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sexta-feira, 15 de julho de 2016

O discurso inaugural do Card. Sarah no Sacra Liturgia UK 2016

Pax et bonum!

Nos últimos dias muitos blogs e sites fizeram eco às palavras do Cardeal Robert Sarah, proferidas em seu discurso inaugural na conferência Sacra Liturgia UK 2016, que se encerra hoje. Pensamos que poderíamos apenas repostar a notícia de algum blog, mas achamos por bem ir além.

Após algumas pesquisas, encontramos uma página em que o discurso parece estar colocado na íntegra e logo iniciamos um trabalho de tradução.

Abaixo segue esta nossa tradução, que ainda poderá passar por alguma melhoria. Todavia, tivemos pressa em colocar o texto sob a apreciação de nossos leitores e esperamos que seja de bom proveito.

SACRA LITURGIA UK 2016Oratório de São Filipe Néri (Oratório de Brompton),Londres, 05/07/2016
Em primeiro lugar quero expressar minha gratidão à S. Ema., o Cardeal Vincent Nichols, por suas boas vindas à Arquidiocese de Westminster e por suas gentis palavras de saudação. Assim também quero agradecer à S. Exa., o Bispo Dominique Rey, Bispo de Fréjus-Toulon, pelo seu convite para estar presente com vocês nesta terceira conferência internacional "Sacra Liturgia", e para apresentar a vocês o discurso de abertura nesta tarde. Parabenizo V. Exa. nesta iniciativa internacional de promover o estudo da importância da formação e da celebração litúrgicas na vida e na missão da Igreja.

Neste discurso quero colocar diante de vocês algumas considerações sobre como a Igreja Ocidental pode caminhar rumo a uma implementação mais fiel da Sacrosanctum Concilium. Fazendo isto, proponho a seguinte pergunta: "O que os Padres do Concílio Vaticano Segundo tinham em mente com a reforma litúrgica?" Assim, gostaria de considerar como suas intenções foram implementadas seguindo o Concílio. Enfim, gostaria de colocar algumas sugestões para a vida litúrgica da Igreja hoje, de modo que nossa prática litúrgica possa mais fielmente refletir as intenções dos Padres Conciliares.

É muito claro, penso, que a Igreja ensina que a liturgia católica é o lugar singularmente privilegiado da ação salvadora de Cristo em nosso mundo hoje, por meio da real participação em que recebemos sua graça e sua força que são tão necessárias para nossa perseverança e crescimento na vida cristã. É o lugar divinamente instituído onde vamos cumprir nosso dever de oferecer sacrifício a Deus, de oferecer o Único Verdadeiro Sacrifício. É onde percebemos nossa profunda necessidade de adorar o Deus todo-poderoso. A liturgia católica não é uma reunião humana ordinária.

Quero sublinhar um fato muito importante aqui: Deus, não o homem, está no centro da liturgia católica. Viemos adorá-lo. A liturgia não é sobre você e eu; não é onde celebramos nossa própria identidade ou conquistas ou onde exaltamos ou promovemos nossa própria cultura e costumes religiosos locais. A liturgia é primeiro e acima de tudo sobre Deus e o que ele fez por nós. Em sua Divina Providência, o Deus todo-poderoso fundou a Igreja e instituiu a Sagrada Liturgia por meio da qual somos capazes de oferecer-lhe um culto verdadeiro de acordo com a Nova Aliança estabelecida por Cristo. Fazendo isto, ao adentrar as exigências dos ritos sagrados desenvolvidos na tradição da Igreja, recebemos nossa verdadeira identidade e significado como filhos e filhas do Pai.

É essencial que compreendamos esta especificidade do culto católico, pois em décadas recentes temos visto muitas celebrações litúrgicas onde o povo, personalidades e conquistas humanas têm sido proeminentes demais, quase ao ponto da exclusão de Deus. Como o Cardeal Ratzinger escreveu uma vez: "Se a liturgia aparece antes de tudo como uma oficina (um workshop) para nossa atividade, então aquilo que é enssencial foi esquecido: Deus. Pois a liturgia não é sobre nós, mas sobre Deus. Esquecer Deus é o perigo mais iminentes de nossa era" (Joseph Ratzinger, Theology of the Liturgy, Collected Works vol. 11, Ignatius Press, San Francisco 2014, p. 593).

Precisamos ser completamente claros sobre a natureza do culto católico se pretendemos ler corretamente e implementar fielmente a Constituição do Concílio Vaticano II sobre a Sagrada Liturgia.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Una comisión vaticana para la arquitectura y música

Según el vaticanista Andrea Tornielli, la Congregación para el Culto Divino y la Disciplina de los Sacramentos creará próximamente una comisión para regular la construcción de nuevas iglesias y también para la supervisión de la música y el canto litúrgicos:

"Un equipo para decir “alto” a las iglesias-garage, a esas arquitecturas atrevidas que corren el riesgo de desnaturalizar muchos modernos espacios de culto católicos. Y para promover un canto que ayude verdaderamente a la celebración de la misa. En las próximas semanas, será creada, al interior de la Congregación del Culto Divino la «Comisión para el arte y la música sacra para la liturgia». No se trata de una simple oficina, sino de un verdadero equipo que tendrá la tarea de colaborar con las comisiones encargadas de valorar los proyectos de las nuevas iglesias en las diócesis, así como de profundizar sobre el tema de la música y del canto que acompañan la celebración,.

