quarta-feira, 24 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Pronunciamento do Padre Paulo Ricardo na Comissão de Direitos Humanos
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Caio Vinícius
Assista ao pronunciamento do Padre Paulo Ricardo na Comissão de Direitos Humanos
Parte I
"Não somos vaquinhas de presépio, mas uma militância sólida, cristã e conservadora, porque queremos conservar o patrimônio cristão deste país". Foram com essas palavras que o Padre Paulo Ricardo finalizou sua participação na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, na tarde de hoje, 10 de julho. A mensagem soa como um recado à Presidente Dilma Rousseff e a todos os parlamentares do Brasil que foram eleitos para representar o povo e não os interesses de fundações estrangeiras. Pelo direito à vida e pela soberania brasileira dizemos NÃO ao Projeto de Lei 03/2013 e a toda cultura da morte que circula neste país. Assista à gravação e manifeste-se você também.
Parte II
Fonte: Padre Paulo Ricardo
terça-feira, 9 de julho de 2013
Congresso aprova lei que, na prática, legaliza o aborto no Brasil
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Caio Vinícius

A presidente Dilma Rousseff está prestes a legalizar o aborto no Brasil
O Congresso brasileiro aprovou, na última quinta-feira, 4 de julho de 2013, um projeto de lei que, na prática, legaliza o aborto no Brasil. O projeto de lei tramitou em regime de urgência e, em pouco mais de dois meses, foi aprovado por unanimidade, em quatro votações relâmpago, na Câmara e no Senado, sem que a maioria dos parlamentares tivesse tempo para tomar conhecimento do teor e da verdadeira importância do assunto. Agora, para que vire lei, só precisa da sanção da presidente Dilma Rousseff.
A iniciativa de aprová-lo em regime de urgência partiu do Dr. Alexandre Padilha, Ministro da Saúde do governo da presidente Dilma Rousseff. Cabe lembrar que a presidente assumiu um compromisso com o povo brasileiro, durante as eleições de 2010, de que não legalizaria o aborto no país. Urge agora, mais do que nunca, que a população cobre do Governo a defesa da vida e vete todos os artigos desse projeto falacioso e mal intencionado. Entenda o caso e saiba como agir:
Leia a seguir:
- O que aconteceu
- O que diz o projeto aprovado
- O que fazer
- E-mails e telefones da Presidência da República
Fonte: Padre Paulo Ricardo
sábado, 6 de julho de 2013
Demônio: um assunto incômodo
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Caio Vinícius
Dom Murilo S.R. Krieger
Arcebispo de Salvador (BA)
Arcebispo de Salvador (BA)
O irlandês C.S.Lewis, escritor e teólogo anglicano, falecido em 1963, deixou-nos textos marcados pela erudição e pelo humor. Em mais de um livro abordou a questão do diabo e, num deles, foi particularmente criativo. Para expressar suas ideias, imaginou um velho diabo escrevendo cartas a seu sobrinho, um diabo jovem, inexperiente; queria que esse sobrinho se tornasse um “bom” diabo. O subtítulo do livro – “Como um diabo velho instrui um diabo jovem sobre a arte da tentação” – indica aonde o autor queria chegar. O experimentado diabo procurava convencer seu sobrinho de que, na arte de enganar os homens, era fundamental convencê-los de que ele, o diabo, não existia. Convictos os homens disso, a ação do sobrinho seria mais fácil, rápida e eficaz.
Lembrei-me desse livro, editado no Brasil no início da década de 1980 (“Cartas do Coisa-Ruim”), diante de colocações do Papa Francisco, desde que iniciou seu ministério. Ao contrário da forma como muitos tratam esse tema – o afastam ou o incluem no rol das coisas ultrapassadas e inaceitáveis –, o atual papa tem-se referido a ele com frequência. Seu antecessor, Paulo VI, no começo da década de 1970 falou: “O mal que existe no mundo é ocasião e efeito de uma intervenção em nós e em nossa sociedade de um agente obscuro e inimigo, o Demônio. O mal não é apenas uma deficiência, mas um ser vivo, espiritual, pervertido e pervertedor. Terrível realidade. Misteriosa e amedrontadora... O Demônio é o inimigo número um, o tentador por excelência. Sabemos que esse ser obscuro e perturbador existe e realmente continua agindo... Sabe insinuar-se em nós, por meio dos sentidos, da fantasia, da concupiscência... para introduzir desvios” (15.11.72). Quem vivia naquela época se lembra de que essas afirmações foram uma verdadeira bomba. Por causa delas Paulo VI foi ironizado, acusado de obscurantista e, para mostrar o ridículo de suas afirmações, uma revista semanal brasileira reproduziu inúmeras figuras do Demônio, como a dizer aos leitores: Vejam em quem o Papa acredita! Tinha razão C.S. Lewis...
