quinta-feira, 10 de maio de 2012

Uma Prelazia Pessoal para a Fraternidade São Pio X


Às vésperas da publicação da decisão do Papa Bento XVI relativa à Fraternidade São Pio X, vêm à luz, através do site francês Riposte Catholique, duas cartas trocadas pelos bispos da mesma: uma, dos três bispos sem cargos de direção, destinada ao Superior Geral e a seus assistentes; outra, a resposta dos últimos.
 
A carta de Dom de Galarreta, Dom Tissier de Mallerais e Dom Williamson, traz um apelo desesperado para que Dom Fellay não assine o preâmbulo doutrinal que prepara o “acordo prático”, uma vez que as discussões doutrinárias “provaram que um acordo doutrinal é impossível com a Roma atual”, segundo os signatários. Declaram, portanto, a “unanimidade de sua oposição formal” a tal tipo de acordo.
 
Os bispos opositores citam declarações de Dom Lefebvre em que o prelado define o busílis do problema. Este seria não tanto os erros superficiais ou particulares, mas “uma perversão total do espírito, toda uma filosofia nova fundada sobre o subjetivismo”. Os bispos acrescentam que o pensamento de Bento XVI, idêntico neste aspecto ao de João Paulo II, estaria impregnado de subjetivismo. A própria aceitação da Fraternidade seria manifestação desta “fantasia subjetivista” que tolera a verdade, desde que esta aceite tolerar o erro.
 
Colocam o problema prático, de fato não desprezível, das garantias dadas à Fraternidade em relação à Cúria romana e aos bispos diocesanos. Veem que, pouco a pouco, a Fraternidade já não poderia manter o mesmo combate. E concluem que a aceitação do acordo puramente prático é um caminho sem volta, de divisão e destruição da obra de Dom Lefebvre.
 
Dom Fellay responde que a descrição da realidade da Igreja feita pelos bispos carece de “sobrenaturalidade”e de “realismo”.
 
O Superior Geral pergunta se os bispos ainda creem que “esta Igreja visível cuja sede está em Roma é a mesma Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo” e que Bento XVI é ainda o papa legítimo. Supondo evidentemente que o creiam, pergunta como poderiam recusar uma vontade legítima do Papa, sem que se lhes seja imposto nada de contrário aos mandamentos de Deus. Segundo Dom Fellay, a visão que os bispos têm de Igreja é muito humana e fatalista: veem “os perigos, os complôs, as dificuldades”, mas não veem mais “a assistência da graça e do Espírito Santo”.
 
A ausência de realismo se manifesta, segundo Dom Fellay, na intensidade e na amplitude dos erros. Transformar os erros do Concílio em super-heresias, em mal absoluto, seria uma atitude semelhante a dos liberais ao dogmatizarem o Concílio pastoral. Como não seria realista atribuir às autoridades todos os erros e males que se acham na Igreja.
 
Dom Fellay por fim declara que jamais procurou um acordo prático, que preferia manter o status quo intermediário, mas “manifestamente, Roma não o tolera mais”. E como a proposta de Prelazia Pessoal não é uma “armadilha” e a situação em 2012 não é a mesma de 1988, conclui que não deveria hesitar em aceitar o que foi proposto.
 
No parágrafo final, Dom Fellay lamenta as recentes atitudes dos bispos que, de modo diverso entre eles, procuram impor os próprios pontos de vista, até sob a forma de ameaças e publicamente.

De tudo o que as cartas revelam, muitas coisas ficam claras.
 
Em primeiro lugar, Roma não aceita mais o status quo intermediário. Se os bispos e sacerdotes da Fraternidade são católicos, não podem permanecer no estado de insubmissão ao Romano Pontífice. Esta submissão, necessária para a salvação, não se limita a declarações genéricas de fidelidade à Igreja de sempre, ao papado, e às missas una cum. A submissão é à Igreja de sempre que vive hoje e ao Papa Bento XVI. A recusa provavelmente exigiria do Papa uma nova bula de excomunhão, por pecado contra a Unidade da Igreja.
 
Roma ofereceu uma Prelazia Pessoal à Fraternidade e lhe permitiu criticar determinadas formulações do Concílio Vaticano II.
 
O Conselho Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X aceitou.
 
Haverá divisões e os chefes do cisma serão Dom de Galarreta, Dom Tissier de Mallerais e Dom Williamson.
 
Tudo agora é uma questão de tempo e, ao que parece, não passa de maio.
 
Rezemos para que o estrago seja mínimo.


Fonte: OBLATVS

É possível receber a comunhão em uma Igreja Ortodoxa?

domingo, 6 de maio de 2012

“Por muitos” ou “por todos”? A resposta certa é a primeira.