El cardenal Antonio Cañizares Llovera, Prefecto del culto Divino, de acuerdo con Benedicto XVI, considera este trabajo como «muy urgente». La realidad es evidente: en los últimos años, las iglesias han sido sustituidas por construcciones que parecen más salones multiuso que iglesias. Y muy a menudo, los arquitectos, incluso los más famosos, no parten de lo que es la liturgia católica para llevar a cabo sus proyectos y terminan haciendo construcciones de vanguardia que se parecen a todo menos a una iglesia. Cubos de cemento, cajas de vidrio, formas azarosas, espacios confusos en los que, una vez dentro, se percibe todo menos el sentido de lo sacro y del misterio , en donde el tabernáculo está medio escondido y, a veces, hay que buscarlo como si fuera un tesoro, o en donde las imágenes sacras casi no tienen lugar. La nueva comisión, cuyo reglamento será redactado en estos días, dará indicaciones precisas a las diócesis, ocupándose solo del arte para la liturgia, no del arte sacro en general, así como de la música y del canto para la liturgia. Contará con los poderes jurídicos de la Congregación del culto".

domingo, 16 de outubro de 2011

Los "Sediari" están de vuelta

Su Santidad, el Papa Benedicto XVI, ha celebrado esta mañana la Santa Misa en la Basílica de San Pedro, con motivo del encuentro organizado por el Pontificio Consejo para la Promoción de la Nueva Evangelización.
 
 
Como había sido anunciado ya ayer por el portavoz vaticano, P. Lombardi, S.J., el Santo Padre ha recuperado, para las procesiones de entrada y salida, el uso de la plataforma móvil utilizada por Juan Pablo II en los últimos años de su pontificado. Con ello los llamados “sediari” (antiguos portadores de la silla gestatoria, nunca desaparecidos aunque en los últimos años realizaban otras funciones), han recuperado parte de sus ocupaciones originales.
 
 
Según ha informado también el portavoz vaticano el uso de esta plataforma por el Papa no responde a posibles problemas de movilidad o dificultades para caminar, sino a la fatiga que le produce recorrer a pie, y revestido con todos los ropajes litúrgicos, la larga distancia que separa la sacristía vaticana del altar papal.

João Paulo I, o último papa a usar
a Sédia Gestatória
No ha faltado, así el P. Zuhlsdorf en su blog What does the prayer really say?, quienes hayan apuntado la conveniencia de recuperar la silla gestatoria, cuya utilización nunca fue meramente por razones de solemnidad o magnificencia, sino también por otras bien prácticas, como facilitar la comodidad del Pontífice, evitar su cansancio, y permitir su visión, siempre anhelada, por parte de los fieles. Extremo este último que no resulta fácil al situarse todos, Pontífice y fieles, a la misma altura del suelo.

En la Misa de esta mañana el Papa Benedicto XVI ha anunciado su decisión de declarar un nuevo Año de la Fe que comenzará el 11 de octubre de 2012 y culminará el 24 de noviembre de 2013.

Retirado de: Hoc Signo
***

Algunas fotos del Santo Padre en esta mañana:




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Hábitos religiosos obrigatórios da Família católica



A casa de família - deve ser benzida e nela entronizado o quadro do Sagrado Coração de Jesus. Está escrito que ricas bênçãos Deus derramará sobre a casa e seus habitantes, sempre que isso se der. Pelos quartos, à cabeceira das camas, haverá um quadro de santo, um Crucificado. Aqui te dou o conselho de procurares antes poucos, mas belos quadros ou imagens, do que muitos e feios.
 
No horário da casa - haverá tempo marcado para as orações da manhã e da noite. Que belo costume esse de se unir a família perante o oratório da família e aí rezar pelos presentes e ausentes!
 
Nos dias da semana - o domingo tem lugar de honra. É dia sagrado, dedicado primeiro à oração e à Missa e somente depois aos divertimentos inocentes. É também dia respeitado, até nos trajes festivos da família. O mesmo se dá com os dias de festa religiosa. No aniversário dos batizados, das primeiras comunhões, a família faz questão de agradecer a Deus as graças que esses dias trouxeram.
 
As devoções da família - Se o pai já trouxe algumas de seu tempo de moço, ou se na tua mocidade praticava algumas, continua com elas na casa. Sobretudo a devoção a Nossa Senhora não pode faltar, em caso algum. Pois é garantia de salvação eterna e fonte de muita bênção material. Mas, não o esqueças nunca, a primeira devoção cristã é a Santa Eucaristia. Amor a nosso Senhor Sacramentado - pela assistência à Santa Missa - deve ser precioso patrimônio de todo lar cristão.
 
