quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Discurso de Bento XVI ao Parlamento alemão


Ilustre Senhor Presidente Federal!
Senhor Presidente do Bundestag!
Senhora Chanceler Federal!
Senhor Presidente do Bundesrat!
Senhoras e Senhores Deputados!


Constitui para mim uma honra e uma alegria falar diante desta Câmara Alta, diante do Parlamento da minha Pátria alemã, que se reúne aqui em representação do povo, eleita democraticamente para trabalhar pelo bem da República Federal da Alemanha. Quero agradecer ao Senhor Presidente do Bundestag o convite que me fez para pronunciar este discurso, e também as amáveis palavras de boas-vindas e de apreço com que me acolheu.

Neste momento, dirijo-me a vós, prezados Senhores e Senhoras, certamente também como concidadão que se sente ligado por toda a vida às suas origens e acompanha solidariamente as vicissitudes da Pátria alemã. Mas o convite para pronunciar este discurso foi-me dirigido a mim como Papa, como Bispo de Roma, que carrega a responsabilidade suprema da Igreja Católica. Deste modo, vós reconheceis o papel que compete à Santa Sé como parceira no seio da Comunidade dos Povos e dos Estados. Na base desta minha responsabilidade internacional, quero propor-vos algumas considerações sobre os fundamentos do Estado liberal de direito.

Seja-me permitido começar as minhas reflexões sobre os fundamentos do direito com uma pequena narrativa tirada da Sagrada Escritura. Conta-se, no Primeiro Livro dos Reis, que Deus concedeu ao jovem rei Salomão fazer um pedido por ocasião da sua entronização. Que irá pedir o jovem soberano neste momento tão importante: sucesso, riqueza, uma vida longa, a eliminação dos inimigos? Não pede nada disso; mas sim: “Concede ao teu servo um coração dócil, para saber administrar a justiça ao teu povo e discernir o bem do mal” (1 Re 3, 9).

Com esta narração, a Bíblia quer indicar-nos o que deve, em última análise, ser importante para um político. O seu critério último e a motivação para o seu trabalho como político não devem ser o sucesso e menos ainda o lucro material.

A política deve ser um compromisso em prol da justiça e, assim, criar as condições de fundo para a paz. Naturalmente um político procurará o sucesso, que, de per si, lhe abre a possibilidade de uma ação política efetiva; mas o sucesso há-de estar subordinado ao critério da justiça, à vontade de atuar o direito e à inteligência do direito. É que o sucesso pode tornar-se também um aliciamento, abrindo assim a estrada à falsificação do direito, à destruição da justiça. “Se se põe de parte o direito, em que se distingue então o Estado de uma grande banda de salteadores?” – sentenciou uma vez Santo Agostinho (De civitate Dei IV, 4, 1).

Nós, alemães, sabemos pela nossa experiência que estas palavras não são um fútil espantalho. Experimentamos a separação entre o poder e o direito, o poder colocar-se contra o direito, o seu espezinhar o direito, de tal modo que o Estado se tornara o instrumento para a destruição do direito: tornara-se uma banda de salteadores muito bem organizada, que podia ameaçar o mundo inteiro e impeli-lo até à beira do precipício. Servir o direito e combater o domínio da injustiça é e permanece a tarefa fundamental do político.

Papa impõe pálio ao Cardeal Scola

Hoje, às 12h, na Sala do Consistório do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, o Santo Padre Bento XVI, gloriosamente reinante, impôs o pálio arquiepiscopal ao Cardeal Scola. Aqui está a raridade: o Papa impor a um arcebispo o pálio em um dia que não é o 29 de junho. Surge-nos a seguinte dúvida: se a transferência de Sua Eminência foi publicada a 28 de junho - véspera da imposição do pálio a 40 arcebispos. Dizem que Scola não teve como estar presente. E mais: se o pálio lhe foi imposto ainda este ano - e ele não teve que esperar para a próxima Solenidade do Apóstolos -, é possível que o seu dito paramento já estava confeccionado, o que confirma a notícia de que a sucessão na cátedra de Ambrósio há muito era discutida, coisa compreensível à Milão. Contudo, na lista divulgada pela Santa Sé, só 5 arcebispos receberiam o pálio em suas respectivas arquidioceses... É provável que, devido à relevância de Milão, o próprio Pontífice tenha se dignado a ele mesmo impor o pálio a Scola - cerimônia que deveria ter acontecido na semana passada, mas problemas de saúde impediram que o Purpurado viajasse a Roma. Hoje coincidiu com o seu 20º aniversário de sagração episcopal.

