extraordinário valor por ser de primeira mão, por sua imediatez e pela sua linguagem natural (longe do grande estilo que caracteriza a oratório e os escritos oficiais de Pacelli), e confirma plenamente o que já se sabia por via indirecta.
 
Escreveu o Papa Pio XII:
 
"Era o dia 30 de Outubro de 1950, antes da vigília do dia, esperado com tantas ânsias por todo o mundo católico, da solene definição da Assunção ao Céu de Maria Santíssima. Pelas quatro da tarde, fazia o meu costumeiro passeio pelos jardins vaticanos, lendo e estudando, como sempre, vários documentos de despacho.
 
Ia subindo desde a praça da Virgem de Lourdes para o topo da colina, pelo caminho da direita que segue paralelo ao longo da muralha. De repente, havendo levantado os olhos dos papéis que tinha na mão, fui surpreendido por um fenómeno que não havia nunca até então visto. O sol, que todavia estava bastante alto, aparecia como um globo opaco amarelado, circundado por um círculo de luz ao redor, o qual, sem embargo, não me impedia de modo algum de mirá-lo fixamente sem causar a mínima moléstia.
 
Só havia adiante uma pequena nuvem. O globo opaco se movia ligeiramente para fora, seja girando, seja vindo da esquerda para a direita e vice-versa. Porém no interior do globo se viam com toda claridade e sem interrupção movimentos fortíssimos.
 
O mesmo fenómeno se repetiu no dia seguinte, 31 de Outubro, e a 1 de Novembro, oitava da mesma solenidade. A partir de então nada mais vi. Várias vezes, nos dias seguintes, à mesma hora e com as mesmas ou similares condições atmosféricas, procurei olhar para o sol para ver se aparecia o mesmo fenómeno, mas foi em vão. Não conseguia olhá-lo sequer por um instante, pois a vista ficava imediatamente cegada.
 
 
Durante os dias seguintes dei a conhecer o facto a poucos íntimos e a um pequeno grupo de cardeais (talvez quatro ou cinco), entre os quais estava o cardeal Tedeschini. Quando este, antes de sua partida para a missão de Fátima, veio visitar-me, comunicou-me seu propósito de falar disso na sua homilia. Eu respondi-lhe: “Deixa-o estar, não é o caso”. Porém, ele insistiu, defendendo o oportuno de semelhante anúncio, e então expliquei-lhe alguns detalhes do acontecimento. Esta é, em breves e simples termos, a pura verdade."
 
Fonte: saudedalma.blogspot.com

Padre Paulo e Padre Demétrio no Escola da Fé





Santa Maria Madalena, rogai por nós!

La sagrada Liturgia identifica a la pecadora convertida en el banquete del Fariseo (Evang.), con María hermana de Lázaro (Colect.) y con María Magdalena, que siguió a Jesús durante su predicación, se halló al pie de la Cruz y fue la primera a quien se apareció resucitado (Himno de Vísperas). En ella nos presenta un perfecto modelo de penitentes, de comtemplativos y, sobre todo, de corazones endiosados (Epíst.), que sirven a Cristo con sus tesoros y con su persona. Dícese Credo porque la Magdalena fue apóstol de los Apóstoles, a quienes anunció el misterio fundamental de la Resurrección de Cristo.

Fuente: CATHOLICVS

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Padre Demétrio: "a Liturgia se converteu em algo demasiadamente humano"

Padre Demétrio Gomes, do site Ignem in Terram, esteve na sede da Canção Nova para um aprofundamento de férias, neste aprofundamento estava acompanhado do Padre Paulo Ricardo.

Este vídeo foi feito nesta manhã, durante a "Quinta-feira de Adoração" na sede da Canção Nova, SP. Durante esta pregação, pe. Demétrio fala sobre a grande questão da liturgia nos tempos atuais. Confira:

Sobre o altar acontece a salvação

O Papa Bento XVI, desde o tempo de cardeal, fala de uma reforma litúrgica. No Concílio Vaticano II, ele pediu uma certa reforma do missal, pois a forma pela qual celebramos a Santa Missa precisava ser adaptada para que o povo pudesse compreendê-la melhor.

Na celebração da Santa Missa, Deus é o centro de tudo. Assim, antes do Concílio, todas as pessoas olhavam para a mesma direção, inclusive o padre, de frente para Deus. O sacerdote, quando se sentava, ficava de lado no altar. O atual Papa começou a refletir, então, que o jeito de celebrar a Missa, hoje em dia, está colocando o padre no centro, em vez de colocar Deus. É por isso que, muitas vezes, alguns sacerdotes fazem Missas que são mais show do que adoração.

Na celebração da Eucaristia, Deus deve estar no centro. Para mostrar a necessidade de repensar sobre isso, Bento XVI, quando ainda era cardeal, começou um movimento litúrgico a fim de tentar colocar o Senhor no centro novamente. Ele sugeriu um passo pedagógico: colocar, no centro do altar, o crucifixo para que todos saibam que o padre está falando com Deus ao celebrar a Missa.