Fidelidade á fé - A cristã a recebeu dos pais e deve deixá-la aos filhos. Do contrário, os privaria da herança mais preciosa na vida. Tudo farás, leitora, para conservá-la em ti e nos teus. Para isso é preciso praticar a oração... fugir dos livros maus e procurar os bons. Sobretudo é necessário viver de acordo com aquilo que se crê. Combaterás energicamente as superstições que tanto prejudicam a fé e ofendem a Deus. Se algum dos teus se afastar da fé, não descanses nas tuas orações e sacrifícios para convertê-lo. Cedo ou tarde o conseguirás...

Trecho do livro: As três chamas do lar - Pe. Geraldo Pires de Sousa

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cardeal Cañizares: É recomendável comungar na boca e de joelhos

ACI Digital
Em entrevista concedida à agência ACI Prensa, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Antonio Cañizares Llovera, assinalou que é recomendável que os católicos comunguem na boca e de joelhos.

Assim indicou o Cardeal espanhol que serve na Santa Sé como máximo responsável, depois do Papa, pela liturgia e os sacramentos na Igreja Católica, ao responder se considerava recomendável que os fiéis comunguem ou não na mão.

A resposta do Cardeal foi breve e singela: "é recomendável que os fiéis comunguem na boca e de joelhos".

Do mesmo modo, ao responder à pergunta da ACI Prensa sobre o costume promovido pelo Papa Bento XVI de fazer que os fiéis que recebam dele a Eucaristia o façam na boca e de joelhos, o Cardeal Cañizares disse que isso se deve "ao sentido que deve ter a comunhão, que é de adoração, de reconhecimento de Deus".

"Trata-se simplesmente de saber que estamos diante de Deus mesmo e que Ele veio a nós e que nós não o merecemos", afirmou.

O Cardeal disse também que comungar desta forma "é o sinal de adoração que necessitamos recuperar. Eu acredito que seja necessário para toda a Igreja que a comunhão se faça de joelhos".

"De fato –acrescentou– se se comunga de pé, é preciso fazer genuflexão, ou fazer uma inclinação profunda, coisa que não se faz".

O Prefeito vaticano disse ademais que "se trivializarmos a comunhão, trivializamos tudo, e não podemos perder um momento tão importante como é o de comungar, como é o de reconhecer a presença real de Cristo ali presente, do Deus que é amor dos amores como cantamos em uma canção espanhola".

Ao ser consultado pela ACI Prensa sobre os abusos litúrgicos em que incorrem alguns atualmente, o Cardeal disse que é necessário "corrigi-los, sobre tudo mediante uma boa formação: formação dos seminaristas, formação dos sacerdotes, formação dos catequistas, formação de todos os fiéis cristãos".

Esta formação, explicou, deve fazer que "celebre-se bem, para que se celebre conforme às exigências e dignidade da celebração, conforme às normas da Igreja, que é a única maneira que temos de celebrar autenticamente a Eucaristia".

Finalmente o Cardeal Cañizares disse à agência ACI Prensa que nesta tarefa de formação para celebrar bem a liturgia e corrigir os abusos, "os bispos têm uma responsabilidade muito particular, e não podemos deixar de cumpri-la, porque tudo o que façamos para que a Eucaristia se celebre bem será fazer que na Eucaristia se participe bem".

domingo, 24 de abril de 2011

Missa dos Santos Óleos na diocese de Lorena, SP

Na quinta-feira Santa pela manhã, o sr. bispo de Lorena, Dom Benedito Beni dos Santos, celebrou a solene Missa dos Santos Óleos, ou a Missa do Crisma. As fotos são provenientes do site de fotos da Canção Nova, suburbicária da diocese de Lorena.

Notem o arranjo beneditiano, as sete velas e cruz ao centro.




sábado, 9 de abril de 2011

Viviendo la Semana Santa en Familia

Si algo he aprendido en mis tres años de ser una mamá católica es que la batalla de mantener el balance entre los aspectos religiosos y seculares de una celebración no son tan fáciles de llevar. Y, no es fácil, porque las celebraciones seculares casi siempre son más atractivas que su contraparte religiosa.


La Pascua no es la excepción. Como católicos que somos, la Pascua es la celebración litúrgica más importante del año. Es un día en que reafirmamos nuestra fe en la Resurrección de Cristo entre los muertos. Pero, para la mayoría de los chicos, es el día en que el conejo de Pascua les trae una canasta llena de dulces y regalos. Les garantizo que si ustedes le preguntan a cualquiera de sus hijos menores de 10 años que escojan entre ir a Misa para celebrar la Resurrección de Cristo o participar de una fiesta con conejo pascual incluido de seguro este gracioso animal ganaría.

El hecho es que, he descubierto que si me esfuerzo al máximo, siempre hay maneras de encontrar conexiones entre la religión y las tradiciones seculares. El como lo hacemos es nuestro desafío como padres, abuelos, tíos, tías y padrinos católicos que somos.