Aparentemente, o pálio já estava abençoado (fato que reforça que ele estava entre os do último 29 junho) e foi imposto à Sua Eminência depois deste ter emitido a profissão de fé e o juramento previsto no Pontifical Romano.

O Purpurado trajou a costumeira veste coral cardinalícia


Bispos, monsenhores e conhecidos entre os poucos presentes
na cerimônia de caráter privado

"Para a glória do Deus todo-poderoso e o louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria
e dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo..."
Assim reza a fórmula de imposição


Da nomeação de Scola diz-se que Bento XVI decidiu por si só
até em oposição ao parecer de seus colaboradores



Retirado de: Direto da Sacristia

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Criação de Cardeais por Pio XII

terça-feira, 20 de setembro de 2011

¿Qué dice el “preámbulo doctrinal” presentado a la FSSPX?



Presentamos este artículo, publicado en el blog Messainlatino, en el cual, junto a la postura personal del autor (en muchos puntos bastante discutible), se ofrecen algunos detalles adicionales, obtenidos por sus propias fuentes, sobre el preámbulo doctrinal que la Santa Sede presentó a la Fraternidad Sacerdotal San Pío X como base para un acuerdo.

***

El pasado 14 de septiembre fue presentado a Mons. Fellay, convocado a Roma para buscar una plena reconciliación, un “preámbulo doctrinal” como base para el acuerdo. El texto no ha sido publicado, al menos por tres razones: para permitir a los responsables de la FSSPX un examen más sereno, sin la presión de quienes verían, sin embargo, trampas y caballos de Troya incluso en el número de las comas; para preparar sobre él una meditada ilustración al Capítulo general de la Fraternidad; y finalmente… para permitir tal vez alguna limitad enmienda, sin que se sepa, donde un pasaje o un adjetivo pareciese realmente poco deseable para la FSSPX.

Adquiridas las debidas informaciones y aún queriendo respetar, por las mismas razones recién mencionadas, el vínculo de la reserva que protege el contenido del “preámbulo doctrinal”, no queremos privar a nuestros aficionados lectores de algún elemento de juicio adicional.

Puedo decir que, personalmente, no tendría problemas en firmar ese preámbulo. Pero yo no soy Superior de la FSSPX; por suerte, dirán muchos… Sin embargo, encuentro varias razones por las cuales el texto es una sorpresa positiva (digo sorpresa ya que Mons. Fellay, al dirigirse al encuentro, se esperaba una propuesta canónica-jurídica más que un texto doctrinal). Me atrevería a decir que la relativización del Concilio, que este preámbulo permite, representa una verdadera victoria para la Fraternidad, un punto extremadamente significativo, como (si no más) la solemne afirmación del motu proprio según el cual la liturgia antigua nunca fue abrogada. Pero victoria para Mons. Fellay no significa derrota para Roma: como ya había escrito, un acuerdo – y así también la demolición del “superdogma” conciliar –representa una solución win-win, donde ambas partes obtienen mucha ganancia.

El contenido del preámbulo, que a fin de cuentas es un documento muy sintético, se puede compendiar esencialmente en dos puntos. Comenzamos por el segundo porque es algo sencillo: para decirlo en pocas palabras, la FSSPX debe modificar los tonos y expresar lo que tenga para decir de un modo respetuoso y filial, así como colaborar lealmente con todas los otros miembros del Cuerpo místico. En lenguaje eclesial-teológico, esto se define “sentire cum Ecclesia”.

