sábado, 11 de fevereiro de 2012

Posse do novo Arcebispo de Niterói

Neste domingo,12, a Arquidiocese de Niterói estará em festa. Isso mesmo, neste dia Dom José Francisco Rezende Dias toma posse do seu novo pastoreio. A Missa de posse será transmitida pela Rede Vida, pela Web Rádio Anunciadora, pela Web Tv Redentor e pela Web Tv Assunção, às 15h (horário de Brasília). Acompanhemos, junto com os fiéis de Niterói, a posse de seu novo pastor.


** Breve Histórico**

Dom José Francisco nasceu em Brazópolis-MG, em 2 de abril de 1956. É filho de Higino Strazzer Dias e Maria do Rosário Rezende Dias e tem 5 irmãos.

Fez o ensino fundamental na Escola Estadual Cel. Francisco Braz, em Brazópolis, e terminou o ensino médio no Colégio Pré-Universitário, em Pouso Alegre.
Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre (1973-1974) e depois teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté-SP (1975-1978).

Foi ordenado presbítero em Brazópolis, no dia 10 de novembro de 1979. Especializou-se em teologia espiritual pelo Pontifício Instituto Teresianum, de Roma (1987-1989).

Trabalhou nas paróquias de Silvianópolis, Carvalhópolis, Turvolância, Paraisópolis, Sapucaí Mirim e Santa Rita de Caldas (MG).

Dom José Francisco foi diretor espiritual e Reitor do Seminário Arquidiocesano; Diretor do Instituto Teológico São José; Vigário-geral e Reitor da Comunidade Teológica da Arquidiocese de Pouso Alegre.

Foi nomeado bispo-auxiliar da Arquidiocese de Pouso Alegre, pelo Papa João Paulo II, no dia 28 de março de 2001. Sagrado bispo em Pouso Alegre, no dia 2 de junho de 2001.

Nomeado Bispo da Diocese de Duque de Caxias-RJ, em 30 de março de 2005, sucedendo a Dom Mauro Morelli.

Tomou posse como bispo diocesano de Duque de Caxias, no dia 12 de junho de 2005.

No dia 12 de maio de 2011, durante a 49ª Assembléia Anual do Episcopado Brasileiro, foi eleito secretário do Regional Leste-1 da CNBB.

No dia 30 de Novembro foi nomeado Arcebispo de Niterói.

Nossa Senhora de Lourdes


“Reza a Deus pelos pecadores!
Penitência! Penitência! Penitência!
Beija a terra em penitência pela conversão dos pecadores!"

(Virgem Maria à Sta. Bernadette - 8ª aparição)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Novo Núncio do Brasil

A Nunciatura Apostólica acaba de informar que o Papa Bento XVI escolheu o novo Núncio Apostólico para o Brasil, sucedendo a Dom Lorenzo Baldisseri. Trata-se do atual núncio da Tailândia e Camboja e Delegado Apostólico em Myanmar e Laos, Dom Giovanni D’Aniello.

Dom Giovanni tem 57 anos, nasceu em Aversa (Itália), foi ordenado sacerdote em dezembro de 1978. É doutor em Direito Canônico. Ingressou no Serviço Diplomático da Santa Sé em 1983, tendo desempenhado a sua atividade junto às Representações Pontifícias do Burundi, Tailândia, Líbano, Brasil e Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado, no Vaticano. Foi nomeado Núncio Apostólico na República Democrática do Congo, em 2001, e em 2010, foi transferido para a Tailândia e Camboja.

Dom Lorenzo Baldisseri, que foi nomeado secretário para a Congregação para os Bispos, no Vaticano, escreveu uma nota em que agradece ao povo brasileiro, e em especial, aos bispos do Brasil por sua acolhida.

“Ao concluir minha missão de Núncio Apostólico no Brasil, confio a estas linhas as expressões dos meus sentimentos de gratidão a todo o episcopado, ao clero e aos fiéis que me acompanharam durante estes nove anos aqui transcorridos, e por me terem facilitado o cumprimento do meu mandato”, disse Dom Lorenzo.


CNBB

Música Papal (XXXIII)


Ecce lignum crucis

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Logomarca da JMJ 2013

MENSAGEM DO SANTO PADRE PARA A QUARESMA 2012



«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras»

(Heb 10, 24)


Irmãos e irmãs!

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.

Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da » (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.

O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).

A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.

O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.

2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.

O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.

Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).

3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.

Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.

Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).

Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.

Vaticano, 3 de Novembro de 2011

BENEDICTUS PP XVI

Fonte: vatican.va

Música Papal (XXX)


Glória cum iubilo

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Os três tipos de católicos



"Existia uma alma que se encontrava em cima de um muro. De um lado do muro haviam anjos que pediam para que a alma fosse para o lado deles. Do outro lado havia os demônios que estavam calados diante de tudo aquilo. A alma perguntou aos anjos o porquê deles clamarem tanto enquanto os demônios se calavam. Eis que a resposta veio justamente de um dos demônios, que disse: "O muro a nós pertence"."
"Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!
Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te." (Apocalipse 3, 15-16)
 
Desta pequena crônica, podemos fazer as seguintes análises e a seguinte conclusão:
 
Existem três tipos de católicos:
 
 
Os modernistas
(Os aceita-tudo)
 
São aqueles que aceitam as novidades propostas pelo modernismo, este já condenado abertamente pelo Magistério Infalível da Santa Igreja e pelos santos.
 