Por ejemplo, mientras tus niños les encanta la cacería de los huevos de pascua por la casa, (así se ganarían los premios escondidos dentro), les puedes explicar que la costumbre de los huevos de pascua tiene un origen cristiano y que simboliza a Cristo: así como el huevo oculta una vida que brotará, la tumba de Jesús también oculta su futura resurrección. También, que el anhelado conejo de Pascua es un símbolo cristiano de la Resurrección. Su uso se remonta a antiguos predicadores del norte europeo que veían en la liebre un símbolo de la Ascensión de Jesús y de cómo debe vivir el cristiano: las fuertes patas trasera de la liebre le permiten ir siempre hacia arriba con facilidad, mientras que sus débiles patas delanteras le dificultan el descenso. Estas pequeñas explicaciones -que se las puedes decir a manera de historias- pueden abrir la puerta para una discusión entretenida sobre el bautismo, la resurrección de Cristo, etc.

Aún si el niño es muy pequeño para entender lo que el Sacramento del Bautismo, por ejemplo, verdaderamente significa, es bueno ir introduciéndolos sobre este tipo de temas de una forma sencilla y entretenida. Por ejemplo, cuando tu hijo abra su libro de fotos y observe las fotos de su bautismo, junto con tu esposo pueden ir contándole que esas fotografías fueron tomadas el día en que ella entró a formar parte de la familia de la Iglesia. Tales argumentos, por lo menos, hacen que los hijos sean consciente de este sacramento y de lo que significa.

Explicando temas difíciles

Parte del desafío de hacer participar a nuestros hijos en las celebraciones religiosas es que la mayoría de las fiestas de la Iglesia son para adultos en naturaleza y contenido.

Por ejemplo, algunos años atrás, leí un libro sobre la Semana Santa y la Pascua a mi sobrina de cuatro años, Samanta. Luego de semanas de leer el libro, Samanta le hizo preguntas a su mamá -que sólo podría hacerlas niñas de cuatro años- acerca de lo injusto que había sido el arresto y la crucifixión de Jesús y como él se las "ingenió" para resucitar entre los muertos después de tres días.

En vez de apartar su atención de estos temas, mi hermana aprovechó la oportunidad de responder, de una forma creativa, las preguntas de Samanta a la luz del Evangelio.

Los muchos símbolos e historias que acompañan la Semana Santa y la Pascua provee numerosas oportunidades para comprometer a los chicos y enseñarles más acerca de la fe. En esta Pascua busca oportunidades para hacer conexión entre las tradiciones festivas seculares y las cristianas. Oportunidades hay, tu deberás aprender algo nuevo en el proceso.

Si no estás segura cuales son esas conexiones, debes visitar una librería local con libros para la Pascua y sus tradiciones o buscarlas en la web. Tu parroquia también debe tener recursos disponibles.

Los mayorcitos de la casa

¿Cómo hacer que los adolescentes se involucren en la Pascua? En esta etapa difícil y rebelde de todo ser humano, toma un poco más de esfuerzo hacer que ellos se involucren ya que por lo general los chicos aprovechan estas fiestas para pasar más tiempo con sus amigos en lugares de diversión o simplemente optan por estar fuera de casa. Por ello, conviene apoyarse en los grupos juveniles que existen en las parroquias o en los propios colegios. Casi siempre, durante los oficios de Viernes Santo, los pasajes del Evangelio sobre la Pasión de Cristo, su muerte y Resurrección son leídas o interpretadas en alguna obra teatral.

Estas obras a menudos son interpretadas en la Cuaresma y Pascua. Se sugiere que el grupo juvenil o grupo de amigos -con la guía de un párroco o liturgista- protagonicen la obra de la Pasión para la comunidad parroquial o escolar.

Fuente: aciprensa.com

Por que cobrimos as imagens no fim da Quaresma?

O padre-blogueiro John Zuhlsdorf, conhecido como “padre Z”, é um favorito de muitos membros da equipe do Salvem a Liturgia!. No dia 29 de março de 2009, 5º domingo da Quaresma (no calendário litúrgico atual) e 1º domingo da Paixão (no calendário tridentino), ele colocou em seu blog o seguinte texto, que vai aqui traduzido:


No Missale Romanum de 1962, na forma extraordinária do Rito Romano, este é o primeiro Domingo da Paixão. No Novus Ordo também chamamos o Domingo de Ramos de “Domingo da Paixão”. Hoje é o início do “Tempo da Paixão”. É conhecido como o Domingo Iudica, da primeira palavra do Intróito da Missa, do Salmo 42 (41).

Perdemos coisas durante a Quaresma. Estamos sendo podados através da liturgia. A Santa Igreja experimenta morte litúrgica antes da festa da Ressurreição. O Aleluia cessa na Septuagésima. Música e flores são abandonadas na Quarta-Feira de Cinzas. Hoje, estátuas e imagens são envolvidas com um véu roxo. Por isso é que hoje é às vezes chamado Domingo Repus, de repositus analogus to absconditus ou “escondido”, porque esse é o dia em que cruzes e outras imagens nas igrejas são cobertas. O Ordo universal da Igreja publicado pela Santa Sé tem uma indicação de que as imagens podem ser cobertas a partir deste domingo, o 5º da Quaresma. Tradicionalmente as cruzes podem estar cobertas até o fim da celebração da Paixão do Senhor na Sexta-Feira Santa e as imagens, tais como estátuas, podem continuar cobertas até o início da Vigília Pascal. Em minha paróquia natal de Santa Inês em St. Paul, Minnesota, a grande estátua da Pietá está apropriadamente descoberta durante a função litúrgica da Sexta-Feira Santa.

