terça-feira, 29 de junho de 2010

São Pedro e São Paulo


O Senhor disse a Pedro: Quando eras mais novo,cingias-te a ti mesmo e ias para onde querias.Porém,quando envelheceres, estenderás a mão e outro te há de cingir e levar para onde não queres.Isto disse,significando a morte com que havia de glorificar a Deus.


Toda a Igreja está em festa,pois este dia é consagrado pelo martírio dos Apóstolos S.Pedro e S.Paulo,os fundamentos sobre os quais o Senhor quis estabelecer a sua Igreja. Ao cantarmos "Tu es Petrus" sabemos todos que as prerrogativas do Príncipe dos Apóstolos continuam nas pessoas dos Pontífices,sucessores dele na sede de Roma e que podem confiar numa providência particularíssima de Deus sobre o Vigário de Jesus Cristo,o qual preside na hora atual aos destinos da Santa Igreja.


Depois de sublinharmos as prerrogativas de Pedro, falemos de São Paulo, o qual a Santa Igreja nunca separa de S.Pedro. Não esqueçamos que devemos a S.Paulo, além da expansão do Evangelho por todo o mundo romano,as exposições magníficas de doutrina,que formam quase todas as leituras das missas.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Coração Eucarísitico de Nosso Senhor


Estai certos de que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos, aleluia.

domingo, 6 de junho de 2010

O Sinal da Cruz


Tantas vezes fazemos o sinal da cruz,sem perceber realmente o seu significado,não é ? Se parássemos para perceber quão grande e tão simples é este pequeno gesto,de traçar sobre si a cruz de Nosso Senhor,talvez o fizessémos com mais calma e com mais fervor.


Percebemos tal importância quando se inicia a Santa Missa,pois em primeiro lugar o padre convida a fazermos o sinal da cruz, dizendo: Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Também é com estas simples palavras que somos batizados,iniciamos alguma oração,enfim, o sinal da cruz é a invocação das três pessoas da Santíssima Trindade,sendo um dos símbolos mais básicos da religião cristã, relembrando a importância do sacrifício de Cristo na Cruz.


Inicialmente, por volta do século II, o sinal da cruz era traçado apenas com o polegar sobre a fronte da pessoa. No momento da Crisma ainda hoje o bispo traça o mesmo sinal sobre o candidato. Esta modalidade ainda persiste em outros momentos, embora modificada. Na missa os fiéis traçam este sinal na testa, como antigamente, mas também a seguir sobre os lábios e sobre o peito, durante a Proclamação do Evangelho. Por volta do século IV começaram a ser registradas variações nos locais e amplitude dos movimentos, até que o sinal se tornou largo como é hoje.


Nas Igrejas Ocidentais o sinal da cruz é feito tocando-se em sequência a testa, o peito, o ombro esquerdo e o ombro direito, acompanhando o movimento com a fórmula verbal Em nome do Pai (toca-se a testa), e do Filho (toca-se o peito), e do Espírito (toca-se o ombro esquerdo) Santo (toca-se o ombro direito). Amém (pode-se voltar a tocar o peito ou a boca, e o Amém pode ser substituído por uma outra jaculatória, conforme a tradição de cada Igreja). A testa simboliza o céu e a sabedoria, o peito simboliza o infinito amor de Jesus Deus, e os ombros significam o poder de Deus e uma oração ao Espírito Santo.

As Igrejas Ortodoxas traçam o sinal da seguinte maneira: tocam-se em sequência a testa, a região da cintura (e não o peito), o ombro direito e o ombro esquerdo, acompanhando o movimento com a fórmula verbal Em nome do Pai (toca-se a testa e em seguida a região da cintura), e do Filho (toca-se o ombro direito), e do Espírito Santo (toca-se o ombro esquerdo).

(Wikipédia)

sábado, 5 de junho de 2010

Jacinta Marto: do encontro à compaixão

Congresso em Portugal sobre a vida e o testemunho da vidente de Fátima

FÁTIMA, sexta-feira, 4 de junho de 2010 (ZENIT.org).


O Santuário de Fátima realiza, entre 4 e 6 de junho, no Centro Pastoral Paulo VI, um congresso de âmbito nacional sobre a vida e o testemunho de Jacinta Marto, vidente de Fátima.
Em declarações à Sala de Imprensa da instituição, o Pe. Vítor Coutinho, presidente da Comissão do Congresso, salientou a pertinência desta realização, no ano em que o Papa visitou Portugal.
O responsável salientou a "feliz coincidência" de Bento XVI ter estado em Fátima no ano em que se celebra o centenário do nascimento de Jacinta Marto, "a pastorinha vidente que mais desenvolveu as expressões de dedicação ao Papa e à Igreja".
"Dentro do âmbito dos acontecimentos de Fátima, este é um elemento especialmente significativo, dado que corresponde a um dos traços mais relevantes do perfil espiritual da pequena Jacinta", explicou o Pe. Vítor Coutinho.Quanto aos propósitos essenciais para as três jornadas de trabalho, o Pe. Vítor Coutinho sublinhou "a boa oportunidade para uma abordagem à mensagem de Fátima a partir da espiritualidade da vidente Jacinta. Procuraremos, por isso, não só conhecer melhor a personalidade desta criança, mas também identificar alguns elementos relevantes da sua atitude interior que podemos usar como chaves de leitura tanto da mensagem de Fátima como da vida cristã".No que respeita ao programa propriamente dito, o sacerdote referiu que "estão previstas conferências, painéis, momentos de oração, um serão musical e os tempos de diálogo próprios de eventos deste tipo. Este congresso contará com a participação de especialistas de diversas áreas, portugueses e estrangeiros, que tratarão uma ampla diversidade de temas".Convidado a fazer um primeiro percurso pelos temas, o Pe. Vítor Coutinho mostrou como o grupo de trabalho que prepara o congresso esquematizou as várias temáticas a desenvolver: "A categoria da compaixão será o ponto de partida para compreender a personalidade e a espiritualidade da Jacinta. Esta reflexão levar-nos-á também a um esforço por clarificar teologicamente os conceitos relacionados com essa dimensão, tais como reparação, entrega sacrificial, sentido do sofrimento, Deus perante o mal, comunhão dos baptizados".
"Por outro lado - acrescentou - haverá também oportunidade para desenvolver algumas implicações da compaixão para diversos âmbitos da vida: educação, cuidados de saúde, espiritualidade, moral, compromisso social, entre outros. Veremos como esta atitude da pequena Jacinta corresponde a um elemento fundamental da mensagem de Fátima, que não deixa de interpelar a Igreja e a sociedade dos nossos dias."