As Igrejas de várias nações do mundo estão restaurando na Missa, uma após a outra, as palavras da consagração do cálice tiradas literalmente dos Evangelhos e usadas por séculos mas, nas últimas décadas, substituídas por uma tradução diferente.

Enquanto o texto tradicional na versão latina original ainda diz: “Hic est enim calix sanguinis mei […] qui pro vobis et pro multis effundetur,” as novas fórmulas pós-conciliares leram no “pro multis” um imaginário “pro omnibus”. E, ao invés de “por muitos”, traduziram por “por todos”.

Ainda no último período do pontificado de João Paulo II, algumas autoridades vaticanas, incluindo Joseph Ratzinger, tentaram renovar a fidelidade nas traduções ao “pro multis”. Mas sem sucesso.
Bento XVI resolveu cuidar disso pessoalmente. Prova disso está na carta que ele escreveu no último dia 14 de abril aos bispos da Alemanha.

O link para o texto completo da carta segue abaixo. Nela, Bento XVI resume as questões principais da controvérsia para melhor fundamentar sua decisão de restaurar a correta tradução do “pro multis”.
Mas, para melhor compreender o contexto, vale lembrar aqui de alguns elementos.

Em primeiro lugar, ao dirigir sua carta aos bispos da Alemanha, Bento XVI também deseja alcançar os bispos de outras regiões de língua alemã: Áustria, os Cantões Alemães na Suíça e o Tirol do Sul, na Itália.

De fato, se na Alemanha, apesar da forte resistência, a conferência episcopal optou recentemente pela tradução do “pro multis” não mais com o “für alle”, por todos, mas com o “für viele”, por muitos, este não é o caso da Áustria.

Tampouco é o caso da Itália. Em novembro de 2010, por votação, dos 187 bispos votantes, somente 11 escolheram o “per molti”. Uma maioria esmagadora votou a favor do “per tutti”, indiferentes às instruções do Vaticano. Um pouco antes, as conferências episcopais de 16 regiões italianas, com exceção da Ligúria, se pronunciaram pela retenção da fórmula “per tutti”.

Em outras partes do mundo, estão retornando ao uso do “por muitos”: na América Latina, na Espanha, na Hungria, nos Estados Unidos. Frequentemente com desacordo e desobediência.

Mas Bento XVI claramente deseja ver esta questão resolvida. Sem imposições, mas instando os bispos a preparar o clero e os fiéis, com uma catequese apropriada, para uma mudança que deve ocorrer inevitavelmente.

Depois desta carta, fica fácil prever que o “per molti” também será restaurado nas Missas celebradas na Itália, apesar do voto contrário dos bispos em 2010.

A nova versão do missal, aprovada pela conferência episcopal italiana, está atualmente sob o exame da Congregação para o Culto Divino. E, neste ponto, certamente será corrigida de acordo com as instruções papais.

Um Segundo ponto diz respeito aos contínuos obstáculos encontrados pela tradução do “por muitos”.
Até 2001, os proponentes de traduções mais “livres” dos textos litúrgicos apelavam a um documento de 1969 do “Consilium ad exsequendam Constitutionem de Sacra Liturgia”, cujo secretário era monsenhor Annibale Bugnini, um documento sem assinatura, estranhamente escrito [originalmente] em francês, comumente referido por suas primeiras palavras: “Comme le prévoit”.

Em 2001, a Congregação para o Culto Divino publicou uma instrução, “Liturgiam Authenticam,” para a correta implementação da reforma litúrgica conciliar. O texto, datado de 28 de março, foi assinado pelo cardeal prefeito Jorge Arturo Medina Estevez e pelo arcebispo secretário Francesco Pio Tamburrino, e foi aprovado pelo papa João Paulo II numa audiência concedida oito dias antes ao cardeal secretário de estado Ângelo Sodano.

Lembrando que o rito romano “tem seu próprio estilo e estrutura que devem ser respeitados o máximo possível na tradução”, a instrução recomendava a tradução de textos litúrgicos que fossem “não tanto um trabalho de invenção criativa, senão um [trabalho] de fidelidade e exatidão na transcrição dos textos latinos para a língua vernácula”. Boas traduções – prescrevia o documento – “devem ser livres de uma dependência exagerada dos modos modernos de expressão e, de modo geral, livres de uma linguagem psicologizante”.

A instrução “Liturgiam Authenticam” sequer citava o “Comme le prévoit”. E era uma omissão voluntária, para privar o texto definitivamente de uma autoridade e de uma oficialidade que ele jamais havia tido.

Mas, apesar disso, a instrução encontrou uma enorme e fortíssima resistência, mesmo dentro da Cúria romana, tanto que foi ignorada e contradita por dois documentos pontifícios subseqüentes.

