sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Festa do Batismo de Nosso Senhor

Festa do batismo de Jesus em Roma, 08.01.2012

Ego te baptizum in nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.

O próprio Cristo envia os seus discípulos para a missão determinando que o mandato do batismo seja efetuado em nome da Trindade Santíssima: “Ide pelo mundo e batizai a todos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”(cf. Mt 28,19).

Música Papal (V)


Tu es Petrus (Perosi)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Missa Prelatícia em Fortaleza



2º DOMINGO DEPOIS DA EPIFANIA

15 de Janeiro
Domingo
10h30
Celebrante: Dom Frei Adalberto Paulo da Silva

Paróquia São João Batista do Tauape
Endereço: Rua Capitão Gustavo, 3940 – Tauape
(esquina com R. Monsenhor Salazar)
Fone: 85 3257 6797



Posse de Dom Filippo Santoro em Taranto

Posse de Dom Filippo Santoro, bispo emérito de Petrópolis, de acordo com a Reforma de Bento XVI, na arquidiocese de Taranto(Itália).


























Fonte: Cattolici Romani

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Sacerdote Jesuíta, professor da Universidade Gregoriana, fala sobre Reforma Litúrgica, Summorum Pontificum e Universae Ecclesiae




Dom Lorenzo Baldisseri volta à Itália, agora como secretário da Congregação para os Bispos

Na manhã desta quarta-feira, 11 de janeiro, o Papa Bento XVI transferiu o atual Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri para a Secretaria da Congregação para os Bispos, um dos dicastérios da Cúria Romana, no Vaticano. Dom Baldisseri havia completado nove anos de nomeação para a Nunciatura Apostólica no Brasil no dia 12 de dezembro passado. Antes, ele foi núncio no Haiti (1992 – 1995), no Paraguai (1995 – 1999), na Índia e no Nepal (1999 –2002).

No Brasil, ele sucedeu a Dom Alfio Rapisarda. Dom Lorenzo Baldisseri passa a responder pela Secretaria da Congregação para os Bispos que tem como prefeito, desde junho de 2010, o cardeal canadense Marc Oullet, que esteve presente e orientou o retiro espiritual dos bispos na última Assembleia Geral da CNBB, em maio de 2011, em Aparecida (SP). O Secretário anterior da Congregação era o ex-núncio apostólico na Espanha, arcebispo português, Dom Manuel Monteiro de Castro, que será criado cardeal no próximo Consistório, de 18 de fevereiro, conforme anúncio feito pelo Santo Padre no Angelus da Epifania, dia 6 de janeiro.

Música Papal (IV)


Pange Lingua e Tantum Ergo

Música Papal (III)


Euntes in Mundum

Obs: O vídeo começa com a entrega do barrete cardinalício ao grande maestro e cardeal Bartolucci

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Música Papal (I)


Marcha das trombetas de prata(Giovanni Longhi) e o Tu es Petrus(Palestrina)

Iniciaremos uma sequência de postagens com publicações de vídeos sobre a música litúrgica ocidental, principalmente as cantadas pelo coral da Capela Sistina.

Os vídeos são do canal, do youtube, Papal Music.

sábado, 7 de janeiro de 2012

INDICAÇÕES PASTORAIS PARA O ANO DA FÉ (2012 -2013)


CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ
Introdução
Com a Carta apostólica Porta fidei de 11 de outubro de 2011, o Santo Padre Bento XVI convocou um Ano da Fé. Ele começará no dia 11 de outubro 2012, por ocasião do qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II, e terminará aos 24 de novembro de 2013, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.
Este ano será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam mais profundamente que o fundamento da fé cristã é "o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo".1 Fundamentada no encontro com Jesus Cristo ressuscitado, a fé poderá ser redescoberta na sua integridade e em todo o seu esplendor. "Também nos nossos dias a fé é um dom que se deve redescobrir, cultivar e testemunhar" para que o Senhor "conceda a cada um de nós viver a beleza e a alegria de sermos cristãos"2.
O início do Ano da Fé coincide com a grata recordação de dois grandes eventos que marcaram a face da Igreja nos nossos dias: o qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, desejado pelo beato João XXIII (11 de outubro de 1962), e o vigésimo aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo beato João Paulo II (11 de outubro de 1992).
O Concílio, segundo o Papa João XXIII, quis "transmitir pura e íntegra a doutrina, sem atenuações nem subterfúgios", empenhando-se para que "esta doutrina certa e imutável, que deve ser fielmente respeitada, seja aprofundada e exposta de forma a responder às exigências do nosso tempo"3. A este propósito, continua sendo de importância decisiva o início da Constituição dogmática Lumen gentium: "A luz dos povos é Cristo: por isso, este sagrado Concílio, reunido no Espírito Santo, deseja ardentemente iluminar com a Sua luz, que resplandece no rosto da Igreja, todos os homens, anunciando o Evangelho a toda a criatura (cfr. Mc. 16,15)"4. A partir da luz de Cristo, que purifica, ilumina e santifica na celebração da sagrada liturgia (cf. Constituição Sacrosanctum Concilium) e com a sua palavra divina (cf. Constituição dogmática Dei Verbum), o Concílio quis aprofundar a natureza íntima da Igreja (cf. Constituição dogmática Lumen gentium) e a sua relação com o mundo contemporâneo (cf. Constituição pastoral Gaudium et spes). Ao redor das suas quatro Constituições, verdadeiras pilastras do Concílio, se agrupam as Declarações e os Decretos, que enfrentam alguns dos maiores desafios do tempo.
Depois do Concílio, a Igreja se empenhou na assimilação (receptio) e na aplicação do seu rico ensinamento, em continuidade com toda a Tradição, sob a guia segura do Magistério. A fim de favorecer a correta assimilação do Concílio, os Sumos Pontífices convocaram amiúde o Sínodo dos Bispos5, instituído pelo Servo de Deus Paulo VI em 1965, propondo à Igreja orientações claras por meio das diversas Exortações apostólicas pós-sinodais. A próxima Assembléia Geral do Sínodo dos Bispos, no mês de outubro de 2012, terá como tema: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã.
Desde o começo do seu pontificado, o Papa Bento XVI se empenhou de maneira decisiva por uma correta compreensão do Concílio, rechaçando como errônea a assim chamada "hermenêutica da descontinuidade e da ruptura" e promovendo aquele que ele mesmo chamou de "’hermenêutica da reforma’", da renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos concedeu; é um sujeito que cresce no tempo e se desenvolve, permanecendo porém sempre o mesmo, único sujeito do Povo de Deus a caminho"6.
 