"NÃO importa se estas novidades são contrárias à fé, o que importa é "modernizar a Igreja, pois, afinal, estamos no século XXI"."
 
O mundo moderno faz com que homem se esqueça de coisas que são extremamente importantes, como Deus, a Santa Igreja, Sua doutrina e a Morte. De que vale ao homem conquistar o mundo e perder sua alma? O modernismo é falso. É preciso virar as costas ao modernismo. É obra do inferno. Mesmo os Sacerdotes que difundem o modernismo nem sequer estão de acordo entre si. Nenhum está de acordo quando estes se encontram nesta situação: aderindo ao modernismo.
 
São estes os do tipo que aceitam todas as religiões, que transformam a Missa em um palco, que participam de seitas protestantes, argumentando que apenas pretendem "estar em plena comunhão com nossos irmãos de outras religiões".
Ainda podem ser chamados de católicos ou simplesmente de católicos protestantes?
 
«Temos que admitir realisticamente e com sentimentos de intensa dor que hoje os Cristãos, na sua grande parte, sentem-se perdidos, confusos, perplexos e mesmo desapontados; abundantemente se espalham ideias contrárias à verdade que foi revelada e que sempre foi ensinada; heresias, no sentido lato e próprio da palavra, propagaram-se na área do dogma e da moral, criando dúvidas, confusões e rebelião; a liturgia foi adulterada. Imersos num relativismo intelectual e moral e, portanto, no permissivismo, os Cristãos são tentados pelo ateísmo, pelo agnosticismo, por um iluminismo vagamente moral e por um Cristianismo sociológico desprovido de dogmas definidos ou de uma moralidade objectiva».

Papa João Paulo II, citado em
L'Osservatore Romano,
7 de Fevereiro de 1981.

"Neo-tradicionais"
(Defendem a tradição e apoiam o modernismo)
Exite os que se auto-intitulam "tradicionais" ou "tradicionalistas" mas que aceitam tanto a tradição quanto o modernismo, apenas para agradar aos dois lados. Quem fica encima do muro, está com o demônio e não com Deus. Deus Pai vomitará os que são mornos. Estes são piores que os modernistas, pois eles ao menos escolheram um lado, enquanto estes pretendem agradar a Deus e ao mundo, mas se esquecem que "não se pode agradar a dois senhores ao mesmo tempo".
 
É mais que comum ver católicos que assistem à Santa Missa no Rito de Sempre e participam das chamadas "Missas Carismáticas", são os primeiros à rebolarem(...) profanando assim o local onde Nosso Senhor habita.
 
Repetindo o versículo do início do artigo:
"Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!
Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te."
 
São estes os que estão em cima do muro. Que rezam o confiteor na Missa de Sempre mas que são simpatizantes ou até mesmo participantes das sacrílegas "Missas de Cura e Libertação" e carismáticas.
 
Se Deus vai vomitar os que são mornos, seriam estes ainda católicos?
 
Católicos
 
 
São estes os católicos, propriamente ditos.
Todos os CATÓLICOS são tradicionais, apenas por seguirem tradições e repetirem o que é verdadeiramente da Fé Católica, rejeitando o que é estranho e contrário aos ensinamentos da Igreja. Antes de serem chamados de tradicionais, devem ser chamados de Católicos. São estes os que repetem o que os Papas disseram ao longo dos séculos. São estes os que não têm medo de condenarem as seitas, as outras religiões e tudo aquilo que é de moderno, ofensivo e perigoso à Fé.
(...)
 
 

Música Papal (XXIX)


Agnus Dei (William Byrd)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Solene Pontifical em Miami


No dia 2 de fevereiro, Sua Excelência Dom Thomas Wenski, arcebispo de Miami, celebrou missa pontifical por ocasião da festa da Purificação de Nossa Senhora.

Estavam presentes na missa 1.200 pessoas, entre elas 75 sacerdotes e seminaristas.

Para ver o vídeo desta missa é preciso baixá-lo, o blog Rorate Caeli disponibilizou o vídeo no seguinte link.

Mais fotos:



Vedremo Moraglia vestito di rosso senza essere cardinale?

Il Patriarca Cé: vestito di porpora, porta la tradizionale berretta "fioccata" propria dei Patriarchi non cardinali.

Un Patriarca non cardinale a Venezia. La tradizione lo vuole vestito di rosso o in una delle immediate varianti dalle caratteristiche diciture (ponsò, porpora, rubino, carminio, cremisi,...). La novità, d'altronde potrebbe pretendere anche che il neo Patriarca, non essendo ancora cardinale, debba vestirsi come tutti gli altri vescovi. Qualcuno infatti ritiene che il Concilio abbia abolito o quantomeno rivisto tutti i privilegi concessi dai papi alla prestigiosa sede lagunare nel corso dei secoli.