Para o Papa Francisco, seguindo a tradição bíblica, o Diabo não é um mito, mas um ser real. Em uma de suas pregações matinais, na Casa Santa Marta, o papa afirmou que por trás do ódio que há no mundo em relação a Jesus e à Igreja está o “príncipe deste mundo”: “Com sua morte e ressurreição, Jesus nos resgatou do poder do mundo, do poder do diabo, do poder do príncipe deste mundo. A origem do ódio é esta: estamos salvos e esse príncipe do mundo, que não quer que sejamos salvos, nos odeia e faz nascer a perseguição, que começou nos primeiros tempos de Jesus e continua até hoje”. Embora o diálogo entre nós seja importante , não é possível dialogar com esse “príncipe”; “podemos somente responder com a palavra de Deus que nos defende”.
O Catecismo da Igreja Católica dedica vários números ao diabo – por exemplo, quando se refere aos Anjos caídos, às tentações de Jesus, ao exorcismo, à necessidade da renúncia ao seu poder, ao domínio de Jesus sobre eles etc. “O mal não é uma abstração, mas designa uma pessoa, Satanás, o maligno, o anjo que se opõe a Deus. O ‘diabo’ é aquele que ‘se atira no meio’ do plano de Deus e de sua ‘obra de salvação’ realizada em Cristo” (nº 2851). Seu poder não é infinito, pois ele não passa de uma criatura, “poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas sempre criatura: não é capaz de impedir a edificação do reino de Deus”. Sua ação é permitida pela divina providência, “que, com vigor e doçura, dirige a história do homem e do mundo. A permissão divina da atividade diabólica é um grande mistério, mas “Sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28)” (CIC 395, ler, também, os números anteriores: 391-394).
São João Crisóstomo, bispo e doutor da Igreja († 407), escreveu aos cristãos de Antioquia: “Na verdade, não me dá prazer falar-lhes do diabo; mas a doutrina que é consequência dessa realidade será muito útil para vós”. Também eu penso assim; daí a razão desta reflexão.
Do site da CNBB
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Carta Encíclica LUMEN FIDEI do Sumo Pontífice Francisco sobre a FÉ
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Caio Vinícius
CARTA ENCÍCLICA
LUMEN FIDEI
DO SUMO PONTÍFICE
FRANCISCO
AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE A FÉ
Serão canonizados João Paulo II e João XXIII e beatificados Alvaro del Portillo e Giuseppe Luzzati
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Caio Vinícius
Serão proclamados santos, provavelmente ainda este ano, os Beatos João Paulo II e João XXIII. O Papa Francisco aprovou hoje o Decreto sobre o reconhecimento de um segundo milagre que se realizou graças à intercessão do Papa Wojtyla e decidiu convocar um Consistório relativo à canonização do Papa Roncali, mesmo na ausência do segundo milagre. Também hoje, o Papa deu luz verde para a beatificação de Alvaro del Portillo, Prelado da Opus Dei, de Madre Speranza, fundadora da Congregação das Servas e dos Filhos do Amor Misericordioso, e de 42 mártires assassinados por ódio à fé durante a Guerra Civil Espanhola. Também foram reconhecidas as virtudes heróicas de Giuseppe Lazzati, leigo consagrado, político e intelectual italiano.
Fonte: Rádio Vaticano
Papa Francisco, na presença de Bento XVI, inaugurou imagem de São Miguel Arcanjo nos Jardins Vaticanos
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Caio Vinícius
Após a Missa celebrada na manhã desta sexta-feira na Casa Santa Marta, o Papa Francisco inaugurou nos Jardins Vaticanos, uma estátua de São Miguel Arcanjo, protetor da Igreja e padroeiro do Estado Cidade do Vaticano.
Pouco antes da cerimônia, o Papa Emérito Bento XVI chegou ao local, a convite do Papa Francisco, sendo acolhido por todos com grande afeto. Ao chegar, pouco depois, Papa Francisco abraçou-o calorosamente e os dois ficaram juntos durante toda a cerimônia, nas duas cadeiras colocadas lado a lado, diante da imagem.
Após uma breve saudação do Cardeal Giuseppe Bertello, Presidente do Governatorato, discursou o Cardeal Giovanni Lajolo, Presidente Emérito do Governatorato. Em seguida, Papa Francisco fez um pronunciamento.