O Catecismo da Igreja Católica, pondo-se nesta linha, é, de um lado, "verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II"7, e de outro pretende favorecer a sua assimilação. O Sínodo Extraordinário dos Bispos de 1985, convocado por ocasião do vigésimo aniversário da conclusão do Concílio Vaticano II e para efetuar um balanço da sua assimilação, sugeriu que fosse preparado este Catecismo a fim de oferecer ao Povo de Deus um compêndio de toda a doutrina católica e um texto de referência segura para os catecismos locais. O Papa João Paulo II acolheu a proposta como desejo "de responder plenamente a uma necessidade verdadeira da Igreja Universal e das Igrejas particulares"8. Redigido em colaboração com todo o Episcopado da Igreja Católica, este Catecismo "exprime verdadeiramente aquela a que se pode chamar a ‘sinfonia da fé’"9.
O Catecismo compreende "coisas novas e velhas (cf. Mt 13,52), porque a fé é sempre a mesma e simultaneamente é fonte de luzes sempre novas. Para responder a esta dupla exigência, o ‘Catecismo da Igreja Católica’ por um lado retoma a ‘antiga’ ordem, a tradicional, já seguida pelo Catecismo de São Pio V, articulando o conteúdo em quatro partes: o Credo; a sagrada Liturgia, com os sacramentos em primeiro plano; o agir cristão, exposto a partir dos mandamentos; e por fim a oração cristã. Mas, ao mesmo tempo, o conteúdo é com freqüência expresso de um modo ‘novo’, para responder às interrogações da nossa época"10. Este Catecismo é "um instrumento válido e legítimo a serviço da comunhão eclesial e como uma norma segura para o ensino da fé."11. Nele os conteúdos da fé encontram "a sua síntese sistemática e orgânica. Nele, de facto, sobressai a riqueza de doutrina que a Igreja acolheu, guardou e ofereceu durante os seus dois mil anos de história. Desde a Sagrada Escritura aos Padres da Igreja, desde os Mestres de teologia aos Santos que atravessaram os séculos, o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé."12.
O Ano da Fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé, para que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor ressuscitado no mundo de hoje, capazes de indicar a "porta da fé" a tantas pessoas que estão em busca. Esta "porta" escancara o olhar do homem para Jesus Cristo, presente no nosso meio "todos os dias, até o fim do mundo" (Mt 28, 20). Ele nos mostra como "a arte de viver" se aprende "numa relação profunda com Ele"13. "Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé"14.

Por ordem do Papa Bento XVI15, a Congregação para a Doutrina da Fé redigiu a presente Nota, em acordo com os Dicastérios competentes da Santa Sé e com a contribuição do Comitê para a preparação do Ano da Fé16, com algumas indicações para viver este tempo de graça, sem excluir outras propostas que o Espírito Santo quiser suscitar entre os Pastores e os fiéis nas diversas partes do mundo.
Indicações
"Eu sei em quem pus a minha fé" (2 Tm 1, 12): esta palavra de São Paulo nos ajuda a compreender que "antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus. Ao mesmo tempo, e inseparavelmente, é o assentimento livre a toda a verdade revelada por Deus"17. A fé como confiança pessoal no Senhor e a fé que professamos no Credo são inseparáveis, se atraem e se exigem reciprocamente. Existe uma ligação profunda entre a fé vivida e os seus conteúdos: a fé das testemunhas e dos confessores é também a fé dos apóstolos e dos doutores da Igreja.
Neste sentido, as seguintes indicações para o Ano da Fé desejam favorecer tanto o encontro com Cristo por meio de autênticas testemunhas da fé, quanto o conhecimento sempre maior dos seus conteúdos. Trata-se de propostas que visam solicitar, de maneira exemplificativa, a pronta responsabilidade eclesial diante do convite do Santo Padre a viver em plenitude este Ano como um especial "tempo de graça"18. A redescoberta alegre da fé poderá contribuir também a consolidar a unidade e a comunhão entre as diversas realidades que compõem a grande família da Igreja.
 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

EXTRA: Quarto Consistório de Bento XVI em 18 de fevereiro!!


Finalmente, o anúncio tão esperado: a convocação de um novo consistório por parte do Papa Bento XVI. Nesta sexta-feira, Solenidade da Epifania do Senhor, o Santo Padre anunciou da sacada do Palácio Apostólico, durante a oração mariana do Angelus, no Vaticano, o 4º Consistório de seu Pontificado, que desta vez, criará 22 novos cardeais para a Igreja.

No dia 18 de fevereiro deste ano serão apresentados ao mundo os novos membros do Colégio Cardinalício, entre os quais, está o brasileiro Dom João Braz de Aviz que foi
arcebispo de Brasília e hoje é prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, no Vaticano. Na lista, também foram nomeados 3 padres, uma prática incomum, já que, geralmente, os pontífices dão o título cardinalício a bispos e arcebispos.(Nota: Já é um pouco comum, desde os outros consistórios de Bento XVI)
“Os cardeais têm a missão de ajudar o Sucessor do Apóstolo Pedro no desenvolvimento do seu Ministério de confirmar os irmãos na fé e de ser princípio e fundamento da unidade e da comunhão da Igreja”, disse Bento XVI hoje.