Também, como parte da poda, a partir de hoje no rito antigo da Missa, o salmo “Iudica nas preces ao pé do altar e o “Glória ao Pai” no fim de certas orações não foi mais recitado.

A poda se faz mais profunda conforme avançamos pelo Tríduo. Depois da Missa da Quinta-Feira Santa o Santíssimo é removido do altar principal, que fica nu (a toalha é removida) e sinos são substituídos por matracas de madeira. Na Sexta-Feira Santa não há sequer Missa. No início da Vigília somos privados até de luz! É como se a Igreja mesma estivesse completamente morta com o Senhor em sua tumba. Essa morte litúrgica da Igreja revela como Cristo se esvaziou completamente de Sua glória para nos salvar de nossos pecados e nos ensinar quem somos.

Na vigília da Páscoa, a Igreja então ressurge gloriosa para a vida. Nos tempos antigos, a vigília era celebrada tarde da noite. Na escuridão, uma simples centelha era espalhada pelas chamas. As chamas espalhavam-se por toda a Igreja.

Se pudermos nos conectar de coração e mente com a liturgia da Igreja, na qual esses sagrados mistérios são reapresentados, por nossa receptividade ativa nos tornaremos participantes nos mistérios salvíficos da vida, morte e ressurreição de Cristo. Para iniciar essa receptividade devemos ser membros batizados da Igreja e estar em estado de graça.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

POR CAUSA DA TUA GRANDEZA E DA MINHA INSIGNIFICÂNCIA

Lembrando-me de quando comecei a receber Jesus Eucarístico de joelhos, travei uma grande batalha entre o meu ego ( minha carne) e o meu espírito.
 
Tudo começou quando uma grande amiga, que na época passava pelo processo de conversão, culminando em sua total consagração como religiosa a Deus; contou-me ao retornar de uma  excursão ,que conhecera o local onde ocorrera  o milagre de Lanciano e que tivera uma experiência extraordinária diante do milagre; contou-me que sentira uma grande força que a impulsionava a inclinar-se completamente ao chão diante do relicário que continha as duas espécies ( corpo e sangue de Jesus), e que todas as vezes que ia receber a comunhão, novamente a mesma força a jogava de joelhos, ela quase que podia ver a presença de Jesus na Hóstia Consagrada, e quando passava as pessoas que acabaram de receber a comunhão, novamente ela sentia que devia inclinar-se diante delas. Quando ouvi o relato desta amiga, fiquei impressionada, e comecei a refletir sobre o que ocorrera com ela e o que havia me dito;  pensei: - as figuras sacras sempre mostram os anjos ajoelhados diante de Deus, e se eu creio na presença de Jesus na Hóstia , então como eu sendo pecadora deveria recebê-lo?
 
Outra figura me chamou atenção foi a história de Santo Antonio e o jumento de um herege que se ajoelha diante da Eucaristia antes de comer o capim. Ora se um asno que sem inteligência sabe quem é o seu Senhor, será que eu não sei reconhecer o meu Deus se o vir?! Mas, mesmo assim, a vergonha dos homens e o que eles poderiam pensar a meu respeito encheram-me de terror e angústia. Então, veio à minha lembrança uma estória que havia lido em um livro de Madre Basiléia Schlink, sobre como ocorreu a rebelião dos anjos no céu. Na estória ela narra que quando Lúcifer agitava e incitava os anjos contra Deus, Miguel que ainda era apenas um anjo, repreendendo-o diz: _"Quem como Deus!"  Logo depois, Deus que estava em silencio lhe pergunta, por que ele dissera aquilo, e ele humildemente se inclina e lhe diz: ____"Por causa da Tua grandeza e da minha insignificância!". Isto foi o bastante para que todo o orgulho em mim caísse por terra e eu me inclinasse diante de meu Deus e Senhor. "Por causa da Tua grandeza e de minha insignificância." E estou até hoje de joelhos, pois os servos e amigos do Senhor estão e estarão para sempre aos seus pés.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sobre o modo de receber a Sagrada Comunhão

Acabo de ler no Rorate Caeli a carta do reitor da Catedral de Phoenix, Arizona, sobre o modo de receber a Sagrada Comunhão. A intenção do sacerdote é promover, entre seus paroquianos, o modo tradicional de receber a comunhão na boca.



A atual legislação canônica permite que a comunhão seja dada sobre as mãos dos fiéis, observados certos cuidados e afastados os perigos de irreverência ou sacrilégio. Tal permissão não significa que esta forma, que vigorou nos tempos primitivos, seja a mais adequada aos dias atuais. Não por acaso, foi proibida durante séculos, na medida em que surgiram heresias que solapavam a fé, a piedade e a reverência.