No seu discurso, o Papa destacou que alí existem inúmeras obras de arte, mas que esta “assume uma posição de particular importância, quer pela localização, quer pelo significado que exprime”. A imagem, diz o Papa, “é um convite à reflexão e à oração, que se insere muito bem no Ano da Fé”.
“Miguel – explicou Francisco – que significa ‘Quem é como Deus?’ - é o campeão do primado de Deus, de sua transcendência e poder. Miguel luta para restabelecer a justiça divina; defende o povo de Deus de seus inimigos e, sobretudo, do inimigo por excelência, o diabo. E São Miguel vence porque é Deus que age nele”.
Após, Francisco destacou que a escultura recorda que “o mal é vencido, o acusador é desmascarado e a sua cabeça esmagada, porque a salvação foi realizada de uma vez por todas no sangue de Cristo. Embora o diabo sempre tente arranhar o rosto do Arcanjo e o rosto do homem, Deus é mais forte; é sua a vitória e sua salvação é oferecida a todos os homens”.
O Papa Francisco recordou que no caminho e nas provações da vida “não estamos sozinhos, mas somos acompanhados e amparados pelos Anjos de Deus, que oferecem as suas asas para nos ajudar a superar tantos perigos, para sermos capazes de voar alto em relação às realidades que possam tornar pesada a nossa vida e nos arrastar para baixo”.
Após seu discurso, Papa Francisco colocou a estola e recitou duas orações de consagração, a primeira a São José e a segunda a São Miguel Arcanjo. Sucessivamente, aspergiu a imagem e abençoou os presentes.
A imagem está numa área dos Jardins Vaticanos, próxima ao prédio do Governatorato. O autor é o artista Giuseppe Antonio Lomuscio, da cidade de Trani, vencedor do Concurso Internacional organizado pelo Governatorato do Estado Vaticano, segundo o julgamento oficial de uma comissão de especialistas, presidida pelo Diretor dos Museus Vaticanos Prof. Paolo Paolucci.
A escultura de 5 metros de altura foi realizada em bronze e está apoiada sobre uma base de mármore travertino, também projetada pelo artista, e caracterizada pela presença de dois baixo-relevos em bronze. Na base, foram colocados os brasões de Bento XVI e do Papa Francisco.
Fonte: Rádio Vaticano
terça-feira, 2 de julho de 2013
Padre católico é decapitado por islamitas
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Caio Vinícius
O Vaticano confirmou o frio assassinato do padre franciscano François Murad (49). Ele foi decapitado em público no domingo, 23 de junho, por terroristas islâmicos em Gassanieh, norte da Síria. O padre estava com as mãos atadas e teve seu pescoço cortado por uma faca. Sua cabeça foi então exibida à multidão histérica. O padre católico havia procurado proteção no convento cristão local, que foi atacado pelo grupo terrorista Jabhat al-Nusra.
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sábado, 29 de junho de 2013
Homilia do Papa Francisco na Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo: "Devemos avançar por esta estrada da sinodalidade, crescer em harmonia com o serviço do primado."
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Caio Vinícius
Senhores Cardeais,
Eminentíssimo Metropolita Ioannis,
Venerados Irmãos no Episcopado e no Sacerdócio,
Amados irmãos e irmãs!
Celebramos a solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, padroeiros principais da Igreja de Roma; uma festa tornada ainda mais jubilosa pela presença de Bispos de todo o mundo. Uma enorme riqueza que nos faz reviver, de certa forma, o evento de Pentecostes: hoje, como então, a fé da Igreja fala em todas as línguas e quer unir os povos numa só família.
Saúdo cordialmente e com gratidão a Delegação do Patriarcado de Constantinopla, guiada pelo Metropolita Ioannis. Agradeço ao Patriarca ecuménico Bartolomeu I este novo gesto fraterno. Saúdo os Senhores Embaixadores e as Autoridades civis. Um obrigado especial ao Thomanerchor, o Coro da Thomaskirche [Igreja de São Tomé] de Lípsia – a igreja de Bach – que anima a Liturgia e constitui mais uma presença ecuménica.
Três pensamentos sobre o ministério petrino, guiados pelo verbo «confirmar». Em que é chamado a confirmar o Bispo de Roma?