El primer punto del preámbulo, en cambio, el más importante, es la reproposición del contenido del canon 750, es decir, de la necesidad para un católico de aceptar la enseñanza magisterial según los grados de adhesión sancionados por aquel artículo y por la carta apostólica Ad tuendan fidem de Juan Pablo II. En síntesis, hay tres diversos niveles de vinculación de la enseñanza magisterial: como aclaraba una Nota explicativa del entonces Cardenal Ratzinger, en la función de Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, hay verdades que la Iglesia proclama divinamente reveladas y son, por lo tanto, irreformables y deben ser acogidas con “fe teologal”. Quien no cree en ellas, no es católico. Tales son los dogmas de fe, sobre los cuales, por otro lado, la FSSPX no tiene problema alguno (Mons. Fellay daba el ejemplo del dogma trinitario). Igual asentimiento de fe firme (e igual ausencia de problemas para la FSSPX) concierne a aquellas doctrinas sobre la fe o la moral no fundadas directamente sobre la Escritura, pero enseñadas por la Iglesia infaliblemente, porque así son proclamadas o reafirmadas siempre por el Magisterio. Ejemplos de este último tipo (que se leen precisamente en la Nota explicativa) son la imposibilidad de la ordenación femenina, la prohibición de la eutanasia, la canonización de los santos.

Requieren, en cambio, un “religioso obsequio de voluntad y entendimiento” aquellas enseñanzas del Magisterio del Pontífice o del Colegio de los Obispos que no se presentan como definitivas (tal vez porque contradicen precedentes enseñanzas: piénsese – el ejemplo es nuestro – en la prohibición de préstamo con intereses). La Nota de la Congregación para la Doctrina de la Fe se abstiene prudentemente de dar ejemplos de este tipo, tal vez porque sería como disminuir las enseñanzas que fuesen señaladas en esta categoría. El hecho es que las enseñanzas más controvertidas del Concilio, como también el Magisterio sucesivo que ha repetido aquellas enseñanzas, no podrían asumir un nivel de vinculación superior a éste, visto que el Concilio ha declarado no querer definir ninguna nueva “verdad” y que el hecho mismo de ser proposiciones, si no en “ruptura”, al menos en “reforma” respecto al Magisterio anterior, las priva necesariamente de todo carácter definitivo.

En la práctica, se pide a la Fraternidad suscribir la profesión de fe a la que está sujeto todo católico; parece algo muy factible. Pero alguno podría temer que aquella obligación de “religioso obsequio de voluntad y entendimiento”, si es aplicado a ciertas enseñanzas conciliares, pueda dificultar, o bien anular (con ciertas condiciones, es posible disentir – pero no en forma excesiva- de las enseñanzas no definitivas), el derecho de crítica al Concilio. Y aquí está la magnífica novedad.

Como informa el comunicado oficial de la Santa Sede, el Preámbulo deja “a una discusión legítima, el estudio y la explicación teológica de expresiones o formulaciones particulares presentes en los documentos del Concilio Vaticano II y del Magisterio sucesivo”. Nótese que el objeto de esta discusión, que es expresamente reconocida como “legítima”, no son sólo las interpretaciones de los documentos, sino el texto mismo de estos últimos: las “expresiones o formulaciones” usadas en los documentos conciliares.

Por lo tanto, estamos mucho más allá de la mera hermenéutica: se vuelve lícito criticar las palabras mismas (y no sólo el significado o la interpretación de aquellas palabras) que los Padres conciliares eligieron para componer los documentos. Si las palabras usadas en el preámbulo y luego en el comunicado oficial tienen un sentido, hay aquí una revolución copernicana en el acercamiento al Concilio: es decir, el cambio desde un mero plano exegético a uno sustancial (este es un punto que me parece ausente en el por otro lado bello análisis de don Morselli publicado en esta blog). En el discurso del 15 de agosto, Mons. Fellay decía que, para Roma, el Concilio es un tabú y que por eso se limita a criticar la envoltura externa, es decir, la interpretación. Ahora, en cambio, será lícito afrontar también el núcleo. Lo que implica además que aquellos pasajes textuales controvertidos, en cuanto libremente discutibles, no requieren ni siquiera aquel grado mínimo de adhesión que consiste en el “religioso obsequio”.

En sentido análogo se expresa también el padre Barthe, experto conocedor de asuntos eclesiales, en este iluminador artículo que os exhorto a leer, como también el vaticanista de Le Figaro.

Recordareis cómo, en los pasados meses, los ponderosos ensayos de un Gherardini o de un De Mattei han recibido apresuradas condenas (en lugar de profundizadas y meditadas críticas), basándose en la apriorística acusación de ponerse contra el Papa, que del Concilio ha criticado sólo la hermenéutica de la ruptura y no los textos en sí mismos, que alguno (pienso en el P. Cavalcoli o en Introvigne) quisieran “dogmatizar” al punto de considerarlos definitivos. Y bien, como a menudo sucede cuando se es más papistas que el Papa: Gherardini – De Mattei 1 / Equipo de los neocon 0.