Minha geração aprendeu nos seminários que o modo antiquado se tornara moderno e que expressaria mais adequadamente a emergência de uma fé "adulta". Comungar de pé e nas mãos tornou-se sinônimo de "tomada de consciência" e "engajamento"; enquanto a forma tradicional, de joelhos e na boca, passou a ser tolerada para as velhinhas que se aproximam meio sem saber bem o que fazem. Nalguns lugares, a recepção de joelhos foi sendo dificultada, noutros proibida (sic!).

Nós, padres da minha geração, aprendemos e ensinamos durante anos que a forma antiquada devia ser promovida, até que o Papa Bento XVI, com seu magistério do exemplo, levou-nos a questionar velhos e novos "dogmas". Em suas missas, distribui exclusivamente a Sagrada Comunhão na boca aos fiéis ajoelhados; os demais ministros distribuem-na exclusivamente na boca aos fiéis de pé.

Há razões teológicas e pastorais para agir assim. Encíclicas sobre a Santíssima Eucaristia não são suficientes para promover a fé e a piedade. Quantos de nossos fiéis as leem? Homilias, palestras, estudos, todos falam aos ouvidos - e é verdade que a "fé vem pelo ouvido" - mas não somos somente ouvido. A moderna psicologia não despreza nossa capacidade de apreensão e expressão através dos demais sentidos, como parece fazer nossa moderna pastoral.

Santo Agostinho ensina que "Nemo autem illam carnem manducat, nisi prius adoraverit" ou, em linguagem vulgar, que ninguém coma desta carne sem antes adorá-la. Qual das formas expressa, do ponto de vista litúrgico, mais adequadamente a adoração devida à carne do Senhor? Somente uma mente muito afetada pela ideologia poderia negar que a posição de joelhos e a comunhão recebida na boca seja a resposta justa.

Conhecemos bem os argumentos contrários. Vão das razões de higiene ao clássico axioma: o importante é o coração. Pois bem, então que acabemos com todos os signos litúrgicos e nos tornemos de vez protestantes, reduzindo o culto a palavrório e musiquinhas sentimentaloides. Aliás, bem anti-higiênica a lama que Nosso Senhor fez com saliva para ungir os olhos do cego de nascença, mandando-o em seguida lavar-se na piscina de Siloé (Jo 9,6-7), e quão desnecessária para Aquele que conhece o íntimo dos corações, não é mesmo?

Há quem cite, sem conhecer seu profundo significado, as palavras de Nosso Senhor sobre os "verdadeiros adoradores". Aqui não cabe uma exegese sobre as palavras em questão, nem sou eu o mais indicado para fazê-la. A Santa Igreja, intérprete autêntica das Escrituras, nunca entendeu tais palavras como desprezo, censura ou proibição dos sinais litúrgicos. Pelo contrário, a Encarnação do Verbo, suas palavras e atitudes e a dimensão sacramental da fé cristã são a prova mais eloquente da "corporeidade" de nosso culto espiritual.

Na minha nova paróquia, como nas anteriores, pouquíssimas pessoas recebem a Sagrada Comunhão nas mãos. Faz algum tempo, introduzi também um genuflexório na fila em que distribuo a Sagrada Comunhão, deixando os fiéis à vontade para se ajoelharem. Qual a minha surpresa com o grande número dos fiéis que optaram por receber assim o Corpo do Senhor! Sobretudo entre os jovens, a prática parece conquistar sempre mais adeptos. Preservei, evidentemente, os direitos daqueles poucos que preferem a comunhão nas mãos, salvaguardados os princípios dogmáticos e afastado o perigo de profanação.

Estranhamente os mesmos que defendem os "sagrados" direitos dos leigos parecem se opor a que se lhes dê esta opção. Na verdade, se é direito deles receber a comunhão de joelhos, não fornecer os meios, dificultar ou impedir a prática são um abuso de poder por parte dos sacerdotes. Nunca antes se viu tanto clericalismo nas fileiras sacerdotais, e qualquer fiel "adulto", "consciente" e "engajado" que não costuma se resignar às arbitrariedades de seus pastores sabe como ele se manifesta disfarçadamente, sob a capa do pastoralismo.

Sei que minha prática pastoral desagrada a "gregos e baianos". Uns consideram um retrocesso a comunhão de joelhos, outros um abuso a comunhão nas mãos. Faço o que faz, manda ou permite a Santa Igreja. Mudarei o que ela mudar, quando ela mudar. Aos incomodados, meus votos de boa viagem!

Obs.: A Comissão "Ecclesia Dei", em resposta a um consulente de Munique, esclareceu que "(...) a celebração da Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano prevê a recepção da Comunhão de joelhos, na qual a Sagrada Hóstia é colocada diretamente sobre a língua do fiel comungante". O indulto, portanto, não se estende à Missa Tradicional.

Por: Rorate Caeli
Via: OBLATVS

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Uma Fortaleza em defesa da família, contra o aborto e o PNDH-3

Estou impressionado, e comigo os jovens da Caravana Terra de Santa Cruz. Já sabíamos, por experiência da Caravana de Julho de 2010, que a população é maciçamente contrária ao aborto, à lei da homofobia, à legalização da prostituição, à sovietização do Brasil, etc.