O primeiro foi a encíclica “Ecclesia de Eucharistia” de João Paulo II em 2003. No segundo parágrafo, onde lembra as palavras de Jesus para a consagração do vinho, afirma: “Tomai, todos, e bebei: Este é o cálice do meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados” (cf. Mateus 14,24; Lucas 22,20 e 1Cor 11,25). O “por todos” ali presente é uma variação que não tem base alguma nos textos bíblicos citados, evidentemente introduzido a partir das traduções presentes nos missais pós-conciliares.

O segundo documento é a última das cartas que João Paulo II costumeiramente endereçava aos padres toda Quinta-feira Santa. Tinha a data remetente de 13 de março de 2005, escrita no Hospital Gemelli, e afirmava no 4º parágrafo que:
“‘Hoc est enim corpus meum quod pro vobis tradetur’. O corpo e o sangue de Cristo são dados pela salvação do homem, da totalidade do homem e por todos os homens. Esta salvação é integral e ao mesmo tempo universal, pois ninguém, ao menos que livremente o escolha, é excluído do poder salvífico do sangue de Cristo: ‘qui pro vobis et pro multis effundetur´. É um sacrifício oferecido por “muitos” como diz o texto bíblico (Mc 14,24; Mt 26,28; Is 53, 11-12); esta expressão tipicamente semítica se refere à multidão que é salva por Cristo, o único Redentor, e, ao mesmo tempo, infere a totalidade dos seres humanos a quem a salvação é oferecida: o sangue do Senhor é “derramado por vós e por todos”, como algumas traduções legitimamente explicitam. O corpo de cristo é verdadeiramente oferecido ‘pela vida do mundo’ ( Jo 6, 51; 1 Jo 2,2).”

João Paulo II estava com a vida por um fio, estaria morto 20 dias depois. E foi um papa nestas condições, que sequer tinha forças para ler, a quem obrigaram assinar um documento em favor do “por todos”.

Na Congregação para a Doutrina da Fé, que não tinha recebido o texto antecipadamente, a questão foi recebida com desapontamento. Tanto que, alguns dias mais tarde, no dia 21 de março, segunda-feira da Semana Santa, numa reunião tumultuada entre os chefes de alguns dicastérios da Cúria, o Cardeal Ratzinger registrou seu protesto.

E menos de um mês depois, Ratzinger foi eleito papa. Anunciado ao mundo com visível satisfação pelo cardeal protodiácono Medina, o mesmo que havia assinado a instrução “Liturgiam Authenticam”.

Com Bento XVI como papa, a restauração da tradução correta do “pro multis” imediatamente se tornou um objetivo de sua “reforma da reforma” na arena litúrgica.

Ele sabia que encontraria uma oposição ferrenha. Mas nesta arena ele nunca teve medo de tomar decisões difíceis, como o provou o motu proprio “Summorum Pontificum” pela liberação da Missa no rito antigo.

Um fato bem interessante é o modo com o qual Bento XVI quer implementar suas decisões. Não somente com ordens peremptórias, mas através da persuasão.

Três meses depois de sua eleição a papa, ele fez com que a Congregação para o Culto Divino, liderada então pelo cardeal Francis Arinze, conduzisse uma pesquisa entre as conferências episcopais para descobrir suas opiniões a respeito da tradução do “pro multis” pelo “por muitos”.

Tendo reunido tais opiniões, no dia 17 de outubro de 2006, sob a instrução do papa, o cardeal Arinze enviou uma carta circular a todas as conferências episcopais, elencando seis motivos em favor do “por muitos” e encojarando-os – sempre que a formula “por todos” estivesse sendo usada – a “realizar a catequese necessária dos fiéis” em face da mudança.

É esta catequese que Bento XVI sugere que seja feita na Alemanha particularmente, numa carta enviada aos bispos alemães no último dia 14 de abril. Nela, ele aponta que não lhe parece que esta iniciativa pastoral sugerida com autoridade há seis anos atrás tenha sido jamais realizada.



Visto em: Fratres in Unum

sábado, 5 de maio de 2012

Libreria Editrice Vaticana publica o "Ordo do Vaticano"


A Comissão Ecclesia Dei acabou de lançar um “Ordo divini offici recitandi sacrique peragendi” publicado pela Libreria Editrice Vaticana, cuja elaboração foi dirigida pelo Monsenhor Pozzo, Secretário da mesma comissão.

Este Ordo, composto inteiramente em latim, inclui, como todos os documentos deste tipo, as indicações do Oficio Divino a serem cantadas ou recitadas e das missas celebradas em cada dia do ano.