1. Em primeiro lugar, confirmar na fé. O Evangelho fala da confissão de Pedro: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo» (Mt 16, 16), uma confissão que não nasce dele, mas do Pai celeste. É por causa desta confissão que Jesus diz: «Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja» (16, 18). O papel, o serviço eclesial de Pedro tem o seu fundamento na confissão de fé em Jesus, o Filho de Deus vivo, tornada possível por uma graça recebida do Alto. Na segunda parte do Evangelho de hoje, vemos o perigo de pensar de forma mundana. Quando Jesus fala da sua morte e ressurreição, do caminho de Deus que não corresponde ao caminho humano do poder, voltam ao de cima em Pedro a carne e o sangue: «Pedro começou a repreendê-Lo, dizendo: (…) Isso nunca Te há-de acontecer!» (16, 22). E Jesus tem uma palavra dura: «Afasta-te, Satanás! Tu és para Mim um estorvo» (16, 23). Quando deixamos prevalecer os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, a lógica do poder humano e não nos deixamos instruir e guiar pela fé, por Deus, tornamo-nos pedra de tropeço. A fé em Cristo é a luz da nossa vida de cristãos e de ministros na Igreja!
2. Confirmar no amor. Na segunda leitura, ouvimos as palavras comoventes de São Paulo: «Combati o bom combate, terminei a corrida, permaneci fiel» (2 Tm 4, 7). Qual combate? Não é o das armas humanas, que, infelizmente, ainda ensanguenta o mundo, mas o combate do martírio. São Paulo tem uma única arma: a mensagem de Cristo e o dom de toda a sua vida por Cristo e pelos outros. E foi precisamente este facto de expor-se em primeira pessoa, deixar-se consumar pelo Evangelho, fazer-se tudo para todos sem se poupar, que o tornou credível e edificou a Igreja. O Bispo de Roma é chamado a viver e confirmar neste amor por Cristo e por todos, sem distinção, limite ou barreira. E não só o Bispo de Roma, mas todos vós, novos arcebispos e bispos, tendes o mesmo dever: deixar-se consumar pelo Evangelho, fazer-se tudo para todos. O dever de não se poupar, de se esquecer de si ao serviço do povo santo e fiel de Deus.
3. Confirmar na unidade. Aqui detenho-me a considerar o gesto que realizámos. O Pálio é símbolo de comunhão com o Sucessor de Pedro, «princípio e fundamento perpétuo e visível da unidade de fé e comunhão» (Conc. Ecum. Vat. ii, Lumen gentium, 18). E hoje a vossa presença, amados Irmãos, é o sinal de que a comunhão da Igreja não significa uniformidade. Referindo-se à estrutura hierárquica da Igreja, o Concílio Vaticano II afirma que o Senhor «constituiu [os Apóstolos] em colégio ou grupo estável e deu-lhes como chefe a Pedro, escolhido de entre eles» (ibid., 19). Confirmar na unidade: o Sínodo dos Bispos, em harmonia com o primado. Devemos avançar por esta estrada da sinodalidade, crescer em harmonia com o serviço do primado. E continua o Concílio: «Este colégio, enquanto composto por muitos, exprime a variedade e universalidade do Povo de Deus» (ibid., 22). Na Igreja, a variedade, que é uma grande riqueza, sempre se funde na harmonia da unidade, como um grande mosaico onde todos os ladrilhos concorrem para formar o único grande desígnio de Deus. E isto deve impelir a superar sempre todo o conflito que possa ferir o corpo da Igreja. Unidos nas diferenças: não há outra estrada para nos unirmos. Este é o espírito católico, o espírito cristão: unir-se nas diferenças. Este é o caminho de Jesus! O Pálio, se é sinal da comunhão com o Bispo de Roma, com a Igreja universal, com o Sínodo dos Bispos é também um compromisso que obriga cada um de vós a ser instrumento de comunhão.
Confessar o Senhor deixando-se instruir por Deus, consumar-se por amor de Cristo e do seu Evangelho, ser servidores da unidade: estas são as incumbências que os Apóstolos São Pedro e São Paulo confiam a cada um de nós, amados Irmãos no Episcopado, para serem vividas por cada cristão. Sempre nos guie e acompanhe com a sua intercessão a Santíssima Mãe de Deus: Rainha dos Apóstolos, rogai por nós! Amen.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Sacra Liturgia 2013: Missa celebrada pelo Card.Cañizares em honra de São Josemaría Escrivá
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Caio Vinícius
Por ocasião da conferência internacional organizada pelo bispo de Fréjus-Toulon, França, para estudar, promover e renovar a apreciação pela celebração formação litúrgica o Cardeal Cañizares, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, celebrou uma missa Novus Ordo no dia de São Josemaría Escrivá, na basílica de Santo Apolinário em Roma.
Informações aqui.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
SUMMORUM PONTIFICUM NA JMJ RIO 2013!
