sábado, 6 de abril de 2013

Papa Francisco e o Milagre Eucarístico em Buenos Aires

O atual Papa Francisco conduziu investigação para comprovar um dos maiores Milagres Eucarísticos da história recente, ocorrido em Buenos Aires em 1996.

Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castañón.

** Ler o artigo completo
Fonte: Voz da Igreja

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

El Milagro del Sol



Había gente en masa (70.000) bajo una lluvia torrencial. Por el camino, las escenas del mes pasado, mas numerosas y conmovedoras.

Ni el barro de los caminos impedía a la gente arrodillarse en actitud humilde y suplicante.

Llegando a Cova de Iría, junto a la encina, pedí al pueblo que cerrasen los paraguas para rezar el Rosario. Poco después vimos el reflejo de luz y en seguida a la Virgen sobre la encina.

-¿Qué es lo que usted quiere?

-"Quiero decirte que hagan aquí una capilla en honor mío, que soy la Señora del Rosario, quecontinúen rezando el Rosario todos los días. La guerra esta acabándose y los soldados pronto volverán a sus casas."

-¿Curará a los enfermos?

-"Unos si y otros no; es preciso que se enmienden; que pidan perdón de sus pecados.

Y tomando aspecto mas triste dijo: -"Que no se ofenda mas a Dios Nuestro Señor, que ya es muy ofendido."


Y abriendo sus manos las hizo reflejar en el sol y, en cuanto se elevaba, continuaba el brillo de su propia luz proyectándose en el sol.

Y exclamé que todos mirasen al sol. Se da entonces el milagro del sol, prometido tres meses antes, como prueba de la verdad de las apariciones de Fátima. La lluvia cesa y el sol por tres veces gira sobre si mismo, lanzando a todos los lados fajas de luz de variados colores. Parece a cierta altura desprenderse del firmamento y caer sobre la muchedumbre. Todos están atónitos. Los periodistas de los periódicos seculares que habían acudido incrédulos a desprestigiar los apariciones, tomaron fotos y dieron testimonio de aquel milagro en la prensa.

Al cabo de 10 minutos de prodigio el sol toma su estado normal.

Los tres niños eran favorecidos con otras visiones: Vimos al lado del sol a S. José con el Niño y a Nuestra Señora de los Dolores. El Niño Jesús parecía bendecir al mundo de la misma forma que S. José. Después se disipo esta visión y aparece Nuestra Señora del Carmen.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O papa Pio XII e o milagre do sol


Recordemos, para começar, que o Papa Pacelli está misteriosamente vinculado a Fátima. Foi sagrado bispo pelo Papa Bento XV, na capela Sistina, exactamente na mesma manhã - às 12h00 - de 13 de Maio de 1917, quando a Santíssima Virgem aparecia aos três pastorinhos.
 
Ademais, durante o seu pontificado fez-se eco à petição de Nossa Senhora por intermédio da Irmã Lúcia em Tuy (aparição de 1929) para que o Papa consagrasse a Rússia ao Seu Imaculado Coração, efectuada em 1952 mediante a carta apostólicaSacro vergente anno”, embora não tenha sido em conjunto com todos os bispos do mundo como o havia pedido a Virgem Maria.
 
Sabia-se que Pio XII teria visto o mesmo milagre do sol de Fátima nos jardins do Vaticano através de uma homilia que o Cardeal Federico Todeschini, enviado ao lugar das aparições como legado pontifício para encerrar o ano de 1950, pronunciou a 13 de Outubro de 1951 e na qual afirmou que o Papa havia visto o mesmo que presenciaram os testemunhos que estavam presentes em Fátima no dia da última aparição (13 de Outubro de 1917). Esta revelação foi amplamente difundida pela imprensa da época, chegando-se a imprimir milhares de estampas representando a cena de Pio XII a olhar para o sol dançante sobre os jardins vaticanos, mas não se tinha uma versão directa do episódio.
 
Em Novembro de 2008, um dos biógrafos mais conhecidos do venerável Papa, Andrea Tornielli, revelou o descobrimento, entre os papéis privados da família Pacelli, de um autógrafo do Papa em que se lê o relato do que viu por mais de uma vez naquele outono jubilar de 1950. O documento é de um extraordinário valor por ser de primeira mão, por sua imediatez e pela sua linguagem natural (longe do grande estilo que caracteriza a oratório e os escritos oficiais de Pacelli), e confirma plenamente o que já se sabia por via indirecta.
 