Este Ordo começa no Primeiro Domingo do Advento de 2011*. O calendário das festas do Temporal e do Santoral segue rigorosamente aquele usado em 1962 (por exemplo, e contrariando o uso em muitos lugares tradicionais, ele proíbe o uso do órgão nos domingos do Advento, com referência à instrução “De Musica Sacra”, de setembro de 1958). É obviamente um ordo romano, que não indica as festas “nacionais”… Por outro lado, ele menciona a possibilidade de usar o prefácio do Advento que existia em 1962 em todas as dioceses da França, mas não (incluído) no Missal romano….

O Ordo do Vaticano** resolve a questão da mistura (da disciplina litúrgica) da comunhão dupla que pode acontecer na noite e no dia do Natal e da Páscoa, autorizando-a, de acordo com as prescrições de 1964 (esta comunhão dupla é, em qualquer caso, praticada sem problemas em todas as capelas tradicionais***). Ainda sim, num sentido rigoroso, também resolve a questão da abstinência da sexta-feira, não através da legislação em vigor em 1962 (abstinência em todas as sextas-feiras, exceto naquelas que coincidem com as Festas de obrigação). Ele segue a disciplina do Novo Código de Direto Canônico na sua interpretação mais rigorosa (abstinência em todas as sextas-feiras, exceto naquelas que coincidem com os dias assinalados como solenidade, ou seja, as festas de I Classe como a sexta-feira na Oitava de Pascoa). Com exceção destas datas, em todas as sextas-feiras ele indica (em negrito, para que não possa ser ignorado por ninguém): Abstinentia.

Pelo qual, paradoxalmente, (o Ordo do Vaticano) é mais rigoroso e mais próximo da disciplina tradicional que… o Ordo usado pela Fraternidade de São Pio X e editado pelo Monastério de Saint-François du Trévoux, que apenas menciona a obrigação da abstinência nas sextas-feiras da Quaresma.


Observações do blog Rorate-Caeli
* Um pouco atrasado, eles deveriam publicar o ordo de 2012-2013. Na verdade, eles deveriam não só publica-lo, mas os responsáveis devem parar com esta insensatez e publicar o Ordo na internet, como fizeram os monges de Le Barroux ou os padres da Administração Apostólica São João Maria Vianney nos últimos anos. É um serviço público e uma obra de caridade.
** O texto original (em francês) refere-se como o “Ordo do Pozzo” – um nome que demonstra subserviência com o qual estamos certos a Pontificia Comissão não concordaria.
*** De maneira alguma; a comunhão dupla no Natal e na Páscoa ainda é evitada em vários lugares.

Visto em: Una Voce Brasil

terça-feira, 1 de maio de 2012

Festa de São José Operário


Beátus omnis qui timet Dóminum,
qui ámbulat in viis eius.
Labóres mánuum tuárum manducábis, beátus es, et bene tibi erit, allelúia.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

1º Aniversário de Beatificação de João Paulo II




A Beleza da Liturgia Católica (I)


A beleza da Liturgia Moderna Papal


Como prometido voltamos a publicar vídeos sobre a Liturgia Católica. Iniciaremos uma série de postagens retiradas do canal ,no youtube, de CAEREMONIALE ROMANM.

10 motivos para amar o Papa


1-Cristo assim desejou;

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; [...] Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” (Mateus 16, 18-19). Muito além do poder de governo, Cristo deu a Pedro e a seus sucessores a missão de cuidar de cada um de nós até a Sua vinda gloriosa. Quando chamamos o papa de Vigário de Cristo, queremos dizer que ele faz as vezes de Cristo. Isto é, ele é o representante que Jesus quis deixar na terra para apascentar as Suas ovelhas. (João 21, 17).

2-Ele me faz conhecer melhor as Escrituras;

Esteja falando para os universitários, para os jovens, para os cientistas, para os artistas ou para os músicos, o papa sempre cita algo das Sagradas Escrituras. É como se ele fosse um dedicado “propagandista” da Palavra de Deus na terra. Se você pega seus discursos vai se deparar com uma fonte de sabedoria incrível. Devemos sempre nos lembrar que quem fala, ademais de ser papa, é um dos maiores teólogos vivos do século XX. Bento XVI não é um “zé” que mal “aceitou Jesus” e já se intitula Apóstolo (com A maiúsculo). Pelo contrário, ele teve anos e anos de estudo árduo para falar com propriedade deixando claro que é apenas um “humilde servo na vinha do Senhor”(Primeiro pronunciamento como papa, Abril de 2005). Tudo isso para nos dar o melhor da Palavra de Deus.

3-Sou sua família;

A Igreja Católica é uma grande família. Como toda família temos desentendimentos e conflitos de gênios rotineiramente. Ainda assim sabemos que podemos contar uns com os outros sempre que precisarmos. Uma das grandes necessidades das famílias de hoje é a oração mútua, ou seja, irmão rezando por irmão, pai rezando pelo filho e assim vai. Do mesmo modo eu tenho a obrigação de me preocupar com o papa e rezar por ele todos os dias da minha vida. Afinal, nossa relação espiritualmente estabelecida vai muito além de uma empatia por um conhecido público, é uma relação filial.