Per capirne di più occorre leggere l’Istruzione della Segreteria di Stato “Ut sive sollicite”, circa le vesti, i titoli e le insegne di Cardinali, Vescovi e Prelati minori, firmata dal cardinale Amleto Giovanni Cicognani il 31 marzo 1969, ed entrata in vigore la Domenica in albis dello stesso anno. Si tratta di un documento importante e studiato attentamente, prima della ratifica ufficiale di Papa Paolo VI, avvenuta quattro anni dopo la chiusura del Concilio Vaticano II. Un documento quindi molto recente e attuale.

Tra gli “additamenta” finali, il paragrafo 31 riporta: “Patriarchae Latini Ritus, Romana Purpura non decorati, vestes induant, quibus ceteri Episcopi utuntur” (trad. I Patriarchi di Rito Latino, non decorati con la porpora, indossano le vesti che usano gli altri vescovi). A prima vista si potrebbe quindi dedurre che il Patriarca di Venezia, qualora non sia membro del Collegio dei Cardinali, debba indossare le vesti di color paonazzo romano, esattamente come tutti gli altri vescovi. Ma non è così. Infatti, leggendo testualmente, l’Istruzione non dice “che non sono membri del Sacro Collegio”, ma solamente “che non hanno il privilegio della porpora”. Ma quanti sono al giorno d’oggi i Patriarchi di Rito Latino e chi tra questi gode di particolari privilegi? Sono cinque: Roma (il Sommo Pontefice, almeno fino a Giovanni Paolo II), Venezia, Lisbona, Gerusalemme e Indie Orientali (sede patriarcale titolare assegnata ad honorem all’arcivescovo di Goa e Damão in India). Ci sarebbe anche un sesto Patriarcato di Rito Latino, quello delle Indie Occidentali, ma è vacante dal 1963.

Il Patriarca di Venezia, da tempi immemorabili, ha il privilegio di indossare gli abiti cardinalizi, anche per quanto riguarda la cappa magna. Nel 1717 Papa Clemente XI volle concedere anche al Patriarca di Lisbona (Portogallo) gli stessi privilegi veneziani. A questo punto occorre specificare che nel testo della Ut sive sollicite viene sempre usato il termine “Cardinali”. L’espressione “Romana Purpura non decorati”, riferita ai soli Patriarchi di Rito Latino, non è quindi una svista o una perifrasi, ma vuole significare proprio che la porpora cardinalizia è tuttora concessa anche ad alcuni presuli non cardinali, nello specifico i Patriarchi di Venezia e di Lisbona. Tale privilegio non è invece concesso né al Patriarca di Gerusalemme, né al Patriarca delle Indie Orientali, né ad altri arcivescovi. L’Istruzione non fa inoltre alcun riferimento al cosiddetto rosso patriarchino indossato dagli arcivescovi di Udine a memoria dell’antico Patriarcato di Aquileia, soppresso nel 1751 da Papa Benedetto XIV. Il rosso patriarchino, che non appartiene alla tradizione veneziana, è un rosso carminio, una tonalità cioè intermedia tra il rosso porpora cardinalizio ed il violaceo paonazzo romano proprio dei vescovi. L’Istruzione Ut sive sollicite non fa alcun cenno a questo privilegio udinese, né ad altri privilegi che vanno quindi considerati decaduti dal 13 aprile 1969. Il privilegio del rosso cardinalizio per il Patriarca di Venezia è confermato anche dalla documentazione fotografica a colori relativa ad Albino Luciani, Marco Cè ed Angelo Scola. Di particolare importanza risulta quella di mons. Luciani, che fu nominato Patriarca di Venezia il 15 dicembre 1969, quindi otto mesi dopo l’entrata in vigore della Ut sive sollicite. Mons. Luciani, creato cardinale solamente nel 1973, indossò sempre gli abiti cardinalizi, anche in occasione della visita di Papa Paolo VI a Venezia il 16 settembre 1972, quindi anche in presenza dello stesso pontefice ad aver ratificato le norme tuttora vigenti. Il privilegio del rosso cardinalizio tuttavia non si applica in araldica. Lo stemma patriarcale prevede infatti il cappello con cordoni e nappe di colore verde. La differenza rispetto ad un arcivescovo si basa sul numero delle nappe, che nel caso del patriarca sono ben 30, disposte 15 per parte, quindi esattamente come quelle di un cardinale, ma di diverso colore. Quindi da che cosa si distingue l’abito del Patriarca di Venezia da quello di un cardinale? Dalla berretta. La berretta del Patriarca è infatti di color rosso cardinalizio ma con fiocco rosso, di cui è invece priva quella dei cardinali. Può sembrare una distinzione di poco conto ma in realtà è molto importante. La berretta cardinalizia, senza fiocco, viene infatti imposta dal Pontefice in persona durante il concistoro, nel momento stesso in cui avviene la creazione cardinalizia. Mons. Angelo Scola, probabilmente mal consigliato, nel 2002 accelerò un po’ i tempi, indossando direttamente la berretta cardinalizia. Cosa che, giustamente, non fecero i suoi predecessori.

E Mons. Moraglia? Si vedrà.

Música Papal (XXVIII)


Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat


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