sexta-feira, 6 de abril de 2012

In Coena Domini - Vaticano











SEXTA-FEIRA SANTA


"E, inclinando a cabeça, entregou o espírito"

Lamentos do Senhor



Deus santo, Deus forte, Deus imortal, Tende piedade de nós!

Povo meu, que te fiz eu?
Dize: em que te contristei?
Por que à morte me entregaste?
Em que foi que eu te faltei?

Eu te fiz sair do Egito,
Com maná te alimentei.
Preparei-te bela terra:
Tu, a cruz para o teu Rei!

Deus santo, Deus forte, Deus imortal, Tende piedade de nós!

Bela vinha eu te plantara,
Tu plantaste a lança em mim;
Águas doces eu te dava,
Foste amargo até o fim!

Flagelei por ti o Egito,
Primogênitos matei;
Tu, porém, me flagelaste,
Entregaste o próprio Rei!

Deus santo, Deus forte, Deus imortal, Tende piedade de nós!

Eu te abri o mar Vermelho,
Tu me abriste o coração;
A Pilatos me levaste,
Eu te levei pela mão.

Deus santo, Deus forte, Deus imortal, Tende piedade de nós!

Só na cruz tu me exaltaste,
Quando em tudo te exaltei;
Que mais podia eu ter feito?
Em que foi que eu te faltei?

Deus santo, Deus forte, Deus imortal, Tende piedade de nós!


quarta-feira, 4 de abril de 2012

domingo, 1 de abril de 2012

DOMINGO DE RAMOS


Púeri Hebræórum, portántes ramos olivárum,
obviavérunt Dómino, clamántes et
dicéntes: Hosánna in excélsis.


quarta-feira, 28 de março de 2012

Viagem Apostólica de Bento XVI ao México e Cuba - 23 a 29 de março de 2012


MÉXICO

- Cerimônia de boas-vindas no Aeroporto Internacional de Guanajuato (León, 23 de março de 2012)

- Saudação às crianças na Praça da Paz em Guanajuato (León, 24 de março de 2012)

- Santa Missa no Parque Expo Bicentenário de León (25 de março de 2012)

- Recitação do Angelus Domini (León, 25 de março de 2012)

- Celebração das Vésperas com os Bispos do México e da América Latina na Catedral de Nossa Senhora da Luz (León, 25 de março de 2012)

- Saudação do Papa, no domingo à noite, em frente ao Colégio Miraflores (25 de março de 2012)
´
- Cerimônia de despedida do México no Aeroporto Internacional de Guanajuato (26 de março de 2012)

CUBA

- Cerimônia de boas-vindas no Aeroporto Internacional Antônio Maceo em Santiago de Cuba (26 de março de 2012)

- Santa Missa por ocasião do 400º aniversário do descobrimento da imagem da Virgem da Caridade do Cobre na Praça Antonio Maceo (Santiago de Cuba, 26 de março de 2012)

- Visita ao Santuário da Virgem da Caridade do Cobre (Santiago de Cuba, 27 de março de 2012)

- Santa Missa na Praça da Revolução (Havana, 28 de março de 2012)

- Cerimônia de despedida no Aeroporto Internacional José Martí (Havana, 28 de março de 2012)

Domingo de Ramos, na Forma Extraordinária, em Fortaleza

terça-feira, 27 de março de 2012

A Posse do Novo Patriarca de Veneza







Pontifical Solene nas Filipinas

O Presidente da Conferência Episcopal das Filipinas e Arcebispo de Cebu, Jose S. Palma, celebrou  um Solene Pontifical em usus antiquior, na Festa da Anunciação.










 
Fonte: New Liturgical Movement

sábado, 24 de março de 2012

O Tempo da Paixão


O Tempo da Paixão quer nos recordar os sofrimentos do Senhor, reporta-nos ao último ano de sua vida terrena, pois foi neste ano que se aumentou o ódio dos fariseus e dos príncipes dos sacerdotes, o que culminou o drama que a Igreja lembra na Santa Semana.

O Tempo da Septuagésima é a preparação remota para a Páscoa; a Quaresma a preparação próxima; e as duas últimas semanas denominadas Tempo da Paixão, é a preparação imediata. As cerimônias da Semana Santa vêm do Oriente, mas precisamente de Jerusalém, onde os fiéis, de Evangelho na mão, seguiam passo a passo o Redentor, e recolhiam as lembranças, In Loco, das solenes ocasiões que coroaram a vida de Nosso Senhor.

Durante o Tempo da Paixão a Igreja manda cobrir as imagens com véus roxos, pois não parece justo distraírmo-nos com as imagens enquanto ocorrem os atos solenes da Paixão de Jesus. O Crucifixo também é velado, para que só no dia da Ressurreição possamos contemplar a vitória de Nosso Senhor por sua morte. Nestas semanas omite-se o Salmo Judica me e o Glória Patri, que não existiam na liturgia primitiva, continua o roxo, o símbolo da penitência e contrição.

Despojando os altares e suprimindo o toque dos sinos, a Igreja exprime o sentimento de dor pela morte de Seu Divino Esposo.

Extratos do Missal Cotidiano e Vesperal - 1958
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