4-Ele é um modelo a seguir;

Uma das coisas distintivas do pontificado de Bento XVI é a audácia com que ele trata de temas caros à fé católica. Camisinha, aborto, radicalismo, homossexualidade, enfim, ele fala de tudo quando lhe dão a oportunidade de falar, sem medo. Como professor de longa data ele poderia ter absorvido certo respeito humano que a ética professor-aluno pudesse exigir, mas não. O papa Bento XVI deixou claro que “não anunciamos teorias nem opiniões privadas, mas a fé da Igreja da qual somos servidores”. Quer maior exemplo de fidelidade a Cristo?

5-Temos amigos e inimigos comuns;

Os santos, os anjos, a Virgem e o maior de todos, o próprio Deus são todos amigos do papa e da mesma forma de todos os católicos. Por outro lado o pecado é o nosso maior inimigo comum. O papa está aí justamente para nos ajudar a combater esse grande inimigo que nos ronda. Para tanto ele dá o mapa para encontrar as melhores armas de combate (a missa, os sacramentos, a oração…). Se ouvirmos a voz do papa, certamente estaremos nos munindo do que há de melhor e mais moderno no quesito belico-espiritual. Ele é o Highlander da fé.

6-Ele pensa em mim todos os dias;

Todos os dias o papa acorda, escova os dentes, toma banho e se veste para celebrar a missa em sua capela privada. Nessa missa ele reza por todas as pessoas do mundo inteiro. Para Deus nada é grande demais ou complexo demais, de modo que quando o papa reza pelo mundo ele está rezando especialmente por mim, ou seja, pelas minhas necessidades, meus problemas, meus sonhos. E sua prece não poderia ser mais adequada: “Senhor, que o Vinícius (coloque seu nome aqui) te ame e te conheça”. Ele pede assim pela minha felicidade.

7-Ele não está alheio aos dramas do mundo;

Muita gente acha que o papa vive murado no Palácio Apostólico sem contato com o mundo, só rezando, rezando, rezando. Ora, basta pesquisar no Google e você vai perceber que além de “tuitar”, o papa assiste aos noticiários diariamente. Muitos dizem que a rede diplomática do Vaticano é a mais eficiente do mundo. Não é de se estranhar que ele mandou mensagem de condolência até mesmo para os cariocas que sofreram com as enchentes no ano passado. Se há algum governante que se preocupa verdadeiramente com os necessitados ele se chama Bento XVI. E quanto a isso eu coloco a minha mão no fogo.

8-Ele ama os jovens;

Muitos achavam que as Jornadas Mundiais da Juventude minguariam após a morte de João Paulo II. “Para a nossa alegria” isso não aconteceu porque o papa acreditou desde o início na capacidade da juventude. Para tanto foi até o jovem, seja nas Jornadas Mundiais, seja nas novas mídias (Twitter, Facebook, Blogs, Youcat). No ano passado eu tive a graça de presenciar uma multidão (mais de 2 milhões de jovens) numa Espanha triste e secularizada. Sem medo esses jovens responderam, para todo mundo ouvir, pelas ruas de Madri: “Esta es la juventud del papa!”.

9-Ele também erra;

Muitos acham que o adjetivo santo de “Santo Padre” faz do papa alguém imaculado. Muito pelo contrário, a história já mostrou que tivemos papas corruptos, loucos, gananciosos, luxuriosos, enfim, verdadeiros demônios disfarçados de Pedro. Ainda assim nenhum deles, apesar do poder que o Messias lhes confiou, foi capaz de mudar uma vírgula sequer de tudo o que Cristo nos legou. Sabemos que o papa também cai muitas vezes e isso nos dá ânimo por saber que apesar disso é possível e desejável que sempre nos levantemos sempre.

10-Ele soube conciliar fé e razão

Recentemente eu li um livro fantástico que se trata de um debate entre o então cardeal Ratzinger e o filósofo Paolo Flores d’Arcais. Dentre as muitas coisas interessantes que ele nos diz eu posso destacar o ponto em que ele questiona certas teorias pseudo-intelectuais sobre o surgimento do mundo:

“Trata-se de a razão ou do irracional estarem ou não no princípio de todas as coisas e em seu fundamento. Trata-se de saber se o real surgiu do acaso e da necessidade, ou seja, do irracional; se, portanto, a razão é um subproduto casual do irracional e carece também de importância no oceano do irracional, ou se continua sendo certa a ideia que constitui a convicção fundamental da fé cristã e sua filosofia: in principio erat verbum, no princípio de todas as coisas está a força criadora da razão. (p. 20). Não precisa dizer mais nada, né?