Es un gran éxito para Mons. Fellay, para la Iglesia y para el Papa Benedicto, que se preocupa muchísimo por dos cosas: la curación de una dolorosa ruptura eclesial y el redimensionamiento del “tótem Concilio”, del cual ya en otros tiempos llegó a decir (Alocución a los obispos de Chile del 13 de julio de 1988):

“La verdad es que el mismo Concilio no ha definido ningún dogma y ha querido de modo consciente expresarse en un rango más modesto, meramente como Concilio pastoral; sin embargo, mu­chos lo interpretan como si fuera casi el superdogma que quita importancia a todo lo demás. […] No se tolera la crítica a las medidas del tiempo postconciliar; pero donde están en juego las antiguas reglas, o las grandes verdades de la fe –por ejemplo, la virginidad corporal de María, la resurrección corporal de Jesús, la inmortalidad del alma, etc.–, o bien no se reacciona en absoluto, o bien se hace sólo de forma extremadamente atenuada”.


Fuente: Messainlatino

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Hábitos religiosos obrigatórios da Família católica



A casa de família - deve ser benzida e nela entronizado o quadro do Sagrado Coração de Jesus. Está escrito que ricas bênçãos Deus derramará sobre a casa e seus habitantes, sempre que isso se der. Pelos quartos, à cabeceira das camas, haverá um quadro de santo, um Crucificado. Aqui te dou o conselho de procurares antes poucos, mas belos quadros ou imagens, do que muitos e feios.
 
No horário da casa - haverá tempo marcado para as orações da manhã e da noite. Que belo costume esse de se unir a família perante o oratório da família e aí rezar pelos presentes e ausentes!
 
Nos dias da semana - o domingo tem lugar de honra. É dia sagrado, dedicado primeiro à oração e à Missa e somente depois aos divertimentos inocentes. É também dia respeitado, até nos trajes festivos da família. O mesmo se dá com os dias de festa religiosa. No aniversário dos batizados, das primeiras comunhões, a família faz questão de agradecer a Deus as graças que esses dias trouxeram.
 
As devoções da família - Se o pai já trouxe algumas de seu tempo de moço, ou se na tua mocidade praticava algumas, continua com elas na casa. Sobretudo a devoção a Nossa Senhora não pode faltar, em caso algum. Pois é garantia de salvação eterna e fonte de muita bênção material. Mas, não o esqueças nunca, a primeira devoção cristã é a Santa Eucaristia. Amor a nosso Senhor Sacramentado - pela assistência à Santa Missa - deve ser precioso patrimônio de todo lar cristão.
 
Fidelidade á fé - A cristã a recebeu dos pais e deve deixá-la aos filhos. Do contrário, os privaria da herança mais preciosa na vida. Tudo farás, leitora, para conservá-la em ti e nos teus. Para isso é preciso praticar a oração... fugir dos livros maus e procurar os bons. Sobretudo é necessário viver de acordo com aquilo que se crê. Combaterás energicamente as superstições que tanto prejudicam a fé e ofendem a Deus. Se algum dos teus se afastar da fé, não descanses nas tuas orações e sacrifícios para convertê-lo. Cedo ou tarde o conseguirás...

Trecho do livro: As três chamas do lar - Pe. Geraldo Pires de Sousa

El Missale Romanum será actualizado

Casi un millón de euros obtenidos en el 2010 por las ventas de las bendiciones pontificias han sido dados a siete mil familias necesitadas. Otros 135 millones han sido distribuidos por Propaganda Fide en ayudas a las tierras de misión. Y además se ha sabido…

CIUDAD DEL VATICANO, 19 de setiembre de 2011 – “La actividad de la Santa Sede” es un grueso volumen que año tras año ofrece la rendición de cuentas de las acciones cumplidas por el Papa y por la curia romana. Es una “publicación no oficial”, como se especifica en la portada, no obstante lo cual contiene no pocas informaciones, a veces también curiosas, que no están disponibles en otras fuentes vaticanas.

Para verificarlo basta hojear la última edición, respecto a las actividades del 2010, que ha sido impresa hace poco por la Librería Editora Vaticana (1343 pp., 80,00 euros).