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Caio Vinícius
Como foi designada a Antiga Sé do Rio como igreja para a Forma Extraordinária na JMJ sob a responsabilidade da Administração Apostólica São João Maria Vianney , este será o evento Summorum Pontificum deste ano: SUMMORUM PONTIFICUM NA JMJ RIO 2013!
As catequeses que serão realizadas são para todos, sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos.
As catequeses que serão realizadas são para todos, sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos.
Aos padres, apenas o aviso de que na Antiga Sé haverá 8 capelas destinadas aos sacerdotes que queiram celebrar em privado, podendo também celebrar no altar - mor, no intervalo das catequeses. Pede-se que tragam vestes corais, alva e amito, pois não temos em números suficientes.
Visto em: Subsídios Litúrgicos Summorum Pontificum
quarta-feira, 19 de junho de 2013
O nome de São José será acrescentado nas orações eucarísticas.
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Caio Vinícius

DECRETO
Na Igreja Católica os fiéis, de modo ininterrupto, manifestarem sempre uma especial devoção a São José honrando solenemente a memória do castíssimo Esposo da Mãe de Deus como Patrono celeste de toda a Igreja; de tal modo que o Beato João XXIII, durante o Concílio Ecuménico Vaticano II, decretou que no antiquíssimo Cânone Romano fosse acrescentado o seu nome. O Sumo Pontífice Bento XVI acolheu e quis aprovar tal iniciativa manifestando-o várias vezes, e que agora o Sumo Pontífice Francisco confirmou, considerando a plena comunhão dos Santos que, tendo sido peregrinos connosco neste mundo, nos conduzem a Cristo e nos unem a Ele.
Considerando o exposto, esta Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, em virtude das faculdades concedidas pelo Sumo Pontífice Francisco, de bom grado decreta que o nome de São José, esposo da Bem-aventurada Virgem Maria, seja, a partir de agora, acrescentado na Oração Eucarística II, III e IV da terceira edição típica do Missal Romano. O mesmo deve ser colocado depois do nome da Bem-aventurada Virgem Maria como se segue: na Oração Eucarística II: "ut cum beata Dei Genetrice Virgine Maria, beato Ioseph, eius Sponso, beatis Apostolis", Na Oração Eucarística III: "cum beatissima Virgine, Dei Genetrice, Maria, cum beato Ioseph, eius Sponso, cum beatis Apostolis"; na Oração Eucarística IV: "cum beata Virgine, Dei Genetrice, Maria, cum beato Ioseph, eius Sponso, cum Apostolis".
Para os textos redigidos em língua latina utilizam-se as formulas agora apresentadas como típicas. Esta Congregação ocupar-se-á em prover à tradução nas línguas ocidentais mais difundidas; para as outras línguas a tradução devera ser preparada, segundo as normas do Direito, pelas respectivas Conferências Episcopais e confirmadas pela Sé Apostólica através deste Dicastério.
Nada obste em contrário.
Sede da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, 1 de Maio de 2013, São José Operário.
Antonio Card. Cañizares Llovera
Prefeito
Prefeito
+ Arthur Roche
Arcebispo Secretário
Arcebispo Secretário
terça-feira, 18 de junho de 2013
Reconhecido segundo milagre por intercessão de João Paulo II
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Caio Vinícius
A comissão teológica da Congregação para a Causa dos Santos aprovou o segundo milagre atribuído à intercessão de João Paulo II. O reconhecimento abre caminho para a canonização do Papa polonês, porém antes deve ser aprovado por uma comissão de Cardeais e Bispos e ter o decreto assinado pelo Papa Francisco. Não foi informada a natureza deste segundo milagre.
O Cardeal Karol Wojtyla foi eleito Papa em 16 de outubro de 1988. No dia 22, celebrou a missa de início de pontificado.
Em 1º de maio de 2011, Bento XVI proclamou-o Beato, após a comprovação da cura - inexplicável para a ciência -, da Irmã Marie Simon Pierre, que sofria do Mal-de-Parkinson.
A notícia da aprovação do segundo milagre já provocou reações em Cracóvia, onde o Arcebispo Stanislau Dziwisz, ex-secretário de João Paulo II, afirmou que “Papa Francisco não colocará à prova a paciência dos poloneses”. “Existe muita esperança de que a canonização ocorra em no domingo 20 de outubro”, disse ele, recordando que é a data em que se celebra o 35º aniversário da eleição de Wojtyla. O Arcebispo Dziwisz foi recebido pelo Papa Francisco no Vaticano no último sábado.