Mas quanto mais percorremos nosso imenso País, mais temos mostras incontestes de que o brasileiro não quer o PNDH-3.

O vídeo abaixo, da campanha em Juazeiro do Norte, mostra bem isso. Temos ainda diversos vídeos do interior e, sobretudo, de Fortaleza, que em breve publicaremos. O caravanista que seleciona os vídeos, Paulo Américo, acaba de me dizer que fará um esforço para tentar colocar ainda hoje alguns vídeos dos 3 dias de campanha na capital.

São tantos, e tão interessantes, que pedi ao responsável pela filmadora que parasse um pouco de filmar, pois tornaria ainda mais difícil a escolha!


Aproveito para agradecer os amigos do Instituto que tão bem acolheram a Caravana. Alojamento, alimentação e orientações teriam sido dificílimas, não fosse sua dedicação exemplar.

Domingo é dia de descanso para os caravanistas. Daqui a pouco iremos à Missa no rito romano tradicional, para a qual nos convidaram nossos amigos. Depois disso, um deles se dispôs a mostrar a cidade aos jovens.

Amanhã pegamos novamente a estrada.

Se os propugnadores do PNDH-3 não param, saibam que muito menos paramos nós!

Estamos de saída para a próxima cidade, debaixo de chuva. Não sei como os rapazes vão conseguir preparar os bagageiros, que ficam em cima das vans... Mas estamos no Brasil, e o jeitinho acabará resolvendo.

***
Enquanto isso, aproveito para publicar mais um vídeo. É o primeiro da Caravana Terra de Santa Cruz em Fortaleza-CE.

Além de termos sido muito bem recebidos pelo público, fomos cordialmente recebidos pelo Presidente da Assembléia Legislativa do Ceará, o Dep. Francisco Caminha. Membro e fundador da Frente Parlamentar Contra o Aborto da Câmara Estadual do Ceará, o presidente é contrário ao PNDH-3 e acolheu com simpatia a visita de 6 membros da Caravana.

Logo após, os mesmos caravanistas foram entrevistados pela televisão da Câmara, e deram entrevistas ao vivo para a Rádio da Assembléia Legislativa.

Nada mais apropriado do que visitar os representantes, após ter conversado com os representados de todo o estado!


Abaixo fotos dos membros da Caravana Terra de Santa Cruz, na Missa em rito gregoriano:




Fonte (Texto e vídeos): Valores Inegociáveis
Fonte (Fotos): Santa Igreja

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

I segni esterni della Fede


I segni esterni di devozione da parte dei fedeli

Rubrica di teologia liturgica a cura di don Mauro Gagliardi

di Juan Silvestre*

Si legge nel Catechismo della Chiesa Cattolica: «Nella liturgia della Nuova Alleanza, ogni azione liturgica, specialmente la celebrazione dell’Eucaristia e dei sacramenti, è un incontro tra Cristo e la Chiesa» (CCC, n. 1097). La Liturgia è quindi “luogo” privilegiato dell’incontro dei cristiani con Dio e con Colui che Egli ha inviato, Gesù Cristo (cf. Gv 17,3).

In questo incontro l’iniziativa, come sempre, è del Signore, che si presenta, nel cuore della Ecclesia, risorto e glorioso. Di fatto, «se nella liturgia non emergesse la figura di Cristo, che è il suo principio ed è realmente presente per renderla valida, non avremmo più la liturgia cristiana, completamente dipendente dal Signore e sostenuta dalla sua presenza creatrice» (Benedetto XVI, Ai Vescovi del Brasile [norte 2], 15.04.2010).

Cristo precede l’assemblea che celebra. Egli – che agisce inseparabilmente unito allo Spirito Santo – la convoca, la riunisce e la istruisce. Per questo, la comunità, ed ogni fedele che la forma, «deve prepararsi ad incontrare il suo Signore, essere un popolo ben disposto» (CCC, n. 1098). Attraverso le parole, le azioni e i simboli che costituiscono la trama di ogni celebrazione, lo Spirito Santo pone fedeli e ministri in relazione viva con Cristo, Parola e Immagine del Padre, in modo che possano innestare nella propria vita il senso di ciò che ascoltano, contemplano e realizzano. Di qui che «ogni celebrazione sacramentale è un incontro dei figli di Dio con il loro Padre, in Cristo e nello Spirito Santo, e tale incontro si esprime come un dialogo, attraverso azioni e parole» (CCC, n. 1153).

In questo incontro l’aspetto umano è importante, come segnala anche san Josemaría Escrivá: «Io non ho un cuore per amare Dio e un altro per amare le persone della terra. Con lo stesso cuore con il quale ho amato i miei genitori e amo i miei amici, proprio con questo stesso cuore io amo Cristo e il Padre e lo Spirito Santo e Maria Santissima. Non mi stancherò mai di ripeterlo: dobbiamo essere molto umani; perché, altrimenti, non potremo essere neppure divini» (È Cristo che passa, n. 166). Per questo la fiducia filiale deve caratterizzare il nostro incontro con Cristo. Senza dimenticare tuttavia che «questa familiarità comporta anche un pericolo: quello che il sacro da noi continuamente incontrato divenga per noi abitudine. Si spegne così il timore riverenziale. Condizionati da tutte le abitudini, non percepiamo più il fatto grande, nuovo, sorprendente, che Egli stesso sia presente, ci parli, si doni a noi» (Benedetto XVI, Santa Messa del Crisma, 20.03.2008).