En él nos enteramos, por ejemplo:

– que el año pasado la oficina disciplinar de la Congregación para la Doctrina de la Fe ha abierto 643 procedimientos, de las cuales el 82% se refiere a los "delitos graves" (en el interior de los cuales está incluido el abuso sexual de los menores cometidos por clérigos), el 8% a los "delitos contra la fe", el 3% a "casos de apariciones" y el 7% a otras cuestiones de diversos géneros.

– que en el mismo período la Congregación para el Culto Divino y la Disciplina de los Sacramentos ha tratado algunos cientos de casos referidos al pedido de dispensa papal para poder desposarse luego de un matrimonio "rato pero no consumado". Dispensa que ha sido concedida en 301 casos y rechazada en 2.

– que la Congregación para la Evangelización de los Pueblos ha concedido, a través de la Obra Pontificia de Propagación de la Fe (pero cuyo fondo de solidaridad resulta reducido "notablemente" a causa de la recesión económica), más de 85 millones de dólares de ayuda a las diócesis en territorio de misión. Otros 30 millones y más han sido distribuidos además mediante la Obra Pontificia de San Pedro Apóstol. Y otros 19 millones a través de la Obra Pontificia de Infancia Misionera.

– que la Rota Romana, cuya jurisprudencia hace de modelo para todos los tribunales eclesiásticos del mundo, en el año judicial 2010 ha emitido 175 sentencias definitivas respecto a la nulidad matrimonial, la mayoría de las cuales (93 contra 82) a favor de la nulidad.

– que el Pontificio Consejo para los Textos Legislativos, por indicación del Papa, ha constituido cuatro grupos de estudio en vistas a una posible revisión de algunas materias del Código de Derecho Canónico, respecto a cuestiones de derecho penal, derecho procesal, derecho matrimonial y derecho patrimonial, y a las relaciones entre el Código de la Iglesia latina y el de las Iglesias orientales.

que ha sido constituida una comisión mixta, con expertos de la comisión "Ecclesia Dei" y de la Congregación para el Culto Divino, para la "actualización" de las memorias de los santos y la "posible inserción de nuevos prefacios" en el Misal romano preconciliar de 1962, al que Benedicto XVI ha dado ciudadanía plena en el 2007.




– que la limosna apostólica, en respuesta a casi siete mil cartas de pedido de ayuda provenientes de individuos y de familias, ha donado "en forma discreta" y "en forma cotidiana", en nombre del Papa, una suma "cercana al millón de euros". Esta suma ha sido cubierta en su totalidad con las contribuciones recibidas por los pergaminos con la bendición apostólica pedidos por los fieles: 115.500 los pergaminos entregados directamente por la Elemosinería Apostólica y 112.000 los distribuidos a través de casi ochenta entes convenidos.


Visto en: Secretum Meum Mihi

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

SETE DORES DE NOSSA SENHORA

Estava a Mãe dolorosa

Ao pé da Cruz lacrimosa

E o filho pendente dela.

Dura espada lhe rasgava

A alma pura, e lha ensopava

Com dor, tristeza e gemidos.



Oh! quão triste, quão aflita foi a donzela bendita,

Mãe do Unigênito Filho.


Dor e angústia a possuía, E todo trêmula via

As penas do ínclito Filho.



Que homem ali, não chorava,

Se a Mãe do Cristo observara

Padecendo tal suplício!



Que peito não se partira,

Quando a Mãe piedosa vira

Com seu Filho suspirando!



Porque o povo delinquiu,

Jesus em tormentos viu

Sofrendo cruéis flagelos.



Viu o Filho seu amado,

Morrendo desamparado,

Lançar o espírito extremo.



Eia, Mãe, fonte de amores,

Fazei que estas fortes dores

Eu sinta e convosco chore.



Fazei que a alma se inflame

Porque a Cristo-Deus só ame,

E só busque o seu agrado.



Santa Mãe, isto Vos peço,

Fique o peito bem impresso

Das chagas do Crucifixo.



De Vosso Filho chagado,

O que por mim se há dignado

Sofrer,reparti comigo.



Fazei-me, enquanto viver,

Com meu Jesus condoer,

Convosco chorardes veras.



Junto à Cruz conVosco estar,

Vosso pranto acompanhar

Unicamente desejo.



Virgem das Virgens preclara,

Não sejais comigo avara,

Fazei-me chorar conVosco.