Visto em: http://tridentina.blog.com/2012/04/30/10-motivos-para-amar-o-papa/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Don Bux: “Los Concilios deben ser acogidos con obediencia, pero el Vaticano II no es un superdogma”


Teólogo, liturgista, consultor de la Oficina para las Celebraciones Litúrgicas del Sumo Pontífice y de las Congregaciones para la Doctrina de la Fe y para las Causas de los Santos, monseñor Nicola Bux, nacido en 1947, es conocido como “muy cercano al Papa Benedicto XVI”. Y precisamente él, poco más de un mes atrás, dio que hablar en el ambiente eclesial con una carta abierta al superior general y a los sacerdotes de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X fundada por Mons. Lefebvre, invitándolos a aceptar la mano tendida por Benedicto XVI.

*
Los observadores han llegado todos a la conclusión más lógica: el Papa quiere fuertemente la reconciliación.

Esta conclusión – explica monseñor Bux al Foglio – es al mismo tiempo exacta e imprecisa. Es exacta, porque Benedicto XVI quiere esta reconciliación y piensa que no puede habar otra solución pensable para el asunto de la Fraternidad fundada por monseñor Lefebvre. Es imprecisa, si se le atribuye un carácter político. No hay nada más lejano de la mente de este Papa. Ratzinger es una persona que no piensa y no actúa en función de la política eclesial. Por esto, a menudo, es mal entendido. Y tanto más vale esto para la cuestión de la Fraternidad San Pío X: para él, se trata sólo del definitivo y pleno retorno a casa de muchos de sus hijos que podrán hacer bien a la Iglesia.
*
Por lo tanto, lecturas de derecha o de izquierda serían parciales, pero no será fácil quitarlas del interior de la Iglesia misma. ¿Cómo debería ubicarse un católico frente a un hecho como la reconciliación entre la Santa Sede y la Fraternidad San Pío X?

Es necesario releer con atención lo que Benedicto XVI escribía el 10 de marzo de 2009 en la “Carta a los obispos” para explicar las razones de la remisión de la excomunión a los cuatro obispos ordenados por monseñor Lefebvre: “¿Puede dejarnos totalmente indiferentes una comunidad en la cual hay 491 sacerdotes, 215 seminaristas, 6 seminarios, 88 escuelas, 2 institutos universitarios, 117 hermanos, 164 hermanas y millares de fieles? ¿Debemos realmente dejarlos tranquilamente ir a la deriva lejos de la Iglesia? (…) ¿Qué será de ellos luego?”.
Aquí está el corazón de Benedicto XVI. Pienso que si muchos hombres de Iglesia actuasen según este corazón, no podrían más que alegrarse por la conclusión positiva de esta cuestión.
*
Tal vez la oposición a la voluntad de Benedicto XVI nace del hecho de que muchos hacen la equivalencia: reconciliación con los lefebvristas es igual a desautorización del Vaticano II.

Mire, el primer “acuerdo”, si queremos llamarlo así, ocurrió en el Concilio de Jerusalén entre san Pedro y san Pablo. Por lo tanto, el debate, mientras sea hecho por el bien de la Iglesia, no es tan escandaloso.

Otra constatación: los que han aislado el Concilio Vaticano II de la historia de la Iglesia y lo han sobrevalorado respecto a sus mismas intenciones, no dudan en criticar, por ejemplo, el Concilio Vaticano I o el Concilio de Trento. Está quien sostiene que la Constitución dogmática Dei Filius del Vaticano I ha sido suplantada por la Dei Verbum del Vaticano II: esto es fantateología.

En cambio, me parece buena teología aquella que se plantea el problema del valor de los documentos, de su enseñanza, de su significado. En el Concilio Vaticano II existen documentos de diverso valor y, por lo tanto, de diversa fuerza vinculante, que admiten diversos grados de discusión. El Papa, cuando era todavía el cardenal Ratzinger, en 1988, habló del riesgo de transformar el Vaticano II en un “superdogma”. Ahora, con la hermenéutica de la reforma en la continuidad, ha ofrecido un criterio para afrontar la cuestión y no para cerrarla. No hay que ser más papistas que el Papa. Los Concilios, todos los Concilios y no sólo el Vaticano II, deben ser acogidos con obediencia, pero se puede valorar de manera inteligente lo que pertenece a la doctrina y lo que debe ser criticado. No por casualidad, Benedicto XVI ha convocado el Año de la Fe, porque la fe es el criterio para comprender la vida de la Iglesia.
*
Como católicos, si dejamos latir dócilmente nuestro corazón con el de Benedicto XVI, ¿qué debemos esperar de la definitiva reconciliación entre Roma y la Fraternidad San Pío X?