Texto proveniente da página do site da Rádio Vaticano.
sábado, 8 de junho de 2013
Carta do Prelado do Opus Dei - Junho
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Paulo Roberto
Caríssimos: que Jesus guarde as minhas filhas e os meus filhos!Ao começar o mês de junho, sempre vem à nossa mente, com particular força, a recordação de São Josemaría, cuja memória litúrgica – solenidade na Prelazia – recai no dia 26. Ao meditarmos no seu exemplo de vida, ao relermos os seus escritos, percebemos cada vez mais as grandes maravilhas que Deus realiza nas almas plenamente fiéis aos seus desígnios. Vem-me à boca aquela exclamação da Sagrada Escritura: Mirábilis Deus in sanctis suis [1], como De
A identificação plena com Cristo – nisto consiste a santidade – é atribuída de modo especial ao Espírito Santo. Agradeçamos-lhe pela ação com que constantemente santifica as almas. Nos dias anteriores, ao celebrarmos a solenidade de Pentecostes e a seguir a Santíssima Trindade, muitas vezes elevamos o nosso coração a esse Deus cuja vontade é – como escreve São Paulo – que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade [2].
E ao mergulharmos novamente no Tempo Comum, a liturgia recorda-nos que nos encontramos na etapa da história intermédia entre a vinda do Paráclito no Pentecostes e o advento glorioso de Jesus Cristo no fim dos tempos. Esta é uma das verdades contidas no Credo, com a qual se encerra o ciclo dos mistérios referentes a Nosso Senhor. Todos os domingos, na Santa Missa, confessamos que o Senhor, agora sentado à direita do Pai, de novo há de vir em sua glória para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim [3].
«A partir da Ascensão – explica o Catecismo da Igreja Católica –, o advento de Cristo é iminente» [4], no sentido de que pode ocorrer em qualquer momento. Só Deus conhece quando terá lugar este acontecimento que marcará o fim da história e a renovação definitiva do mundo. Por isso, sem alarmismos nem temores, mas com sentido de responsabilidade, temos de caminhar bem preparados para esse encontro definitivo com Jesus, que, por outro lado, se realiza para cada um de nós no momento da morte. De Deus viemos e para Deus vamos: no fundo, esta realidade é a síntese da sabedoria cristã. No entanto, como o Papa lamentava recentemente, estes dois polos da história são frequentemente esquecidos; e sobretudo a fé no retorno de Cristo e no juízo final às vezes não é tão clara e firme no coração dos cristãos [5].
Consideremos que esse encontro definitivo do Senhor com cada um de nós é precedido pela sua atuação constante em cada momento da nossa vida cotidiana. Ainda me recordo da vivacidade com que São Josemaria lhe pedia para este caminhar diário: Mane nobíscum! [6], fica conosco. Dizemos-lhe isto conscientes de que temos de deixar que Ele atue em toda a nossa vida? Também nos estimulava a estar prontos para prestarmos contas a Deus em qualquer momento. Escreveu em Caminho: “Há de vir julgar os vivos e os mortos”, rezamos no Credo. – Oxalá não percas de vista esse julgamento e essa justiça e… esse Juiz [7]. Sou testemunha de que, todos os dias, considerava pessoalmente esta eventualidade e se enchia de alegria; da mesma maneira deveríamos alegrar-nos todos os que sabemos que somos filhos de Deus. Por isso acrescentava: Será que não brilha na tua alma o desejo de que teu Pai-Deus fique contente quando tiver que julgar-te? [8].
O tempo presente, a etapa da história que cabe a cada um de nós percorrer, «é um tempo de expectativa e de vigília» [9], em que temos de trabalhar com a vontade e o entusiasmo dos bons filhos para irmos estabelecendo na terra, com a ajuda da graça, o reino de Deus que Jesus Cristo levará à sua perfeição no último dia. Assim o explica o Senhor na parábola dos talentos, que o nosso Padre comentou em tantas ocasiões [10]. O Romano Pontífice recordou-o em uma das suas catequeses por ocasião do Ano da fé. A espera pelo retorno do Senhor é o tempo da ação (…), o tempo de fazermos render os dons não para nós mesmos, mas para Ele, para a Igreja, para os outros; o tempo em que devemos sempre procurar fazer que o bem cresça no mundo. E hoje, em particular, neste período de crise, é importante não nos fecharmos em nós mesmos, enterrando o nosso talento, as nossas riquezas espirituais, intelectuais, materiais, tudo aquilo que o Senhor nos deu; mas abrirmo-nos, sermos solidários, estarmos atentos ao outro [11].