Fazei que eu seja consorte

Das chagas, Paixão e morte

De Cristo,e que em mim se vejam.



Fazei-me delas chagado,

Desta Cruz embriegado,

Por amor do doce Filho.



Porque a chama não me queime,

Doce virgem defendei-me

No derradeiro juízo.



Ao sair do corpo esta alma,

Dai-me da vitória a palma

Por vossa Mãe, ó Jesus.



Quando a morte me levar,

Fazei que alma vá gozar

A glória do Paraíso.Amém.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

When will they stand side by side?

This combo made of file pictures shows (L) Pope Benedict XVI and Bernard Fellay, the head of the traditionalist Priestly Society of Saint Pius X. Fellay met Cardinal William Levada for a summit at The Vatican on September 14, 2011.

Foto de: Getty Images

Entrevista com Dom Bernard Fellay depois do seu encontro com o Cardeal William Levada

Por ocasião da reunião que Dom Bernard Fellay e seus dois Assistentes gerais tiveram, no Vaticano, com o Cardeal William Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, no dia 14 de setembro de 2011, às 10 h., o Superior Geral da Fraternidade São Pio X respondeu às nossas perguntas.

Como foi este encontro?

A reunião foi de uma grande cortesia e também de uma grande franqueza, pois é por lealdade que a Fraternidade São Pio X recusa-se a fugir dos problemas que permanecem. Foi também neste espírito que os colóquios teológicos se desenvolveram durantes estes dois últimos anos.

Quando declarei, no dia 15 de agosto passado, que nós estávamos de acordo em que nós não estávamos de acordo sobre o Concílio Vaticano II, eu fiz a aclaração que quando se trata dos dogmas, como o da Santíssima Trindade, nós estamos evidentemente de acordo quando o Vaticano II faz menção deles. Uma frase não pode ser entendida isolada do seu contexto. Nossos colóquios tiveram o grande mérito de aprofundar seriamente e de esclarecer todos estes problemas doutrinais.

O comunicado oficial comum ao Vaticano e à Fraternidade anuncia que um documento doutrinal lhe foi entregue e que uma resolução canônica lhe foi proposta. Poderia dar-nos algumas precisões?

Este documento se chama Preâmbulo doutrinal, ele nos foi entregue para um estudo mais aprofundado. Por tanto ele é confidencial, e o senhor me entenderá que eu possa comentá-lo um pouco mais. No entanto o termo “preâmbulo” indica bem que a sua aceitação constitui uma condição prévia a todo reconhecimento canônico da Fraternidade São Pio X por parte da Santa Sé.

Sobre este preâmbulo doutrinal, na medida em que não comprometa a sua confidencialidade, Sua Excelência poderia confirmar que há nele, como foi anunciado pela imprensa, uma distinção entre o que é de Fé – ao que a Fraternidade adere plenamente – e o que vindo de um concílio pastoral, como o Vaticano II quis se definir, poderia estar submetido a uma crítica, sem comprometer a Fé?

Esta distinção nova foi anunciada não somente pela imprensa, mas eu a escutei pessoalmente de diversas fontes. Já em 2005, o Cardeal Castrillon Hoyos me declarou depois de eu ter exposto durante cinco horas todas as objeções que a Fraternidade São Pio X formulava contra o Vaticano II: – “Não posso dizer que estou de acordo com tudo o que o senhor disse, mas nada do que disse lhe faz estar fora da Igreja. Escreva ao Papa para que Ele levante a excomunhão”.

Hoje eu devo reconhecer objetivamente que não encontramos neste preâmbulo doutrinal uma distinção clara entre o domínio dogmático intangível e o domínio pastoral passivo de discussão. O único que posso declarar, pois isto aparece no comunicado de imprensa, é que este preâmbulo contém “princípios doutrinais e dos critérios de interpretação da doutrina católica necessários para garantir a fidelidade ao Magistério da Igreja e ao sentir com a Igreja, deixando certamente aberta a uma legítima discussão o estudo e a interpretação teológica de expressões ou de formulações particulares presentes nos textos do Concilio Vaticano II e do Magistério posterior”. Nada mais nada menos.

Quanto ao estatuto canônico que será proposto à Fraternidade, sob a condição de uma adesão ao preâmbulo canônico, fala-se de uma prelatura em preferência a um ordinariado, isto é assim?