Ciertamente no la venganza de una facción sobre la otra, sino un progreso en la fe y en la unidad que son el único testimonio para que el mundo crea. La retórica del diálogo con el ateo, con el agnóstico, con el así llamado “diversamente creyente”, ¿qué sentido tiene si no hay alegría por la reconciliación con los hermanos en la fe? Nos lo ha enseñado Nuestro Señor: no es el diálogo con el mundo lo que convertirá al mundo sino nuestra capacidad de estar unidos. En este período, vuelvo a menudo a una oración compuesta por el cardenal Newman: “Señor Jesucristo, que cuando estabas por sufrir has orado por tus discípulos para que hasta el final fuesen uno, como eres Tú con el Padre y el Padre contigo, derriba los muros de separación que dividen a los cristianos de diversas denominaciones. Enseña a todos que la sede de Pedro, la Santa Iglesia de Roma, es el fundamento, el centro y el instrumento de esta unidad. Abre sus corazones a la Verdad, por largo tiempo olvidada, de que nuestro Santo Padre, el Papa, es Tu Vicario y Representante. Y así como en el Cielo existe una sola compañía santa, así sobre esta tierra haya una sola comunión que profesa y glorifica Tu Santo Nombre”.

Fuente: Messainlatino

sábado, 21 de abril de 2012

Programação do III Encontro Summorum Pontificum


III ENCONTRO
SUMMORUM PONTIFICUM
BRASIL
10 a 14 de setembro de 2012
Para Sacerdotes, Diáconos,
Religiosos e Leigos
PROmoção

ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA PESSOAL
SÃO JOÃO MARIA VIANNEY
 
ARQUIDIOCESE DE SALVADOR
PRIMAZ DO BRASIL

Centro de Treinamento de Líderes
Rua Alves Ribeiro, 325.
Lot. Pedra do Sal- Itapuã,
Salvador - Bahia
Telefone: 71 3374-9037 e 3374-7635
(Ponto de referência Hotel Catussaba)

Contato
e-mail: summorum3@gmail.com
Edelair (Sula) e José Luiz:
Tel: 21 2667 8309 (9h às 17h30 – Segunda a Sexta)
21 3103.0492 (18h30 às 22h)
Cel.: 21 9208 9323 (Claro) /21 88699698 (OI)

PROGRAMA


ENCONTRO DE FORMAÇÃO PERMANENTE PARA
SACERDOTES E DIÁCONOS
COETUS SACERDOTALIS SUMMORUM PONTIFICUM


SEGUNDA 10 DE SETEMBRO

15h -  Chegada e credenciamento
18h - Santa Missa de abertura (Rezada)
18h30 - Jantar
19h30 - Palavras de Acolhida e Abertura do Encontro - Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ (Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil)

TERÇA 11 DE SETEMBRO

7h - Santa Missa (Cantada)
8h - Café
8h30 - A Espiritualidade Sacerdotal a partir do Rito de Ordenação do Pontifical Romano de 1961-1962
Dom Fernando Arêas Rifan (Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney)
10h30 - A Vida Litúrgica do Sacerdote como antídoto à secularização
Dom Fernando José Monteiro Guimarães, CSSR (Bispo de Garanhuns e Membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica )
12h - Almoço
14h30 - Ensaio Litúrgico – O Ritual do Batismo e o Matrimônio na Forma Extraordinária do Rito Romano
Pe. Claudiomar Silva Souza (Pároco da Igreja Principal da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney e Professor de Liturgia no Seminário da Imaculada Conceição )
16h15 - O Ano da Fé, uma ocasião para descobrir os Conteúdos da Fé celebrados e comunicados nos Atos Litúrgicos (Porta Fidei, 9). Uma Reflexão Teológico-Pastoral sobre a relação entre Lex Orandi e Lex Credendi
Dom Gilson Andrade da Silva (Bispo Auxiliar de Salvador)
18h –Jantar

QUARTA 12 DE SETEMBRO

7h30 -  Café
8h30 - Colóquio - Um balanço dos cinco anos de aplicação do Motu Proprio Summorum Pontificum - Frutos e Perspectivas para a Reforma de Bento XVI
Mons. Nicola Bux (Teólogo e Liturgista, Professor de Liturgia Oriental e Teologia dos Sacramentos em Bari - Itália, Consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos e do Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, escreveu entre outros o livro A Reforma de Bento XVI: A Liturgia entre a Inovação e a Tradição)
12h - Almoço
14h - Passeio pelas igrejas de Salvador