Uso da batina como um "Sinal exterior da Fé".
La Liturgia, e in modo speciale l’Eucaristia, «è l’incontro e l’unificazione di persone; la Persona, però, che ci viene incontro e desidera unirsi a noi è il Figlio di Dio» (Benedetto XVI, Alla Curia Romana, 22.12.2005). Il singolo e la comunità devono essere consapevoli di trovarsi davanti a Colui che è il tre volte Santo. Di qui la necessaria attitudine, piena di riverenza e di senso di stupore, che sgorga dal sapersi alla presenza della maestà di Dio. Non era forse questo ciò che Dio intendeva esprimere quando ordinò a Mosè di togliersi i sandali davanti al roveto ardente? Non nasceva da simile consapevolezza l’atteggiamento di Mosè e di Elia, che non osarono guardare Dio faccia a faccia? E non ci mostrano questa stessa disposizione d’animo i Magi che «prostratisi, lo adorarono»? I diversi personaggi del Vangelo che incontrano Gesù che passa, che perdona… non ci danno anch’essi un modello esemplare di condotta per i nostri incontri con il Figlio del Dio vivo?

In realtà, i gesti corporei esprimono e promuovono «l’intenzione e i sentimenti dei partecipanti» (IGMR, n. 42) e permettono di superare il pericolo che insidia ogni cristiano: l’abitudine. «Per noi che viviamo da sempre con il concetto cristiano di Dio e ci siamo assuefatti ad esso, il possesso della speranza, che proviene dall’incontro reale con questo Dio, quasi non è più percepibile» (Benedetto XVI, Spe salvi, n. 3). Per questo, «un segnale convincente dell’efficacia che la catechesi eucaristica ha sui fedeli è sicuramente la crescita in loro del senso del mistero di Dio presente tra noi. Ciò può essere verificato attraverso specifiche manifestazioni di riverenza verso l’Eucaristia, a cui il percorso mistagogico deve introdurre i fedeli» (Id., Sacramentum Caritatis, n. 65).

Gli atti di devozione si comprendono in modo adeguato in questo contesto di incontro con il Signore, che implica unione, «unificazione [che] può soltanto realizzarsi secondo le modalità dell’adorazione» (Id., Alla Curia Romana, 22.12.2005).
A comunhão de joelhos, outro sinal exterior da nossa fé.

Evidenziamo in primo luogo la genuflessione, «che si fa piegando il ginocchio destro fino a terra, e significa adorazione; perciò è riservata al SS.mo Sacramento e alla santa Croce, dalla solenne adorazione nell’Azione liturgica del Venerdì nella Passione del Signore fino all’inizio della Veglia pasquale» (IGMR, n. 274).

L’inchino del capo significa invece riverenza e onore. Nel Credo – eccetto nelle solennità del Natale e dell’Annunciazione (Incarnazione), nelle quali si sostituisce con la genuflessione – compiamo questo gesto pronunciando le mirabili parole: «E per opera dello Spirito Santo si è incarnato nel seno della Vergine Maria e si è fatto uomo».

Da ultimo, vogliamo mettere in luce il gesto di inginocchiarsi al momento della consacrazione e, dove si conserva quest’uso, dal Sanctus fino alla fine della Preghiera Eucaristica, o anche ricevendo la sacra Comunione. Si tratta di segni forti, che manifestano la consapevolezza di stare davanti a Qualcuno di speciale. È Cristo, il Figlio del Dio vivo, e davanti a Lui cadiamo in ginocchio. Nell’inginocchiarsi, il significato spirituale e corporeo formano un’unità, perché il gesto corporeo implica un significato spirituale e, viceversa, l’atto spirituale esige una manifestazione, una traduzione esteriore. Inginocchiarsi davanti a Dio non è qualcosa di “poco moderno”; al contrario corrisponde alla verità del nostro stesso essere. «Chi impara a credere, impara anche ad inginocchiarsi, ed una fede e una liturgia che non conoscesse più l’inginocchiarsi sarebbe malata in un punto centrale. Dove questo gesto è andato perduto, dobbiamo impararlo di nuovo, per rimanere con la nostra preghiera nella comunione degli Apostoli e dei martiri, nella comunione di tutto il cosmo, nell’unità con Gesù Cristo stesso» (J. Ratzinger, Teologia della liturgia [Opera omnia 11], LEV, Città del Vaticano 2010, p. 183).

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[Traduzione dallo spagnolo di don Mauro Gagliardi; il prossimo articolo della rubrica sarà pubblicato il 26 gennaio]

* Don Juan Silvestre è professore di Liturgia presso la Pontificia Università della Santa Croce e Consultore della Congregazione per il Culto Divino e la Disciplina dei Sacramenti nonché dell’Ufficio delle Celebrazioni Liturgiche del Sommo Pontefice.
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