Como o senhor lembrou, este estatuto canônico é condicional; a sua modalidade exata não pode ser considerada a não ser posteriormente e permanece ainda objeto de discussão.

Quando Sua Excelência pensa responder à proposta deste preâmbulo doutrinal?

Tão logo eu tenha tomado o tempo necessário para estudar este documento e consultar os principais responsáveis da Fraternidade São Pio X, pois sobre uma matéria tão importante como esta eu me comprometi com os meus confrades de não tomar nenhuma decisão sem lhes ter consultado antes.
Mas posso lhes assegurar que nossa decisão será tomada pelo bem da Igreja e das almas. Nossa cruzada de rosários que segue já desde vários meses deve intensificar-se para que alcancemos pela intercessão de Maria Mãe da Igreja, as graças de luz e de força das que necessitamos mais do que nunca.

(DICI n°240 do 14/09/11)

Fonte: http://www.dici.org/en/news/entrevista-com-dom-bernard-fellay-depois-do-seu-encontro-com-o-cardeal-william-levada/

Summorum Pontificum Brasil

FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ


Hymnus in Honore Sanctae Crucis

Vexilla regis prodeunt,
fulget crucis mysterium,
quo carne carnis conditor
suspensus est patibulo.

Confixa clavis viscera
tendens manus, vestigia
redemptionis gratia
hic inmolata est hostia.

Quo vulneratus insuper
mucrone diro lanceae,
ut nos lavaret crimine,
manavit unda et sanguine.

Inpleta sunt quae concinit
David fideli carmine,
dicendo nationibus:
regnavit a ligno Deus.

Arbor decora et fulgida,
ornata regis purpura,
electa, digno stipite
tam sancta membra tangere!

Beata cuius brachiis
pretium pependit saeculi!
statera facta est corporis
praedam tulitque Tartari.

Fundis aroma cortice,
vincis sapore nectare,
iucunda fructu fertili
plaudis triumpho nobili.

Salve ara, salve victima
de passionis gloria,
qua vita mortem pertulit
et morte vitam reddidit.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

IV Aniversário do Summorum Pontificum:"Pontificais na Basílica de São Pedro"

A Cruz Gloriosa


Por Dom Estevão Bettencourt, OSB

O mês de fevereiro é marcado pelo início da Quaresma, período de quarenta dias de preparação para a celebração da Páscoa ou da obra da Redenção: Cristo morreu e ressuscitou a fim de obter para o gênero humano a vitória sobre o pecado e a morte.

Olhando para as imagens do Crucificado, algumas pessoas perguntam: Por que o Cristo é representado como o homem das dores pregado à Cruz, quando na verdade Ele ressuscitou e já não morre mais? - A propósito convém observar:

A imagem da Cruz é indispensável à contemplação do cristão, pois foi o instrumento da Redenção. São Paulo mesmo nos diz: "Não aconteça gloriar-me senão na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, por quem o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" (Gl 5, 14). O Apóstolo lembra aos Gálatas que, pela pregação do Evangelho, "aos olhos dos fiéis foi desenhada a imagem de Jesus Cristo crucificado" (Gl 3, 1).

Todavia é preciso não esquecer que a Cruz foi transfigurada pelo fato mesmo de que Jesus pendeu dela e pela sua morte venceu a morte. Por isto os antigos representavam o Cristo fixo à Cruz revestido de uma túnica de Rei, com mangas largas e um diadema na cabeça; era o Senhor que conquistou a realeza mediante a Cruz e fez desta o seu trono de glória. Também cravavam na Cruz pedras preciosas, para indicar a glória da Cruz. Fazendo eco a estes dados iconográficos, a Oração Eucarística n.º 1, que data do século IV, refere-se à "bem-aventurada Paixão (beata Passio) de Cristo". Através do Cristo dolorido o cristão percebe o Cristo triunfante e Rei.

Na Idade Média é que a piedade cristã se voltou mais para os aspectos humanos e arqueológicos da Paixão de Cristo. Sim; os cruzados e os peregrinos que voltavam da Terra Santa, traziam aos seus irmãos as imagens dos lugares santos e das cenas históricas da Paixão do Senhor. Intensificou-se então a devoção à Via Sacra e à figura ensanguentada de Jesus Cristo; daí a representação de Cristo pregado à Cruz com toda a atrocidade do suplício. Esta imagem se foi transmitindo de século em século até nossos dias, tomando mais e mais o lugar da anterior, transparente à vitória de Cristo. Pode-se desejar a restauração da imagem de Cristo-Rei fixo à Cruz, que, aliás, não desapareceu por completo de nossa arte sacra.