Eis a lista dos próximos cardeais, segundo a ordem lida por Bento XVI durante o Angelus:

1 – Dom Fernando Filoni, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos
2 – Dom Manuel Monteiro de Castro, Penitenciário Maior
3 – Dom Santos Abril y Castelló, arcipreste da Basílica Papal de Santa Maria Maior
4 – Dom Antonio Maria Veglió, ´presidente do Pontificio Conselho da Pastoral para os Imigrantes e itinerantes
5 – Dom Giuseppe Bertello, Presidente da Pontifícia Comissão para o Estado da Cidade do Vaticano e Presidente do Governatorato do Estado
6 – Dom Francesco CoccoPalmerio, Presidente do Pontifício Conselho para os textos legislativos.
7 – Dom João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedade de Vida Apostólica
8 – Dom Edwin Frederick O'Brien, Gran Mestre da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém
9 – Dom Domenico Calcagno, Presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica
10 – Dom Giuseppe Versaldi, Presidente da Prefeitura dos assuntos Econômicos da Santa Sé
11 – Sua Beatitude George Alencherry, arcebispo Maior de Emakulan-Andamaly dos Siro-Malabareses (Índia)
12 – Dom Thomas Christopher Collins, arcebispo de Toronto (Canadá)
13 – Dom Dominik Duka, arcebispo de Praga (República Tcheca)
14 – Dom Willem Jacobus Eijk, arcebispo de Utrecht (Países baixos)
15 – Dom Giuseppe Betori, arcebispo de Firenze (Itália)
16 – Dom Timothy Michael Dolan, arcebispo de Nova Iorque (Estados Unidos da América)
17 – Dom Rainer Maria Woelki, arcebispo de Berlin (Alemanha)
18 – Dom Jonh tong Hon, bispo de Hong Kong (China)
19 – Sua Beatitude Lucian Muresan, arcebispo Maior de Fagaraas e Alba Iulia dos Romenso (Romania)

Padres que receberam título cardinalício

20 – Mons. Julien Ries, sacerdote na Diocese de Namur e professor emérito das religiões na Universidade Católica de Louvain
21 – Padre Prosper Grech O.S.A, professor de várias Universidades Romanas e Consultura da Congregação para a Doutrina da fé
22 – Padre Karl Becker S.I, docente emérito da Pontifícia Universiadade Gregoriana e por anos consultor da Congregação para a Doutrina da Fé.


Canção Nova

Solenidade da Epifania do Senhor e conferimento de Sagração Episcopal no Vaticano

Hoje, Sua Santidade, Bento XVI celebrou a Santa Missa na solenidade da Epifania de Nosso Senhor Jesus Cristo, e conferiu ordenação episcopal a Mons. Charles John Brown, eleito Arcebispo titular de Aquileia e nomeado Núncio Apostólico na Irlanda, e Marek Solczyński, eleito Arcebispo titular de Cesareia de Mauritânia e nomeado Núncio Apostólico na Geórgia e Armênia.

Novamente Bento XVI fez uso de sua pianetta dourada e estreou uma nova mitra preciosa. Concelebraram a missa, os cardeais Tarcisio Bertone, S.D.B., o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal William Joseph Levada, e os dois Bispos eleitos. Os cardeais e bispos estavam usando as pianettas de Paulo VI, muito usadas durante o Concílio Vaticano II.

Em sua homilia o Santo Padre lembrou a figura dos bispos em relação ao mistério da Epifania: "Segundo palavras de Jesus, caminhar à frente do rebanho faz parte da função do Pastor. [...] Só quem conhece a Deus pessoalmente é que pode guiar os outros para Deus. E só quem guia os homens para Deus é que os guia pela estrada da vida".

Leia a homilia na íntegra clicando aqui.












SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR


"Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra."(Mt. 2,9)
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