Minhas filhas e meus filhos, não deixemos estas recomendações caírem no esquecimento; esforcemo-nos para que outras pessoas – muitas! – não apenas as escutem, mas se esforcem para pô-las em prática. Em última instância, tudo se resume em permanecermos atentos, por amor a Deus, às necessidades dos demais, começando pelos mais próximos – pelos que se encontram ao nosso lado por motivos familiares, profissionais ou sociais –, tendo muito presente que – como escreveu São João da Cruz e o Catecismo cita – «no ocaso da nossa vida, seremos julgados quanto ao amor» [12]. O próprio Cristo assim o manifesta na impressionante cena do juízo final descrita por São Mateus [13]. Como é que servimos? Pomos alegria sobrenatural e humana nesses detalhes, que devem ser cotidianos?
A reflexão sobre estas realidades últimas não há de ser, repito, uma causa de temores que paralisem a alma, mas ocasião para irmos retificando a nossa senda terrena, conformando-nos com o que Deus espera de cada um de nós. Tem de impelir-nos a viver melhor o presente. Deus oferece-nos este tempo com misericórdia e paciência, para que aprendamos a reconhecê-lO todos os dias nos pobres e nos pequenos; para que nos dediquemos ao bem e estejamos vigilantes na oração e no amor [14].
Somos sustentados e impelidos pelo Espírito Santo, que Jesus enviou ao mundo após a sua ascensão gloriosa ao Céu. Consideramo-lo com alegria na recente solenidade de Pentecostes e confessamos a sua existência e a sua ação na Igreja todas as vezes em que rezamos o Credo: Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho, e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; Ele que falou pelos profetas [15].
Trata-se de uma verdade inacessível à razão humana, revelada por Cristo aos Apóstolos, que nos mostra a grandeza e a perfeição de Deus. «O Pai não foi feito, nem gerado, nem criado por ninguém. O Filho procede do Pai, não foi feito, nem criado, mas gerado. O Espírito Santo não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procede do Pai e do Filho» [16]. O Catecismo da Igreja Católica sintetiza esta doutrina em breves palavras: «A Unidade divina é Trina» [17].
O Espírito Santo é o Amor das duas primeiras Pessoas: Amor nãocriado e infinito, Amor consubstancial, Amor eterno que procede da entrega mútua do Pai e do Filho: um mistério absolutamente sobrenatural que conhecemos por revelação do próprio Jesus Cristo e que nos ajuda a entender a grandeza do dom de amar. Fundamentados nas suas palavras, os Padres da Igreja e outros grandes teólogos guiados pelo Magistério esforçaram-se por ilustrar de algum modo – sempre no claro-escuro da fé – a divindade do Paráclito.
Baseados no modo de conhecer e de querer próprio das criaturas humanas, criadas à imagem e semelhança de Deus, e nos nomes e missões atribuídos ao Espírito Santo na Sagrada Escritura, esses autores explicaram a sua processão do Pai e do Filho como Amor subsistente. Assim como Deus Pai, ao conhecer a sua própria Essência, gera o Filho, assim o Pai e o Filho se amam em um único ato de amor, eterno e infinito, que é o Espírito Santo.
Que alegria e que paz nos deve dar a fé de nos sabermos assistidos a todo o momento pelo divino Paráclito! Não só acompanhados por Ele de fora, como um amigo afetuoso, mas como um hóspede que mora, com o Pai e com o Filho, na intimidade da nossa alma em graça. Ele é descanso no trabalho, refrigério no meio do calor, consolo no pranto [18], como reza a Igreja na sequência de Pentecostes. É a lux beatíssima, a luz bem-aventurada que penetra até o fundo da alma: ilumina-nos para que conheçamos Cristo melhor, fortalece-nos para segui-lO de perto quando os obstáculos e as contradições parecem assediar-nos, impele-nos a sair de nós mesmos para nos preocuparmos com os outros e levá-los a Deus.
A força e o poder de Deus iluminam a face da terra. O Espírito Santo continua assistindo a Igreja de Cristo, para que seja – sempre e em tudo – o sinal erguido diante das nações para anunciar à humanidade a benevolência e o amor de Deus (cf. Is 11, 12). Por maiores que sejam as nossas limitações, nós, os homens, podemos olhar com confiança para os céus e sentir-nos cheios de alegria: Deus nos ama e nos livra dos nossos pecados. A presença e a ação do Espírito Santo na Igreja são o penhor e a antecipação da felicidade eterna, dessa alegria e dessa paz que Deus nos proporciona [19].