ENCONTRO DE FORMAÇÃO SUMMORUM PONTÍFICUM
PARA SACERDOTES, DIÁCONOS,
RELIGIOSOS E LEIGOS

17h - Santa Missa Solene – Mons. Nicola Bux
18h30 -  Jantar

QUINTA 13 DE SETEMBRO

7h30 - Café
8h - 50 anos de aplicação da Constituição Sacrosanctum Concilium, o Motu Proprio Summorum Pontificum e a necessidade de uma instauratio contínua da Liturgia da Igreja
Mons. Nicola Bux
10h15 - Dez anos da Administração Apostólica São João Maria Vianney - Um exemplo de boa convivência entre as duas formas do Rito Romano para toda a Igreja
Dom Fernando Arêas Rifan (Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney)
12h – Almoço
14h30 - Mesa Redonda
Dom Fernando Arêas Rifan (Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney).
Dom Fernando José Monteiro Guimarães, CSSR (Bispo de Garanhuns e Membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica).
Dom Henrique Soares da Costa (Bispo Auxiliar de Aracaju)
18h - Santa Missa Pontifical em Ação de Graças pelos cinco anos do Motu Próprio Summorum Pontificum
Véspera da Exaltação da Santa Cruz
Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia

SEXTA 14 DE SETEMBRO  
7h30 - Café
8H - A Santa Missa como Sacrifício - A dimensão mais contestada do Mistério Eucarístico
Dom Henrique Soares da Costa (Bispo Auxiliar de Aracaju)
10h15 - O Canto Gregoriano na Liturgia da Igreja - Do Motu Proprio Inter Sollicitudines ao Magistério Recente
Dom Gregório Paixão, OSB (Bispo Auxiliar de Salvador)
Palavra de Conclusão de Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ (Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil)
12h – Almoço.

Obs: Para a participação de sacerdotes e diáconos no Encontro, requer-se a apresentação do Superior Eclesiástico no momento do credenciamento.


 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

SÉTIMO ANIVERSÁRIO DE PONTIFICADO DE BENTO XVI


Fratelli e sorelle carissimi.
Queridísimos hermanos y hermanas.
Bien chers frères et sœurs.
Liebe Brüder und Schwestern.
Dear brothers and sisters.

"Annuntio vobis gaudium magnum:
Habemus Papam!
Eminentissimum ac reverendissimum Dominum,
Dominum Iosephum.
Sanctæ Romanæ Ecclesiæ Cardinalem Ratzinger,
Qui sibi nomen imposuit Benedicti XVI"



"Queridos irmãos e irmãs, após o grande Papa João Paulo II, os Senhores Cardeais elegeram-me, a mim, um humilde e simples operário da Vinha do Senhor. Consola-me saber que Deus sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes. E antes de tudo, conto com vossas orações. Na alegria do Senhor
ressuscitado, confiantes em seu permanente auxílio, devemos seguir adiante. O Senhor
nos ajudará e Maria, sua Mãe, estará conosco."

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Comunicado de la FSSPX

Como puede entenderse, la prudencia debe reinar en este asunto, en el que tanto nos jugamos los católicos, como es la unidad de la Iglesia, no echando las campanas al vuelo, ni vendiendo la piel del oso antes de cazarlo.

Tras el comunicado oficial de la Santa Sede (ver
aquí), y después de las pertinentes aclaraciones efectuadas por el portavoz de su Oficina de Prensa, el P. Federico Lombardi -que ha calificado dicha respuesta como "alentadora", "un paso adelante" y "sustancialmente distinta" a la que había sido remitida hace unos meses-, ahora le ha tocado el turno de pronunciarse oficialmente a la FSSPX.

El Padre Lombardi ha señalado que "hay propuestas de añadidos o precisiones al texto del Préambulo, que serán examinadas y valoradas" por el dicasterio que dirige William S.R.E. Card. Levada (la Congregación para la Doctrina de la Fe) y después por el Papa. La resolución final, pues, aún tardará "algunas semanas".

En cuanto a la FSSPX, a través de su página web DICI, ha emitido el siguiente comunicado:


Comunicado de la Casa General de la Fraternidad San Pío X



La prensa indica que Mons. Bernard Fellay envió una “respuesta positiva” a la Congregación para la Doctrina de la Fe, y que, por consecuencia, la cuestión doctrinal ya queda resuelta entre la Santa Sede y la Fraternidad San Pío X.

La realidad es distinta.

En un correo del 17 de abril de 2012, el Superior General de la Fraternidad San Pío X contestó al pedido de aclaración que le había hecho el 16 de marzo el cardenal William Levada, en lo referente al Preámbulo doctrinal, entregado el 14 de septiembre de 2011. Como lo precisa el comunicado de prensa de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei, fechado el día de hoy, el texto de la respuesta “será examinado por el Dicasterio (Congregación para la Doctrina de la Fe) y luego sometido al juicio del Santo Padre”.

Por lo tanto se trata no de una etapa y no de una conclusión.



Menzingen, el 18 de abril de 2012
Visto en: CATHOLICVS
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