É indispensável, porém, a reflexão sobre a Paixão de Cristo... Em particular, a figura de Cristo prostrado sobre os joelhos no horto das Oliveiras vem a ser poderoso estímulo para o cristão. Antes de ser crucificado (coisa rara hoje), Ele sofreu dores físicas e morais (coisa muito frequente entre nós), e quis dizer o que todo homem espontaneamente diria: "Pai, se possível..., mas faça-se a tua vontade e não a minha!" (Mc 14,36). E Ele foi atendido, porque era a verdade do Pai que Ele vencesse a morte, para que nós, sofrendo e morrendo com Ele, possamos também participar da sua ressurreição gloriosa.

Retirado de: Cléofas

IV Aniversário do Summorum Pontificum:"Muito Obrigado Santo Padre"

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dulcíssimo Nome de Maria


Recolhendo opiniões dos santos Doutores sobre o nome de Maria, traça São João Eudes esta admirável síntese:

"O nome de Maria, diz Santo Antônio de Pádua, é júbilo para o coração, mel na boca e doce melodia no ouvido."

"Bem-aventurado o que ama vosso nome, ó Maria (é São Boaventura quem fala), porque este santo nome é uma fonte de graça que refresca a alma sedenta e a faz produzir frutos de justiça."

"Ó Mãe de Deus, diz o mesmo Santo, que glorioso e admirável é vosso nome. O que o leva em seu coração se verá livre do medo da morte. Basta pronunciá-lo para fazer tremer a todo inferno e por em fuga a todos os demônios. O que deseja possuir a paz e a alegria do coração, que honre vosso santo nome."

"O nome de Maria, diz São Pedro Crisólogo, é nome de salvação para os regenerados, sinal de todas as virtudes, honra da castidade; é o sacrifício agradável a Deus; é a virtude da hospitalidade; é a escola de santidade; é, enfim, um nome completamente maternal."

"Ó amabílissima Maria, exclama também São Bernardo, vosso santo nome não pode passar pela boca sem abrasar o coração! Os que Vos amam não podem pensar em Vós, sem um consolo e um gozo muito particulares. Nunca entrais sem doçura na memória dos que Vos honram."

"Ó Maria, diz o Santo Abade Raimundo Jordão, o chamado Idiota, a Santíssima Trindade Vos deu um nome que, depois do de vosso Filho, está acima de todos os nomes; nome a cuja pronunciação devem dobrar o joelho todas as criaturas do Céu, da terra e do Inferno, e toda língua confessar e honrar a graça, a glória e a virtude do santo nome de Maria. Porque, depois do nome de vosso Filho, não há quem seja tão poderoso para nos assistir em nossas necessidades, nem de quem devamos esperar mais os socorros que necessitamos para nossa eterna salvação."

"Este nome tem mais virtude do que todos os nomes dos Santos para confortar os débeis, curar os enfermos, iluminar os cegos, abrandar os corações endurecidos, fortificar os que combatem, dar ânimo aos cansados e derrubar o poderio dos demônios" (...).

"Ouçamos a São Germano de Constantinopla: "Como a respiração, diz, não só é o sinal como também a causa da vida, assim quando vedes cristãos que tem com frequência o santo nome de Maria na boca, é sinal de que estão vivos com a verdadeira vida. O afeto particular que se tem a este sagrado nome, dá vida aos mortos, a conserva nos vivos, e os enche de gozo e de benção."

O venerável Tomás de Kempis, a respeito do glorioso nome da Mãe de Deus:
Os espíritos malignos tremem ante a Rainha dos Céus, e fogem como se corre do fogo, ao ouvir seu santo nome. Causa-lhes pavor o santo e terrível nome de Maria, que para o cristão é um extremo amável e constantemente celebrado.
Não podem os demônios comparecer nem poder por em jogo suas artimanhas onde vêem resplandecer o nome de Maria. Como trovão que ressoa no céu, assim caem derrubados ao ouvirem o nome de Santa Maria. E quanto mais amiúde se profere este nome, e mais fervorosamente se invoca, mais céleres e para mais longe escapam.
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