Entre as metáforas que a Escritura utiliza para falar do Paráclito, uma das mais frequentes é a da água, um elemento absolutamente necessário para a vida natural: onde falta ou escasseia, tudo se converte em deserto, e os seres vivos adoecem ou morrem; manifesta uma das grandes riquezas que o Criador confiou aos homens para que a administrem bem, a serviço de todos. Na ordem sobrenatural, essa fonte de vida é o Paráclito. No seu colóquio com a mulher samaritana e depois na festa dos Tabernáculos, Jesus Cristo prometeu que daria água viva àqueles que acolhessem a sua palavra com fé, que poria, em todos aqueles que O buscassem, uma fonte de água viva que brotaria incessantemente do seu interior. São João anota que se referiu com isto ao Espírito que haviam de receber os que cressem nEle [20].
O Espírito Santo chega aos cristãos como manancial inesgotável dos tesouros divinos. Recebemo-lO no Batismo e na Confirmação; é-nos conferido no sacramento da Penitência, aplicando novamente às almas os méritos infinitos de Cristo; é enviado às nossas almas e aos nossos corpos todas as vezes que recebemos a Eucaristia e os outros sacramentos; age na nossa consciência por meio das virtudes infusas e dos dons… Em uma palavra, a sua missão consiste em fazer-nos verdadeiros filhos de Deus e em que nos comportemos de acordo com essa dignidade. Ensina-nos a olhar com os olhos de Cristo, a viver a vida como Cristo a viveu, a compreender a vida como Cristo a compreendeu. Eis por que a água viva que é o Espírito sacia a sede da nossa vida [21].
O Paráclito, Senhor e Dador de vida, que falou pelos profetas e ungiu Cristo para que nos comunicasse as palavras de Deus, agora continua a fazer que a sua voz seja ouvida na Igreja e na intimidade das almas. Por isso, viver segundo o Espírito Santo é viver de fé, de esperança, de caridade: é deixar que Deus tome posse de nós e mude pela raiz os nossos corações, para os moldar à sua medida [22]. Agradeçamos-lhe os cuidados que nos dispensa como um pai e uma mãe bons, porque isso e muito mais é o que Ele faz por cada um de nós. Invocamo-lO frequentemente? Renovamos, todos os dias, a decisão de manter a alma atenta às suas inspirações? Esforçamo-nos por segui-las sem opor resistência?
Para tornar realidade estas aspirações, recomendo-vos que façais vossas umas palavras que São Josemaria escreveu nos primeiros anos da Obra: Vem, ó Espírito Santo! Ilumina o meu entendimento para conhecer os teus preceitos; fortalece o meu coração contra as insídias do inimigo; inflama a minha vontade… Ouvi a tua voz e não quero endurecer-me e resistir, dizendo: depois…, amanhã. Nunc cœpi! Agora!, que não seja que o amanhã me falte.
Ó Espírito de verdade e sabedoria, Espírito de entendimento e conselho, Espírito de alegria e paz! Quero o que quiseres, quero porque o queres, quero como o quiseres, quero quando o quiseres… [23].
Peçamos-lhe com toda a confiança pela Igreja e pelo Papa, pelos bispos e sacerdotes, por todo o povo cristão. De modo especial, roguemos-lhe por esta pequena parte da Igreja que é o Opus Dei, pelos seus fiéis e cooperadores, por todas as pessoas que se aproximam do nosso apostolado movidas pelo nobre desejo de servir a Deus e os outros mais e melhor. E que grande consolo nos é oferecido com a solenidade do Coração de Jesus e com a memória do Coração Imaculado de Maria! Recorramos a estes refúgios de paz, de amor, de alegria, de segurança.
Há dois dias regressei de uma viagem à África do Sul, onde o trabalho da Obra vai ganhando corpo. Sabeis que me faria feliz estar em todos os lugares onde vivem e trabalham as minhas filhas e os meus filhos. Vou a cada um deles com a oração, com o sacrifício feito com gosto, com o oferecimento do trabalho. Uni-vos às minhas intenções e rezai por mim, especialmente por ocasião do meu aniversário, no próximo dia 14, para que, sempre e em tudo, me deixe conduzir pelo afã exclusivo de servir a Deus, a Igreja, as almas e todos vós com a totalidade e a alegria com que o nosso Padre procedeu, com a fidelidade do queridíssimo D. Álvaro e de todos os que nos precederam na Casa do Céu.
Com todo o afeto, abençoa-vos
o vosso Padre
+ Javier
Roma, 1º de junho de 2013.
us é admirável nos seus santos!
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