Escreveu o Papa Pio XII:
 
"Era o dia 30 de Outubro de 1950, antes da vigília do dia, esperado com tantas ânsias por todo o mundo católico, da solene definição da Assunção ao Céu de Maria Santíssima. Pelas quatro da tarde, fazia o meu costumeiro passeio pelos jardins vaticanos, lendo e estudando, como sempre, vários documentos de despacho.
 
Ia subindo desde a praça da Virgem de Lourdes para o topo da colina, pelo caminho da direita que segue paralelo ao longo da muralha. De repente, havendo levantado os olhos dos papéis que tinha na mão, fui surpreendido por um fenómeno que não havia nunca até então visto. O sol, que todavia estava bastante alto, aparecia como um globo opaco amarelado, circundado por um círculo de luz ao redor, o qual, sem embargo, não me impedia de modo algum de mirá-lo fixamente sem causar a mínima moléstia.
 
Só havia adiante uma pequena nuvem. O globo opaco se movia ligeiramente para fora, seja girando, seja vindo da esquerda para a direita e vice-versa. Porém no interior do globo se viam com toda claridade e sem interrupção movimentos fortíssimos.
 
O mesmo fenómeno se repetiu no dia seguinte, 31 de Outubro, e a 1 de Novembro, oitava da mesma solenidade. A partir de então nada mais vi. Várias vezes, nos dias seguintes, à mesma hora e com as mesmas ou similares condições atmosféricas, procurei olhar para o sol para ver se aparecia o mesmo fenómeno, mas foi em vão. Não conseguia olhá-lo sequer por um instante, pois a vista ficava imediatamente cegada.
 
 
Durante os dias seguintes dei a conhecer o facto a poucos íntimos e a um pequeno grupo de cardeais (talvez quatro ou cinco), entre os quais estava o cardeal Tedeschini. Quando este, antes de sua partida para a missão de Fátima, veio visitar-me, comunicou-me seu propósito de falar disso na sua homilia. Eu respondi-lhe: “Deixa-o estar, não é o caso”. Porém, ele insistiu, defendendo o oportuno de semelhante anúncio, e então expliquei-lhe alguns detalhes do acontecimento. Esta é, em breves e simples termos, a pura verdade."
 
Fonte: saudedalma.blogspot.com

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A Santa Missa III

A Missa é o Sacrifício do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é oferecido a Deus nos altares sob as espécies do pão e do vinho consagrados.Trate de compreender bem, caro amigo, que assistindo à Santa Missa é como se você visse o Divino Salvador, quando saiu de Jerusalém para levar a Cruz ao Calvário, onde, no meio dos mais bárbaros tormentos, foi crucificado, derramando até a última gota de seu sangue.

Esse mesmo sacrifício é renovado pelo Sacerdote quando celebra a Santa Missa, com a única diferença que o sacrifício do Calvário foi doloroso para Jesus e foi com derramamento de sangue, ao passo que o sacrifício da Missa é incruento.Como não se pode imaginar coisa mais santa e mais preciosa do que o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus Cristo, assim, ao assistir à Missa, você deve estar convencido de que faz a ação mais santa e gloriosa aos olhos de Deus e benéfica para sua alma.

Jesus Cristo vem em pessoa aplicar a cada um de nós em particular os merecimentos daquele Sangue adorável, que derramou por nós no Calvário. Isso deve nos inspirar suma estima para com a Santa Missa e ao mesmo tempo um vivíssimo desejo de assistir bem a ela. O triste fato de vermos tantas pessoas voluntariamente distraídas, sem modéstia, sem atenção, sem respeito, de pé, olhando para cá e para lá, faz-nos pensar que não assistem ao divino sacrifício como Nossa Senhora e São João, e sim, como os Judeus, crucificando outra vez Nosso Senhor, com grande escândalo para os companheiros e desonra para nossa fé!


Assista, pois, meu caro amigo, à Santa Missa com espírito de verdadeiro cristão, meditando a começar pelo dolorosa Paixão que Jesus Cristo sofreu pela nossa salvação. Durante a Missa você deve estar com modéstia e recolhimento que nada possa perturbar. A mente, o coração, todos os pensamentos estejam unicamente ocupados em honrar Deus. Recomendo, faça grande empenho em assistir à Santa Missa todos os dias

Retirado: Católicos Fiéis à Tradição

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Os milagres inéditos do Padre Pio, o santo dos estigmas

Zenit entrevista José Maria Zavala, o autor do novo livro sobre o sacerdote italiano

Foi publicado na Espanha o livro “Padre Pio. Os milagres desconhecidos do santo dos estigmas” (Editora LibrosLibres, em tradução livre). O livro traz testemunhos de conversões e curas atribuídas ao santo e reunidas pelo autor, José Maria Zavala.