Meus irmãos, nós precisamos voltar a 'rezar Missa', pois, olhando para o Crucificado, estamos olhando para a imagem do Pai. Esta é a primeira pérola do Papa Bento XVI: a cruz no centro do altar.

Todos os movimentos profundos que aconteceram na Igreja precisaram tocar o povo, porque este precisa aprender que, no centro do altar, está Jesus Cristo. Precisamos de Missa que seja salvação, por meio da qual nos colocamos em profunda comunhão com o Senhor.

A segunda pérola do atual Sumo Pontífice é que, a partir do Corpus Christi de 2008, ele começou a dar comunhão aos fiéis na boca, pedindo a estes que se ajoelhassem.

Se lermos os documentos litúrgicos, descobriremos que a forma normal de receber a comunhão é na boca. O fiel fica de frente para o sacerdote, de mãos postas. O padre eleva a hóstia, o fiel diz 'amém' e abre a boca, colocando a língua levemente para fora e o padre deposita a sagrada comunhão na sua língua.

Ao longo dos séculos, a Igreja foi percebendo que, com a comunhão na mão, havia o perigo de que as partículas do Corpo de Cristo se perdessem. Por isso, a comunhão na boca deve ser preferida.

A lei litúrgica diz que os fiéis devem manifestar sua adoração com uma reverência. Então, as pessoas podem receber a comunhão de joelhos (isso já é uma adoração). No entanto, se estas têm problemas de saúde ou o pároco não aceita que os fiéis recebam a comunhão de joelhos, elas devem fazer a devida reverência, colocando o joelho direito próximo ao calcanhar esquerdo, com a postura ereta. Caso também não possam fazer essa genuflexão, façam uma inclinação profunda. Assim, recebem a comunhão adorando a Nosso Senhor. Essa é a tradição da Igreja, “porque não deve comer dessa carne quem não adorou primeiro” (Santo Agostinho).

Essa é a beleza de poder adorar a Deus, inclinar-se diante dEle. A Eucaristia é o dom mais precioso que recebemos do Senhor.


Transcrição e adaptação: Michelle Mimoso
Fonte: Canção Nova

Aniversário de Coroação

terça-feira, 19 de julho de 2011

O Papa e o poder simbólico da tiara

A coroa papal desenvolveu uma longa e interessante história de si mesma ao longo da história de Igreja. Bento XVI não a usa mais, embora recentemente ela lhe tenha sido presenteada por um grupo de católicos romanos e cristãos ortodoxos orientais.


Não é por falta de Tiara: O executivo alemão Dieter Philippi presenteou o Papa com uma tiara durante a audiência geral da última quarta-feira. Philipp coleciona chapéus eclesiásticos. Ele mandou fazer a tiara em Sofia, capital da Bulgária, por um estúdio dirigido por ortodoxos. Foto: Osservatore Romano.Cidade do Vaticano – Embora a tiara presenteada ao Papa fosse uma das coroas pontifícias mais clássicas e tradicionais, Bento XVI, contudo, esquivou-se de usá-la. Se ela fosse um sombreiro, um chapéu alpino ou o chapéu tradicional de alguma tribo exótica, ele a teria usado qualquer dia. Mas o Papa Ratzinger olhou atentamente para a tiara que lhe foi presenteada durante a audiência papal das quartas-feiras na Praça de São Pedro por um grupo de cristãos católicos e ortodoxos. A tiara, que foi fabricada na capital búlgara de Sofia por cristãos ortodoxos do estúdio Liturgix, lhe foi ofertada por Dieter Filippi, um empresário alemão profundamente devotado ao Papa.

A tiara papal, também conhecida por “Triregnum”, é uma coroa em formato cônico, muito semelhante à coroa litúrgica que ainda é usada pelos bispos nas Igrejas ortodoxas orientais. Ela era usada por pontífices em ocasiões solenes até 1963, ou seja, antes da coroação de Paulo VI. Depois da coroação, Paulo VI decidiu vender a coroa a fim de doar os recursos aos pobres. A partir desse momento, o Papa começou a usar sempre a mitra Episcopal como chapéu durante as liturgias. Ela também é chamada de triregnum por causa das três fileiras em formato de coroa, simbolizando o poder do pontífice. A finalidade de seu formato era tornar visível a superioridade do Papa sobre os soberanos. A tiara é encimada por um pequeno globo com uma cruz.

Embora seu uso litúrgico tenha cessado e Bento XVI a tenha eliminado de seu brasão pessoal, substituindo-a pela mitra (embora esta tenha três níveis), a tiara e as chaves cruzadas continuam sendo o brasão da cidade do Vaticano. Ela começou a ser usada entre os séculos IX e X. À medida que o poder temporal foi aumentando, a tiara foi se tornando mais e mais elaborada, embelezada com jóias. Uma segunda coroa foi acrescentada por Bonifácio VIII (em 1298 ou 1301), enquanto uma terceira coroa foi acrescentada por Bento XII em 1342: após a tentativa em vão do papa na época de transferir a Sé Pontifícia de Avignon de volta para Roma, esta foi a maneira de enfatizar a soberania universal da Igreja.