A Festa do Coração de Jesus.


Nos séculos XVI e XVII o Protestantismo e o Jansenismo procuraram deformar e mesmo abolir por completo um dos dogmas essenciais do cristianismo - o amor de Deus ao homens.

Era pois necessário que o espírito de amos que orienta a Igreja,encontrasse um meio novo de se opor à heresia nascente,por que a esposa de Cristo,longe de ver diminuir o seu amor a Jesus Cristo,o sentisse crescer cada vez mais. Foi então que apareceram os grandes precursores do novo culto ao Coração de Jesus,já precedidos na idade média,pelas grandes figuras beneditinas de Gertrudes e Matilde. S.João Eudes foi o primeiro a lançar o grito de alerta contra os perigosos e subversivos disciípulos de Jansênio instituíu em 1670 a Missa e o ofício do Sagrado Coração de Jesus,para o uso particular da congregação fundadora. Pouco depois em 1675 escolheu uma providência espiritual de S.Francisco de Sales,à qual Jesus mostrou seu Coração em Paray le Monial no domingo da oitava do Corpo de Deus,e lhe pediu que estabelecesse uma festa do Sagrado Coração de Jesus na primeira sexta-feira depois da oitava do Corpo de Deus.Em 1765, Clemente XIII aprovou a festa e o ofício do Sgr. Coração de Jesus,e em 1856 Pio IX estendeu-a à Igreja Universal.Em 1929 Pio XI,compôs missa e ofícios novos para a festa e concedeu-lhe oitava privilegiada de terceira ordem.

E a Espanha em 1919, em 30 de maio, também se consagrou publicamente ao Sagrado Coração no Monte dos Anjos. Onde foi gravado, sob a estátua de Cristo, aquela promessa que fez ao pai Bernardo de Hoyos, S. J., em 14 de maio de 1733, mostrando-lhe seu Coração, em Valladolid (Santuário da Grande Promessa), e dizendo-lhe: "Reinarei na Espanha com mais Veneração que em muitas outras partes" (Até então a América também era Espanha).

Os Santos Padres muitas vezes falaram do Coração de Cristo como símbolo de seu amor, tomando-o da Escritura: "Beberemos da água que brotaria de seu Coração....quando saiu sangue e água" (Jo 7,37; 19,35).

A liturgia é o culto público, quer dizer, os atos sagrados que por instituição de Cristo ou da Igreja, em seu nome, são realizados seguindo os livros litúrgicos oficiais.
Evidentemente refletem de modo autêntico o sentir e a fé da Igreja. Na liturgia são verificados especialmente a potestade de magistério. Quando o magistério propõe aos fiéis como devem render culto a Deus, tem uma particular assistência do Espírito Santo para não equivocar-se e oferecer um caminho certo e seguro de santificação, já que se trata da mais importante finalidade da Igreja.
Onde principalmente se ensina aos fiéis a doutrina e a vida cristã, é na Missa. Pois, bem, o culto público ao Sagrado Coração, foi canonizado em 1765 por Clemente XIII, ao introduzir sua festa litúrgica, com Missa e ofícios próprios.
Este ensinamento, mediante a liturgia, é dada pela Igreja com frases suas ou com frases tomadas da Escritura (quer em seu sentido próprio, quer em seu sentido ajustado). Nas recentes modificações introduzidas com novas leituras e o evangelho na nova missa do Sagrado Coração , o tema bíblico dominante é o do amor a Cristo que se apresenta como Bom Pastor.
A importância que a Igreja concede atualmente ao Sagrado Coração, esta sublinhada pela categoria de sua festa, solenidade de primeira classe, das quais há somente 14 ao ano no calendário universal.
Além disso, a festa de Cristo Rei, também solenidade de primeira classe, esta estreitamente unida à espiritualidade do Sagrado Coração. Pio XI declarou ao instituí-la que precisamente a Cristo é reconhecido como Rei, por famílias, cidades e nações, mediante a consagração a seu Coração. E determinou que em tal festa fosse renovado todos os anos a consagração do mundo ao Coração de Cristo.
Toda esta atitude litúrgica da Igreja tem a finalidade de estimular nossa prática cristã pondo especial interesse em celebrar sua festa: comungando, assimilando seus ensinamentos, utilizando as orações litúrgicas, a consagração, etc. Como dizia Pio XI na encíclica Quas primas: "As celebrações anuais da liturgia têm uma eficácia maior que os solenes documentos do magistérios para formar ao povo nas coisas da fé".


Fontes : Missal Quotidiano e Aci digital.
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