"Nunca tinha sentido tanta vontade de compartilhar uma experiência como aconteceu com esta, que me marcou para a vida inteira”, reconhece o autor nesta entrevista concedida a Zenit, lembrando que a canonização de Pio de Pietrelcina (1887-1968), em 2002, bateu todos os recordes de fiéis da história do Vaticano.

ZENIT: Como é lembrado o Padre Pio no convento de San Giovanni Rotondo, onde passou quase toda a sua vida?

José María Zavala: Com um carinho imenso. Há fiéis que continuam sentindo o perfume intenso dos seus estigmas como o melhor sinal de que ele nunca os abandona, essa mesma fragrância que já deixou gelado mais de um incrédulo.

ZENIT: Muitas pessoas que o conheceram de perto ainda vivem?

José María Zavala: Poucas, mas tive a grande sorte de entrevistá-las. Como a Irmã Consolata, uma freira de clausura com 95 anos que me recebeu no convento e me relatou episódios inesquecíveis e desconhecidos. Nunca lhe serei grato o suficiente. Nem a ela nem a Piepero Galeone, sacerdote octogenário com fama de santo, a quem o Padre Pio curou milagrosamente depois da Segunda Guerra Mundial. Ou a Paolo Covino, o capuchinho que administrou a Unção dos Enfermos ao Padre Pio. Todos eles romperam pela primeira vez seu silêncio para falar do Padre Pio neste livro.

ZENIT: Eles expressam alguma ideia comum?


José María Zavala: Todos coincidem em que ele fez o mesmo que Jesus na terra: converteu os pecadores, curou os doentes, consolou os aflitos… carregou com a cruz durante toda a sua vida para redimir os homens do pecado. O Padre Pio sabia muito bem que sem sacrifício pessoal era impossível ganhar almas para o Senhor.

ZENIT: Quem foi o Padre Pio?

José María Zavala: Um grande presente que Deus fez aos homens em pleno século XX para que continuem acreditando nEle. É impossível aproximar-se com simplicidade e sem preconceitos de sua figura e permanecer insensível. Conheço muita gente cuja fé estava morta por falta de obras e que, por intercessão do Padre Pio, agora está muito perto de Deus, reza e é feliz fazendo felizes aos outros.

ZENIT: Existe uma relação entre suas horas no confessionário e os estigmas?

José María Zavala: "Tudo é um jogo de amor", ele dizia. De Amor, com maiúscula, pelo próximo; ele sabia muito bem que o melhor se compra pelo preço de um grande sacrifício. O padre Pio viveu “crucificado” durante cinquenta anos com estigmas nas mãos, nos pés e no lado, que sangravam diariamente. Semelhante sofrimento moral e físico era um meio infalível para libertar muitas almas dos laços de Satanás. Por isso mesmo ele passava, às vezes, dezoito horas seguidas no confessionário.

ZENIT: Como um novo Cura d'Ars...

José María Zavala: Nisto reside a grandeza desse homem de Deus. San Giovanni Rotondo, onde viveu e morreu é, ainda hoje, um verdadeiro caminho de Damasco, pelo qual milhares de pecadores retornam ao Senhor. É o primeiro sacerdote estigmatizado na História da Igreja e com alguns carismas que o tornam muito especial, desde a bi-locação até o exame de corações que lhe permitia ler a alma dos penitentes.

ZENIT: “Farei mais barulho morto que vivo”, comentou Padre Pio um dia. O que quis dizer?

José María Zavala: Teríamos de perguntar às centenas de pessoas no mundo todo que, por intercessão dele, continuam se convertendo hoje e/ou se curando milagrosamente de uma doença mortal. Muitos deles contribuem com testemunhos impressionantes neste libro. Podemos afirmar que o Padre Pio continua atuando hoje, do céu, mais prodígios que quando estava na terra.