Algumas tiaras estão conservadas no Vaticano hoje em dia, algumas das quais são incrivelmente valiosas. Entretanto, entre estas existe também a tiara de papel maché com a qual Pio VII havia sido coroado em sua eleição em 1800 durante o Conclave que ocorreu em Veneza, enquanto Roma estava sendo ocupada pelas tropas de Napoleão. Esta tiara, com o seu peculiar formato de míssil, formato de cone do nariz, usada por Paulo VI no dia de sua coroação, é a última tiara presenteada pelos milaneses.

Na Constituição Apostólica Romano Pontifici eligendo (1975), o Papa Montini deixou em aberto a possibilidade para a repetição da cerimônia de coroação. O seu sucessor, o dócil João Paulo I, não ligou muito para o assunto, muito menos João Paulo II – que na Constituição Universi Dominici gregis (1996) substituiu a cerimônia de coroação pela Missa para a Inauguração do Pontificado – e Bento XVI.

Entretanto, poucos estão cientes de que o Papa Wojtyla também foi presenteado com uma tiara pessoal, que ele nunca usou. Ela tem um estilo medieval e lhe foi dada pelos católicos húngaros. Agora, Bento XVI também tem a sua própria coroa pessoal, que lhe foi apresentada em nome da unidade dos cristãos. Uma coisa é certa: este símbolo de poder e supremacia papal não será ostentado em público.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

No dogma da Infalibilidade Papal


Sumo Pontífice, Sacerdote Magno, que é o Príncipe dos Bispos, Herdeiro dos Apóstolos, pelo Primado de Abel, pelo Governo de Noé, pelo Patriarcado de Abraão, pela Ordem de Melquisedeque, pela Dignidade de Aarão, pela Autoridade de Moisés, pela Jurisdição de Samuel, pelo Poder de Pedro, PELA UNÇÃO DE CRISTO, a quem são entregues as Chaves do Reino dos Céus, e a quem são confiadas as ovelhas de Cristo.

sábado, 16 de julho de 2011

Rosa Carmeli

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Rosa Carmeli, florida Maria, (Rosa do Carmelo, ó florida Maria!)
Intra tua nos gere viscera. (No vosso claustro levai-nos)
Et post mortem transfer ad æthera, (e, depois de nossa morte, ao Céu conduzi-nos,)
O Maria! (ó Maria!)

1 - Radix Iesse, germinans flosculum, (Raiz de Jessé da qual surgiu uma pequena flor,)
hic adesse me tibi servulum, patiaris. (aqui estou para tornar-me vosso escravo.)
Inter spinas, quæ crescis, lilium, (Entre os espinhos desabrochais como um lírio.)
serva puras mentes fragilium, tutelaris. (Conservai pura a mente dos mais frágeis, ó Protetora!)

2 - Per incerta prudens consilium, (Nas incertezas sois conselho prudente,)
per adversa iuge solatium largiaris. (nas adversidades a perene e inesgotável consolação.)
Armatura fortis pugnantium; (Forte armadura dos guerreiros!)
furunt bella, offer præsidium Scapularis. (Aos que partem para a luta protegei com o escapulário.)

3 - Mater dulcis, virgo purissima, (Ó doce Mãe e Virgem puríssima,)
cristianis esto propitia, Stella maris. (aos cristãos ajudai, ó Estrela do mar!)
Paradisi clavis et ianua, (Chave e porta do Paraíso,)
fac nos duci quo, Mater, gloria coronaris. (alcançai para nós a coroa da glória.)

Visto em: ARS

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Our Lady of Mount Carmel, pray for us!

In 16 July of 1251 the Blessed Virgin Mary and her Divine Son Jesus appear to Simon Stock, in Cambridge. Since the 15th century, popular devotion to Our Lady of Mount Carmel has centered on the Scapular of Our Lady of Mount Carmel also known as the Brown Scapular, a sacramental associated with promises of Mary's special aid for the salvation of the devoted wearer.

The Feast of Our Lady of Mount Carmel is known to many Catholic faithful as the "scapular feast," associated with the Brown Scapular of Our Lady of Mount Carmel, a devotional sacramental signifiying the wearer's consecration to Mary and affiliation with the Carmelite Order. A tradition first attested to in the late 14th century says that Saint Simon Stock, an early prior general of the Carmelite Order, had a vision of the Blessed Virgin Mary in which she gave him the Brown Scapular which formed part of the Carmelite habit, promising that those who died wearing the scapular would be saved.



Our Lady of Mount Carmel pray for Church and for Pope!
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