ZENIT: O senhor recolhe algumas conversões marcantes…


José María Zavala: Gianna Vinci me relatou em Roma um desse milagres que deixam qualquer um boquiaberto. Em certa ocasião, uma mulher, doente de câncer, pediu a seu marido, agnóstico, que a levasse a San Giovanni Rotondo, pois tinha ouvido que o Padre Pio fazia milagres. O homem impôs uma condição: esperaria fora da igreja. Então a mãe entrou sozinha com o filho de dez anos. Gianna Vinci estava ali e viu tudo. A mulher ajoelhou-se no confessionário do Padre Pio enquanto este indicava ao menino que avisasse seu pai. O pequeno obedeceu: “Papai, o Padre Pio está te chamando”, disse na porta. Mas o menino… era surdo mudo! Emocionado, o pai acabou se confessando e sua esposa ficou curada do câncer naquele mesmo instante.

ZENIT: Qual é o segredo da popularidade deste santo?


José María Zavala: O amor pelos demais, insisto. O Padre Pio continua recolhendo hoje os frutos de sua semeadura do céu. Na Itália, pude sentir o grande carinho que as pessoas professam por este santo. Ao voltar a Madri, enquanto despachava a bagagem no aeroporto, um policial começou a colocar dificuldades mas quando viu o retrato do Padre Pio que eu levava para um amigo, me deixou passar com um sorriso: “Que passaporte!”, pensei.

ZENIT: E fora da Itália, o Padre Pio vai sendo mais conhecido?

José María Zavala: Espero que este livro sirva para torná-lo mais conhecido na Espanha, onde já fez alguns milagres. Na Argentina, México, Chile e Filipinas ele conta cada vez com mais devotos.

ZENIT: O que significa este livro no conjunto da sua bibliografia?

José María Zavala: É, sem dúvida, minha obra mais importante. Nunca tinha sentido tanta vontade de compartilhar uma experiência como aconteceu com esta, que me marcou para a vida inteira. Dizem que quando o Padre Pio levanta uma alma, não a deixa cair mais. Pois comprovei isso na minha própria pele. Convido todo aquele que queira, por mais cético que seja, a conhecer a este homem de Deus. Lhe asseguro que não permanecerá indiferente.

Mais informações em http://www.libroslibres.com/


Fonte: Zenit

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A força da oração – uma chuva de rosas

Estávamos em 1897. A Ir. Virgínia da Paixão, a humilde religiosa do Mosteiro das Clarissas de Nossa Senhora das Mercês no Funchal, encontrava-se gravemente doente, devido a uma queda nas escadas. Esta enfermidade fazia-a sofrer imenso, não só pelas dores físicas, mas pela relutância que experimentava em deixar-se examinar pelo médico. Com a força das dores não conseguia conciliar o sono. Na noite de 30 de Setembro, sentindo aumentar os sofrimentos, pediu ao Senhor que a curasse por intercessão da primeira alma que entrasse naquele momento no Paraíso. A resposta do céu não se fez esperar. Narra-nos a Madre Virgínia nos seus escritos:


“Senti uma mão invisível que me tocava e vi junto do meu leito uma religiosa vestida de hábito pardo, manto branco e véu preto na cabeça. Conheci que não era a nossa enfermeira. Verifiquei que era uma religiosa nova e muito formosa. Perguntei-lhe quem era. Referiu que Jesus, respondendo à minha súplica, a tinha enviado para lhe dizer ser sua vontade me submetesse ao exame clínico prescrito e me deixasse tratar. Ela seria a minha fiel enfermeira. Por fim, sorriu e disse: o meu nome é Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, que acabo a vida mortal e entro já no Paraíso. Pediu-me segredo e desapareceu”.

A Madre Virgínia refere que o médico fez a intervenção cirúrgica recomendada e que Santa Teresinha do Menino Jesus foi a sua fiel e dedicada enfermeira, curando-a milagrosamente. Após a intervenção sobrenatural, a Madre pôde participar em todos os actos comunitários no dia de S. Francisco, 4 de Outubro desse ano. Clinicamente era inexplicável como em tão pouco tempo se realizou a prodigiosa cura.

sábado, 18 de setembro de 2010

Novo Milagre Pró-Vida

Imagem captada por Michael Clancy no preciso momento em que o bebê Samuel Armas -de apenas 21 semanas de gestação- segura o dedo do médico Joseph Bruner de dentro do útero de sua mãe. Fotografia captada durante uma intervenção fetal por espinha bífida realizada na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee (EUA) em agosto de 1999.



Veja AQUI a foto de Samuel recém-nascido.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...